Sugerido por IV Avatar

Apertem os cintos, o piloto sumiu!
Por Miguel do Rosário, d’O Cafezinho
Pensei que a presidenta tinha amadurecido politicamente, mas acho que me iludi.
Se o governo continuar trocando os pés pelas mãos desse jeito, os próximos quatro anos serão um pesadelo.
A última trapalhada da presidenta, no café da manhã com jornalistas da grande imprensa, ao dizer que consultaria o Ministério Público antes de escolher um ministro, resultou num belíssimo tiro no próprio pé.
Errar é humano.
O que nos intriga são as causas do erro.
Dilma está novamente fazendo o jogo da mídia.
Em seu discurso de posse, falou em “pacto nacional contra a corrupção”.
Ótimo, precisamos mesmo disso. Só que um pacto pressupõe que todos os lados queiram fazer um acordo, e não é o que acontece no Brasil.
Era necessário tocar na corrupção, mas também na questão política, e daí mencionar o monopólio da mídia.
Uma mídia mais plural significa uma mídia mais democrática, capaz de indicar caminhos para se mudar a cultura de corrupção no Brasil.
Ninguém parou para pensar que a cultura de corrupção no Brasil é fruto do status quo?
Do mesmo status quo que fez dos barões da mídia as famílias mais ricas do país?
A mídia nunca ajudou a combater a cultura da corrupção, até porque ela vive da corrupção.
Sem corrupção, o que a mídia vai denunciar?
Sem corrupção, a mídia terá que fazer um debate político sério sobre políticas sociais.
A corrupção enriquece os corruptos mas enfraquece partidos e governos, ou seja, debilita o universo político, que pertence ao coletivo, para fortalecer apenas alguns indivíduos.
E interessa à mídia que os governos e partidos sejam fracos, para que ela possa manipulá-los e chantageá-los.
Por isso a mídia só trata o tema da corrupção com moralismo e sensacionalismo.
Não há um debate calmo e maduro sobre formas de combatê-la. Não se investiga o exemplo de outros países, em como eles conseguiram reduzir as suas taxas de corrupção.
A corrupção também precisa da blindagem da mídia.
A corrupção tucana, por exemplo, sempre contou, até hoje, com a proteção da mídia.
Com o PT no Executivo, criou-se um atrito entre mídia e governo, e este é o ponto saudável desta briga.
O lado não saudável é a distorção do processo democrático. A mídia só denuncia um lado do espectro político, e isso não ajuda a combater a corrupção, e cria um desequilíbrio na formação da opinião pública.
Não existe nada mais idiota, por exemplo, do que achar que se vai combater a corrupção tirando o PT do poder.
Estou lendo com muita atenção o livro da Clauda Wallin sobre a Suécia. A luta contra a corrupção na Suécia se deu ampliando a participação social, aumentando a transparência pública e combatendo a desigualdade econômica.
Interessante notar que estas são as principais armas para se combater a corrupção, segundo as próprias autoridades suecas.
Aqui, a única arma contra a corrupção brandida por autoridades e mídia parece ser a truculência penal.
Recentemente, o procurador geral, num acesso de fúria udenista, disse que os corruptos precisam “conhecer o cárcere”.
Sim, mas e quando o corrupto for o promotor público? O próprio juiz? A própria mídia?
Não adianta, a forma mais eficaz de combater a corrupção é ampliando a transparência e isso implica também na instituição de uma mídia mais plural e, portanto, mais eficiente.
Uma imprensa que, em sua diversidade, investigue tucanos e petistas.
Mesmo sendo um dos países menos corruptos do mundo, os suecos ainda se preocupam em aumentar, cada vez mais, a transparência do Estado e a vigilância.
A Suécia possui uma TV pública com um jornalismo de altíssima qualidade, independente de governos e partidos, que faz denúncias regularmente contra autoridades e empresas.
Por que Dilma não falou na mídia em seu discurso de posse?
Por que não externou um projeto de combater a corrupção através da ampliação da participação social, a qual, por sua vez, poderia ser aprimorada via abertura de canais públicos de TV em cada município.
Uma tv pública para que cada cidade acompanhe os debates e os gastos de sua prefeitura, de sua câmara de vereadores, de seu judiciário e de seu ministério público.
Por que se limitou a fazer um discurso convencional contra a corrupção, aderindo à agenda udenista?
É óbvio.
Ela fez isso porque viu apenas a repercussão que poderia ter na imprensa familiar.
Em junho de 2013, milhões de pessoas saíram as ruas entoando o refrão: “a verdade é dura, a rede globo apoiou a ditadura”.
Quando Dilma fez seu pronunciamento, algumas semanas depois, tentando responder às ruas, não falou na mídia.
Perdeu uma belíssima oportunidade para fazer história.
E não falou porque a mídia “filtrou”, em seus canais, a manifestação das ruas contra a própria mídia.
