4 de junho de 2026

Mais da metade dos leitores da Folha acham que jornal faz cobertura à direita

Em pesquisa feita majoritariamente no Sudeste, a Folha apurou que seu leitor prefere renúncia ao impeachment de Dilma Rousseff

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Jornal GGN – Pesquisa publicada pela Folha de S. Paulo nesta quarta-feira (14) mostra que mais da metade dos leitores acham que o jornal faz uma cobertura de ideologia à direita ou centro-direita. “Politicamente, o maior grupo de leitores (30%) posicionou a Folha como uma publicação de centro-direita. Para 26%, o jornal é de centro. Outros 22% o identificam como de direita. O jornal é visto como de centro-esquerda por 12%. E de esquerda por 5%”, revelou o Datafolha.

A pesquisa ouviu 733 leitores do jornal entre 18 e 19 de setembro e 2 e 3 de outubro. Metade dos entrevistados (48%) tem renda familiar mensal superior a dez salários mínimos, 76% têm ensino superior e 83% são do Sudeste. Quando questionados sobre preferências políticas, quase 60% dizem não ter partido, mas 59% votaram em Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da eleição presidencial de 2014. A presidente reeleita, Dilma Rousseff (PT), teve 22% dos votos.

A esse seleto grupo, o Datafolha perguntou qual a melhor opção entre a renúncia de Dilma ou o impeachment. A maioria (61%) disse preferir o primeiro desfecho. “Na pergunta sobre impeachment, um grupo menor, de 51%, se mostrou favorável ante 66% do eleitorado total no último levantamento nacional do instituto, em agosto. Mesmo assim, só 37% acham que Dilma vai ser de fato afastada. Para 57% ela continua onde está”, acrescentou o jornal.

Questionados sobre a avaliação do governo Dilma, 77% dizem que é ruim ou péssimo. Na pesquisa nacional, a taxa de reprovação é “parecida”, de 71%, considerando que o estudo atual tem margem de erro de quatro pontos para mais ou para menos.

Alckmin e Haddad

A Folha quis saber de seus leitores como a gestão do governador Geraldo Alckmin (PSDB) é avaliada. Para 33%, o tucano é desaprovado, e outros 29% acham que está aprovado. Já o prefeito Fernando Haddad (PT) tem 56% de reprovação e 18% de aprovação. “Para 70% dos leitores, a cobertura da Folha sobre o governo Dilma tem sido ótima ou boa, enquanto 21% disseram que é regular e 7% cravaram ruim ou péssima.”

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

36 Comentários
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  1. rl

    14 de outubro de 2015 3:30 pm

    Folha

     5% acham a Folha de esquerda? Bem, acho que 5% dos leitores são facistas.

    1. ruyacquaviva

      14 de outubro de 2015 6:14 pm

      Muito mais…

      Muito mais, muito mais…

  2. Francy Lisboa

    14 de outubro de 2015 3:41 pm

    ENgraçado, isso mostra

    ENgraçado, isso mostra claramente que as pessoas não buscam isenção e sim aquilo que lhes convém. A tal cobertura ótima que a Folha faz do governo Dilma deixa isso explícito. Outra, mostra que a percepção de estar sendo alienado não quer dizer absolutamente NADA. Isso significa que falar sobre a manipulação de mídia é perda de tempo minha gente. Esse assunto já havia se esgotado e agora tem a sua pá de cal.

  3. JB Costa

    14 de outubro de 2015 3:57 pm

    A Folha merece os leitores

    A Folha merece os leitores que tem ou estes merecem ter um jornal como A FOLHA? 

    Dos três “grandes” (Estadão e O Globo são os demais) é, de longe, quase atingindo as beiradas do Universo conhecido, o mais capcioso. E sonso, considerando que a sonsidade sempre se vale da capciosidade para existir.

    Quanto aos leitores: ganham, disparado, em termos de analfabetismo político, grossura, obsessão e outros qualificativos similarers de qualquer outro concorrente. Sim, com exceções, claro. 

