9 de junho de 2026

MP dividido por diálogos de Deltan e Moro, diz jornal

A maioria, no entanto, estaria no centro, com críticas aos colegas, mas sem querer validar o ‘crime de um hacker’.
Foto: Instagram/Roberson Pozzobon

Jornal GGN – A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão deu o primeiro passo e mostrou a divisão no MPF em relação à Lava Jato. Conforme publicado no Painel, da Folha, hoje o Ministério Público espelha a polarização da sociedade. A PFDC é crítica aos métodos da Lava Jato e, na outra ponta, ainda há quem defenda o grupo. A maioria, no entanto, estaria no centro, com críticas aos colegas, mas sem querer validar o ‘crime de um hacker’.

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Em nota, a PFDC disse ser inadmissível que o Estado, para reprimir um crime, se transforme, ele mesmo, em um agente violador de direitos. E o texto remetia às mensagens da turma da Lava Jato e do ex-juiz.

Tais reportagens, sobre as conversas obtidas pelo The Intercept, de que Dallagnol pretendia lucrar com palestras, trouxe o debate à baila. Na coluna, a menção de que os membros da PGR que atuavam no gabinete de Janot e os da força-tarefa do Rio nunca cobraram por palestras.

Mesmo assim, vale o espírito de corpo. Mesmo criticando postura de Dallagnol, os colegas ainda dizem que ele é ‘bem intencionado’, e que ninguém resiste à publicação de três anos de mensagens vazadas.

Já o Conselho Federal da OAB deve debater em agosto medidas a respeito das mensagens já publicadas. Os advogados do colegiado querem provocar tribunais e órgãos de controle para apurar o plano de Dallagnol de criar empresa de palestra em nome das esposas, dele e de outro colega.

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5 Comentários
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  1. Rui Ribeiro

    16 de julho de 2019 3:00 pm

    O inferno está super-lotado de almas que tinham boas intenções aqui nesse Vale de Lágrimas. Será que lá não cabe mais alguns Jatoeiros?

  2. Lúcio Vieira

    16 de julho de 2019 3:18 pm

    Mas o DD e toda a sua turma são apenas mais alguns dos esqueletos nos armários destes tantos grupelhos de barnabés de ternos finos e bolsas brilhosas. Podem continuar com eles para si. A história do Brasil é a de sempre prevalecer o espírito de corpo dos improdutivos a fazer-se de conta que são necessários. O que se quer saber é se vai sobrar um tantinho de fresta para alguém confiar em meter-se com o serviço de opressão estatal ou podemos fazer campanha para ir retirando estes gastos desnecessários nos futuros orçamentos.

  3. Naldo

    16 de julho de 2019 5:02 pm

    Simples, perguntem pra essa galerinha se trabalham nos mesmos padrões do lalanhóu…..

    Quantos vão se apresentar??????

  4. Eduardo

    17 de julho de 2019 8:26 am

    E se, de uma hora para outra, por obra de um “vazamento”, ficar-se sabendo que o “hacker” não é hacker ? E se, a partir dessa hora ficar-se provado que o dados do Intercept foram obtidos de maneira não “criminosa” ? Os procuradores do Centrão continuarão melindrados ?

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