A mesma coisa agora vale para a sua afirmação, a jornalistas, de que consultaria o procurador geral da república e o ministério público antes de escolher um ministro.
“Eu só quero sim ou não”, disse Dilma.
Por um segundo, um dos meus botões disse a outro: “pode ser uma boa ideia! Dá um drible no Ministério Público, que se tornou uma espécie de quinto poder (o quarto é a mídia). Se houver qualquer denúncia contra o ministro, o MP partilhará a responsabilidade. Afinal, manda quem pode e obedece quem tem juízo”.
O outro botão, porém, rebateu de pronto: “e você acha que o procurador vai cair nessa? além do mais, isso é entregar, voluntariamente, um poder soberano, fundado no voto popular, em mãos de outro, estamental, baseado numa meritocracia ainda profundamente elitista”.
Dito e feito.
Dilma tomou um carão desnecessário do procurador, da mídia e até mesmo conseguiu ressuscitar, das catacumbas de Miami, Joaquim Barbosa, o justiceiro mascarado!
Era óbvio que uma afirmação dessas só poderia ser feita se combinada antes com o procurador-geral. E, de qualquer forma, é um absurdo.
No mesmo café da manhã com os jornalistas, Dilma ou os jornalistas mencionam a abertura do capital da Caixa.
Dilma responde que isso está em estudo, e pronto, fica por isso mesmo, um fantasma no ar.
Não há o mínimo respeito pela base social que tanto lutou por sua eleição.
Que história é essa de abrir o capital da Caixa?
Custa vir e dar uma explicação mais consistente?
A base social de Dilma não é intolerante. Ao contrário, tem infinita capacidade de compreensão dos dilemas do governo.
Mas precisa de um mínimo de atenção, que as coisas sejam explicadas para ela.
A presidenta, pelo jeito, não tem um conselho político.
E desistiu de constituir um serviço de inteligência, que até países pequenos possuem, como Cuba e Israel, para analisar o passado e a integridade de seus colaboradores.
Quer dizer que se o procurador dissesse apenas “não” para algum ministro, sem acrescentar mais nenhuma informação, a presidenta desistiria de nomeá-lo?
A presunção da inocência foi abolida no Brasil?
Basta um procurador implicar com alguém, que a pessoa perde seus direitos políticos?
Neste caso, Dilma teria que pedir a opinião também da Globo, antes de nomear alguém.
A comunicação oficial, um ponto central em qualquer instituição, mormente um governo numa democracia altamente polarizada quanto a nossa, permanece terceirizada à mídia de oposição.
Ninguém dá entrevistas, não há um porta-voz, o blog do Planalto é insosso.
Sempre que um ministro quer falar à população, vai à Globo.
Alguns se limitam a programa de entrevistas em tv fechada, como Mercadante.
A intenção nem é falar à população, mas apenas a setores da elite.
A TV Brasil continua jogada às traças, aparelhada por um esquerdismo senil, que não se interessa por audiência.
Ao invés de comprar séries de qualidade, que possam competir com novelas da Globo, prefere exibir apenas documentários sonolentos.
Não tem uma curadoria para filmes, da América Latina, da Europa, da Ásia, ou mesmo dos EUA. Prefere reprisar, pela milésima vez, algum filme brasileiro da década de 80. Qualquer filme.
Pior, a TV Brasil não tem uma relação orgânica com as redes sociais. As entrevistas nos programas do Nassif e do Paulo Moreira Leite não são enviadas para os blogs, para que possam ser assistidas via internet.
Aliás, será preciso, em breve, medir a audiência das tvs também nas redes sociais.
O jornalismo da TV Brasil, por sua vez, permanece atrelado a um burocratismo medroso, preguiçoso e borolento.
Para encerrar o post com um pouco de otimismo, o blog do Rovai diz que Ricardo Berzoini deve ser nomeado ministro da Comunicação.
A pasta será fortalecida com a transferência de toda a responsabilidade da publicidade oficial para ela.
Como Berzoini é um quadro político com um pouco de brizolismo nas veias, é uma luz no fim do túnel.
Feliz Natal!
Frederico69
24 de dezembro de 2014 2:44 pmem suma,
estão amarrados pela mídia e não conseguem se livrar!!
triste fim…
tá cada dia pior, mais difícil acreditar que possam resolver essa situação. enquanto isso gastam milhoes em publicidade nesta mesma midia.
estou até curioso para olhar uma veja na banca só para ter certeza que a propaganda continua lá.
Filipe Rodrigues
24 de dezembro de 2014 2:46 pmVamos acabar esperando Lula em 2018!!!
Getúlio foi ditador, mas depois corrigiu governando na Democracia.
Juscelino deixou uma dívida externa, teria a chance de corrigir em 1965 sendo impedido pelos militares (que também não resolveram o problema).
Lula deixou como herança maldita uma decadente política brasileira (quando dizia isso 3 anos atrás era apedrejado aqui no blog).
