Sugestão de Nilva de Souza

do Conti Outra
Sebastião Salgado fala sobre o drama silencioso da fotografia
Sebastião Salgado é, seguramente, um dos fotógrafos mais conhecidos em todo o mundo. Nesta pequena palestra, ele fala um pouco de sua vida, revelando que assumiu a fotografia quando tinha mais de 30 anos e que tal atividade, contudo, tornou-se uma obsessão.
Um visionário, ativista de esquerda, idealista, norteou sua arte a serviço de seu ideário. Seus projetos capturam de modo singular a dor humana, a morte, o abandono, a desolação, a ruína moral de povos inteiros.
Aqui, ele conta uma passagem emocionante de como a arte, levada às últimas consequências, quase o levou à morte. Apresenta, ainda, imagens incríveis de seu trabalho mais recente: “Genesis”, no qual documenta um mundo de pessoas e lugares esquecidos.
https://www.youtube.com/watch?v=ZxuVALWaiLE width:700 height:394
autonomo
7 de setembro de 2015 1:14 pmConheço essa arte, desde
Conheço essa arte, desde quando, ha muitos anos, comprei uma antiga Leika, que me garantiu por muita decadas o meu pão.
Estive enganado por um tempo em relação a ela.
Achei que tinha perdido força, razão, com o advento dos celulares que clicam selfies por todos os cantos, em todos segundos.
Pensava assim ate que uma foto revolucionou novamente o mundo, começou a mudar o comportamento dos homens, pela sua forrça de expressão.
A fotografia do siriozinho morto na praia acordou grande parte da humanidade que estava cega diante do sofrimento de milhares de pessoas.
dflopes
7 de setembro de 2015 9:25 pmFotografia com força de manifesto
Diversas fotografias tem causado revolta e consternação a cada geração, o que nos deveria levar, ao menos, à racionar sobre nossa humanidade (ou falta dela) .
Seja a vietnamita correndo nua com o corpo tomado por Napalm, o tiro a queima roupa de um general em um civil na mesma guerra.
E inúmeros exemplos: o inconsequente chinês que bloqueia um conjunto de tanques na praça da Paz Celestial, o esqualido sudanês vigiado por um abutre (que levou seu fotógrafo ao suicídio), a terra devastada após as bombas lançadas em Hiroshima e Nagasaki, os vivos insepulcros após a libertação dos campos de concentração…
edna baker
7 de setembro de 2015 4:55 pmObrigada Nilva de Souza pela
Obrigada Nilva de Souza pela “sugestão”. Sebastião Salgado é o “cara”. Espetaculares e tocantes fotografias!