
Vamos ao nosso xadrez quase diário.
A rigor, existem dois grupos se articulando:
Grupo 1 – o governo, agora sob a coordenação de Lula.
Grupo 2 – o eixo Temer-PSDB, agora depurado da interferência amadora de Aécio Neves e da resistência de Geraldo Alckmin.
O fiel da balança continua sendo o presidente do Senado Renan Calheiros e o grande desafio consiste em conter o êxodo da base parlamentar que Lula legou para o governo Dilma.
Como já tinha alertado, daqui até a votação do impeachment haverá uma guerra de informações de lado a lado, com inúmeros factoides, informações distorcidas, visando desmontar o ânimo do adversário.
Ontem, a home do Estadão manteve durante quase todo o dia a manchete de que o presidente do Senado Renan Calheiros teria afirmado que não ter condições de segurar o impeachment. Nem se pode dizer que a manutenção da manchete seja uma estratégia porque o site do Estadão tem trocado no máximo três vezes por dia a manchete principal.
O que Renan teria dito é que se o impeachment passasse pela Câmara, ele não conseguiria barrar no Senado. E que Lula precisaria entrar nas negociações para barrar o impeachment na Câmara.
Enfim, reforça o que vimos explicando aqui: a grande batalha de Stalingrado será na Câmara no mês de abril e os instrumentos da contrainformação estão atuando a mil por hora.
Há um jogo político-jurídico que passa pelas duas casas: STF e Congresso. E no qual poderá haver interferência de dois atores políticos constantes: o Alto Comando da Lava Jato, tendo o controle do ritmo das denúncias midiáticas e respectivos alvos, e o Ministro Gilmar Mendes, com seu estoque de ousadias.
As batalhas que se prenunciam são as seguintes:
Frente Câmara Federal
Começou a contagem regressiva para a votação do impeachment.
De um lado se tentará de todas as maneiras restringir a ação de Lula, para impedi-lo de formar uma base que segure o impeachment.
A oposição tem munição para, através do Alto Comando, atirar em Renan Calheiros e parlamentares com foro privilegiado, que venham a ter papel relevante na montagem da base de apoio. Mas não tem mais o espaço de que dispunha. Depois da autorização para a divulgação de conversas pessoais pela Lava Jato, o primado da isenção saiu pelo fio do telefone. Avançar mais implicaria em comprometer irreversivelmente a imagem da PGR.
Frente STF
O silêncio do STF (Supremo Tribunal Federal) está ficando ensurdecedor. Não haverá mais como se eximir do que está ocorrendo.
Nas decisões mais simples, há duas ações procurando barrar Lula. Uma, devolvendo a ação contra ele para o juiz Sérgio Moro. Outra, outra, a série de ações para impedi-lo de assumir a Casa Civil.
No primeiro caso, o juiz natural é Teori Zavascki. No segundo, o juiz prevento (aquele que já apreciou ação parecida) é Marco Aurélio de Mello Mello que já julgou ação similar no STF negando uma ação cautelar similar (http://migre.me/tizGb).
Segundo explicação na Jusbrasil (http://migre.me/tizDi):
Prevenção é um critério de confirmação e manutenção da competência do juiz que conheceu a causa em primeiro lugar, perpetuando a sua jurisdição e excluindo possíveis competências concorrentes de outros juízos.
No domingo foi encaminhado ao STF um pedido de habeas corpus assinado por um conjunto de juristas dos mais respeitáveis, solicitando a suspensão da decisão do Ministro Gilmar Mendes de remeter o processo de volta para Curitiba. Não haverá como o STF se eximir mais.
Se demorar, a ponto de Moro ousar aplicar uma prisão em Lula, o STF será responsável por todas as tragédias que poderão advir.
A parte mais complicada será a de encarar os crimes e abusos cometidos pela Lava Jato e pelo juiz Sérgio Moro. Há juristas de peso – incluindo o vice-decano do STF Marco Aurélio de Mello – apontando claramente para crimes cometidos, ao vazar os diálogos em geral e o último grampo em particular, envolvendo a própria presidente da República. O decano Celso de Mello terá que comprovar que sua indignação não é seletiva. E o STF terá que escolher entre conter a escalada de abusos ou abrir mão de vez de conter o Estado policial.
Frente Polícia Federal
Depois de um início indignado, o novo Ministro da Justiça Eugênio Aragão amenizou um pouco o discurso, mas continua firme no foco do respeito à legalidade.
Não será tarefa fácil disciplinar a tropa. A autonomia da Polícia Federal é um dos pontos centrais da balbúrdia institucional que tomou conta do país. Só faltava dar autonomia a uma corporação armada, com as prerrogativas de Estado.
No seu período de Ministro, José Eduardo Cardozo conseguiu o impossível. Primeiro, provocou uma revolta interna na PF, com o abandono a que foi relegada em sua gestão. Conseguiu transformar uma força orgulhosa em uma tropa indignada. Depois, para contemporizar, abriu mão de qualquer controle sobre ela e liberou geral.
Devolver o profissionalismo, impedir a politização escandalosa – de delegados fazendo campanhas políticas e participando de vazamentos de informações – será um trabalho que exigirá muita estratégia e firmeza.
Ontem, no Twitter, um procurador regional chegou a ameaçar o Ministro – que é subprocurador – com uma sanção do Conselho Superior do Ministério Público, ao qual ele, procurador, jamais pertenceu.
Frente midiática
Não se surpreenda se os grupos de mídia conseguirem se rebaixar mais ainda e desenterrar o estilo abjeto de 2010, com a fabricação de todo tipo de factoide ou de falsos escândalos. Serão vinte dias que valerão dez anos.
É bem possível que a Lava Jato se aproveite da demora do Supremo em decidir qualquer coisa, para soltar seus últimos foguetes.
Manifestações
Continuará a guerra de manifestações populares. Do lado dos pró-impeachment, certamente estimuladas pela parceria Lava Jato-mídia. Do lado anti-impeachment, o estímulo serão eventuais arbitrariedades que voltarem a ser cometidas.
Na noite de domingo, por exemplo, havia convocação de militantes para uma vigília na frente da casa de Lula, para impedir qualquer tentativa de prisão.
Miguel A. E. Corgosinho
21 de março de 2016 3:34 amdepois fala que stf é não
depois fala que stf é não partidario, conhecemos vc!!
Vânia
21 de março de 2016 3:40 amA ‘exceção’ é o golpe. Ele já está dado.
O golpe já está dado e o que resta saber é se vamos sair dele, com mais democracia e República, ou com mais autoritarismo e consolidação da ‘exceção’.
Por Tarso Genro
Para popularizar a defesa política, ainda em curso, da legalidade e legitimidade obtida nas urnas pelo Governo Dilma, o campo de apoio da Presidenta -no qual eu me incluo- cunhou a expressão “não vai ter golpe”. Correta, por sinal, mas que agora está esgotada, face às formas originais que vem adquirindo os contenciosos políticos, dentro da crise econômica e do próprio Estado de Direito, que estamos vivendo.
Sustento que, a partir de agora, o destino da crise não será resolvido, principalmente, em função dos movimentos de rua, mas será disputado dentro das instituições. Mormente pelas decisões do Parlamento e do Poder Judiciário, pois este decidirá -se o impedimento da Presidenta for aprovado- até se ele o foi de forma legal, ou não. A pressão política democrática sobre os parlamentares, que tem o poder constitucional de chancelar a “exceção”, já instalada, adquire evidente predominância neste momento.
Os movimentos de rua poderão exercer, sobre estas decisões, uma certa influência, mas mesmo que eles se tornem equilibrados, em termos numéricos, não decidirão a “exceção”. Os “movimentos” de rua não comandarão o Direito, pois este –agora- já comanda a Política: a “exceção” está constituída e é hegemônica, e ela só poderá ser travada, se o for, pelo Supremo Tribunal Federal. Não foi gratuita a divulgação, pelo golpismo, das gravações de Lula, reclamando das posições do Supremo. Eles sabem que as coisas não se decidirão pelas armas da Republica e sim pela flexibilização dos seus princípios constitucionais: ódio e “exceção”, são seus instrumentos básicos para voltar ao poder.
É preciso ousar dizer que o evento dos juristas no Largo de São Francisco, dia 18, em São Paulo, foi tão ou mais importante, para travar a “exceção”, do que a grande manifestação da Avenida Paulista. A expressão “não vai ter golpe” vai, cada vez mais, carecer de efeito mobilizador, porque o golpe já foi realizado -mesmo que a Presidenta não seja deposta- pois ele já obteve o seu resultado estratégico: a sabotagem nos propósitos de recuperação na economia e a inviabilização de um Governo estável, com maioria social e parlamentar, capaz de lhe permitir uma mínima rotina de governabilidade.
Importante ressaltar, igualmente, que a expressão “não vai ter golpe”, neste momento, já pode criar uma confusão -na parte da sociedade que ainda apoia o Governo- de que estamos numa situação semelhante a de 64. Naquele momento da História, os militares estavam organizados em torno dos confrontos da Guerra Fria e participavam, expressamente, de uma conspiração. Opunham-se – de maneira direta e frontal – aos projetos de mudanças reformistas no país.