1º – Não priorizou a comunicação e uma reforma política (ainda que pequena) desde o início sobrevivendo ao mensalão por ser um fenômeno;
2º – Teve a oportunidade de montar uma grande base aliada progressista fruto do seu capital político e de seu governo, mas preferiu alimentar os “Eduardos Cunhas”;
3º – Sem essas condições do 1º e 2º, Dilma só funciona na base da pressão e não caiu graças a influência crescente da blogosfera;
Rodrigo Negrao
24 de dezembro de 2014 2:54 pmMiguel do Rosário e o seu
Miguel do Rosário e o seu saco de bobagens. Prolixo e desconexo.
JOEL PALMA
24 de dezembro de 2014 3:09 pmGosto muito de Miguel do
Gosto muito de Miguel do Rosário, creio que fui um dos primeiros leitores de O Cafézinho original. Junto com Eduardo Guimarães, Miguel tem um certo nervosismo que o exaspera em momentos de dificuldade política do governo. É como se o sonho que sonhamos estivesse desvanecendo e nada pudéssemos fazer. Concordo com algumas, mas nem todas suas observações. A mídia como se apresenta está sendo substituída pela internet. Víamos isso ser previsto anos atrás e hoje constatamos. A internet é a nova Galáxia da comunicação, desta vez mesmo uma galáxia, cheia de pequenas estrelas que estão se expandindo dia a dia e que vão enfrentar as supernovas da comunicação empresarial. O modelo está por ser criado, mas ruma a determinados sucessos. Por isso, é desconhecimento de como funciona a comunicação estatal querer uma TV por município e querer que a população por ela se informe do que é árido e cansativo. O processo é outro, mas tem partes do que está sendo colocado por Miguel. Ele acontecerá, até porque ninguém segura uma ideia quando é chegada sua hora. E a ideia é a internet e suas conexões comunicacionais aliadas à nova forma de fazer política que vai se fazer necessária.
evandro condé de lima
24 de dezembro de 2014 3:19 pmMeu caro, pegaste pesado. Mas
Meu caro, pegaste pesado. Mas pegou bem.
JoséMarquesSilva
24 de dezembro de 2014 3:51 pmConcordo que a presidenta
Concordo que a presidenta nada deveria dizer em entrevista coletiva que iria consultar o MP em relação aos novos nomes no Governo. Entendo que ela queira evitar surpresas nos Ministérios, mas essa checagem era pra ter sido feito de maneira bem mais discreta e pelo Ministro da Justiça, que diga-se de passagem, pisou na bola belissimamente.
Nira
24 de dezembro de 2014 4:00 pm“”No mesmo café da manhã com
“”No mesmo café da manhã com os jornalistas, Dilma ou os jornalistas mencionam a abertura do capital da Caixa.”” Se o articulista não consegue saber nem isso, aí fica difícil.
CELSO ORRICO
24 de dezembro de 2014 6:06 pmNira
ele não foi à entrevista, Dilma e sseu Governo mais uma vez fica serelepe com a grande mídia acho que quanto apanha maiis ela agrada..blogs sujos não fazem parte desses “omeletes”, “cafés da manhã”, regabofes em geral, eles não são “gente diferenciada”
Boas Festas
Webster Franklin
24 de dezembro de 2014 4:05 pmServiço de inteligência é
Serviço de inteligência é fundamental para qualquer país, principalmente para que os governantes possam se antecipar com ações preventivas de combate a sabotagens, corrupções e até mesmo tentativas de golpes.
Frederico69
24 de dezembro de 2014 9:40 pmdo jeito como tem sido utilizada
eu costumo chamar de ‘intiligencia’. parece que há um neologismo ‘desinteligencia’ os dois estão muito próximos!!
Mário Mendonça
24 de dezembro de 2014 4:05 pmPrezado Miguel
Tu tava indo
Prezado Miguel
Tu tava indo muito bem, até citar o Berzoini. Acreditar nele, é a mesmo coisa que acreditar em papai noel.
Abração
Marcus Augusto
24 de dezembro de 2014 4:06 pmMais UM…
Mais um petista com a famosa “dor de corno”….eheheheheheheheheh….e tome Katia Abreu, Kassab e, PELO AMOR DE DEUS!!!!!, Helder Barbalho, no lombo, que é pra criar marra…Ôoooooooooooooooo cafezinho amaaaaaaaaargo…
fabio GM
24 de dezembro de 2014 4:18 pmMidia
É a gente ta errando tudo, então não devemos culpar os politicos, os servidores, os partidos e o governo pela corupção, mais sim a midia, pois ela é quem é culpada por todos os males deste pais. foi ela quem chegou aos empresarios e falou para conrromper os politicos, que chamou o servidor publico ha uma empresa para vender facilidades.
