
Enviado por alfeu
O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) foi novamente condenado a indenizar a deputada Maria do Rosário (PT-RS) por ter dito que não a estupraria porque ela “não merecia”. A assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios informou que a 3ª Câmara Cível manteve a decisão de primeira instância, anunciada em setembro deste ano.
Ainda de acordo com a assessoria de imprensa do tribunal, além do pagamento de indenização no valor de R$ 10 mil, a Justiça determinou que Bolsonaro se retrate das ofensas em todas as suas páginas oficiais e não apenas no canal YouTube, como havia sido decidido anteriormente.
Há dois anos, Maria do Rosário havia chamado Bolsonaro de estuprador, acusando o deputado de incentivar a prática, mesmo “sem ter consciência disso”. Ele a empurrou e disse que ela era uma “vagabunda”. Em dezembro de 2014, Bolsonaro afirmou que só não estupraria a deputada porque ela “não merecia”.
JMauriciO
18 de dezembro de 2015 10:33 amSe o ilustre parlamentar não
Se o ilustre parlamentar não mudar de procedimento, vai ficar conhecido como Deputado Desembolsonaro, de tanto pagar indenização.
Andre Araujo
18 de dezembro de 2015 11:12 amBolsonaro ganha destaque e
Bolsonaro ganha destaque e espaço de midia a cada barraco desse tipo, conquista mais 10 ou 20 mil votos, o investimento de 10.000 reais é baratissimo mas será que a Maria do Rosario não percebe?
jasantos
18 de dezembro de 2015 11:51 amsou obrigado a concordar
Infelizmente as coisas são assim. O nome em destaque facilita muito e como tem fascista aos montes a reeleição está garantida.
Se nosso congresso tivesse homens de verdade já teria sido cassado.
JigSawJr
18 de dezembro de 2015 12:13 pmConvenhamos, os 10 ou 20 mil
Convenhamos, os 10 ou 20 mil votos são recebidos por cada um né.
Nem vou entrar no caso do episódio, que foi lamentável., mas na sociedade há muitos reaças e vitimistas.
O maior exemplo disso é que o cabo eleitoral do Bolsonaro é o Jean Wyllis e o cabo eleitoral do Jean Wyllis é o Bolsonaro.
Eles sabem que mantendo essa polarização ganham fácil para deputado/senador. Assim como o Feliciano ou mesmo o Ricado Barros, que quer acabar com o Bolsa Família.
Ainda bem que esse pessoal radical (tanto para esquerda quando para direita) não ganha nunca para o Executivo. Que o diga o Lula, que só ganhou em 2002 porque mudou o discurso e fez a Carta aos brasileiros…
Fazem a cena toda e todo mundo sai ganhando.
Business!
Reginaldo Dias
20 de dezembro de 2015 8:50 amNão faz o menor
Não faz o menor sentido que os mencionados políticos sejam colocados em pé de igualdade. Precisamente por serem políticos e em posicionamentos opostos, se essa polarização constitui-se por si pauta de atracação de votos, isso é expressão de um momento necessário à sociedade, que centraliza nesses políticos as forças de seus interesses (ou até perceberem que o interesse de uma minoria não tem a ver com caprichos, menos ainda com os da sociedade majoritária, esta sim vitimista dada o próprio reacionarismo: aqui mesmo eu enquadrado o discurso acima como manifestação disfarçada de isenção, não ter partido não indica não ter lado, para mim tal está lado a lado com os reacionários).
Williams Monjardim
18 de dezembro de 2015 1:45 pmO que fazer?
André, Parece-me que você tem razão.
O que para mim está na ordem do não saber é: e o que fazer?
Se Bolsonaro é acionado na justiça, o processo chega à decisão por uma indenização pífia, ridícula, como você bem apontou. Como resultado, se considerarmos a punição sofrida frente à repercussão midiática obtida, bom pra ele, já que com isso ganha pontos com seu público reacionário. Assim, entre mortos e feridos, ele sai no lucro. É mais ou menos como brigar com Malafaia ou Olavo de Carvalho, eles partem pra baixaria e seus séquitos vibram. Você também constatou isso.
No entanto, qual a opção? Não entrar na justiça e fingir que a agressão não aconteceu é a alternativa? Tentar usar a grande imprensa para denunciá-lo e, com isso, conscientizar a população de seu real perfil discriminatório e excludente? Parece-me ingenuidade, já que os interesses dele e do PIG coincidem.
Por exemplo, o próprio GGN tem mostrado como os processos contra os tucanos vem dando todos em água. Processa-se Aécio e dá em nada, não importando as evidências que se têm. Não processá-lo, então? Ou será que processar e não processar dá quase que no mesmo? Ou pior, ao se processar e absolver dá-se um salvo conduto de integridade, algo como: “fui julgado injustamente e nada havia contra mim, o que prova a minha idoneidade”.
Collor, certa vez disse ser o homem mais íntegro do Brasil porque foi o mais investigado entre todos e nada se provou que atentasse contra sua moral. E o que é pior, se não for criticada a própria estrutura intrínseca do judiciário, sua frase ganha fumos de veracidade.
No limite, isso talvez aponte para a própria constituição do Estado dentro do capitalismo. Bolsonaro, Cunha, UDR, Caiado, Aécio, Malafaia, PIG, Judiciário etc., etc., etc., compõe parte de um todo constituído pelos interesses do mercado ou do capital. E assim, pra encurtar a história, talvez venhamos a cair na antiga discussão: reforma ou revolução?
altamiro souza
18 de dezembro de 2015 1:01 pmesse deputado de inominável
esse deputado de inominável atuação merece mais phnições
pelo que faz em detrimento da imagem do país e de
seu processo civilizatório .
mas ele, pelo seu perfil impregnado de ódio, continuará fazendo das suas,
porque sabe que, com essas barbáries emaluquices, conseguirá aparecer…
brunoFernandes
22 de dezembro de 2015 4:57 pmMito
Esse cara é um mito parabens Bolsonaro futuro presidente.
#BolsonaroMITANDO
Telma m. Sant'ana
16 de outubro de 2018 8:28 pmVoto na raça
O Brasil precisa de um homem de pulso forte, culto, honesto e viril: #Haddadpresidente2018!
Viva a democracia do Brasil!