4 de junho de 2026

Potências fazem acordo para cessar hostilidades na Síria

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Da Agência Brasil

Os principais atores do conflito sírio chegaram a um acordo na noite desta quinta-feira (11) para “cessar as hostilidades” na Síria dentro de uma semana e garantir acesso intensificado dos civis à ajuda humanitária.

“Acordamos uma cessação das hostilidades em todo o país no prazo de uma semana”, disse o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, durante uma conferência de imprensa. Não haverá cessar-fogo contra o grupo terrorista Estado Islâmico.
 
O acesso à ajuda humanitária será ampliado a uma série de cidades, segundo Kerry.

Os EUA e a Federação Russa vão controlar as “modalidades” de concretização da paralisação das hostilidades, acrescentou o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov.

A paralisação das hostilidades envolve todos os grupos armados, exceto “os grupos terroristas Estado Islâmico e Al-Qaida”, especificou Kerry.

“Também decidimos acelerar e alargar o fornecimento de ajuda humanitária desde agora” a uma série de cidades cercadas, acrescentou o norte-americano, mencionando, entre outras, Deir Ezzor, na Região Leste da Síria, que está sitiada pelo Estado Islâmico.

Um grupo de trabalho dirigido pela Organização da Nações Unidas vai reunir-se hoje em Genebra, para realizar a vertente humanitária, que prestará contas semanalmente.

As negociações intersírias, suspensas no início de fevereiro, devido a uma ofensiva do regime, apoiado pela aviação russa, contra os rebeldes, devem “recomeçar assim que possível”, acrescentou Kerry. Segundo Lavrov, estas negociações devem ocorrer “sem ultimatos nem pré-condições”.

 

Redação

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6 Comentários
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  1. Fábio de Oliveira Ribeiro

    12 de fevereiro de 2016 10:34 am

    Este cessar fogo está sendo

    Este cessar fogo está sendo sabotado pela Turquia, país aliado dos EUA. Os turcos estão enviando suprimentos aos terroristas e em algum momento começarão a ser exterminados, com justiça, pelos russos. 

  2. Jorge Rebolla

    12 de fevereiro de 2016 10:49 am

    Ontem eu ri muito…

    …ao ler um artigo de Cliff Kincaid, um jornalista americano muito próximo do Olavo de Carvalho. Uma das principais fontes que abastece com informações sobre o mundo os alunos do filósofo da Virginia. Um texto bestialógico, com o título Um desastre pior que a Líbia. O autor não é um dos que merecem o título de falcão, no máximo é uma pequena ave carniceira, mas demonstra com força toda a deformação moral dos neocons. Quem quiser ler: http://www.aim.org/aim-column/a-disaster-worse-than-libya/

    Os olavetes acreditam que a Rússia, com o apoio do Irã, invadiu a Síria para impedir que um governo democrático assumisse o país. 

    Quando terminei de ler, aliás como o Putin é mal, basta dar uma olhada nos demais artigos. Fiquei pensando quem seria o responsável se o Olavo de Carvalho fosse sodomizada por um urso durante uma caçada… e para vocês.

     

  3. Fábio de Oliveira Ribeiro

    12 de fevereiro de 2016 11:42 am

    Os sauditas também estão

    Os sauditas também estão sabotando o acordo de paz ao enviar tropas para a Síria. Se isto ocorrer, a Russia, com justiça, incendiará o posto de gasolina norte-americano no Oriente Médio e o resultado será a III Guerra Mundial. 

  4. altamiro souza

    12 de fevereiro de 2016 1:29 pm

    com esse discurso bushista

    com esse discurso bushista dosnorte-americanos,

    será dificilk manter essas boas mas efemeras conquisrtas de paz…

  5. Anarquista Lúcida

    12 de fevereiro de 2016 6:56 pm

    Curiosa essa trégua logo agora

    Deixaram as cidades serem sitiadas por meses. Agora que o governo sírio conseguiu abrir estradas e liberar algumas cidades eles propoem paz. Mui estranho.

  6. junior50

    12 de fevereiro de 2016 8:48 pm

    Simplesmente Nada

      Nenhuma das forças em terra vão cumprir este “cessar as hostilidades” , aliás uma nova “figura de linguagem” da diplomacia, ou seja, mais um “papo-furado”, conversinha para bovinos nanarem, se acordos de “cessar fogo”, monitorados por terceiros, firmados entre estados beligerantes formalmente constituidos, não são cumpridos, como exigir que cessem as hostilidades na complexa balburdia que se tornou a Siria ?

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