Hoje, os militares, pela discrição que têm tido nas crises, e, precisamente, por estarem atuando dentro das suas funções constitucionais, têm um prestígio inédito na nossa história. Vincular os movimentos de rua, em defesa da Presidenta, a março de 64, pode ser uma desinformação fatal às nossas bases e um grave erro político, com um presente de ouro à direita fascista, que quer eternizar a exceção com o apoio das Forças Armadas.
Não cabe analisar, neste momento, os erros do comando político do Governo e dos partidos ou frações de Partidos, que o apoiam. Nem a convergência liberal conservadora e autoritária, que envolve a grande mídia, altas frações do empresariado e lideranças políticas de distintas organizações políticas e da sociedade civil, “cansadas” da democracia. Não é hora de “balanços”, mas de resistência à continuidade da “exceção”, que é, ela mesma, o golpe “novo tipo”, nos regimes democráticos em crise de representação.
O que estamos disputando, neste momento, é se a “exceção” – que é o próprio golpe – vai se consolidar ou não; se teremos uma transição para uma outra situação institucional e política em dois meses ou em dois anos; se conseguiremos -para o próximo período- voltar ao convívio entre diferentes, aberto pela Carta de 88; se a utopia democrática ainda tem validade histórica ou se ela será arquivada, como o foi, a experiência socialista autoritária do Século passado; ou se virão novos ciclos de confronto, preparatórios de uma longa guerra civil não declarada, que certamente vai sufocar a vida das novas gerações.
No último dia 18, encerrei um grande ato da resistência democrática, em Porto Alegre, que não tinha menos de 50 mil pessoas. Algumas estavam lá para defender o PT, outras por amarem Lula –o melhor Presidente que este país teve depois de 88-, outras ainda por se indignarem com a brutal campanha golpista, que é feita pela maioria da grande mídia nacional, para derrubar o Governo. Todas, contra a corrupção, pela democracia, por uma saída da crise com mais democracia, não com menos democracia.
Quando desci do palanque, no meio de uma multidão comovida, uma senhora de cabelos já embranquecidos, me abraçou e perguntou angustiada: “Tarso, quando eles vão dar o golpe?”, recordando certamente 1964. Naquele preciso momento me dei conta que algo estava errado no cálculo da nossa resistência: o golpe já está dado e o que resta saber é se vamos sair dele, com mais democracia e República, ou com mais autoritarismo e consolidação da “exceção”.
O golpe pós-moderno, tanto pode se consolidar por um acordo com a corrupção endêmica, que nenhuma “exceção” tem condições de enfrentar -pois historicamente sempre a agrava- como por uma República do Promotores e Juízes, que, elevando-se à condição de salvadores da nação, tutelem a política e coloquem a Constituição a serviço do seu autoritarismo. Este é, agora, o nível da nossa resistência. Na época da despolitização da política, que foi judicializada.
Da desideologização da cidadania, que foi subsumida no mercado. Da utilização funcional da burocracia para capturar a democracia, que sai -cada vez mais das praças- e se encerra no círculo de bronze dos aparatos do Estado. Não nos enganemos, a última palavra não será das Forças Armadas, porque elas não querem, mas do Supremo Tribunal Federal, na sua função de “guardião da Constituição”. E seja para que lado ele pender, na sua decisão, temos a obrigação política e moral de acatá-la.
http://cartamaior.com.br/?%2FEditoria%2FPolitica%2FA-excecao-e-o-golpe-Ele-ja-esta-dado-%2F4%2F35731
Ninguém
21 de março de 2016 4:30 amNão! Não temos a obrigação política e moral de acatar…
Qualquer decisão de um STF acovardado, que parece mais preocupado com as aparências do que com a lei. Aliás, não é de hoje. Haja vista as patentes violações ao direito seguidamente perpetradas por essa corte na AP470. Pau que bate em Chico não bate em Francisco. Chega desse republicanismo de merda. Não dá para entrar numa guerra nuclear com armas convencionais. Não dá para esperar eternamente – e estupidamente – pelo bom senso de quem não está interessado em dialogar. O governo já cortou as verbas do PIG? Ainda não? Está esperando o quê? O MJ já afastou a cúpula da PF e os delegados golpistas que trabalham em conluio com o camicia nera? Está esperando o quê?
Vânia
21 de março de 2016 5:00 amConcordo com ninguém (rs)
A última frase do Tarso: “E seja para que lado ele [STF] pender, na sua decisão, temos a obrigação política e moral de acatá-la.” também não me convence. De resto, a análise é muito boa.
Romulus
21 de março de 2016 3:42 am“Guerra total” – dos 2 lados
O que quem está de fora constata é que as duas partes estão indo para a guerra total, com muito soldados (e até General Mendes) em atuação quase kamikazi. Obviamente que os dois lados traçaram cenários com ataques esperados e respectivos contra-ataques. Para mim o que ficou claro desde 6a a noite foi que o “Alto Comando” (ou oposição, não sei) foi para o ultimo cenário, o Apocalipse. Os advogados de Lula entrarem junto com os juristas com um HC preventivo ainda no domingo a noite indica que essa tb é a percepção do time de Lula.
Num pais normal com homens médios, num contexto como esse Moro nunca faria algo temerário essa semana. Mas o Brasil não é um pais normal e Moro ta longe de ser o homem medio. Da mesma forma, num pais normal o STF não teria se omitido até agora (não se pode falar em se acovardar, fique bem entendido!). Nesse tocante, as pessoas estão repercutindo a entrevista de MA Mello no Sul21 – muito bem vinda. Apesar do papel de eterno “Min. do voto vencido” e grilo falante do STF, ele esperou bem 1 semana para fazer uma declaração mais enfática contra o método Moro, exposto desde 3a. Isso pra mim indica que ele não enxergou reação tempestiva dos colegas e a altura. Foi para a ação individual. Isso assusta, pq ele esta la dentro e tem muitos anos de casa.
O racional diz: pensemos no menos ruim pro povo, o que seria o fim mais rápido da crise e jogar pelo arrefecimento dos ânimos. Nunca ir pra guerra total, procurando manter as aparências de briga dentro da institucionalidade. A oposição e/ou “Alto Comando” pararam de rezar por esta cartilha. Não sendo carbonário por natureza, nunca recomendaria a mesma atitude ao PT e/ou governo. Mas os custos do acordão PSDB/PMDB, combinado com a incerteza sobre a ação no dia seguinte da PGR e do “povo”, me faz pensar que PT e/ou governo TEM QUE IR pro tudo ou nada também.
Ninguém
21 de março de 2016 3:48 amQue impeachment? É GOLPE, Nassif!
A impressão que tenho é que o STF vai se apequenar. O único preocupado com a própria biografia é o Marco Aurélio de Mello. Se os outros tivessem um mínimo de apego às leis e à Constituição, já teriam se manifestado no próprio dia do vazamento.
Romulus
21 de março de 2016 3:56 ame olha que o MA Mello esperou
e olha que o MA Mello esperou 1 semana pra ser incisivo, hein. Nao deve ter encontrado resposta a altura prospectando colegas e partiu para a manifestaçao individual.
Alexandre Weber - Santos -SP
21 de março de 2016 4:02 amFico com o Renan Calheiros
Não o conheço pessoalmente, mas é muito bem referendado por um grande amigo jornalista; pela sua atuação até agora, sem exageros e de forma discreta, me parece que se coloca como o mediador ideal para o acordo, junto com o Lula no congresso.
Uma saída para a governabilidade, com um norte apontando para o que o povo quer: boa governança e economia no governo, respeitando o dinheiro do povo.
Um congresso sereno e operativo trará a necessária paz institucional e com isto os que se excederam terão suas ações corrigidas.
Não sou pelo revanchismo, fico com os acordos, que saem mais barato e produzem melhores resultados.
Romulus
21 de março de 2016 4:13 amCertamente na pessoa juridica
Certamente na pessoa juridica Renan é um conciliador e razoavel. O problema é que na pessoa fisica ele tem teto de vidro e a PGR/midia guarda sempre a espada de damocles em cima da cabeça dele. O que prevalece? a PF ou a PJ? Na votaçao da lei do pre-sal prevaleceu a PF.
Maria Carvalho
21 de março de 2016 4:02 am…
O Supremo não será ator de nada!
Estará “fechado para balanço”!
De resto, tudo se resume a:
– Quem quer poder e/ou dinheiro?
Se segura aquele “que der o que “eles” querem” (mídia, parlamentares, partidos, etc).
Não existe mais o respeito às leis, o preço é esse!
marilamar
21 de março de 2016 4:10 amA Presidente Dima, deveria
A Presidente Dima, deveria dissolver e prender os golpitas do Congresso, Judiciario, Midia Corrupta e etcs com as FFAAs, pronto, acabou o GOLPE BRANCO DO EUA!!! Ou o Lula vai pedir asilo politico na embaixada da China ou Russia, pois ele nao pode ser preso pela PF, vao assassina-lo, acorde, é guerra!!!
marilamar
21 de março de 2016 4:10 amA Presidente Dima, deveria
A Presidente Dima, deveria dissolver e prender os golpitas do Congresso, Judiciario, Midia Corrupta e etcs com as FFAAs, pronto, acabou o GOLPE BRANCO DO EUA!!! Ou o Lula vai pedir asilo politico na embaixada da China ou Russia, pois ele nao pode ser preso pela PF, vao assassina-lo, acorde, é guerra!!!
