
Jornal GGN – Profissionais da chamada blogosfera progressista foram recebidos pela presidente Dilma Rousseff (PT) na tarde desta sexta-feira (26), no Palácio da Alvorada, para uma entrevista coletiva que foi transmitida ao vivo na internet. Em meio a perguntas sobre saúde, segurança, economia, infraestrutura e política, Dilma pôde esclarecer projetos encampados ou abandonados (caso do trem bala) durante seu mandato, além de corrigir falas que, segundo ela, foram distorcidas por veículos da grande mídia. Aproveitando o gancho, coube a Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania, perguntar à presidente por que, ciente da situação corriqueira, ela preferiu apanhar calada da imprensa durante quase quatro anos – esboçando, somente agora, em ano eleitoral, alguma reação.
Para embasar a questão, Guimarães e outros blogueiros citaram, antes, a manipulação de informações pelos grandes grupos de comunicação, que vai desde a Petrobras até o recente discurso da presidente na ONU. Muitos jornais manchetaram que Dilma é a favor de “negociar com terroristas”. A petista não justificou a postura passiva que teve nos últimos anos, mas concordou que construir um contraponto em defesa do próprio governo é algo que precisa ser perseguido mais incisivamente num possível segundo mandato.
“O que nós vemos é que, no Brasil, tem uma forma de fazer oposição que tem que ser denunciada, que é a forma do quanto pior [for o desempenho do atual governo], melhor [para esta oposição]. Tem uma parte da imprensa que faz oposição, mas a oposição [dos partidos políticos] também faz. Essa história da imprensa fazer oposição não é monopólio do Brasil. Acontece em várias partes do mundo. O que é verdade é que a situação agora é mais difícil. Por isso, cheguei à conclusão de que, na minha campanha [à reeleição], a verdade vai vencer a mentira. Eu tenho tentado [fazer esse contraponto à oposição], e agradeço a quem me ajuda. É um debate que terá de ser feito no segundo mandato”, comentou Dilma.
Regulamentação da mídia
No início do encontro, Dilma voltou a defender a regulamentação econômica da mídia, afirmando que acredita que o Brasil, agora, está “maduro” para discutir essa pauta. Segundo ela, a regulamentação não criaria nenhum tipo de censura à produção de conteúdo ou liberdade de imprensa e expressão. Atenderia, sim, aos artigos da Constituição de 1988 que cobram a inexistência de monopólios e oligopólios na mídia.
“A regulação tem que ter uma base, e essa base é a econômica. A concentração de poder ecoômico dificilmente leva a relações democráticas. Leva, sim, a relações assimétricas de poder, de informação e prepotência em qualquer área”, disse Dilma.
A presidente ainda destacou o papel dos blogueiros na democratização da informação. “Os blogueiros representam como a liberdade de expressão pode ser estimulada por novos meios de comunicação. A internet possibilitou isso. Mas independentemente desse avanço, eu entendo que o Brasil tem que regulamentar a mídia”, endossou.
Segurança
Questionada sobre a necessidade de melhorar a segurança no país, Dilma reforçou que o governo estuda intensificar a integração entre as polícias, a exemplo do que aconteceu na Copa do Mundo. Ela também reafirmou que é contra os abusos provocados com base nos autos de resistência. Para ela, em geral, o que se vê no país é o uso desse mecanismo para justificar inúmeros assassinatos, principalmente entre jovens negros e da periferia.
Dilma disse que a União não tem o poder de desmilitarizar as policias, pois é uma proposta inconstitucional. Ela também classificou a atual política carcerária como “cega”. “Nós temos um quadro que mistura péssimas condições [para os presos], com direito a tortura, e a resistência de que ninguém [governo] quer isso em seu estado. Para se ter ideia, nós ainda temos dinheiro para construir presídios, mas ninguém quer”, disse.
A presidente ainda falou em ampliar a capacitação técnica dos encarcerados. Ela lembrou que no próximo ano, o Pronatec terá 12 milhões de vagas disponíveis, e que uma parcela disso poderia atender a determinados perfis de presidiários. A petista insistiu que o país precisa investir, para além da inclusão social, na qualificação profissional. Segundo ela, sem esse avanço, a situação próxima de pleno emprego não irá se sustentar.
