Jornal GGN – A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão deu o primeiro passo e mostrou a divisão no MPF em relação à Lava Jato. Conforme publicado no Painel, da Folha, hoje o Ministério Público espelha a polarização da sociedade. A PFDC é crítica aos métodos da Lava Jato e, na outra ponta, ainda há quem defenda o grupo. A maioria, no entanto, estaria no centro, com críticas aos colegas, mas sem querer validar o ‘crime de um hacker’.
Em nota, a PFDC disse ser inadmissível que o Estado, para reprimir um crime, se transforme, ele mesmo, em um agente violador de direitos. E o texto remetia às mensagens da turma da Lava Jato e do ex-juiz.
Tais reportagens, sobre as conversas obtidas pelo The Intercept, de que Dallagnol pretendia lucrar com palestras, trouxe o debate à baila. Na coluna, a menção de que os membros da PGR que atuavam no gabinete de Janot e os da força-tarefa do Rio nunca cobraram por palestras.
Mesmo assim, vale o espírito de corpo. Mesmo criticando postura de Dallagnol, os colegas ainda dizem que ele é ‘bem intencionado’, e que ninguém resiste à publicação de três anos de mensagens vazadas.
Já o Conselho Federal da OAB deve debater em agosto medidas a respeito das mensagens já publicadas. Os advogados do colegiado querem provocar tribunais e órgãos de controle para apurar o plano de Dallagnol de criar empresa de palestra em nome das esposas, dele e de outro colega.
Rui Ribeiro
16 de julho de 2019 3:00 pmO inferno está super-lotado de almas que tinham boas intenções aqui nesse Vale de Lágrimas. Será que lá não cabe mais alguns Jatoeiros?
Lúcio Vieira
16 de julho de 2019 3:18 pmMas o DD e toda a sua turma são apenas mais alguns dos esqueletos nos armários destes tantos grupelhos de barnabés de ternos finos e bolsas brilhosas. Podem continuar com eles para si. A história do Brasil é a de sempre prevalecer o espírito de corpo dos improdutivos a fazer-se de conta que são necessários. O que se quer saber é se vai sobrar um tantinho de fresta para alguém confiar em meter-se com o serviço de opressão estatal ou podemos fazer campanha para ir retirando estes gastos desnecessários nos futuros orçamentos.
Naldo
16 de julho de 2019 5:02 pmSimples, perguntem pra essa galerinha se trabalham nos mesmos padrões do lalanhóu…..
Quantos vão se apresentar??????
Jorge Neto
16 de julho de 2019 5:07 pmhttps://youtu.be/If5uh4VJFS8?list=PL4KvFpp9AQ207y6OXqEaHpmTBVlFUsckT
Eduardo
17 de julho de 2019 8:26 amE se, de uma hora para outra, por obra de um “vazamento”, ficar-se sabendo que o “hacker” não é hacker ? E se, a partir dessa hora ficar-se provado que o dados do Intercept foram obtidos de maneira não “criminosa” ? Os procuradores do Centrão continuarão melindrados ?