Gilson AS
21 de março de 2016 12:38 pmCaracá !
Você acabou de
Caracá !
Você acabou de descrever um belo roteiro para filme de aventura americano.
Tipo, missão impossível !
Arthemisia
21 de março de 2016 5:15 amTambém não me arrisco a
Também não me arrisco a esperar nada do STF; se tiverem coragem, será uma surpresa. Mas como estão parados no caso Cunha, creio que é o sinal de sua intenção.
naldo
21 de março de 2016 9:01 amEsse vice que o PT arrumou é
Esse vice que o PT arrumou é ruim de serviço, já foi desmoralizado uma vez e se recolheu, agora vendo o pote de ouro no final do arco irirs se anima novamente, vai ser duplamente desmoralizado, mesmo se meter a mãozona no pote.
chico da dilma
21 de março de 2016 9:17 amSolarmente esclarecedor,não vai ter golpe!
Ogino
21 de março de 2016 9:22 amPERA, DEIXA EU ENTENDER
Se o processo contra o LULA subiu para o STF então ele está com o Teori.
Mesmo que o gilmar tenha mandado o processo descer para o moro, o Teori não é obrigado a obedecer, pois são juízes do mesmo nível. E se o processo está com o Teori como é que o pessoal da lavajato vai fazer alguma coisa contra o LULA???
É muita informação com pouco conteúdo. O GGN primeiro deveria nos informar com quem está o processo AGORA neste exato momento. Aí sim poderiamos entrar na análise do xadrez.
E também, se o processo ainda está com o Teori, que houvesse manifestação popular (e-mail, telefone, telegrama e até mesmo gente na porta do STF) pedindo que o Teori demonstre que não é mandado pelo gilmar.
Alguém aí tem o e-mail do Teori??? Daqui do Japão só poderia usar este meio.
Assis Ribeiro
21 de março de 2016 9:31 amSTF ator coadjuvante
É preciso que haja uma reforma que retire do STF a prerrogativa de última instância de foro criminal.
Nas grandes ações criminais o STF tem andado a reboque do Ministério Público.
Ator coadjuvante, STF;
Ator principal, PGR;
Diretor, a mídia.
Trilha sonora, Jornal Nacional;
Categoria, Pastelão.
Assis Ribeiro
21 de março de 2016 10:04 amFernando Brito:
Não é crível, diante de tudo o que já se viu, que os Ministros do Supremo Tribunal Federal, a pretexto dos feriados da Semana Santa (aliás, do feriado, pois quinta-feira é “ponto facultativo”, dia de funcionamento opcional das repartições), vá deixar que o país fique sujeito a um mergulho sem volta na sua crise institucional.
Há fundado receio em qualquer pessoa prudente que, na continuidade do transtorno que o fez juntar uma transcrição de conversa telefônica da Presidente da República, além do mais captada em horário em que a interceptação- fosse ou não fundamentada – já estava suspensa e, ato contínuo, levantar o sigilo do processo de repelão, Sérgio Moro resolva determinar, a qualquer custo, a prisão de Luís Inácio Lula da Silva,
Otaviani
21 de março de 2016 11:34 amA proposito
A proposito,o Miguel do Rosario que se encontrou com Fernado Brito durnte as manifestações,disse que o Fernando esta preparando para denunciar algumas bombasMe deixou deveras ansioso.
Reinaldo Lopes
21 de março de 2016 10:21 amNassif, perdoe-me a
Nassif, perdoe-me a arrogância, mas há uma maneira mais apropriada de pensar o xadrex político brasileiro:
A Revolução dos Bichos de George Orwell
chico da dilma
21 de março de 2016 10:35 amSolarmente esclarecedor,não vai ter golpe!
LAVA JATO: OPERADOR DE ZELADA (PMDB) É PRESO
Nova etapa da Operação Lava Jato, deflagrada nesta manhã em Portugal, pode colocar mais lenha na fogueira da crise política; isso porque foi preso Raul Schmidt Felipe Junior (à dir.), tido como operador de propina de Jorge Zelada (à esq.), ex-diretor da área internacional da Petrobras; Zelada foi indicado para a bancada do PMDB na Câmara dos Deputados para o cargo; ele é considerado um afilhado de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o presidente da Câmara, que conduz o processo de impeachment; em sua delação, o senador Delcídio Amaral disse que o vice-presidente Michel Temer estava muito preocupado com Zelada, o que o vice nega
chico da dilma
21 de março de 2016 10:38 amSolarmente esclarecedor,não vai ter golpe!
OEA ASSUME POSIÇÃO CONTRA GOLPE NO BRASIL
Ao defender a continuação da Lava Jato, secretário-Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, disse que nenhum magistrado está acima da lei e que o Estado de Direito requer que todos sejam responsáveis e iguais perante a lei: “A democracia não pode ser vítima do oportunismo, mas deve ser sustentada pelo poder das ideias e da ética”; ele defendeu também o mandato da presidente Dilma Rousseff e criticou as tentativas de tirá-la do cargo sem fundamento jurídico, como o processo de impeachment iniciado na Câmara: “Qualquer deterioração da sua autoridade deve ser evitada, de onde quer que venha
Marcelo33
21 de março de 2016 12:37 pmÓbvio que eles dirão que são
Óbvio que eles dirão que são contra o golpe… depois do golpe consumado haverão reuniões, condenações… depois de uns 3 oou 4 meses, talvez menos, pro causa das olimpíadas, EUA, Argentina e México começarão a por panos quentes… e depois das proximas eleições, mesmo com um eventual registro do PTT cancelado, Lula preso e esquerda perseguida, com a candidata mais a esquerda sendo Marina, vão dizer que voltamos a normalidade democrática…
djalma santos
21 de março de 2016 10:45 amFaz uma semana da divulgação
Faz uma semana da divulgação do grampo. Já descobriu quem mandou grampear? Não? Tá faltando o quê?
Quando descobrir, se é que vão, que a presidente e seu ministro da justiça usem a caneta e bote para fora o golpista que autorizou o grampo e autorizou a divulgação do áudio, quando deveria ter destruido.
É intolerável um deputado mais sujo que pau de galinheiro comandando o impedimento de um presidente da república em pleno século XXI.
É intolerável um ministro do supremo, descaradamente partidário continuar no supremo fazendo o que faz o gilmar e ninguém do PT pedir seu impedimento ou pelo menos sua suspeição.
É intolerável continuar tracado na gaveta do servidor público Janot tantas denúncias contra Aécio e o PT não ir pra cima deste cara, denunciá-lo dia e noite das tribunas da câmara e do senado.
É intolerável a permanência do superintendente da polícia federal no comando, ainda.
É intolerável o juiz moro ainda não ter sido notificado pelos orgãos de controle sua conduta criminosa.
A Dilma deveria ligar para Putin pra pedir conselhos e fazer exatamente o que ele disser pra fazer.
Não se enfrenta bandidos armados com12 com estiligues.
gaúcho
21 de março de 2016 10:45 amIndependente das batalhas
Independente das batalhas jurídicas não podemos nos iludir com as instituições brasileiras, elas são o golpe paraguaio, o golpe elitista de direita.
Temos que reafirmar a ausência de consistência ética do ‘impeachment’ tocado por um sindicato de gatunos, por Cunha e seus rapazes, globo sonegadora, pela escória representada por paulinho da força.
Não tenham dúvidas só as ruas barrarão o golpe, esse consórcio de ladrões e golpistas precisam ter medo das ruas, estamos lidando com gangsters de todas as espécies, esse tipo de gente só conhece os limites pela força do povo unido.
João Alexandre
21 de março de 2016 11:29 amVerdade
Dilma declarou a respeito do golpe dado em Fernando Lugo, que o Brasil não era o Paraguai. Pois é, mas os últimos acontecimentos tem provado exatamente o contrário.
Marly
21 de março de 2016 10:47 amAtenção Srs. Ministros!!! Urgente!!!
Por favor, não se limitem aos seus conhecimentos jurídicos e aos apelos golpistas sem consistência daqueles que, possivelmente produzirão uma guerra sem precedentes entre os brasileiros.
Vale a pena ler o artigo do Professor e Historiador Sidney Chalhoub, ex Unicamp. Chalhoub leciona agora História da América Latina e do Caribe na Universidade de Harvard.
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/moro-e-o-alienista-de-machado-de-assis-por-sidney-chalhoub-de-harvard/
Marly
21 de março de 2016 11:06 amComplementando…
Urge que não sejam priorizadas as solicitações de políticos, na sua grande maioria formada de criaturas que só querem se locuplear, em detrimento das posições de Juristats, OEA e de todos que fazem parte da intelectualidade de nosso país. Que não transformem o Brasil numa Ucrânia.
maria rodrigues
21 de março de 2016 10:52 amCorre um boato, por enquanto,
Corre um boato, por enquanto, que o pai do Odebrescht preso vai tentar junto aos Marinhos uma forma de livrar seu filho da cadeia, e que os globais fariam o jogo do pai se ele dissesse para o filho que somente acusando Lula em delação isso seria possível. Se tal boato tiver que se transformar em verdade, Moro cuidará disso ontem, com sucesso.
