
Jornal GGN – Nesta terça-feira (25), o Senado aprovou , em primeiro turno, proposta de emenda à Constituição que define cotas para mulheres na Câmara dos Deputados e também nos legislativos estaduais e municipais. A PEC ainda passará por uma segunda votação, que deve ocorrer na semana que vem.
Aprovada com 65 votos a favor e 7 contras, a proposta reserva vagas nas próximas três legislaturas, sendo 10% das vagas nas eleições de 2016, 12% em 2018 e 16% em 2020. Caso o percentual não seja atingido, as vagas serão preenchidas pelas candidatas com a maior votação nominal individual entre os partidos.
Hoje, na Câmara dos Deputados, dos 513 parlamentares, somente 51 são mulheres.
Da Folha
Senado aprova cota para mulheres no Legislativo
O Senado aprovou nesta terça-feira (25) proposta de emenda à Constituição que estabelece cotas para mulheres na Câmara dos Deputados e legislativos estaduais e municipais. O texto foi aprovado em primeiro turno e depende de uma segunda votação, que deve acontecer na próxima semana.
A proposta, aprovada com 65 votos favoráveis e 7 contrários, reserva vagas nas próximas três legislaturas, sendo 10% das vagas disponíveis nas eleições de 2016, 12% no pleito de 2018 e 16% nas eleições de 2020.
Caso o percentual mínimo não seja atingido, as vagas serão preenchidas pelas candidatas com a maior votação nominal individual entre os partidos.
Atualmente, dos 81 senadores, apenas 13 são mulheres. Já na Câmara, das 513 cadeiras, apenas 51 são ocupadas por mulheres.
A senadora Marta Suplicy (sem partido-SP) elogiou a iniciativa e disse que as mulheres são constantemente pressionadas a cuidar da casa e da família e por isso são desencorajadas a seguir na carreira política.
Segundo a senadora, o Brasil ocupa a 116 posição no ranking de países com melhor representação feminina no Legislativo.
Contrário à medida, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) argumentou que a imposição de uma cota fere a soberania do voto e disse que assim, o voto dado a uma mulher terá um peso maior do que o voto dado a um homem.
jc.pompeu
26 de agosto de 2015 12:38 pm[maricota]
[maricota]
Calvin
26 de agosto de 2015 12:42 pmComo assim?
“…na Câmara, das 513 cadeiras, apenas 51 são ocupadas por mulheres.”
Isso é 10%!
robson_lopes
26 de agosto de 2015 1:19 pmPara começar, faltou ousadia
Para começar, faltou ousadia na proposição dos percentuais das cotas, tipo, no começo vamos deixar tudo como está. Afinal, se há 51 mulhes dentre 513, temos 10%, depois passará a 12%, depois 16%.
Estão levando muito a sério a frase: A política é arte do possível.
Deveria começar com 15% e terminar com uma cota bem mais expressiva, talvez uns 25%, 1/4 dos deputados, a partir daí o próprio desempenho faria a equalização necessária, uma vez que teriam voz e força para propor e aprovar suas matérias.
JigSawJr
27 de agosto de 2015 12:38 amDeveríamos começar com 0% e
Deveríamos começar com 0% e terminar com 0%.
Faltava mais nada mesmo…
Só falta a bancada dos evangélicos entrar na brincadeira e passarmos a ter 15% de evangélico, só pelas cotas, fora os que já tem votação expressiva (tipo Feliciano)…
Se a moda pega…
Seu Madruga
26 de agosto de 2015 1:39 pmIsso não seria um
Isso não seria um desrespeitio com as mulheres? Como se elas fossem mais incapazes que os homens?
Athos
26 de agosto de 2015 3:21 pmA sociedade está aí para
A sociedade está aí para ajudar os incapazes.
Cotas são para isso. ..