Esse texto lembrou-me muito os dos evangelicos fanaticos que culpa o diabo por tudo, ate por espirar ou por ter unha encravada, mais não consequem aceitar que podem cometer erros e ate se conrromper.
Pois é muito facil culpar os outros, mais meus amigos são todos inocentes pois são do meu partido e da mesma militancia.
JoséMarquesSilva
24 de dezembro de 2014 5:15 pmLeia o texto camarada. Apesar
Leia o texto camarada. Apesar de alguma críticas a mídia, que é incrivelmente sensível, alías ,sempre que se critica a mídia se é chamado de petista e corrupto, o texto bastante explicitamente fala dos erros que, na opinião do articulista, a Presidenta cometeu.
Antônio - Minas Gerais
24 de dezembro de 2014 4:20 pmMídia isso
Mídia isso. Mída aquilo. Midia acoberta corrupção dos aliandos. A corrupção do PSDB a mídia não divuga. Esse papo está chato e cansativo. Quem salvou a globo da falência? Foi o governo do PT? Quem agasalhou o escândalo Veja-Cachoeira? Foi o governo do PT? Quem se apequenou e se apequena diante da grande mídia? O governo do PT? Quem se fez de morto com o escandalo da Privataria Tucana? Foi o PT e o governo do PT. Portanto, a Cesar o que é de Cesar. Alguém deve explicações, e esse alguém é o PT e o governo do PT. Da grande mídia, do PSDB e do PCC adianta espera algo?
Alex4499
24 de dezembro de 2014 5:02 pmO que a Dilma queria ela já
O que a Dilma queria ela já garantiu: mais quatro anos de governo. Ela nem faz questão de manter um relacionamento maduro e saudável com a mídia. A mídia é só uma pedrinha chata no sapato dela.
adaul
24 de dezembro de 2014 5:39 pmAcho que o governo Dilma terá
Acho que o governo Dilma terá um final desastroso ai adeus pt e esquerda.
ljunior
24 de dezembro de 2014 6:16 pmJá disse aqui e fui chamado de Tucano:
O maior mérito de Dilma foi ser uma opção melhor que Aécio.
Queiram ou não acreditar, voto PT desde 1989.
Mas esse governo da Dilma é muito insonso.
Concordem ou não, FHC trouxe estabilidade econômica.
Lula abriu as portas para a agenda do social e transformou o Brasil.
Dilma só continuou o que Lula fez.
Com apoio de Lula, ela poderia ter feito a Lei de Mídia, mas apostou na tese do “Controle Remoto”.
Se não fosse a FSP revelar a história do Aécioporto, sei não.
Dilma lutou na ditadura, mas agora que pode realmente fazer a diferença, faz outro ministério ridículo.
Mantém o Ministro Cardozo.
Dilma ganhou por pouco.
E não aprendeu.
isso não tem preço
24 de dezembro de 2014 9:18 pm[ O maior mérito de Dilma
[ O maior mérito de Dilma foi ser uma opção melhor que Aécio.[ Embora eu não saiba quem poderia ser pior do Aécio e turma, talvez Marcola, Dilma tem essa qualidade que lhe deixa livre para fazzer o que quiser e ainda ser melhor do que todos com exceção do impossível: Lula
Cassiano Simoes
24 de dezembro de 2014 6:17 pmConcordo com tudo. Tenho
Concordo com tudo. Tenho pensado muito nisso. E, apesar de tudo que Dilma faz de errado, estaremos sempre com ela. Se ela faz tudo errado assim, imagina como faria Aécio. Que bom que ela está fazendo errado.
Feliz Natal!
Nira
24 de dezembro de 2014 6:40 pmOi, entrei no blog pelo
Oi, entrei no blog pelo Chrome ( o firefox está com stress ) e toda vez que aparece o nome Dilma ele vem antecedido por um cifrão e marcado em verde. Está acontecendo com mais alguém ? Que onça é essa ? Não tenho coragem de clicar em cima.
Anarquista Lúcida
24 de dezembro de 2014 6:56 pmE a música do anúncio do BB toca sem a gente clicar!
É a coisa mais irritante. Tive que pôr meu computador no mudo. Saco!
dinarte22
24 de dezembro de 2014 7:42 pmLula achou
Lula achou que elegendo uma gerentona, “a ” administradora, o Brasil daria o salto de qualidade que falta.
Mas o cargo é acima de tudo politico. E Dilma tem dificuldades imensas na área. Manter o Ze Cardozo no ministerio da Justiça é uma das maiores burrices que teremos de administrar, nós petistas, que ficamos carregando esse fardo de defender o PT e seu governo. Realmente, o PSDB nos facilita a vida, e não consegue criar uma liderança sequer, que tenha carisma e qualidade. Serra. Aécio, é o que tem ate agora.
Mas Alkmin esta chegando, e a destruiçao do PT pela midia vai continuar forte. E nós, indefesos. Depois da Petrobras, vem as demais estatais que estarão forrando o noticiario de corrupção, pois as empreiteiras mantem esquemas em todas.