No Brasil 247 foi informado que um político do PMDB foi preso na Operação Zelote. Isto pra dar a ideia de que nem só o PT é preso. Será uma espécie de propaganda enganosa, para em seguida prender quem eles mais desejam, e dar a ideia de que não são tão seletivos assim.
O silêncio do STF reforça as palavras de Lula, que moveram o Decano (ilustrado) do STF a falar besteira, mas como tantos, falar apenas para ser endeusado pela mídia, e oposição. Ficou tão pequeno quanto Gilmar, o que não nos admira, afinal foi em quem igualou os mensaleiros ao PCC, reforçando a ideia do domínimo do Fato.
O que quer o bom senso é evitar uma guerra civil que está a caminho, se nada se fizer em sentido contráio. Caberia ao STF dar sua última palavra. Será o maior responsável pelo sangue que vier a correr em praça pública, cabendo tã-só às Forças Armadas assumirem seu papel.
O que Marco Aurélio disse no Brasil 21 foi muito emblemático, quando se mostrou sensível ao fato do Brasil estar sendo visto internacionalmente como um país onde apenas um ministro se arvora a ser dono da justiça.
Esse ajuntamento de Cunha com Serra, Temer e outros da mesma laia, terá um tempo curto de duração, se o ipeachment for aprovado, porque, na verdade são todos uns canalhas, inimigos políticos, que por opotunismo se reunem agora, mas logo estarão de digladiando, visto que o desejo de uns é o mesmo dos outros.
Maria Luisa
21 de março de 2016 11:09 amAntecipar
Qual tem sido a estratégia da Lava Jato ? Toda vez que ha denuncias de abusos, eles retornam com alguma nova fase da operação e ai surgem as “delações seletivas” na midia.
Essa semana devemos ter mais novidades. Alias, na semana passada tivemos o anuncio de que a mulher de João Santana tinha fechado a delação premiada com a Lava Jato. Em quanto tempo teremos na midia trechos da delação de Mônica Santana?
E na Republica dos grampos, podemos esperar mais por ai.
O que pode mudar esse circulo vicioso, principalmente, são duas coisas: a capacidade do novo ministro da Justiça de reorganizar a PF, e, como dito na analise acima, que o STF contenha os excessos e ilegalidades da Lava Jato e suas consequências nefastas.
Ninguém
21 de março de 2016 11:19 amO MJ só pode estar de brincadeira…
Em matéria do Brasil247, afirma-se que o MJ teria a intenção de trocar o diretor da PF, que estaria estudando nomes e teria uma indicação NAS PRÓXIMAS SEMANAS!!!! Melhor ir para casa e entregar as chaves do Palácio do Planalto, então… Será que temos mais um quinta-coluna no MJ? Só pode ser brincadeira. Não é possível!
PauloBR
21 de março de 2016 11:35 amCom perdão
Com perdão do humor sardônico, mas não se trata de xadrez. Parece combate de MMA (pois é, tucanaram o antigo Vale-Tudo).
Uma luta do tipo: o herói nacional bonitão e bom-moço versus o inimigo com nome russo, atarracado, feio e mau-caráter (é assim que são pintados, para consumo da plateia, respectivamente o juiz Moro e Lula – cada um deles, naturalmente, simbolizando uma série de coisas).
O narrador é nosso Galvão Bueno, digo, a emissora do Galvão e suas afiliadas, agregadas e congêneres. Soco abaixo da linha da cintura, dado pelo “herói nacional” não só vale como é comemorado. O comentarista, W. Waack, nada vê de irregular na conduta do dito “herói”. Mas observa que seu oponente, o “vilão”, claramente está tentando intimidar o juiz quando reclama do golpe (lato sensu).
Vendo o circo pegar fogo, um outro narrador (mais do mesmo) parece sentir um estranho prazer físico com isso. Para poupar os leitores da descrição crua, vou dizer em inglês: he has a boner (single “n”, please…)
Por fim, temos de lembrar que nada na TV é de graça. Tudo que você assiste tem o patrocínio de…
Cleber Altivo
21 de março de 2016 11:39 amO alto comando do xadrez do
O alto comando do xadrez do Nassif não é o PGR mas sim os filhos do Roberto Marinho, os sem nome próprio como diz o PHA.
Jose de Almeida Bispo
21 de março de 2016 2:36 pmRsrsrsrsrsrsrsrsrs
“Os
Rsrsrsrsrsrsrsrsrs
“Os grandes irmãos”
Henrique O
21 de março de 2016 11:48 amA burguesia paulista que dirige a Fiesp que está no Golpe
Estes sim ter que ser temidos representam a burguesia paulista golpista da Fiesp. Aqui está a nominata que dirige a Fiesp para o Golpe.
Juízes, promotores, deputados, jornalistas, Globo, pastores são os depachantes desta burguesa.
Presidente :
DiretoresPaulo Antonio Skaf
|
1º Vice-Presidente:
Benjamin Steinbruch
2º Vice-Presidente:
João Guilherme Sabino Ometto
3º Vice-Presidente:
Josué Christiano Gomes da Silva
Vice-Presidentes
Carlos Eduardo Uchôa Fagundes
Dagmar Oswaldo Cupaiolo
Edmund Klotz
Eduardo Ribeiro Capobianco
Elias Miguel Haddad
Francisco Ramalho Alge Júnior
Humberto Barbato Neto
Jackson Medeiros de Farias Schneider
José Antonio Fernandes Martins
José Carlos de Oliveira Lima
José Ricardo Roriz Coelho
José Roberto Ermírio de Moraes
Juan Manuel Quirós Sadir
Mário Alves Barbosa Neto
Mário César Martins de Camargo
Nelson Pereira dos Reis
Nildo Masini
Nilton Torres de Bastos
Ricardo Lerner
Roberto Della Manna
1º Diretor Secretário
Nicolau Jacob Neto
2º Diretor Secretário
Mario Eugenio Frugiuele
3º Diretor Secretário
Sylvio Alves de Barros Filho
1º Diretor Financeiro
Paulo Vieira
2º Diretor Financeiro
Fernando Greiber
3º Diretor Financeiro
Geraldo Ribeiro do Valle Haenel
Conselho Fiscal – Efetivos
Aluísio Abdalla
Paulo Henrique Schoueri
Arthur Cesar Whitaker de Carvalho
Conselho Fiscal – Suplentes
Nelson Abbud João
Nelson Gagliardi
Hans Otto Kurt Beran
Delegado representante junto à CNI
– Efetivo
Paulo Antonio Skaf
Carlos Eduardo Moreira Ferreira
– Suplentes
Synésio Batista da Costa
Eduardo Caram Patrus
Adelino da Ponte
André Luiz Pompéia Sturm
Antero José Pereira
Antonio Carlos Fiola Silva
Antonio Carlos Henriques
Antonio Carlos Teixeira Álvares
Antonio Donizetti Fadel
Ariosto Da Riva Neto
Boris Tabacof
Carlos Alberto da Silva Corrêa
Carlos Antonio Cavalcanti
Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio
Carlos Eduardo Vega
Carlos Frederico Queiroz de Aguiar
Carlos Henrique da Silva Ferreira
Carlos Humberto Mendes de Carvalho
Carlos Lazzaro Junior
Carlos Roberto Afonso Prudêncio
Celso de Freitas Gonçalves
Christian Mattar Saigh
Cid Maraia de Almeida
Cláudio José de Góes
Décio Augusto da Costa
Denis Perez Martins
Devanir Brichesi
Dialino dos Santos Rosário
Dimas de Melo Pimenta II
Edgar Solano Marreiros
Edivar Vilela de Queiroz
Elcio Carlos Languidi
Emílio Carlos Salani
Fabio Arruda Mortara
Getulio Ursulino Netto
Heitor Alves Filho
Hermes Soncini
Hideyo Uchinaka
Jairo Cândido
João Carlos Basilio da Silva
José Antonio Baggio
José Carlos Brigagão do Couto
José Gianesi Sobrinho
José Roberto Alves de Campos
José Rogelio Miguel Medela
José Silvio Valdissera
José Velloso Dias Cardoso
Laodse Denis de Abreu Duarte
Luiz Antonio Passarin
Luiz Carlos Lozio
Luiz de Mendonça
Luiz Martins
Manoel Canosa Miguez
Manuel Carlos de Lima Rossitto
Marcio Giusti
Marco Antonio de Almeida
Marcos de Mattos Pimenta
Mario Ceratti Benedetti
Mario Sergio Cutait
Massimo Andrea Giavina-Bianchi
Mauricio Marcondes Dias de Almeida
Mauricio Nacif de Faria
Milton Antonio Bogus
Milton Pessôa Rezende
Nelson Antunes
Nelson Ferreira Dias
Paulo de Tarso Lauandos Zakia
Pedro Constantino Evangelinos
Pedro Nunes de Abreu
Pierre Alain Stauffenegger
Renato José Giusti
Ricardo Stiepcich
Rinaldo Dini
Roberto Kikuo Imai
Romeu Luciano da Silva
Ronald Moris Masijah
Ronaldo Koloszuk Rodrigues
Ruy Salvari Baumer
Salo Davi Seibel
Salvador Fogliano Júnior
Samir Nakad
Sérgio Tiaki Watanabe
Tasso de Toledo Pinheiro
Ubirajara D’Ambrosio
Valter Peres Fortunato
Vicente Filizola
Walter Gimenes Félix
Wayner Machado da Silva
Wilson José Farhat Junior
José Muladeiro
21 de março de 2016 12:14 pmQuando se coloca em risco a sobrevivência da pátria livre,
as Forças Armadas não podem serem vistas como meras figurantes. Elas tem papel protagonista. Que se conclamem os oficiais de todas as patentes a se manifestarem contra a entrega de nosso futuro nas mãos de interesses extrangeiros. A esquerda precisa enterrar o passado e se darem conta que em muitos momentos de nossa História as forças armadas agiram diferentemente de 64. Quando não há leis iguais para todos, a justiça se faz na ponta da baioneta.
