do Blog de Marcelo Auler
“Delatora” pede a Moro anulação da Lava Jato
por Marcelo Auler
O previsível aconteceu. Desde 17 de abril passado encontra-se nas mãos do juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, um pedido de anulação de toda a Operação Lava Jato que ele deflagrou e comanda nos últimos três anos.
O inusitado é que a solicitação não partiu de nenhum dos políticos, empresários ou agente público acusados, processados ou já condenados por corrupção, desvio de verbas públicas, lavagem de dinheiro ou quaisquer outros crimes conexos. A iniciativa surgiu da “primeira colaboradora” da investigação, como alega seu advogado, Conrado Almeida Corrêa Gontijo na contestação à denúncia
Trata-se da ex-contadora do doleiro Alberto Youssef, Meire Bomfim da Silva Poza, que diz ter sido usada por policiais federais e procuradores da República como uma “informante infiltrada”.
Gontijo, que não quis comentar o caso o Blog, alega nos autos que ao desaconselharem que ela fosse assistida por um advogado quando serviu como informante pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal, ambos de Curitiba, acabou privada do seu direito constitucional de ampla defesa. Mais ainda entregou documentos que hoje são usados contra ela, ou seja, forneceu prova contra si mesma.

Ivan de Union
5 de agosto de 2017 11:49 amA documentacao dela eh aa
A documentacao dela eh aa prova de bala!
Isso eh, em paises NORMAIS eh.
WG
5 de agosto de 2017 12:02 pmPara aqueles que cuspiram na
Para aqueles que cuspiram na constituição e a rasgaram, repetir o ato não lhes custará nada. Só existe uma hipótese para acreditar na anulação da operação: salvar o psdb e manter a inelegilibidade de Lula.
emerson57
5 de agosto de 2017 1:14 pmpá de cal
Lava teco teco, adeus! O lado podre e o lado partidário dos serventuários da justiça aflora nesta matéria. Gente régiamente paga para delinquir!
emerson57 disse:5 de agosto de 2017 às 10:03
“O material foi transferido do carro dela para o Range Rover Evoque, do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, usado pelo delegado na viagem a São Paulo.”
……………. Cuuuuuuuma?
-Joãozinho Trinta: “quem gosta de miséria é intelectual, pobre gosta de luxo”.
…….Esse delegado, a exemplo daquele juiz que se apoderou do carro do Eike Batista, é pobre ou….ladrão, prevaricador, aproveitador e formador de quadrilha?
A cada magnífica matéria como esta, me dá mais pena daquela manada coxa que, lobomizada pela globo, foi às ruas contra a kurrupissaum.
Gilson AS
5 de agosto de 2017 2:08 pmSabemos o que vai
Sabemos o que vai acontecer.
Mas serve de resgitro histórico de como a operação é incongruente.