    1. Ana Iag

      15 de outubro de 2015 2:26 am

      JB, fico lisonjeada em fazer

      JB, fico lisonjeada em fazer parte das exceções. Assinei por 15 anos, mas me desgarrei e não sinto a menor falta.

  4. Vagalume do Brejo

    14 de outubro de 2015 3:58 pm

    A folha é ditabranda

    A folha é ditabranda

  5. Maria Luisa

    14 de outubro de 2015 4:00 pm

    Tal pai tal filho

    56% de reprovação para o prefeito Haddad por parte de leitores da Folha…. Sinal que faz tempo que os intelectuais deixaram a Folha para tras. Alias, se 12 a 5% consideram que a Folha tem qualquer coisa de esquerda…

  6. Fábio de Oliveira Ribeiro

    14 de outubro de 2015 4:01 pm

    Jornal? Aquilo que a Folha

    Jornal? Aquilo que a Folha publica não serve nem para substituir papel higiênico em caso de desespero. Além do papel ser áspero e marcar a bunda de tinta, aquele folhetim safado é tão tendencioso que cheira a esgoto. Ha, ha, ha….

    1. Jadir Rocha

      14 de outubro de 2015 5:18 pm

      Digo o mesmo. Não consigo

      Digo o mesmo. Não consigo mais ler este jornaleco.

    2. Jadir Rocha

      14 de outubro de 2015 5:18 pm

      Digo o mesmo. Não consigo

      Digo o mesmo. Não consigo mais ler este jornaleco.

  7. Rogério Costa Guiraud

    14 de outubro de 2015 4:02 pm

    Bom pra:

    Os números justificam-se à clientela do jornal.

    Como panfleto, fala para seu público o que sustenta o alinhamento ideológico perseguido.

    Como jornal fala para uma certa minoria, portanto insignificante para quem ataca,

    Focar a pesquisa na Dilma escancara o que estão buscando.

    Querem, parece, dizer um: “Não me deixem só” (Fernando Collor de Mello.)

    Deveriam fazer uma pesquisa proporcional entre os não leitores da FSP para dar um conteúdo mais denso à pesquisa, mas não era isso que eles queriam.

    Enfim , foi mais um modo de colocar o impeachment/renúncia na manchete.

    Mais do mesmo.

  8. Sergio Saraiva

    14 de outubro de 2015 4:06 pm

    O povo é o mesmo.

    Leitor da Folha (em 14/10/15):

    Metade dos entrevistados (48%) tem renda familiar mensal superior a dez salários mínimos, 76% têm ensino superior e 83% são do Sudeste. Quando questionados sobre preferências políticas, quase 60% dizem não ter partido, mas 59% votaram em Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da eleição presidencial de 2014. A presidente reeleita, Dilma Rousseff (PT), teve 22% dos votos.

     

    Manifesteiro anti-Dilma (segundo a Folha 17/08/15): 

    A maior parte dos manifestantes que foi à avenida Paulista neste domingo (16) é homem (61%), tem 51 anos ou mais (40%), cursou o ensino superior (76%), se declara branca (75%), não é ligada a nenhum partido (52%) e tem renda familiar mensal entre R$ 7.881 e R$ 15.760 (25,17%).

    Moram em São Paulo 80% dos manifestantes, a maioria na zona sul (40%), seguida do centro (22%).

    No segundo turno das eleições de 2014, a maioria dos manifestantes (77%) votou em Aécio Neves (PSDB). Cerca de 10% não votaram nas eleições, 6% anularam o voto e 5% escolheram Dilma Rousseff (PT).

    Com reprovação de 71% –a maior desde o início da série histórica do Datafolha, em 1992, sob o governo Fernando Collor–, Dilma é ainda mais rejeitada pelos que compareceram ao ato paulistano. Ao todo, 95% acham que o governo da petista é ruim ou péssimo, 4% o consideram regular e 1%, bom ou ótimo.

