
O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou hoje (8) que deve julgar na quarta-feira (16) o recurso no qual presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pretende modificar o julgamento sobre as regras de tramitação do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, definidas em dezembro do ano passado.
A data foi definida após conversa telefônica entre o presidente do STF, Ricardo Lewandowski e ministro Luís Roberto Barroso, relator do recurso de Cunha. Mais cedo, parlamentares da oposição se reuniram com Lewandowski para cobrar agilidade da Corte no julgamento do recurso e destravar politicamente o andamento do impeachment.
Antes do anúncio, o presidente da Câmara reiterou pedido para que a Corte reveja a decisão que definiu o rito de impeachment. Eduardo Cunha voltou a defender votação aberta para eleição da comissão e a obrigatoriedade do Senado para dar prosseguimento ao processo de impedimento da presidenta Dilma.
Alan Souza
9 de março de 2016 4:08 pmPressa no julgamento do Cunha a oposição não tem…
Querem toda a celeridade do mundo no impeachment da Dilma, mas o Cunha pode ficar como está, sem problemas…
marcos nunes
9 de março de 2016 4:23 pmPerigo por todo o lado
https://www.youtube.com/watch?v=2MAVouNqF8M
Eu considero bastante suspeita a resposta de Luís Roberto Barroso dá (ver link acima) ao ser questionado sobre a Judicialização da política, muito ciosa da extensão do poder ao Judiciário sobre a tibieza do Legislativo e Execiutivo, sem considerar o caráter classista e corrupto do próprio Judiciário (como se não toivesse ao lado dele no Supremo notóirios corruptos). Eis:
luiz valentim
9 de março de 2016 5:46 pmvão liberar os procedimentos da Câmara e manter o Senado
como casa que também analisa do acolhimento ou não.