MP dividido por diálogos de Deltan e Moro, diz jornal

A maioria, no entanto, estaria no centro, com críticas aos colegas, mas sem querer validar o ‘crime de um hacker’.

Foto: Instagram/Roberson Pozzobon

Jornal GGN – A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão deu o primeiro passo e mostrou a divisão no MPF em relação à Lava Jato. Conforme publicado no Painel, da Folha, hoje o Ministério Público espelha a polarização da sociedade. A PFDC é crítica aos métodos da Lava Jato e, na outra ponta, ainda há quem defenda o grupo. A maioria, no entanto, estaria no centro, com críticas aos colegas, mas sem querer validar o ‘crime de um hacker’.

Em nota, a PFDC disse ser inadmissível que o Estado, para reprimir um crime, se transforme, ele mesmo, em um agente violador de direitos. E o texto remetia às mensagens da turma da Lava Jato e do ex-juiz.

Tais reportagens, sobre as conversas obtidas pelo The Intercept, de que Dallagnol pretendia lucrar com palestras, trouxe o debate à baila. Na coluna, a menção de que os membros da PGR que atuavam no gabinete de Janot e os da força-tarefa do Rio nunca cobraram por palestras.

Mesmo assim, vale o espírito de corpo. Mesmo criticando postura de Dallagnol, os colegas ainda dizem que ele é ‘bem intencionado’, e que ninguém resiste à publicação de três anos de mensagens vazadas.

Já o Conselho Federal da OAB deve debater em agosto medidas a respeito das mensagens já publicadas. Os advogados do colegiado querem provocar tribunais e órgãos de controle para apurar o plano de Dallagnol de criar empresa de palestra em nome das esposas, dele e de outro colega.

5 comentários

  1. O inferno está super-lotado de almas que tinham boas intenções aqui nesse Vale de Lágrimas. Será que lá não cabe mais alguns Jatoeiros?

  2. Mas o DD e toda a sua turma são apenas mais alguns dos esqueletos nos armários destes tantos grupelhos de barnabés de ternos finos e bolsas brilhosas. Podem continuar com eles para si. A história do Brasil é a de sempre prevalecer o espírito de corpo dos improdutivos a fazer-se de conta que são necessários. O que se quer saber é se vai sobrar um tantinho de fresta para alguém confiar em meter-se com o serviço de opressão estatal ou podemos fazer campanha para ir retirando estes gastos desnecessários nos futuros orçamentos.

  3. Simples, perguntem pra essa galerinha se trabalham nos mesmos padrões do lalanhóu…..

    Quantos vão se apresentar??????

  4. E se, de uma hora para outra, por obra de um “vazamento”, ficar-se sabendo que o “hacker” não é hacker ? E se, a partir dessa hora ficar-se provado que o dados do Intercept foram obtidos de maneira não “criminosa” ? Os procuradores do Centrão continuarão melindrados ?

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