  9. MarFig

    14 de outubro de 2015 4:12 pm

    Uh? Pra que serve isso?

    Uh? Pra que serve isso?

  10. André STK

    14 de outubro de 2015 4:14 pm

    ¨A pesquisa ouviu 733

    ¨A pesquisa ouviu 733 leitores¨.

    Não adianta.

    Pesquisa boa é a das urnas no dia das eleições.

    O resto é conversa para boi dormir.

  11. Cristiana Castro

    14 de outubro de 2015 4:27 pm

    Então, educação é a base de

    Então, educação é a base de tudo?? Parece que esse pessoal qto mais estuda mais tapado fica.

    1. Paulo Figueira

      14 de outubro de 2015 4:43 pm

      Estudam nada, o cara forma-se

      Estudam nada, o cara forma-se em engenharia e adquire um saber técnico, porém não vai além disso.

       

    2. ruyacquaviva

      14 de outubro de 2015 7:00 pm

      Uma coisa é uma coisa. Outra coisa…

      Diploma não significa necessariamente conhecimento nem cultura, muito menos educação…

    3. Orlando Soares Varêda

      14 de outubro de 2015 8:24 pm

       
      A educação por sí só, cara

       

      A educação por sí só, cara Cristina, sei que sua indagação se trata de uma provocação, Aliás, boa provocação por me ensejar essa simplória divagação. Como dizia, educação, escolaridade, educar para quê?  Sabe-se que tanto serve para produzir grandes homens como: Paulo Freire, Darcy Ribeiro, Oscar Niemeyer,  Marechal Henrique Duffles Teixeir Lotte, dentre outros.  Assim como, para desservir.

      Desafortunadamente é o que ocorre, ao produzir nulidades nocivas, e de menor estatura como:  General Emílio Garrastazu Médici, José Sarney, Zé Serra-FHC, Gilmar Mendes, et caterva. Possivelmente estes últimos, são, ou foram homens bem educados e ilustrados. Sim. Ilustrados. Digo mais, no sentido do ornamental, dos objetos decorativos. Eh. Muitos diplomas, títulos, medalhas. Esses penduricalhos, que são ótimos para engordar os emolumentos dos dependurados nos cofres do Estado, e, para exibir em convescotes acadêmicos.

      Podemos também tomar como exemplos negativos, os casos:  do povo alemão, já naquela época muito bem educado, não tivessem sofrido com a derrota para o exército vermelho, sendo obrigados à discontinuidade na formação educacional da Juventude Nazista. E, do ocorrido com os brasileiros:  Quantos bolsonaros foram deixados como subprodutos dos 21 anos de educação gestadas na ditadura Fiesp-Militar? Pra que serve um alfabetizado tipo Bolsonaro?

      Seria pra gerar coxinhas, e, quando mais crescidinhos em exímios tocadores de panela?

      Orlando

       

    4. Fh

      15 de outubro de 2015 8:33 am

      Educacao no Brasil

      A educacao no Brasil eh uma piada. Tanto publica quanto privada.

      Especialmente neste quesito vemos a diferenca entre os paises desenvolvidos e os nao. Cito duas caracteristicas que considero emblematicas:

      – alunos nao tem grade de tempo integral (o que fazer no periodo da tarde?, especialmente os que nao tem condicoes para se instruir em instituicoes privadas como conservatorios e escolas de lingua)

      – grade curricular de segunda categoria (p.ex. faltam cursos tipicos do “periodo da tarde” que sao profissionalizantes ou cursos tecnicos como costumamos chamar: artes, esporte musica ou estagio obrigatorio especialmente a partir do segundo grau, nos paises desenvolvidos geralmente sao 4 anos de segundo grau)

      –  questao dos alunos estarem sempre na mesma sala (ato marcante que condiciona a formacao de panelinhas e grupos de identidade social. Nos paises desenvolvidos, o prof eh o “dono da sala” e os alunos eh que trocam de sala.

