A presidente pode criar ainda mais desgaste com as centrais sindicais e trabalhadores se não aprovar alternativa apresentada pela Câmara

Jornal GGN – A presidente Dilma Rousseff deve manter o veto à proposta da Câmara dos Deputados do novo cálculo do fator previdenciário. A alternativa da Casa pode ocasionar um acréscimo de R$ 40 bilhões nos próximos 10 anos com gastos da União para a Previdência, e a presidente não quer deixar essa herança para as próximas gerações. A decisão pode gerar mais desgaste com as centrais sindicais e trabalhadores.
Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, a presidente teria sido aconselhada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para sancionar a mudança, que não teria impacto fiscal significativo em seu governo e, com isso, angariar apoio dos trabalhadores. Entretanto, a fórmula da Câmara 85/95, que soma a idade do trabalhador com o tempo de contribuição, para mulheres e homens, é contrária à sugestão do Palácio do Planalto, que tem o intuito de combinar esse fator com uma escala móvel, considerando a expectativa de sobrevida do brasileiro.
Com isso, a soma da idade e tempo de contribuição subiria ao longo do tempo, não permanecendo estática, conforme a proposta da Casa Legislativa.
Na última semana, o governo havia proposto aos deputados que esperassem a sugestão do Planalto em seis meses. Nesse tempo, Dilma intermediaria um diálogo com as centrais sindicais, por meio da criação de um fórum para debater opções ao fator previdenciário.
gabi_lisboa
19 de maio de 2015 1:06 pmDaqui a pouco quem vai estar pedindo a
saída da Dilma vai ser a sua própria base, e com boas justificativas.
Fabiana C.
19 de maio de 2015 1:25 pmO governo gasta do orçamento
O governo gasta do orçamento federal R$ 40 bilhões de reais POR MÊS para pagar os juros aos banqueiros/especuladores. É só ter coragem e atitude e reduzir os juros da taxa selic em 4 pontos que se economizará os R$ 80 bilhões que o governo precisa para fazer o tal do ajuste fiscal.
Ozzy
19 de maio de 2015 4:06 pmMais uma que acha que os
Mais uma que acha que os juros são altos só de sacanagem…
alfredo sternheim
19 de maio de 2015 1:54 pmLerdeza e equívocos
Um dos grandes problemas do governo Dilma nos últimos doze meses tem sido a lerdeza. Foi lerda para nomear o substituto de Joaquim B. no STF, foi e está sendo lerda para enfrentar a injustiça criada pelo maldito fator rpevindenciário criado por FHC e os tucanos, e mantido nos governos seguintes de Lula e Dilma, não obstante algumas vozes como a do senador Paim terem se manifestado contra nesse tempo. AGora, ela ameça vetar a nova proposta pedindo prazo de 180 dias para apresentar outra. Ou ela tem auxiliares lerdos e preguiçosos ou ela está leniente com essa lerdeza que é um grande equivoco. A lerdeza é demonstração de falta de gestores. É verdade que esses gestores lerdos e desatentos também são inúmeros no governo tucano de São Paulo. Haja visto a crise hídrica e a (in)segurança pública.Isso sem falar no JUidiciário e no Poder legislativo. Triste Brasil.
ademar s t
19 de maio de 2015 11:38 pmA própria Dilma vai bater
A própria Dilma vai bater ultimo prego no caixao do PT……pode dar adeus os meus votos, que sempre foram no partido…..até nunca mais.
Cesario
20 de maio de 2015 12:54 pmSem propostas
O partido dos trabalhadores sempre acusa a oposição de falta de propostas. Mas onde estão as ideias da situação para resolver a questão da aposentadoria e previdência do Brasil?