4 de junho de 2026

PF quer voltar a apurar caixa 2 em campanha de ministro de Bolsonaro

A PF ainda tem outros indícios de recursos não contabilizados pela campanha de Álvaro Antônio e tais dados já estão nos autos enviados para o Ministério Público, que é quem decide se abre anova apuração.
Foto Walter Campanatto - Agência Brasil

Jornal GGN – O alvo da sugestão da Polícia Federal, de voltar à carga em apuração de caixa 2 na campanha do PSL de Jair Bolsonaro, decorre de investigação de candidatas laranjas com dinheiro revertido para a campanha do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. As informações são da Folha.

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Em matéria de domingo, a mesma Folha revelou um depoimento e uma planilha apreendidas na investigação do caso de suspeita de que o dinheiro obtido no esquema de laranjas do PSL abasteceu, por meio de caixa dois, as campanhas do presidente Jair Bolsonaro e de Álvaro Antônio. Álvaro era coordenador da campanha de Bolsonaro em Minas Gerais e candidato à deputado federal.

A PF ainda tem outros indícios de recursos não contabilizados pela campanha de Álvaro Antônio e tais dados já estão nos autos enviados para o Ministério Público, que é quem decide se abre anova apuração. O promotor Fernando Ferreira Abreu confirmou que haverá novas investigações, mas não deu detalhes.

“Nas apurações do laranjal, Álvaro Antônio foi indiciado e denunciado na semana passada, ao lado de outras dez pessoas, sob acusação dos crimes de falsidade ideológica eleitoral, apropriação indébita de recurso eleitoral e associação criminosa —com penas de até cinco, seis e três anos de cadeia, respectivamente”, diz matéria da Folha.

Na outra ponta, Sergio Moro, ministro da Justiça de Bolsonaro, já foi para suas redes sociais neste domingo fazer a defesa do presidente, apesar de as investigações estarem sob sigilo. “Jair Bolsonaro fez a campanha presidencial mais barata da história. Manchete da Folha de S.Paulo de hoje não reflete a realidade. Nem o delegado, nem o Ministério Público, que atuam com independência, viram algo contra o PR [presidente da República] neste inquérito de Minas. Estes são os fatos”, afirmou o ministro Moro.

Na matéria deste domingo, a Folha mostrou que Haissander Souza de Paula, assessor parlamentar de Álvaro Antônio à época e seu coordenador de campanha à deputado federal, disse em depoimento à PF que acha que parte dos valores depositados para as campanhas femininas, na verdade, foi usada para pagar material de campanha de Marcelo Álvaro Antônio e de Jair Bolsonaro”.

Em planilha apreendida em empresa investigada, a Viu Mídia, intitulada “MarceloAlvaro.xlsx” há menção ao fornecimento de material eleitoral para a campanha de Bolsonaro com a expressão “NF out”, o que, na compreensão dos investigadores, significa pagamento ‘por fora’.

Na prestação de contas de Jair Bolsonaro à Justiça Eleitoral não há gastos listados com a Viu Mídia.

A Polícia Federal pediu a abertura de mais dois inquéritos, além deste, para investigar de forma individual os outros envolvidos no esquema.

Redação

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3 Comentários
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  1. Rui Ribeiro

    7 de outubro de 2019 10:54 am

    Quais as diferenças e semelhanças entre o Luciano Bivar e o Alcoólatra?

    O Luciano Bivar, Presidente do P$L, disse sobre o Laranjal do P$L:

    “Se tem rolo agora, como dizem, imagine o rolo que vai ser com esse fundo partidário e a gente tendo que destinar 30% para mulheres? Se tem rolo agora, multiplica por 10 na próxima eleição.”

    Certa vez um Alcoólatra foi consultar um médico. Quando ele entrou no consultório, o médico logo percebeu que ele era alcoólatra e que seus problemas de saúde eram derivados do alcoolismo. Em razão disso, o médico pediu à sua Secretaria que lhe trouxesse um copo de cachaça e um pedaço de carne fresca e crua. Quando atenderam ao pedido do médico, ele mostrou a carne fresca e crua e a cachaça ao Alcoólatra. Em seguida, colocou o pedaço de carne dentro do copo de cachaça e pediu ao alcoólatra que saísse e esperasse durante um tempo enquanto ele atenderia outras pessoas. Depois de atender duas pessoas, o médico chama o Alcoólatra e lhe mostra o pedaço de carne todo deformado pela cachaça, a fim de dissuadí-lo de continuar se alcoolizando. Quando o alcoólatra viu o estrago que a cachaça fez com a carne, ele disse para o médico que não ia mais comer carne.

    Se assassinar alguém traz rolos, deve-se descriminalizar os homicídios. Os Idiotas perderam a modéstia.

  2. peregrino

    7 de outubro de 2019 12:11 pm

    É na base do um por um que se chega a todos…
    ainda mais com a falta de “inteligência” revelada, conforme demonstrado em “NF out”

  3. Dilma Coelho

    8 de outubro de 2019 11:50 am

    Eu estava ao lado do Jair, quando este covarde desferiu o golpe, diz deputado federal Marcelo Álvaro Antônio (PSL).
    ** O deputado conhece a história da fake facada, está garantido… dificilmente será investigado.
    https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2018/09/06/interna_politica,986834/eu-estava-ao-lado-do-jair-quando-este-covarde-desferiu-o-golpe-diz.shtml
    Além disso ainda tem a história dos laranjas.
    Êta governo e sinistro da justiça canalhas

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