Reforma Política
Sobre reforma política, Dilma disse que insistirá no plebiscito, porque só a força do povo criará o cenário ideal às mudanças. “O desafio do país é maior que o sistema político. Quando você tem um sapato menor do que o pé, você tem que trocar o sapato. E o país, nesse caso, é o pé.”
Saúde pública
Segundo Dilma, depois da questão do atendimento básico, parcialmente resolvida com o Mais Médicos, a prioridade do governo é atacar as especialidades. Para a presidente, isso só será possível discutindo o rearranjo da parceria entre o sistema público de saúde e o privado.
“Você só resolve o problema das especialidades se regular melhor a relação entre o mundo público e o privado. O privado vai ter que pagar pelo público e o público, pelo privado. A discussão será colocada na ordem do dia, porque não dá para acreditar que o governo federal, estados e municípios, vão fazer uma rede pública para especialidades. Nós não damos conta. Se não integrarmos os dois mundos, não vamos dar conta de atender todo o Brasil.”
Roberto São Paulo-SP 2014
26 de setembro de 2014 11:03 pmPesquisa Datafolha —TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”.
———- Segundo turno
O levantamento divulgado nesta sexta indica que, em um eventual segundo turno entre Dilma e Marina, a candidata do PT tem 47% das intenções de voto e a do PSB, 43%. Segundo o Datafolha, “embora persista o empate técnico no limite da margem de erro, há maior probabilidade de Dilma estar à frente de Marina neste cenário”. Na semana passada, Marina tinha 46% e Dilma, 44%.—–
Dilma tem 40%, Marina, 27%, e Aécio, 18%, aponta pesquisa Datafolha
Em simulação de segundo turno, Dilma tem 47% e Marina, 43%.
Instituto ouviu 11.474 eleitores nos dias 25 e 26 de setembro.
Do G1, em São Paulo—26/09/2014 19p4 – Atualizado em 26/09/2014 19p7
Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (26) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para a Presidência da República:
– Dilma Rousseff (PT): 40%
– Marina Silva (PSB): 27%
– Aécio Neves (PSDB): 18%
– Pastor Everaldo (PSC): 1%
– Luciana Genro (PSOL): 1%
– Eduardo Jorge (PV): 1%
– Zé Maria (PSTU): 0%*
– Rui Costa Pimenta (PCO): 0%*
– Eymael (PSDC): 0%*
– Levy Fidelix (PRTB): 0%*
– Mauro Iasi (PCB): 0%*
– Branco/nulo/nenhum: 5%
– Não sabe: 6%
* Cada um dos cinco indicados com 0% não atingiu, individualmente, 1% das intenções de voto; somados, eles têm 1%.
No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 19, Dilma tinha 37%, Marina, 30%, e Aécio, 17%.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”.—
—- Segundo turno
O levantamento divulgado nesta sexta indica que, em um eventual segundo turno entre Dilma e Marina, a candidata do PT tem 47% das intenções de voto e a do PSB, 43%. Segundo o Datafolha, “embora persista o empate técnico no limite da margem de erro, há maior probabilidade de Dilma estar à frente de Marina neste cenário”. Na semana passada, Marina tinha 46% e Dilma, 44%.
Na simulação de segundo turno entre Dilma e Aécio, a petista vence por 50% a 39% (49% a 39% na semana anterior).
O Datafolha ouviu 11.474 eleitores em 402 municípios nos dias 25 e 26 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00782/2014.
Espontânea
Na modalidade espontânea da pesquisa (em que o pesquisador somente pergunta ao entrevistado em quem ele pretende votar, sem apresentar a lista de candidatos), os resultados são os seguintes:
– Dilma Rousseff : 33%
– Marina Silva: 21%
– Aécio Neves: 14%
– Outras respostas: 2%
– Em branco/nulo/nenhum: 5%
– Não sabe: 25%
Rejeição
A presidente Dilma tem a maior taxa de rejeição (percentual dos que disseram que não votam em um candidato de jeito nenhum). Nesse item da pesquisa, os entrevistados puderam escolher mais de um nome.
