4 de junho de 2026

Desastre socioambiental como negócio: usinas a fio d’água na Amazônia e seus efeitos desastrosos continuados, por Luis Fernando Novoa Garzon

Por conta da retenção intensificada de sedimentos a montante e do efeito-remanso, os reservatórios não cessam de se expandir lateralmente, engolfando tributários, igarapés, lagos e baixadas.
A fotografia que abre este artigo é da consequência da inundação da comunidade de Nazaré, em Porto Velho (RO), por consequência das hidrelétricas do Madeira (Foto: Marcela Bonfim/Amazônia Real)

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2 Comentários
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  1. ERNESTO GETULIO MICHIELIN VIEIRA

    23 de julho de 2019 10:59 am

    Nuca ouvi alguém dizer que usinas a fio d’água não provocam impactos ambientais. É claro que provocam. Ele escreve como se tivesse descoberto algo inédito.
    Acho que os impactos citados por ele, foram copiados do próprio Estudo de Impacto Ambiental, e de forma resumida.

    1. Anônimo

      1 de agosto de 2019 6:46 am

      Seu comentário está perfeito!
      Acho que a militância está causando represamentos no raciocínio do sociólogo.

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