E a Justiça do Ze, vazando mais que cano da Sabesp, vai alimentar o esquema com mais Moros da vida. Vazamentos sempre parciais, dirigidos.
O que era para ser um passeio no parque, a reeleição de Dilma, com tantas coisas boas que o governo petista tem dado ao país, virou um inferno, e por pouco não pudemos ver a volta da direitaça ao poder.
Lula tem que aguentar a cabeça dura da Dilma, mas tem que dar um “basta”. Explicar para sua pupila que sua reeleição não foi consequencia de sua “liderança”, mas de falta de opção do povo, que ainda se sente melhor com o PT do que com o PSDB.
Gabriel BF Silva
24 de dezembro de 2014 8:46 pmSó que nesse caso é “Apertem
Só que nesse caso é “Apertem os Cintos o Piloto Sumiu — II”
Dorlei
24 de dezembro de 2014 9:40 pmTvs públicas
Disse tudo o Miguel. Ajudaria muito mesmo se houvesse uma TV pública em cada município, ou um retransmissor que recebendo o sinal da TV Brasil tivesse espaço diário para os assuntos locais.
Conhecidos que moram na cidade de Rio do Sul, SC., contam que lá existe, por incrível que pareça, uma TV local, um canal local, pequeno, mas sobrevivendo há anos. (como será que a Globo/RBS que domina em SC deixou isso acontecer?)
É privado. Seu negócio é mostrar principalmente as coisas locais, como exemplo: as sessões da Câmara de Vereadores, as audiências públicas, os eventos sociais, eventos de entidades empresariais, o esporte local, os desfiles etc… Os assuntos dos noticiários são mostrados com mais tempo, bem mais tempo.
Dizem que repercute muito tudo o que é tratado na política local. O pessoal se interessa. E ainda, lá, vereadores, prefeito, os deputados da região, não mais dependem da Globo/RBS para falarem via TV com a população.
Pessoal brinca que nos últimos anos, o fato de quase todas as famílias terem duas ou mais tevês em casa, ajudou a audiência desta TV local, pois a mulherada, não tem jeito, é as novelas da Globo. Na outra sala o marido vendo os assuntos locais.
Franklin Caetano de Freitas
24 de dezembro de 2014 9:42 pmEu confio na Dilma.
Eu confio na Dilma. Não acredito na imprensa, não dou a mínima para o que dizem. A presidenta tem problemas sérios de comunicação é fato. Agora vamos esperar o desenrolar do governo para tomarmos essa ou aquela conclusão. O Miguel do Rosário está certo, assim como Nassif, eles mostram os erros para abrir os olhos do governo e ajudar o Brasil, acontece que as vezes as coisas são o que são e não mudam. E as vezes apesar de todos os erros as coisas dão certo. Espero que Dilma vença para o bem do Brasil.
Alessandre de Argolo
24 de dezembro de 2014 10:00 pmApagaram o meu comentário!
Apagaram, expurgaram o meu comentário A liberdade de expressão ficou comprometida aqui. Parece que só pode concordar com o Migué.
Miguel do Rosário
24 de dezembro de 2014 10:06 pmFeliz Natal
Achei uma pena cortarem seu comentário tão carinhoso para com minha pessoa.
Feliz Natal, Argolo. Sinceramente.
Espero que, em 2015, os debates sejam feitos com menos ódio, menos ataques pessoais, e mais ideias.
Cordialmente.
Almeida
24 de dezembro de 2014 11:14 pmPerderam grande coisa não
Comentário do argolinha, o marxcida, sempre é uma grande asneira. Pelo nível de agressividade que manifesta hoje, parece que andou comendo capim estragado, as “ideias” do argolinha estão fedendo demais.
Alessandre de Argolo
25 de dezembro de 2014 12:06 amAlmeidinha, o asno comunistóide de araque, que nunca leu Herzen
Falando as asneiras habituais. Almeidinha, você vai morrer sonhando com a revolução de araque que nunca vai vir. Fracassado.
Raciocímio do Almeidinha, o comuna brownzuca subdesenvolvido e sem cultura: marxcida não existe, porque significa que se mata marx ou marxistas e um marxista nunca faria isso, pois seria atentarcontra os próprios interesses, logo, homicida também não existe, porque se refere à pessoa que mata pessoas e pessoas, por imperativo lógico, não iriam matar umas às outras. Durma-se com uma estupidez dessa. Ele nem entendeu a tentativa de dizer que marxcida seria uma alusão aos adeptos de Marx que “matam” as ideias dele, além de fazerem uso da violência uns contras os outros, esse último aspecto um adendo feito por minha conta, vendo o perfil genocida dos marxistas encontrado na história, de pouco apreço pela vida humana em geral. É o Natal dos comunistóides picaretas como Almerdinha, o empolgado com a voz das ruas de junho de 2013. Comunistóide brasileiro, uma caricatura dos comunistas históricos, nunca prestou, sempre foram uma fraude. Nem conhecem marxismo como um comunista deve conhecer. Não sabem de nada. Não são autênticos comunistas. Pequenos burgueses da esquerda festiva brownzuca, amante de futebol, cachaça e carnaval. Isso nunca foi a praia de marxistas verdadeiros. Marxistas são sisudos demais para apreciar as coisas boas da vida e nunca gostaram de gente miscigenada demais, a exemplo de brownzucas como Almerdinha. Almerdinha não aprecia nada disso porque é uma quetsão pessoal: ele é amargo demais para fazer isso.