– Dilma Rousseff: 31%
– Marina Silva: 23%
– Pastor Everaldo: 22%
– Aécio Neves: 20%
– Zé Maria: 17%
– Levy Fidelix: 17%
– Eymael: 16%
– Luciana Genro: 15%
– Rui Costa Pimenta: 14%
– Eduardo Jorge: 13%
– Mauro Iasi: 13%—-
url:
http://g1.globo.com/politica/eleicoes/2014/noticia/2014/09/dilma-tem-40-marina-27-e-aecio-18-aponta-pesquisa-datafolha.html
Fernando ( não logado )
26 de setembro de 2014 11:03 pmEla é o cara
Sempre bom ouvir a Dilma falar.
Clara, didática e sem embromation.
Alessandre de Argolo
26 de setembro de 2014 11:07 pmA pergunta sobre a grande imprensa é uma bobagem
Do ponto de vista dialético, é tão “legítimo” (aspas essenciais, pois o ideal é a imparcialidade e independência, máxima possível) ter uma imprensa oposicionista quanto ter uma imprensa governista. Existir uma e outra corrente deriva do fato de se existir uma imprensa formada por pessoas com interesses a defender, dos mais variados tipos.
No fundo, a crítica à grande imprensa, da forma que é posta pelos integrantes da blogosfera, é improcedente e um tiro no pé. Ela sempre será interpretada como uma defesa da blindagem do governo, não há jeito. Ou seja, no fundo, a crítica é sim uma ataque contra o próprio direito da imprensa existir, inclusive a que está presente na blogosfera, já que não se pode permitir que somente órgãos favoráveis ao governo é que possam existir.
Nem adianta falar em defesa de um jornalismo mais digno, ético, que se prenda aos fatos, sem distorcê-los. Isso não é um pecado apenas da grande imprensa que faz oposição ao governo. Os que defendem o governo a todo custo também praticam as suas distorções interessadas. Se a ideia inicial é falar bem, os fatos serão veiculados atendendo a essa diretriz, do mesmo jeito se a ideia inicial for falar mal.
Então é isso. É preciso conviver com os dois lados, apontando os erros e desvios éticos, que sempre irão existir, não importa se do lado da grande imprensa ou se do lado da blogosfera.
Georgeis10
27 de setembro de 2014 4:55 amBesteira!
Besteira!
No tempo do FHC a mídia estava quietinha e satisfeita.
Só aparece para incomodar quando o governo de ocasião contraria seus interesses, como ocorreu com Getúlio, com o fim da Ditadura e com o Lula.
Bispo da Dama
27 de setembro de 2014 12:21 pmDez, Georgeis !!
Mas evite dar idéia pra esse aí que é o supra sumo da imbecilidade e um pedante incorrigível.
Veja que ele tenta justificar a parcialidade dos alienados veículos de comunicação unicamente pelos interesses que cada um possui. Ora, será que esse rábula não sabe que as pessoas e entidades sempre defenderão seus interesses?
A questão aqui é os métodos usados para defender esses interesses, que no caso da imprensa golpista são invariavelmente espúrios.
Alessandre de Argolo
28 de setembro de 2014 9:37 pmO fake beata de padre quer falar de forma cifrada e mudar o foco
Não muda nada, fake. O que eu disse continua válido. A questão da forma como se faz jornalismo já é tratada pela legislação vigente e o mercado de leitores, consumidores do jornalismo, que tenha senso crítico para fazer as suas escolhas.
A questão é o que eu falei. O problema dos jornalistas lulopetistas, que defendem o governo a qualquer custo, é que eles querem atuar no mercado sozinhos e não gostam das críticas ao governo. Que eles não gostem, é problema deles. As críticas não vão deixar de existir porque eles não gostam.
Se as críticas são feitas de forma eticamente incorretas, por meio de distorções ou mentiras intencionais, isso tem que ser enfrentado no debate democrático e por meio dos instrumentos legais existentes.
Com o que ninguém vai concordar é que a imprensa brasileira se torne monocórdica, atuando exclusivamente em defesa do governo, que é o que esses jornalistas querem, inclusive por meio de distorções e mentiras.
Esses que foram a esse encontro nunca criticaram o governo, como se não existisse nada para ser criticado. Esse tipo de imprensa não interessa. Se dependesse deles, nada sobre o mensalão ou sobre o petrolão seria divulgado. Isso é uma forma de alienar o povo da verdade dos fatos, exatamente a mesma coisa que eles criticam na grande imprensa.