Gilson AS
21 de março de 2016 12:27 pmJá se sabe que a isca para
Já se sabe que a isca para prender o Lula será Aécio Neves.
Como o Aécio foi descartado, depois da surra que levou na Av Paulista, será jogado ao mar.
Acredito que sairá na mídia mais denuncia contra o Aécio, dando aparência de isenção e republicanismo.
Políticos de outros partidos também deverão entrar em cana.
Acredito que haverá uma aparente trégua ao Lula, para mais à frente darem o bote no Lula.
Assim sendo, não terá como as forças progressistas reclamarem da prisão do Lula, pois políticos de outros partidos estão na mesma situação.
jocapedro
21 de março de 2016 12:31 pmRito do Impeachment
Nassif,
Há uma preocupação grande com relação aos votos contra e a favor do impeachment. Mas há outra questão, que julgo mais importante: o STF estabeleceu que um pedido de impeachment pode ser protocolado por qualquer cidadão, mas, para isso, é necessária a caracterização de um crime por parte do presidente que tenha relação com seu mandato vigente.
Ao que me parece, não há crime caracterizado. Não seria o caso da AGU entrar com ação no Supremo, para cancelar o processo?
jocapedro
21 de março de 2016 12:31 pmRito do Impeachment
Nassif,
Há uma preocupação grande com relação aos votos contra e a favor do impeachment. Mas há outra questão, que julgo mais importante: o STF estabeleceu que um pedido de impeachment pode ser protocolado por qualquer cidadão, mas, para isso, é necessária a caracterização de um crime por parte do presidente que tenha relação com seu mandato vigente.
Ao que me parece, não há crime caracterizado. Não seria o caso da AGU entrar com ação no Supremo, para cancelar o processo?
aleminas
21 de março de 2016 12:35 pmPENÚRIA TOTAL …
Depois de 12 anos e mais um meses de governo petista, essa penúria. Esse “me ajuda pelo amor de Deus”. Agora a militância tem valor, né? Agora “os blogs sujos” têm valor, né? Ah esses “ins” do PT. Foram 12 anos virando as costas para a mídia progressista. E tome grana Globo. Tome grana preta da Petrobras patrocinando Fórmula1 na Globo. Dá pra imaginar quanta grana o governo enterrou ali? No intervalo disso tudo, é entrevista pro Estadão, pra Folha, Época.. O Globo. E guasca no PT. Mas e a esperança de ficar bem “com meia dúzia de famílias”…
MídiaPIG? ahahah que bobagem! Dizia aquele bocó do Paulo Bernardo, que desapareceu. Escafedeu-se! Blogueiros sujos. EssaTurma de chapa branca. Mesmo sem levar um tostão do governo, a pecha de chapa branca. Quem conseguiu algum patrocinio do governo, o que era e é justíssimo, poderia (e pode) ser considerado um “atomozinho” perto do que a Globo levava. Ou do que a Abril e sua Revista de Esgoto levava. Ah, a CartaCapital com míseros anuncios do governo do PT, também considerada chapa-branca. Pode? Sérios mesmos eram Época, Veja.. Folha..Estadão. Quem considerava essa gente, séria? Uai o pessoal da comunicação do governo! Se a grana era controlada por eles!!!
Pegue como exemplo, o blog Cidadania, do Eduardo Guimarães. O cara é vendedor durante o dia e blogueiro à noite. Conseguiu um patrocinio de bosta da Prefeitura de Guarulhos. Pronto: um vendido, um chapa branca. Mesmo seu blog tendo uma baita audiência! E o governo petista por 12 anos viu essa mídia progressista crescer “A UNHA” e não fez nada. Não deu uma ajudazinha. Não repartiu o bolo. Imagina transferir 10% do bolo publicitário para os Blogs?
De vez em quando uma reunião em Brasilia com meia dúzia de blogueiros, regada a água, cafezinho e pão de queijo. Era o suficiente. Tava muito bom para esses “anãozinhos da mídia”. Uma reunião a cada 6 meses! Quando a Secretaria de Comunicação do governo deveria incluir os Blogs como mídia importante… Mas, vamos falar a verdade, o PT até pouco tempo atrás era totalmente retrógado com esse troço de “midia digital”. Melhorou um pouquinho … Querem saber? Me perdoem, mas que se phoda essa turma aí que AFUNDOU a sigla. Que se phoda. Vão procurar socorro na Grande Mídia… Tá na hora do governo petista implorar a contrapartida.. Não tenho mais disposição para tanta merda produzida por um grupo só. Fui sexta na Paulista com mulher, filhos, minha irmã que estava em SP. Mas confesso, contrariado, chateado, sem tesão e influenciado por um monte de amigos. Acabou o tezão! Essa “filhadaputada”, conseguiu .
EM TEMPO: ontem encontro na feira com o Jairo, um petista militante, sacudido e que ficou roxo de tão vermelho, como sempre brincamos. Foram uns 10 minutos de conversa na banca do caldo de cana. O quase setentão diz: “alex só Deus pra salvar o PT. Se a gente sair dessa é por Deus. É por que o Altíssimo é brasileiro e agora petista. E digo mais: os caras não querem só a cabeça do Lula e o fora Dilma. Querem extirpar a sigla. Não será difícil. Rolou muita coisa boa no nosso governo, mas rolou também muita cagada, barbeiragem, inocência e uma vaidade dos infernos”
arkx
21 de março de 2016 2:46 pmir ao combate sem temer!
na gloriosa greve dos metalúrgicos do ABCD em 1979, após a intervenção nos sindicatos, Lula estava pronto a retornar ao seu emprego na Villares. mas a greve prosseguiu. depois de dois dias sumido, Lula reapareceu num estádio lotado. foram os peões do chão de fábrica que seguraram a greve. sempre foram eles, os peões do chão de fábrica!
naqueles dois dias os metalúrgicos repetiam com orgulho:”somos todos Lula. podem prender o Lula que agora todo mundo é Lula”,
foi assim que as bases geraram a maior liderança dos trabalhadores brasileiros e o único partido nascido dos movimentos sociais. foi assim também que a Ditadura começou a ruir.
sempre foram as bases que fizeram a História se mover! por que agora seria diferente?
ousar lutar! ousar vencer!
.
WELINTON NAVEIRA E SILVA
21 de março de 2016 12:50 pmA precaridade de nossa democracia
Se a nossa democracia for vergonhosamente derrotada e pisoteada junto com a Constituição, por conta do grande poder da turma de preto e da covardia dos guardiões da democracia, então, é melhor fechar o Congresso e a Justiça e, entregar oficialmente o Poder a quem de fato demonstra possuir. Para chegar a tanto, essa turma de preto vem trabalhando silenciosamente desde a ditadura militar, montando gigantesca rede por toda a sociedade, desde os mais humildes aos mais poderosos. Em junho de 2013, resolveram partir para o tudo ou nada botando as cabeças de fora nas gigantes impunes badernas por todas as capitais, apostando na destruição do formidável clima confiança, interno e externo, até então existente, da ótima economia Dilma/PT de pleno emprego.
Desde esse tempo, cheios de confiança, ao modo bem truculento e fascista, prosseguem rumo ao Poder. Creio que não se contentarão em destruir Dilma/PT e Lula/PT. Essa turma invisível (muito visível) conseguiu acumular formidável controle sobre a grande mídia “livre”, Justiça, Congresso, Ministério Público, OAB, sindicatos, organizações de classes, e outras mais. Tudo muito claro, inclusive, ao ponto de impor diárias avalanches de mentiras juntos com atropelos da lei, com todo apoio da grande mídia “livre”, que de tanto insistir e repetir, vai tornando as mentiras em “verdades” contra o legítimo e democrático governo Dilma/PT.
