Há uma ampla falta de conhecimento sobre realidade de mercado bancário nas especulações sobre o novo presidente do Banco Central.
Fábio Barbosa e Luiz Trabucco jamais aceitariam uma indicação porque são grandes demais para o cargo. O cargo jamais seria oferecido a Otávio de Barros porque seria grande demais para o indicado.
Os dois primeiros são dos mais influentes executivos de banco em atividade – presidem dois dos três maiores bancos comerciais brasileiros. Jamais abandonariam sua carreira, no auge, pelo BC.
O BC é para funcionários de carreira, operadores interessados em alavancar sua carreira profissional, como futuros gestores, ou então economistas seniores, com respeitabilidade além da planilha.
Henrique Meirelles aceitou por estar aposentado.
Posto isto, restam como favoritos o diretor Alexandre Tombini e o Secretário de Política Econômica Nelson Barbosa. Há outros nomes com experiência no mercado e visão pragmática de política monetária que poderiam enriquecer a equipe.
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