      Nao que eu julgue os paises desenvolvidos como “melhor” em todos os sentidos, mas considerando a experiencia dos EUA e da UE relatica à educacao publica ele é de otima qualidade, alem de permitir com as pessoas descubram vocacoes(atleta, jornalista, politico, medico) mais cedo. A funcao social das instituticoes de ensino sao infinitamente superior aos colegios particulares que formam esse bando de papagaio de pirata sem nada na cabeca. Ate pq muita gente descobre o que gosta metendo a mao na massa ja no 2 segundo grau. O Enem vem tentando fazer justica social, mas o problema no meu ver é bem mais estrutural e profundo. Requer um serio replanejamento da grade curricular fundado na formacao de 2 grau na vida das pessoas. Inclusive para que haja a opcao de uma transicao direta para o mercado de trabalho nessa epoca sem ter que ir para a universidade.

  12. Venâncio

    14 de outubro de 2015 4:33 pm

    Adeus, Folha!

    A Folha conseguiu, neste epsódio de contestação dos resultados da eleição, ficar à direita do Estadão.

  13. Ugo

    14 de outubro de 2015 4:54 pm

    folhão rumo a extinção

    50% percebem cobertura direitista, o resto na certeza.

    RIP.

  14. Seu Madruga

    14 de outubro de 2015 5:16 pm

    Embora anti governo, a Folha

    Embora anti governo, a Folha é a mais plural das grandes publicações, dando espaço pra muita gente de esquerda escrever 

    1. Moita

      15 de outubro de 2015 2:03 am

      Esta é uma discussão antiga

      Esta é uma discussão antiga sobre a Folha. Ela cria uma cortina de fumaça onde tenta se apresentar como “anti-governo”, quando na verdade é  anti é apenas alguns governos e bastante pró outros. No fundo é apenas anti-PT e isso há mais de 20 anos.

      Talvez o Nassif possa confirmar isso: existem histórias de orientação da direção para só dar notícias negativas de governos do PT desde a época da Erundina na PMSP.

       

       

       

  15. Fernando J.

    14 de outubro de 2015 5:28 pm

    E quem são os 5% que consideram a Folha de “esquerda”?

    São aqueles que têm na cabeceira da cama o livro “A vida de Plínio Correa de Oliveira”, o  Cruzado do século XX.

    1. Mauro Segundo

      14 de outubro de 2015 6:23 pm

      Olavetes

      Por supuesto

  16. José Luis Pereira

    14 de outubro de 2015 6:44 pm

    Mas que pesquisa tosca do

    Mas que pesquisa tosca do cacete. Olha, eu não acredito em um só dado dela, mesmo porque foi feita para corroborar seu posicionamento de pistolagem, e não para fazer qualquer tipo de contrição sobre sua trajetória golpista.

  17. naldo

    14 de outubro de 2015 7:04 pm

    A unica coisa plural ali é a

    A unica coisa plural ali é a margem direita e margem esquerda do jornal, o restante é direitoso no urtimo véi…………..

  18. ruyacquaviva

    14 de outubro de 2015 7:05 pm

    É inegável

    Se em uma amostra viciada como a dos leitores da Folha a maioria reconhece a parcialidade do jornal é porque ela é escancarada e debragada…