O PT cometeu muitos erros, como todo governo. Dentre dentre eles, o de ter deixado passar a oportunidade de aos poucos ir politizando o povão, reforçando a democracia. Passado todos esses anos, a massa continua tão despolitizada e distante quanto nos tempos do golpe militar de 1º de abril de 1964. Tivessem a devida politização, não teriam caído em nova esparrela. Não cairiam no canto da sereia. Um povo despolitizado é tudo que as elites precisam para conduzi-los para onde querem, segundo seus interesses. Disso todo mundo sabe. O que ninguém sabia, nem podia prever, era a que ponto de descontrole e vulnerabilidade chegaria a nossa democracia.
Não podemos esquecer o que aconteceu na recente sangrenta, brutal e corrupta ditadura militar. O tempo está se esgotando rapidamente. Temos que impedir que destruam nossa recente e debilitada democracia, ou pagaremos amargo preço por nossa omissão e covardia. É agora ou nunca. Viva a democracia !
Edivaldo Dias Oliveira
21 de março de 2016 12:51 pmUm homem com a corda no
Um homem com a corda no pescoço, sem ser réu em nenhum processo.
Um juiz louco e inconsequente, babando de ódio e vontade puxar a corda ele, como se o juíz fosse também carrasco.
E os ministros do supremo, o STF, que poderia reverter essa situação, vai emendar o feriadão.
Em que país vivem esses ministros?
José CB ( aguardando aprovação )
21 de março de 2016 1:51 pmHá batalhas e batalhas…
Às vésperas da invasão americana por terra no Iraque, muitos analistas faziam previsões de uma longa e dura batalha que, segundo alguns, faria o Vietnam parecere um pic-nic.
Chamou-me a atenção a previsão de um analista militar na CNN que previu quase nenhuma resistência e uma batalha rápida. Dito e feito. Ao entrar no Iraque as tropas americanas encontraram estradas vazias em lugar de forças de defesa e em poucas semanas estavam dentro de Bagdá derrubando a estátua de Sadam Hussein. O que veio depois ao longo de anos foi uma resistência de forças xiitas na base da guerrilha, mas que no primeiro momento não fizeram nenhum esforço para defender o governo sunita de Saddam. Muito pelo contrário, até ajudaram os americanos.
A explicação do analista para a sua previsão era simples : todo o mega exército de Saddam era formado por mercenários. Eram os militares mais bem pagos do mundo, com dinheiro do comérciode petróleo. Legal e ilegal, depois do boicote. Os ataques aéreos somados a propaganda americana em terra de um futuro pós Saddam não muito diferente, e talvez até melhor, em relação ao comércio de petróleo fizeram os mercenários mudarem de lado rapidamente.
Que a base política no congresso dos governos do PT era formada por mercenários acho que nem se discute. Também era no governo Collor e nos governos FHC, mas me pareceque neste último em menor grau.
Portanto, me parece que a “batalha do Impeachment”, já que se adentrou às metáforas militares, será muito mais parecida com a resistência iraquiana do que com a resistência de Stalingrado ou do Vietnam.
La como cá, o que Lula e este governo tem para oferecer hoje, depois dos “ataques aéreos” da Lava-Jato, aos mercenários do Congresso é menos, bem menos, do que tem a oferecer um próximo governo.
Enfim, acredito que o mais próximo que estamos de Stalingrado é que as palavras do Marechal alemão que se rendeu aos soviéticos proferiu, referindo-se às origens de Hitler – ” Não estou disposto a morrer por um cabo da Bavária “. – devem estar ecoando na cabeça de alguns “generais” petistas que não querem morrer politicamente.
Toni Lanceironegro
21 de março de 2016 1:57 pmHands off!!!!
Conexão
Hands off!!!!
Conexão Moro-Globo- oligarquia saqueadora: Tirem as mãos sujas desse País !!!!
Cristiano Marochi
21 de março de 2016 2:31 pmDa época em que o blog
Da época em que o blog defendia a tese de que foro privilegiado não era desculpa para anular provas e muito menos para esconder da população informações sobre crimes e relações espúrias entre personalidades do alto escalão:
https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/cachoeira-recorre-ao-fator-gurgel
https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/senadores-rejeitam-tese-da-investigacao-ilegal-de-demostenes
Atenção especial aos comentários. Muitos dos leitores aqui se surpreenderão com a mudança radical de posição que tiveram sobre a questão da legalidade de grampos, a partir do momento em que o grampeado deixou de ser um “demo” e virou um petista.
JBzinho
21 de março de 2016 3:55 pmBurraldo, quem falou em
Burraldo, quem falou em provas? O Moro está sendo acusado de divulgar grampos ilegais e conversas particulares que nada tinham a ver com o processo. Que mania vocês têm de levantar argumentos pavlovianos sem discutir as circunstâncias de um caso é de outro.
Cristiano Marochi
21 de março de 2016 10:51 pmEu não falei nada, apenas
Eu não falei nada, apenas apresentei os links do que Nassif e os demais comentaristas aqui falaram sobre o vazamento do grampo de Demóstenes Torres. Você não só não leu meu comentário, como acabou de chamar de burros todos os comentaristas do blog que manifestaram sua opinião na época, Muito esperto da sua parte.
Luís CPPrudente
21 de março de 2016 6:24 pmOs grampos são ilegais e não podem ser levados em consideração
Se no caso da Operação Satiagraha a colocação de provas foi considerado uma ilegalidade e toda a operação foi para o brejo, pois a árvore ficou podre. Neste caso, os grampos são ilegais e não podem ser consideradoscomo provas, pois é um fruto podre. Esse fruto podre só servirá para provar que ele foi obtido de forma ilegal pelo golpista e desonesto Sergio Moro.
Cristiano Marochi
22 de março de 2016 12:45 amPreste atenção nos links que
Preste atenção nos links que postei no comentário. Eles se referem à Operação Monte Carlo. Não tem nada que ver com a Satiagraha, cujo resultado que você aparentemente muito apreciou e que merece ser creditado exclusivamente à falta de senso de Gilmar Mendes, pois todos brasileiros honestos naquela ocasião torceram para que as provas fossem admitidas. A Operação Monte Carlo produziu resultados, tanto é que Demóstenes acabou de perder um recurso no STJ que visava exatamente anular as provas obtidas por meio de grampos telefônicos. Mas, assim como você, o ex-senador amigo de bicheiros também espera ansioso para que as provas coletadas por Moro sejam anuladas e assim ele possa ter jurisprudência para anular as suas também. A desonestidade e a impunidade da Casa Grande agradecem seu comentário elogioso.
gabi_lisboa
21 de março de 2016 4:10 pmNassif, você não está contando o Serra nessa
equação e já está claro que ele é um dos principais players. O Temer já está sinalizando que é o Serra quem vai governar de fato como um superministro. O Jobim é outro que deve ser ministro, ou seja, é a turma que apareceu no wikileaks nas cabos da embaixada americana. Provavelmente o Temer está sendo chantageado até o último centavo roubado.
http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,temer-deve-descartar-reeleicao-e-compor-equipe-surpreendente,10000022359
Não tem sentido nenhum o Serra aperecer como o grande negociador do PSDB sem ser através de algum golpe sujo, afinal, desde quando o pmdb abre mão de poder com tanta facilidade e desde quando o Serra é um nome unificador?
O Aécio, outro que deve estar sendo chantageado pelo Serra, já avisou que vai retirar a ação do TSE contra a campanha Dilma/Temer.
Jose mestre Carpina
21 de março de 2016 4:42 pmAcovardados não.
Mas, alguns amarelados, não se pode negar. …
Em casa que tem cabra que “mata no peito”, “juiz de merda”, amantes da “literatura”, “troianos”, “bola nossa” e coronel de jagunços. …….esperar que alguém levante a cabeça da trincheira pra dar uma espiada nos desmandos dos fascistas e nazistas………Fica difícil!
Rabuja
21 de março de 2016 5:09 pmO título da postagem é incoerente
Pra ser ator, tem que entrar no palco.
Mas o tal ator está em recesso esta semana.
Danem-se os figurantes: nós!
Luís CPPrudente
21 de março de 2016 6:14 pmAbaixo-assinado contra o golpista e desonesto Sergio Moro
https://secure.avaaz.org/po/petition/CNJ_Conselho_Nacional_de_Justica_Destituicao_do_cargo_de_Juiz_Federal_do_Dr_Sergio_Moro/?aWNCmeb
No momento já está na casa dos 91.555 assinaturas.
Luís CPPrudente
21 de março de 2016 6:18 pmSTF não pode ser a casa dos covardes
O STF tem que dar um basta na propaganda opressiva promovida pela famiglia Marinho contra a Justiça e a Democracia.
O STF tem que dizer um NÃO firme para os golpistas e dizer novamente: Boa viagem, Gilmar (PSDB-MT).
Assis Ribeiro
21 de março de 2016 6:31 pmNassif, os advogados estão se rebelando contra a decisão da OAB
Do Facebook de Alessandre Argolo
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=10209243564949334&id=1327854976
Fui reincluído no grupo do WhatsApp intitulado “Juristas pela Democracia”. Eles, ao que parece, levarão em consideração o que eu discorri sobre a falta de transparência da OAB.