Almeida
25 de dezembro de 2014 9:47 amO pior burro é aquele que insiste nas próprias asneiras.
Vou desenhar mais uma vez pro argolinha entender. Sei que é uma inutilidade, pois o nível de compreensão de texto de uma besta como ele é nulo, nem um desenho entende.
Ao pé da letra, marxcida não existe e nunca existiu, pois Marx morreu de causas naturais, nunca foi literalmente assassinado. A palavra só pode ser empregada em sentido figurativo, como um neologismo para designar aquele que pretende ‘matar’ Marx, ou as ideias por ele apresentadas, já que o pai dos burros do Tio Aurélio ensina: -cida. [Do lat. caedere e do lat. cadere.] El. comp. = ‘que mata’; ‘que fere’; ‘que cai’: vermicida, inseticida; septicida. [Cf. -cidio]
Então, a combinação, junção sem perda de fonemas, das palavras marx (substantivo) + cida (“sufixo originário do latim, caedere significa matar”) = marxcida, soaria para os falantes alfabetizados da língua portuguesa, como aquele que mata Marx, figurativamente, claro, jamais como o argolinha interpreta: “o termo usado por Herzen (“marxcida”) era um trocadilho irônico”. A contração, junção com perda de fonemas, de marxista + homicida, já que a combinação simples não cabe na língua portuguesa, para dar a conotação de marxista com pendor homicida, teria que resultar em algo como marxistomicida ou marxomicida, mesmo assim soaria um pouco estranho para o falante da língua. Marxismicida, por exemplo, pareceria como assassino do marxismo e marxicisticida seria assasino de marxista, duas coisas com as quais simpatiza o argolinha admirador de fascistas. Repito, o neologismo ‘marxcida’ é admissível, mas soaria para qualquer falante minimamente alfabetizado em português com a interpretação que dei.
Para piorar a “argumentação” do argolinha, que citou Berlin de segunda mão, uma tradução brasileira onde a tradutora pisou na bola (“traduttore, traditore”) e lascou o “marxcida”, quando Berlin, citando Herzen, usou no original ‘Marxids’. Se Herzen pretendesse fazer o trocadilho idiota do argolinha, deveria ter usado algo como ‘Marxcide’, que não sei se faria algum sentido em inglês, mas certamente não seria o sentido que o argolinha quer dar, Herzen não era idiota, coisa que o argolinha é.
‘Marxids’, deveria ser traduzido para Marxidas, oriundo de Marx, seguidores de Marx, como ensina o pai dos burros do Tio Antônio:
“o sufixo -ida é, segundo o Dicionário Houaiss, «formação simétrica de -ido […] na acepção geral de “filho de, oriundo de, provindo de, descendente de”, da terminologia histórica (mítica, mitológica) e das fisiociências». Por sua vez, -ido é de origem grega, transmitido por intermédio do latim…”
Portanto, o trocadilho da inteira lavra do argolinha é uma idiotice, não podia ser diferente vindo do idiota ele é.
Quanto ao resto das patacoadas que ele postou acima, comento apenas a seguinte:
“Marxistas são sisudos demais para apreciar as coisas boas da vida e nunca gostaram de gente miscigenada demais”
Típica de um fascista educado por manuais do penabotismo, herdados da guerra fria. A visão estereotipada sobre os comunistas, como pessoas lúgubres, sisudos e tristes comedores de criancinha. Abaixo vai uma foto de Carlos Marighela, uma das mais respeitadas e admiradas lideranças dos comunistas no Brasil, que segundo argolinha “nunca gostaram de gente miscigenada demais”, e se autodefinia como “um mulato baiano”. Festeiro, insistia com seus companheiros do Comitê Central para brincarem no Carnaval. Outro comunista admirado por seus companheiros e famoso carnavalesco foi Mário Lago, autor de várias marchinhas de sucesso no Carnaval.