    1. ljunior

      14 de outubro de 2015 8:39 pm

      Agora aguenta as campanhas…

      … Pera lá! E quem disse que eles têm grana pra isso?! kkkkkkkkkkkkkkkkk

      Se bem que nem TV eu assisto mais…

      Vou ter que aturar isso no Youtube! >:|

  19. veranis

    14 de outubro de 2015 7:47 pm

    folha=coxinhas

    E é preciso uma pesquisa para saber esses dados? Quando deixei de assinar o jornal há alguns anos, já havia dito tudo isso à pessoa com a qual tive que falar por quase uma hora, para conseguir cancelar minha assinatura. A pessoa com a qual falei, me ofereceu a assinatura quase de graça, e eu então tive de lhe dizer tudo que estava entalado em minha garganta sobre esse jornal fuleiro. É óbvio a classe que assina esse jornal, é óbvio para quem votaram, até porque todo petista que assinava o tal pasquim com um mínimo de bom senso, cancelou a sua assinatura, pois o jornal fazia pesquisas e mais pesquisas e informava a nós, os tontos 48%, que os 52%  restantes estavam satisfeitos, portanto… (aqui eu incluiria algum palavrão). Impossível pagar por um produto que não está preocupado com seu cliente. Assim, eu e os demais pestistas, os mandamos catar coquinho. Devo dizer que foi um grande alívio, como deve ser sempre um grande alívio livrar-se de qualquer tipo de droga. 

  20. ljunior

    14 de outubro de 2015 8:20 pm

    Publiquem: 100% dos entrevistados querem o “Fora Dilma”!

    Poderiam ter sido mais honetos e perguntar: “Vocês preferem o impeachment ou a morte da presidenta?”.

    Nem consideraram a opção de Dilma permanecer!

    Só faltou publicar o resultado da pesquisa: “100% acham que Dilma deve renunciar ou sofrer impeachment”.

    Duro achar que a Folha de S.(sem ão) Paulo é de esquerda assim.

    1. Ana Iag

      15 de outubro de 2015 2:07 am

      Comecei a ler a Folha em 98 e

      Comecei a ler a Folha em 98 e passei a assiná-la a partirde 2001. Não vou discorrer sobre todos esses anos. Há muito tempo venho percebendo a guinada a direita do jornal. Quando contrataram Reinaldo Azevedo cancelei minha assinatura. No entanto, voltei atrás e a renovei. Faz um mês que cancelei definitivamente. Nunca fui entrevistada e , com o tempo, vi que o jornal se distanciava da minha visão de mundo e país. Continuo recebendo, mas sequer o abro. Perdi o interesse. Sei que muitos vão me criticar por manter uma relação tão longínqua. O importante é que acabou e não sinto a menor falta.

       

       

       

       

  21. Mais importante do que identificar o campo político desse jo

    14 de outubro de 2015 8:24 pm

    Mais importante do que

    Mais importante do que identificar o campo político desse jornaleco é destacar seu modus operandi: calunia e mente sobre políticos da esquerda e esconde as roubalheiras de políticos da direita. É uma coisa que transcende ideologia e revela o mais importante: (a falta de) caráter. 

  22. Jorge Rebolla

    15 de outubro de 2015 1:17 am

    Quê?

    Ler Folha, Globo

    Estadinho tabloide

    só debiloide

     

    Veja, Época

    Isto é dependente

    para demente

     

    Marinho, Frias

    Mesquita ou Civita

    a gente evita

     

     

     

     

     

  23. Moita

    15 de outubro de 2015 1:57 am

    Pesquisa inútil

    Com ela o jornal fica sabendo que seus leitores gostam da covertura que ele faz e concordam com sua a linha ideológica.

    O que é óbvio.

     

     

     

     

  24. Fh

    15 de outubro de 2015 8:43 am

    Amostragem

    Um “estudo” com uma amostragem dessa, no melhor das hipoteses so diz algo para os gerentes do jornal. Nao eh uma pesquisa para inferir dados sobre a populacäo, no max uma pesquisa de pessima qualidade que talvez possa ser chamada de “um relatorio de mercado”.

    Como se trata de um jornal em especifico, pode-se dizer que contrataram um servico ruim para gastar pouco dinheiro so para lograr os leitores de que o que aparece nesse jormal nao se trata de uma opiniao pessoal de quem escreve mas de algo “imparcial” fundado em alguma coisa “concreta”. Resumindo, no meu ver nao passam de um panfletinho de direita propagandista, enganador e mentiroso. Que por sinal menospreza a inteligencia dos leitores.

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