
Jornal GGN – Após as declarações do primeiro-ministro de Israel, Bejamin Netanyahu, atribuindo parte da responsabilidade do Holocausto ao líder palestino da época, o mufti de Jerusalém Haj Amin al-Husseini, a chanceler alemã Angela Merkel fez questão de frisar que a culpa pelo genocídio é da Alemanha. “A responsabilidade pela ‘Shoah’ é da Alemanha”, afirmou.
Ao lado de Netanyahu, que visita Berlim, a líder do país europeu também afirmou que não vê qualquer motivo para mudar este capítulo da história. “Nós alemães conhecemos muito bem a origem do racismo criminoso do nacional-socialismo que conduziu ao Holocausto. Não podemos permitir que se esqueça a responsabilidade única da Alemanha nesse crime contra a humanidade”, disse o porta-voz de Merkel.
Por sua vez, o primeiro-ministro israelense disse que em nenhum momento defendeu Hitler, e sim apontou a responsabilidade de Haj Amin al-Husseini para o genocídio.
Do El País
“Nós alemães conhecemos muito bem a origem do racismo criminoso do nacional-socialismo que conduziu ao Holocausto. Ensina-se nas escolas e não podemos permitir que se esqueça a responsabilidade única da Alemanha nesse crime contra a humanidade”, havia dito antes o porta-voz de Merkel.
Netanyahu afirmou que em nenhum momento defendeu Hitler, e sim apontou a responsabilidade do mufti para a chamada “solução final” que acabou com as vidas de seis milhões de judeus. E, principalmente, denunciar que na atual Palestina ele continua sendo venerado como um herói, em vez de ser lembrado como um “criminoso de guerra” e “um colaborador do regime nazista”.
Merkel aproveitou a reunião com Netanyahu para criticar os assentamentos na Palestina, por considerá-los “contraproducentes”. “É preciso fazer tudo que for possível para acalmar a situação e que todas as partes envolvidas façam a sua parte”, acrescentou a chanceler. O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, viajará a Berlim para reunir-se com Netanyahu e com ministro alemão de Relações Exteriores, Frank-Walter Steinmeier.
Meire
22 de outubro de 2015 6:37 pm“Existem Pessoas Direitas E Pessoas Torpes Em Todas As Raças.”
O livro Em busca de sentido do autor Viktor Frankl (judeu), apresenta o relato pessoal de Victor que esteve presente nos campos de concentração na era nazista na Segunda Guerra Mundial.
Viktor Frankl, psiquiatra austríaco, foi prisioneiro em Auschwitz durante o holocausto nazista. Em busca de sentido narra essa experiência, além de nos apresentar a Logoterapia – método psicanalítico que ele idealizou e criou.
No campo de concentração, as pessoas cujo desejo de sobreviver era ardente, eram aquelas que possuíam a maior capacidade de sobrevivência, pois possuíam um sentido que justificasse suas vidas.
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O livro é uma narrativa dramática e comovente da situação limite no campo de concentração. O autor observou a si mesmo e os demais durante a Segunda Guerra Mundial e descreve o que sentiu com uma realidade impressionante.
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A obra traz uma reflexão sobre o que o ser humano é capaz de fazer quando compreende que não tem nada a perder senão sua existência, ele faz uma descrição fascinante do sentimento de emoção e apatia, sentimentos tão adversos que foram sentidos no campo de concentração.
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A experiência no campo de concentração
O livro está divido em três partes. Na primeira parte, Victor descreve a experiência no campo de concentração, bem como as posturas de alguns companheiros. Ele nos conta desde a sua chegada a Auschwitz até sua libertação ao final da guerra.
No campo de concentração é revelador e surpreendente que na atmosfera mórbida e doentia seja possível ver sorrisos e grandes esperanças, mesmo que muitas delas frustradas. O autor transmite uma realidade muito grande em relação aos seus sentimentos, de tal forma que podemos senti-lo.
São tantas circunstâncias adversas, que é impressionante que muitos dos prisioneiros conseguem vencer essa situação de sofrimento com o humor, enquanto outros, com os sonhos de liberdade.
Há também quem relembre a vida antes da prisão para escapar do sofrimento; e, outra forma de escapismo, é por meio da arte, através de poemas, teatros improvisados.
Porém, o pior de tudo era tentar manter-se com aparência jovial e mostrar-se capaz de fazer qualquer trabalho solicitado, para ser poupado de ser enviado para as temíveis câmaras de gás.
Ele comenta como alguns presos agiam com muita maldade perante seus companheiros em relação às posturas de alguns guardas que algumas vezes era muito mais compreensivo do que os próprios prisioneiros.