Alessandre de Argolo
25 de dezembro de 2014 3:47 pmFake brownzuca, do tipo ralé histórica ignorada por Marx et al
Almerdinha, desnecessário dizer que eu não li uma única linha do que você escreveu acima, por preservação intelectual. Só compareci aqui para lembrar a você, um fake brownzuca inútil e sem importância, que Marx et al desprezaria você e a tua insignificância intelectual, política, social, econômica e cultutral. Tu és apenas um comunistóide analfabeto e sem qualquer importância. Não vale nem mais como massa de manobra, pois comunistas e as imitações de araque, os comunistóides zé manés, são uma raça em extinção. E comunista bronwzuca é uma contradição em termos. Marx tinha horror por tipos subdesenvolvidos como você. Conviva com isso, inútil.
Almeida
25 de dezembro de 2014 5:53 pmCê jura?
Eu acho que leu tudinho e não quer confessar.
alessandroduarte
25 de dezembro de 2014 3:52 amhttps://jornalggn.com.br/fora-
https://jornalggn.com.br/fora-pauta/ha-80-anos-extrema-direita-era-expulsa-da-praca-da-se
Alessandre de Argolo
25 de dezembro de 2014 3:46 pmOlha o técnico de TI bancando o Sancho Pança do Almerdinha
Combina com o biotipo do sujeito e o perfil de paraquedista do fórum, sempre com informações desencontradas e falhas (mais um que nunca, nunca antes na vida tinha ouvido falar de Herzen: precisou pegar carona no que eu escrevi, via Berlin, outro que ele nunca leu, iletrado que é). Mas eu entendo a tendência a escudeiro de fakes comunistórides, como Almerdinha. Pança pelo menos não falta rsrs.
Almeida
25 de dezembro de 2014 5:44 pmVocê não sabe ler, argolinha.
Ficou demonstrado aqui que você é analfabeto funcional, não consegue compreender um texto banal. Não adianta folhear livro de Berlin, Herzen ou seja lá quem for, que não vai entender nada, você tem de voltar para as cartilhas de beabá. Quanto mais você insiste em defender sua asneira, mais você se mostra um burro, uma mula empacada na própria besteira.
Você tomou um erro grotesco de tradução, como um trocadilho que só cabe na cabeça de um imbecil, de um ignorante da língua, de alguém que matou as aulas básicas sobre formação de palavras por sufixação e prefixação.
Com essa você ficou carimbado, argolinha. Além de ser o manjado sujeito cu, aquele que só exala merda, será conhecido agora como o ‘marxcida’ do pedaço. Faz o seguinte, argolinha: vá tomar na própria.
Sérgio T.
24 de dezembro de 2014 10:24 pmBoa!
Tirou “daqui” Filipe! E dá-lhe voto útil…
Um abraço.
Webster Franklin
25 de dezembro de 2014 12:28 amOs governos de coalizão de
Os governos de coalizão de Lula e Dilma e as conquistas dos últimos 12 anos! – por Marcos Doniseti!
legenda da imagem: O ProUni foi um dos programas cuja criação dependeu da sua aprovação pelo Congresso Nacional. O mesmo vale para outras políticas e iniciativas dos governos Lula e Dilma, como são o caso do Minha Casa Minha Vida, do Bolsa Família e da PEC das Domésticas, entre muitas outras.
Parece que muitas pessoas não se dão conta da importância da Presidenta Dilma ter uma ampla maioria no Congresso Nacional a fim de poder governar, viabilizando uma série de conquistas e avanços sociais e extremamente importantes para o país.
Abaixo citou algumas das políticas e iniciativas dos governos Lula e Dilma que precisaram ser aprovadas pelo Congresso Nacional para poder vigorar:
1) Os programas sociais (Bolsa Família, ProUni, Minha Casa Minha Vida, etc), por exemplo, precisaram ser aprovados pelo Legislativo para poder vigorar;
2) A política que promove o aumento real anual do salário mínimo também precisou ser aprovada pelo Congresso Nacional;
3) O projeto de lei que criou o Regime de Partilha do pré-sal também precisou ser aprovado pelo poder Legislativo federal;
4) A PEC das Domésticas, que precisou de aprovação no Congresso Nacional para começar a valer;
5) A entrada da Venezuela no Mercosul precisou ser aprovada pelo Congresso brasileiro para que a mesma acontecesse;
6) Até mesmo a criação da UNASUL precisou ser aprovada pelo Congresso Nacional.
Sem coalizão nenhum desses avanços seria possível, pois todas as políticas do governo federal precisam ser aprovadas pelo Congresso Nacional. Eu disse TODAS!
Então, todas estas políticas e iniciativas tiveram que ser aprovadas pelo Congresso Nacional para que pudessem valer.
Logo, somente a existência de um governo de coalizão é que tornou possível a redução das desigualdades sociais e da pobreza, bem como garantiu o controle do pré-sal pelo Estado brasileiro e permitiu que o Brasil pudesse manter uma política externa soberana e favorável à integração da América Latina.
Todas estas, e olha que eu citei apenas algumas, foram conquistas importantes e relevantes para o Brasil e o seu povo nos últimos 12 anos.
