Bom tema, heim? Até minha adolescência, a França era a maior influência cultural brasileira, desde o venerável Beato Champagnat, as freirinhas dominicanas, até os grandes pensadores. Trouxeram o vinho, tornaram as francesas paixões nacionais. Deitem e rolem com a França. E quem tiver a Marselhese que os músicos brasileiros interpretaram no Dia Nacional do Brasil na França, que se apresente.
ohallot
4 de janeiro de 2014 10:56 amRouge Brésil
Este romance de Jean Christophe Rufin que ganhou o premio Goncourt versa sobre a invasão francesa no século XVI, para estabelecer a França Antartica sob comando de Villegangon. Foi traduzido em português sob o nome de Vermelho Brasil.
Uma série de televisão foi criada mas não sei nem quando nem onde será exibida.
[video:http://www.youtube.com/watch?v=do7MgU14YXw%5D
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ESTREIA: Setembro de 2013
DIREÇÃO: Sylvain Archambault
ELENCO: Bruno Wolkowitch, Didier Flamand, Giselle Motta, Joaquim de Almeida, Juliette Lamboley, Liane Balaban, Olivier Chantreau, Pietro Mario, Sagamore Stévenin, Stellan Skarsgärd, Tarso Oliveira, Théo Frilet e Vlasta Vrana.
Rouge Brésil is based on the best seller French Jean-Christophe Rufin. And it is ne of the biggest international co-productions ever made in Brazil, with a big budget, and locations in France and in the region of Paraty (Rio de Janeiro, Brazil). Screenplay by Daniel Tonachella, Christian Duguay and Thom Richardson. And co-production of Filmes (Brazil) and Pampa Production (France) and CD Films (Canada).
Jair Fonseca
4 de janeiro de 2014 11:28 amComo era gostoso meu francês
Ironia do filme de Nelson Pereira dos Santos, sobre a antropofagia nos encontros culturais, de fato e como metáfora da cultura, no contexto das disputas coloniais no Brasil.
http://www.youtube.com/watch?v=MVoP4IxV10w
Lionel Rupaud
4 de janeiro de 2014 1:36 pmCheguei no final de 1978, numa época
de praticamente nenhuma imigração.
Acho que a principal contribuição francesa desde o início dos anos ’80 foi a chegada dos chefes de cozinha “importados” por redes internacionais de hotéis, associados a grandes cozinheiros como Paul Bocuse, e que acabaram ficando, sempre por causa de uma moça mais interessante que as outras. Temos Laurent Suaudeau, Emmanuel Bassoleille, e vários outros. Acho que o Claude Troisgros chegou por conta própria mas não tenho certeza.
Eles foram fundamentais para colocar leveza e sofisticação numa gastronomia parada no tempo.
E quando se vê a evolução dos restaurantes, pelo menos em Sampa, desde 1980, há de reconhecer que foi uma contribuição tão deliciosa quanto civilizatória.
E não será o Obelix que poderá me contradizer, especialmente por que Laurent Suaudeau é conterrâneo dele, alias eu também.
Fulvia
4 de janeiro de 2014 4:47 pmA influência francesa foi
A influência francesa foi muito significativa até o princípio do século passado, depois foi sendo substituída pela cultura americana. Nessa época, os brasileiros de maior posse tinham o domínio da língua francesa, ao invés da inglesa, a cultura francesa da época foi marcante, principalmente na literatura e nas artes, com ênfase no teatro. Infelizmente talvez o maior legado foi a tentativa de estabelecer uma colonia francesa no Rio de Janeiro a França Antártica, até hoje existe uma ilha no meio da baía de Guanabara batizada de Ilha de Villegagnon. Reza a lenda que o nome de carioca foi dado pelos índios nativos em função das casas erguidas pelos franceses no litoral do Rio de Janeiro Cari = branco + Oca = Casa, portanto casa de branco. Sendo posteriormente designado por carioca os cidadãos nascido naquele território. Quanto a imigração em massa, como ocorreu com outros povos foi insignificante e quase nula.
[video:http://youtu.be/MVoP4IxV10w%5D