Vou dar um exemplo de como as coisas estão obscuras e desencontradas em relação à atuação do Conselho Federal da OAB e o que dizem algumas seccionais, como a OAB/AL.
A OAB/AL divulgou a sua posição sobre o impeachment no link a seguir: http://oab-al.org.br/noticia/oab-alagoas-decide-apoiar-o-conselho-federal-para-abertura-do-processo-de-impeachment
Cito um dos trechos, que tocam no que a OAB/AL considerou para apoiar o impeachment de Dilma:
“A Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Alagoas (OAB/AL) realizou, na tarde desta quinta-feira (17), uma sessão extraordinária do Conselho Seccional que deliberou favoravelmente ao pedido de abertura do Processo de Impeachment da presidente Dilma Rousseff, pelo Conselho Federal da OAB.
Por maioria de votos, os membros do Conselho decidiram dar apoio ao Conselho Federal da OAB, respeitando os limites da Constituição, do devido processo legal e o Estado Democrático de Direito, tendo em vista a gravidade dos últimos fatos relevantes, que configuram em tese crime de responsabilidade (CF art. 85; Lei 1079/50, art. 4 c/c art. 9, itens 4 e 7).
(…)”
O trecho que importa é o segundo parágrafo. Percebam nitidamente a obscuridade do pronunciamento da OAB/AL dirigido à sociedade: O apoio tem por base ” (…) a gravidade dos últimos fatos relevantes, que configuram em tese crime de responsabilidade (CF art. 85; Lei 1079/50, art. 4 c/c art. 9, itens 4 e 7)”.
Vejam o que está escrito nesse trecho nada transparente e que esconde da sociedade o que realmente foi levado em consideração. Fala-se em “gravidade dos últimos fatos relevantes” e depois já se parte para citar dispositivos da Constituição Federal e da Lei nº 1079/50. Ou seja, não ficamos sabendo que fatos graves relevantes foram esses que fizeram com que as normas citadas incidam!!
A seguir, a OAB/AL cita áudio que foi liberado por Sérgio Moro para amparar uma moção de apoio ao Presidente Nacional da OAB, Claudio Lamachia:
“Ainda durante a sessão, o Conselho aprovou, por unanimidade, uma moção de apoio ao Presidente Nacional da OAB, Claudio Lamachia, pela forma desrespeitosa com que foi referido durante um diálogo entre o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva e o ex-ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, após a decretação do fim do sigilo na atual etapa da Operação Lava-Jato.”
No entanto, o Conselho Federal da OAB, quando se pronunciou sobre o pedido de impeachment, afirmou expressamente que os áudios ilegalmente disponibilizados por Sérgio Moro à imprensa não foram usados para fundamentar o voto do relator, o que pode ser lido aqui: http://www.oab.org.br/noticia/29403/oab-aprova-pedido-de-impeachment-contra-presidente-da-republica
Eis o trecho da matéria onde isso fica claro:
“O relator ressaltou que nenhuma informação proveniente dos grampos realizados pelo juiz Sérgio Moro foi considerada no relatório final.”
Então, além da obscuridade, constatamos que existe uma contradição entre o que afirma a OAB/AL e o que afirma o Conselho Federal da OAB. A OAB/AL dá a entender que usou os áudios ilegalmente liberados por Sérgio Moro à imprensa. O Conselho Federal nega o uso desses áudios, mas não informa o que exatamente levou em consideração para considerar, por exemplo, a nomeação de Lula para a Casa Civil um ato administrativo praticado com “desvio de finalidade”, quando o próprio Sérgio Moro usou os áudios para tentar “provar” isso.
Cabe a pergunta: o que o Conselho Federal da OAB usou para provar ou como argumento que sustente que Lula foi nomeado para a Casa Civil em ato eivado de desvio de finalidade? Simplesmente ninguém sabe. Os advogados não sabem dizer. A OAB omite a sua posição e a divulga açodadamente, de forma politicamente interessada, para gerar manchetes de jornais e engrossar a onda golpista.
Perguntei ontem e hoje a vários advogados que se dizem apoiadores da deliberação do Conselho Federal da OAB: Quais os argumentos que o Conselho Federal usou, por exemplo, para considerar renúncias fiscais à FIFA “crimes de responsabilidade” praticados pela presidenta da república?
NENHUM deles soube me dizer, mesmo quando declaram apoio à posição da OAB nacional em relação ao impeachment. Isso vale para outros fundamentos declinados pelo Conselho Federal da OAB, como as violações à Lei Orçamentária e à lei de Responsabilidade Fiscal (não houve indicação de quais dispositivos de lei foram violados na nota divulgada no site nacional da entidade) e por que exatamente a delação de Delcídio serviu de suporte probatório para o pedido de impeachment, se sequer ela veio acompanhada de provas conclusivas ( se existissem essas provas conclusivas na delação de Delcídio, muita gente já estaria presa preventivamente, é óbvio).
Nada disso é de conhecimento de muitos advogados, muito menos ainda é de conhecimento da sociedade em geral, apesar do apoio à OAB ter sido divulgado com estardalhaço na imprensa.
Como assim vc não conhece, não sabe dizer qual o fundamento da acusação, e ainda apoia a posição da OAB?
É contra este estado de coisas que mais de OITO MIL advogados se manifestarão hoje, em vários estados do país, CONTRA a posição do Conselho Federal da OAB em relação ao impeachment da presidenta da república.
Mário Mendonça
22 de março de 2016 9:23 amPrezados Assis e
Prezados Assis e Alessandre
Bom dia
Sempre fui contra essa confrarias chamadas de entidade de classe ou conselhos regionais e federais (entidades privadas, logo com fins lucrativos) que solampam a sociedade sem o minino de auxilio na formação de um profissional formado por Faculdades e Universidades e homologados pelo MEC.
No caso na oab, tenho paura, pois alem disso pratica o famigerado “concurso/prova” para descaradamente praticar reserva de mercado. Ora se o MEC, homologa o profissional, não cabe a um Conselho Regional, avaliar um bacharel, mas sim a sociedade!
Até quando o bachareis será proibidos de exercerem suas profissões, por essas mafias de privilegiados que enganam o povo com suas defesas de privilegiados?
Indignação tem limite!
Abração
Mário Mendonça
Francisco Magalhães Vieira
21 de março de 2016 6:58 pmNão vai ter golpe.
Messias Franca deMacedo
21 de março de 2016 7:21 pmUMA ANÁLISE PRIMOROSA E
UMA ANÁLISE PRIMOROSA E ACACHAPANTE SOBRE A ATUAL CONJUNTURA POLÍTICA
***
#VaiTerFuga
Por Celso Rocha de Barros
Celso Rocha de Barros – cientista social, é doutor em sociologia pela Universidade de Oxford.
21/03/216
(…)
FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/celso-rocha-de-barros/2016/03/1752180-vaiterfuga.shtml
Messias Franca de Macedo
21 de março de 2016 8:04 pm[MAIS UMA VEZ] ATENÇÃO,
[MAIS UMA VEZ] ATENÇÃO, MUITA ATENÇÃO BRASIL DO BEM *** Quem é o conspirador, que age nas sombras para derrubar Dilma e ficar com o poder num governo Temer? Por conspícuo e impávido jornalista Rodrigo Vianna 21 de março de 2016 Este homem é conhecido por sua ambição desmedida.(…)Serra mais Temer mais FHC. Reparem: os 3 são de São Paulo.A classe média fascista, que pede o golpe, é forte principalmente em São Paulo.O golpe Serra/Temer é uma conspiração paulista. Com apoio da FIESP e de Pato Skaf.Esse é o combate.Serra vai comandar um golpe paulista contra o Brasil?Você vai aceitar que os golpistas paulistas, derrotados 4 vezes nas urnas, cassem o seu voto?Você vai aceitar que Serra, o capitão do golpe paulista, chegue ao poder depois de um “impeachment contra a corrupção” comandado por Eduardo Cunha? FONTE [LÍMPIDA!]: http://www.revistaforum.com.br/rodrigovianna/geral/37912/
Rivaldo Moraes
21 de março de 2016 8:28 pmPor que não reeditar showmicios como das Diretas Já?
Boa tarde a todos.
Tenho visto muitos artistas isoladamente apoiarem a democracia e serem contra o golpe do impeachment.
Creio que deveria haver uma articulação entre jornalistas, instituições da sociedade e artistas para reedição de grandes showmicios como foram feitos no movimento Diretas Já.
Os grandes showmicios nas capitais poderiam ser transmitidos ao vivo pela internet; rádios e TV públicas ou comunitárias e da igreja católica pq a CNBB tb é contra o golpe.
Isto neutralizaria os factóides de cada final de semana.
Abraços.