No atual sistema político-partidário brasileiro e dentro de um regime Liberal Representativo, simplesmente não há opção: Todos os governos são de coalizão, em todas as esferas. Sem exceção.
A opção para isso seria uma Ditadura, que somente os reacionários e os fascistas desejam.
Desafio qualquer pessoa a provar, para mim, que temos governos estaduais e municipais pelo Brasil afora que não sejam de coalizão. Citem um, pelo menos. Ele não existe, pois sem coalizão simplesmente não se governa. Simples assim.
E com o PT e o PCdoB, que são o partidos mais progressistas que dão sustentação ao governo Dilma, tendo sofrido uma significativa derrota nas eleições para o Congresso Nacional neste ano, elegendo apenas 85 deputados federais em 2014, contra 104 em 2010, aí é que ficou ainda mais difícil para Dilma conseguir governar.
O fato concreto é inegável é que a dependência do governo Dilma em relação aos demais partidos da base aliada aumentou em vez de diminuir. E é claro que isso se refletiu na composição do ministério para o próximo mandato.
Além disso, qualquer que fosse o Presidente eleito, o mesmo teria que fazer um amplo governo de coalizão para poder governar.
Assim, por exemplo, se a Luciana Genro tivesse sido eleita, ela também teria que fazer um governo de coalizão para poder governar, se aliando a inúmeros outros partidos, inclusive aos mais conservadores.
Até porque o PSOL é um partido minúsculo e que elegeu apenas 5 deputados federais.
Aliás, em Macapá o PSOL faz exatamente isso, ou seja, um governo de coalizão que tem, até, a participação do PPS, PV e do PRTB (o partido do Levy Fidelix).
Então, todos estes avanços e conquistas econômicas e sociais que tivemos no Brasil nos últimos 12 anos, durante os governos Lula e Dilma, somente foram possíveis porque temos um governo de coalizão dando sustentação a esse projeto de país que visa incluir a todos os brasileiros no acesso aos direitos, benefícios e riquezas garantidos e gerados pelo Brasil.
Abaixo, publico alguns links que provam que a criação de uma série de políticas públicas e iniciativas dos governos Lula e Dilma que precisaram ser aprovadas pelo Congresso Nacional para que pudessem vigorar e que também mostra que o PSOL faz governo de coalizão em Macapá. http://guerrilheirodoentardecer.blogspot.com.br/2014/12/os-governos-de-coalizao-de-lula-e-dilma.html
solle
25 de dezembro de 2014 1:55 amEste Rosario é pau mandado
Este Rosario é pau mandado dos sindicalistas,,,,,,,,,,, Pra quem entende do assunto pingo é letra.
Ricardo Cavalcanti-Schiel
25 de dezembro de 2014 7:39 pmÉ pau, é pedra, é o…
A personalidade política da Presidente Dilma tem-se mostrado tão obstinadamente, tão teimosamente autocentrada e autoreferenciada que é cada dia mais gritante sua incapacidade de aprender qualquer coisa que seja, pelo fato de não saber lidar com ideias estranhas às suas verdades domésticas.
Só parece haver uma coisa pior que isso: tentar explicar isso para os tarefeiros militontos do PT (essa expressão é do Breno Altman: http://operamundi.uol.com.br/brenoaltman/2014/11/24/diferencas-entre-militontos-e-militantes-pro-dilma/).
Milito no (ou, na impossibilidade de estar inteiramente dedicado, nas proximidades do) PT desde 1986, quando o partido ainda prezava pela construção pelas bases e pela oxigenação das ideias. Hoje não tenho mais com quem falar, e o meu desalento é similar ao que o Miguel do Rosário expressa no seu artigo.
Quando o blog publicou uma matéria minha recentemente, no mesmo teor desse artigo do Miguel do Rosário (https://jornalggn.com.br/blog/ricardo-cavalcanti-schiel/a-presidente-em-seu-labirinto-por-ricardo-cavalcanti-schiel), os tarefeiros militontos caíram furiosamente em cima.
Pouco depois li uma entrevista com o insuspeito mestre Wanderley Guilherme (http://paulomoreiraleite.com/2014/12/16/o-governo-deve-satisfacao-quem-o-elegeu/) e cheguei à conclusão de que a burocracia partidária e seus militontos parecem ter, de fato, ingressado em uma realidade paralela, movida por um pragmatismo cujo deleite maior é enfiar a cabeça no buraco.
Tal começa a ser o grau de descolamento com o campo progressista que chego a suspeitar que, por falta de outra legitimação que não a sedução clientelar, os governos do PT não vão além de 2018.
Calvin
25 de dezembro de 2014 7:56 pmQuanto besteirol!
Imprensa (mídia inclui Discovery Kids e Capricho) protegeu o PSDB? Nunca viu as capas da Veja do período FHC (apagão, Motta, escutas, etc.)?
De que século é este socialista?