Outro aspecto importante é a adaptabilidade humana em relação às privações. O autor busca demonstrar como os presos se agarrava a algum mecanismo de apoio para que pudessem sobreviver a mais um dia nesse ambiente mórbido.
http://www.resenhavirtual.com.br/blog/busca-sentido-viktor-frankl/
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…A sua experiência, diz Frankl, fez com que ele compreendesse o ser humano em seu estado mais puro.No campo de concentração, viu prisioneiros de grande bondade, quando privilegiados pela SS com postos de capatazes, se tornarem mais cruéis que os capatazes da SS, mesmo sabendo que os outros prisioneiros eram, acima de tudo, seus companheiros de sofrimento. De forma sintética, Frankl nos diz que há apenas duas raças humanas: as das pessoas direitas e das pessoas torpes, mas nenhuma delas é uma raça pura, possuindo características da outra. “O que é, então um ser humano? É o ser que sempre decide o que ele é. É o ser que inventou as câmaras de gás; mas também é aquele que entrou nas câmaras de gás, ereto, com uma oração nos lábios”. …
http://www.ligadosfm.com/2012/03/18-resenha-critica-em-busca-de-sentido.html
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… O livro também conclui que há apenas duas raças de homens, os homens decentes e os indecentes. Sociedade alguma é livre de qualquer deles, e assim havia guardas nazistas “decentes” e prisioneiros “indecentes”, mais notavelmente o cabo que trairia seus companheiros prisioneiros para seus próprios propósitos. …
https://pt.wikipedia.org/wiki/Em_Busca_de_Sentido
jasantos
22 de outubro de 2015 6:46 pmsr BIBI, pede para sair
O sr Netanyahu poderia aproveitar a mancada e pedir demissão.
Seria muito bom para os que procuram um pouco de esperança e paz por aquelas terras.
leonidas
22 de outubro de 2015 7:30 pmA responsabilidade pelo
A responsabilidade pelo holocausto foi do antisemitismo que transborda pelos poros hoje na sua face politicamente correta conhecida como anti sionismo …
Obs: como no caso do racialismo, nem todo antisionista é antisemita, porem todo antisemita é antisionista…rs
rdmaestri
23 de outubro de 2015 2:18 pmLeonidas, mais uma vez bostejando.
Antisioniosta não tem nada com anti-semita, pois os palestinos também são semitas. Simples né!
Maiara
22 de outubro de 2015 7:41 pmArafat teria sido conselheiro de Hitler
Só falta Netanyahu dizer que foi um engenheiro palestino que construiu o campo de concetração de Auschwitz e que Yasser Arafat, em 1939 com 10 anos de idade, foi conselheiro de Hitler.
Qualquer criminoso blindado pela mídia internacional pode dizer qualquer cretinice que será sempre bem-vindo. A Globo e similares existe é para isto mesmo.
Vp
22 de outubro de 2015 8:42 pmRacismo
Seis milhões de judeus impossível
rdmaestri
23 de outubro de 2015 2:16 pmSeis, cinco, quatro ou menos, não faz nenhuma diferença, mas os
revisionistas gostam de falar sobre números como que se hitler tivesse matado dois milhões de judeus ele seria menos louco e assassino.
Olha meu caro amigo, tive um tio que morreu na segunda guerra lutando contra esta Besta, não comece que neste assunto não aguento desafouro. CALE A BOCA E RETIRE-SE A TUA INSIGNIFICÂNCIA.
Meire
22 de outubro de 2015 9:58 pmIncitação à violência.
Antissemitismo – https://pt.wikipedia.org/wiki/Antissemitismo
O antissemitismo é manifestado de diversas formas, indo de expressões individuais de ódio e discriminação contra indivíduos judeus a violentos ataques organizados (pogrom), políticas públicas ou ataques militares contra comunidades judaicas. Entre os casos extremos de perseguição estão a Primeira Cruzada de 1096, a expulsão da Inglaterra em 1290, a Inquisição Espanhola, a expulsão da Espanha em1492, a expulsão de Portugal em 1497, diversos pogroms, o Caso Dreyfus e, provavelmente o mais infame, o Holocausto perpetrado pelaAlemanha Nazista.
Filmografia – ( https://vimeo.com/120852179 – Defamation)
No documentário Defamation (em em português: Difamação),[15] o cineasta judeu israelense Yoav Shamir apresenta uma visão crítica acerca do antissemitismo, que tem servido como bandeira para certos grupos oriundos das comunidades judaicas dos Estados Unidos, frequentemente aliados aos interesses da extrema direita israelense. Para desfrutar de certos poderes e privilégios ou para justificar ações do Estado de Israel contra a população palestina, esses grupos precisariam manter vivo o antissemitismo, seja como um perigo real, seja como ameaça imaginária. Segundo o documentário, muitos judeus, religiosos ou não, não concordam com a manipulação do sofrimento de seus antepassados em benefício desses grupos de influência.
+almeida
22 de outubro de 2015 11:26 pmgenocídio mental
Bejamin Netanyahu mostra sintomas de um desequilíbrio e uma falta de sintonia não apenas com a realidade, mas também com a responsabilidade e com a importância de seu cargo. Ao tentar ludibriar uma das faces mais negras e trágicas da história do mundo fazendo uso de um deprimente oportunismo político ele subestima, ofende e tenta executar um genocídio mental na mente da população mundial. A reação imediata e corajosa da chanceler alemã Angela Merkel foi providencial, responsável e firme o suficiente para enterrar, definitivamente, esse repugnante e insano ultraje, que ofendeu toda comunidade internacional.
rdmaestri
23 de outubro de 2015 2:23 pmFrau Merkel falou pouco e falou bem.
Não gosto da primeira ministra alemã, mas ela foi direta e cortante, disse simplesmente o seguinte: “A c…. foi nossa, temos conciência que fizemos e que faremos tudo para não repetir, já o Benjamin, não sei não!”