Rivaldo – Salvador BA
Luiz Macedo
21 de março de 2016 8:29 pmA MELHOR SAÍDA É O TSE
se for para o PT morrer, q morra atirando. os golpistas escolheram o impeachment eh não TSE para tirar Dilma. pois bem! hora do PT, colocar sua bola em campo. ofertar para a Justiça provas contra si, com objetivo de cassar a chapa Dilma-Temer. Cunha na linha sucessória assume (q surreal!) eh terá q convocar novas eleições presidenciais em 90 dias. Nesta cena surgem Ciro, Marina, Luciana eh até Bolsanaro. É tudo q Alckim, Aécio, Serra eh Temer (a Agenda Brasil) não quer; até pq PMDB, DEM e PSDB não possuem o candidato probo para vencer as eleições. o
Luiz Macedo
21 de março de 2016 8:30 pmA MELHOR SAÍDA É O TSE
se for morrer, q morram atirando. os golpistas escolheram o impeachment eh não TSE para tirar Dilma. pois bem! hora do PT, colocar sua bola em campo. ofertar para a Justiça provas contra si, com objetivo de cassar a chapa Dilma-Temer. Cunha na linha sucessória assume (q surreal!) eh terá q convocar novas eleições presidenciais em 90 dias. Nesta cena surgem Ciro, Marina, Luciana eh até Bolsanaro. É tudo q Alckim, Aécio, Serra eh Temer (a Agenda Brasil) não quer.
Marcos Coimbraa
21 de março de 2016 9:27 pmSupremo está de férias essa semana
Boa tarde a todos,
Nosso querido supremo vai tirar uma semaninha de férias.
http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/222100/STF-n%C3%A3o-far%C3%A1-reuni%C3%A3o-emergencial-nesta-ter%C3%A7a.htm
arkx
21 de março de 2016 9:31 pmDilma já caiu
“Projeto que limita gasto federal vai prever demissão de servidores
21/03/2016 17p6
O governo federal apresentou nesta segunda-feira (21) mais detalhes da proposta feita em fevereiro para limitar o gasto público federal, que agora deve sair do papel e ser enviada ao Congresso.Para controlar os gastos, em última instância, o governo poderá suspender o aumento real do salário mínimo e reduzir o quadro de pessoal por meio de programas de demissões voluntárias.Caberá ao Congresso definir qual será o limite de gastos. O Executivo será responsável por implantar as medidas, também aprovadas no Legislativo, para cortar despesas.”
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/03/1752454-projeto-que-limita-gasto-federal-vai-prever-demissao-de-servidores.shtml
sem ilusões: o golpe já foi dado, o impeachment já aconteceu. Dilma caiu antes de tomar posse, ao trair o projeto vencedor nas ruas e adotar “as medidas impopulares” defendidas por Aécio, FHC, Serra, Alckmin, Marina e toda a canalha golpista.
o que está sob cerco não é o governo, muito menos Dilma. estes já foram derrotados por capitulação voluntária. o que está sob cerco é a Democracia. é o nosso futuro. é a nossa sobrevivência. por isto lutamos num tempo em que resistir é um imperativo ético.
mais uma vez serão as bases que farão a História se mover. é a sociedade civil e os movimentos sociais que estão resistindo ao golpe. ousar lutar! ousar vencer!
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Gardenal
21 de março de 2016 9:35 pmO STF não assumira o
O STF não assumira o protagonismo que dele se esperava. Em plena semana Santa nada é mais revelador do ACOVARDAMENTO da corte quando podemos observar que, mesmo estando o País à beira de uma Guerra Civil, os Ministros sairão para um “DOLCE FAR NIENTE”. Serão ONZE “PILATOS” lavando as mãos. Ou melhor; AS TOGAS.
José Carlos Lima...
21 de março de 2016 10:40 pmO Janot com essa cara de
O Janot com essa cara de xerife americano….rss
Assis Ribeiro
21 de março de 2016 10:56 pmDeu diarréia em Fachin
Se
Deu diarréia em Fachin
Se julgou impedido para apreciar o pedido de Lula.
Roberto São Paulo-SP 2016
22 de março de 2016 2:35 amApenas preparação de Terreno
O que o Ministro Fachin fez, foi dizer que Gilmar Mendes não poderia se pronunciar sobre a questão em função da advogada que assina a petição do PPS no mandado de segurança contra a posse do Lula é diretora do IDP, subordinada do Gilmar.
E provocou a manisfestação dos demais membros do STF, pois a questão deve ir a plenário.
Assis Ribeiro
21 de março de 2016 10:57 pmMERCOSUL PODE SUSPENDER
MERCOSUL PODE SUSPENDER BRASIL SE GOLPE PASSAR
Elza Fiúza/Agência Brasil:
Quem fez o anúncio foi a chanceler do governo argentino, de Mauricio Macri, Susana Malcorra; cláusula democrática do bloco prevê sanções aos países que desrespeitarem os processos eleitorais; reunião de emergência entre chanceleres está sendo organizada para tratar da crise brasileira; Malcorra afirmou nesta segunda-feira 21 que o Mercosul pretende divulgar “o mais rápido possível” uma nota de apoio institucional ao governo da presidente Dilma Rousseff, alvo de um processo de impeachment no Congresso
ricardo.salf
22 de março de 2016 12:43 amdia 13: filé mignon; dia 16: au poivre
Inacreditável gás de pimenta jogado em professores de certa idade na frente da FIESP no dia 16. Isso porque, e as redes não mostraram, algum “coxa” incauto apareceu, demonstrou nervosismo e foi repudiado pela grande maioria. Diga-se, aliás,îsso ocorreu na saída do metro MASP (por acaso, diante do templo sagrado da Federação das Indústrias protegido, então, por cinco ou seis viaturas da PM e um cordão de agentes pagos por nossos impostos).
A pergunta ” é golpe? ” foi respondida ali. Der Spiegel outros meios de comunicação, digamos, nada esquerdistas já assumiram o fato. O que falta? Mais filé ou pementa?
ROGERIO FARIA
22 de março de 2016 2:03 amDesapareça
CLIQUE NA IMAGEM PARA MAIS TIRINHAS!
altamiro souza
22 de março de 2016 2:39 amresistir é preciso…
resistir é preciso…
Roberto São Paulo-SP 2016
22 de março de 2016 2:57 amA mobilização social em defesa de Lula
O gigantesco ato em defesa do Ministro Lula no dia de 18 de março, já está provocando desdobramentos, a reação da plateia em “Todos os Musicais de Chico Buarque”, em Belo Horizonte, é dos exemplos.
A recente decisão do ainda Juiz Moro de remeter o processo ao STF é outro.
Certamente também vai repercutir nas decisões do STF e nas negociações para a votação na Câmara dos deputados.
Está cada vez mais claro que o ainda Juiz Moro se precipitou ao subestimar a capacidade de mobilização do Ministro Lula, talvez em função das tímidas manifestação populares em defesa do Governo da Presidente Dilma, e é em função do enorme apoio que vem recebendo da maior parte da mídia.
Lembra que mais do que praticar a lei, é função do judiciário defender a Constituição Federal, justamente o contrário do que foi feito pelo ainda, Juiz Moro.
O que temos agora, é uma pessoa que rasgou a constituição e infringiu uma Lei complementar, mais precisamente a LEI Nº 9.296, DE 24 DE JULHO DE 1996.(Regulamenta o inciso XII, parte final, do art. 5° da Constituição Federal.).
–Art. 9° A gravação que não interessar à prova será inutilizada por decisão judicial, durante o inquérito, a instrução processual ou após esta, em virtude de requerimento do Ministério Público ou da parte interessada.
ainda exercendo a função de Juiz.
Daqui para frente veremos não só a manifestação do STF em defesa da Constituição, como a transformação da Mobilização Social em defesa do Ministro Lula, em uma defesa do Governo da Presidenta Dilma.
Lula mais do que o PT e do que a Presidenta Dilma, representa a mudança social e econômica ocorrida nos últimos anos para milhões de brasileiros, principalmente em função do aumento real do salário mínimo, da ampliação das políticas sociais e da agilização da aposentadoria social.
São estes setores da sociedade que marcharão no campo e na cidade, Liderados pelo Ministro Lula, contra impeachment da Presidenta Dilma.
arkx
22 de março de 2016 10:43 amenquanto isto… continua o delírio
-> “Daqui para frente veremos não só a manifestação do STF em defesa da Constituição, como a transformação da Mobilização Social em defesa do Ministro Lula, em uma defesa do Governo da Presidenta Dilma.”
enquanto tem um monte de gente mobilizando mais um monte de gente para resistir ao cerco da Democracia, para impedir a queda definitiva do Estado de Direito Democrático, para acumular forças e traçar o rumo de uma contra-ofensiva… enquanto isto, o governismo lulista permanece completamente perdido em seu delírio. o delírio paranóico de grandeza que afasta da luta todo aquele monte de gente que está sendo mobilizado…
se Lula tiver que ir prá cadeia, não vai ser pela canalha golpista, e sim pelo que é: a maior liderança da classe trabalhadora brasileira que se transformou no maior traidor da classe trabalhadora brasileira.
“Ao STF, Dilma diz que Sergio Moro colocou em risco a soberania nacional”
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/03/1752531-ao-stf-dilma-diz-que-sergio-moro-colocou-em-risco-a-soberania-nacional.shtml
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Custodio Lima
23 de março de 2016 11:53 pmO jogo da Odebrecht
Como a Odebrecht vai jogar?