Roberto São Paulo-SP 2014
27 de setembro de 2014 12:06 amPESQUISA ISTOÉ SENSUS| BR-0756/2014
Empate na reta final
Pesquisa ISTOÉ/Sensus mostra que a sucessão presidencial será decidida no segundo turno e que Aécio e Marina chegam embolados na última semana de campanha
ISTOÉ | N° Edição: 2340 | 26.Set.14 – 19:30 | Atualizado em 26.Set.14 – 20:43
Os candidatos Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) entram na semana que antecede o primeiro turno das eleições presidenciais em empate técnico. Essa é a principal constatação feita pela pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada entre o domingo 21 e a sexta-feira 26.
Segundo o levantamento, Marina tem 25% das intenções de voto e Aécio 20,7%. Como a margem de erro da pesquisa é de 2,2% para mais ou para menos, ambos estão empatados tecnicamente na briga por um lugar no segundo turno.
A presidenta Dilma Rousseff (PT) conta com 35% e só não estará na segunda etapa da disputa se houver uma hecatombe nuclear sobre a sua campanha.
A pesquisa mostra que tanto Dilma como Aécio acertaram nas estratégias adotadas nas últimas semanas. A presidenta reforçou os ataques contra Marina, exagerou na defesa de seu governo e intensificou as agendas públicas. Com isso, cresceu 5,3% durante o mês de setembro. O senador mineiro procurou demonstrar as semelhanças entre Dilma e Marina, questionou a veracidade do que ambas mostravam em seus discursos e colocou-se como a alternativa mais segura para mudar os rumos do País. A estratégia lhe valeu um crescimento de 5,5 pontos percentuais nos últimos 30 dias.
Já Marina apostou em se colocar como vítima de uma campanha que chama de “difamatória” e adotou um tom emocional tanto em entrevistas como nos palanques. Não conseguiu explicar as contradições de seus discursos e perdeu 4,5 pontos percentuais em menos de um mês.
“Pela primeira vez se constata a situação de empate técnico entre Marina e Aécio. O senador mineiro chega na reta final com tendência de crescimento e a ex-senadora com tendência de queda”, diz Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus.
A pesquisa ouviu dois mil eleitores de 24 Estados e também constatou um significativo aumento no índice de rejeição da candidata Marina Silva. No início do mês, 22,3% dos eleitores diziam que não votariam em Marina de forma alguma. Na semana passada esse índice saltou para 33%, superando a rejeição ao senador tucano que variou de 31,5% para 31,9%. A rejeição à presidenta continua na casa dos 40%, o que, segundo Guedes, é um empecilho à reeleição. “O aumento da rejeição a Marina, já superior ao de Aécio, é outro dado que permite afirmar que permanece aberta a possibilidade de um segundo turno entre PT e PSDB”, avalia Guedes. Segundo ele, a candidata do PSB entrou na disputa com um forte apelo emocional, mas com o passar do tempo o eleitor passou a enxergar sua candidatura de forma mais racional.
O levantamento realizado em 136 municípios de cinco regiões mostra em um eventual segundo turno com Aécio, Dilma somaria 43,4% dos votos contra 38,2% se a disputa fosse realizada agora.
No cenário de segundo turno entre Dilma e Marina haveria empate, com 40,5% para Dilma e 40,4% para Marina.
O GURU
FHC procura mobilizar as lideranças tucanaspara transferir
votos a Aécio. Alckmin é o principal aliado
As tendências mostradas pela última pesquisa ISTOÉ/Sensus confirmam os dados levantados diariamente pelas campanhas dos três principais candidatos. E é com base nesses números que são traçados os planos para os dias que antecedem o primeiro turno. No PT, a palavra de ordem é manter os ataques contra a candidatura de Marina e intensificar a mobilização dos militantes para atos de rua nas principais cidades do País.
No QG de Dilma há a avaliação de que, como as principais lideranças no partido não têm obtido bons resultados em seus Estados, é necessário ocupar as praças para manter um crescimento na última semana. Os caciques petistas avaliam que é possível sair das urnas com cerca de 40% dos votos.
Nesses últimos dias de campanha antes do primeiro turno, os tucanos, comandados pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, preparam uma ofensiva nos maiores colégios eleitorais do País. Aécio, que na última semana esteve sete vezes em Minas, irá ficar mais tempo nas ruas. Em São Paulo, os eventos ao lado do governador Geraldo Alckmin serão quase diários. No Estado com o maior número de eleitores, os tucanos lideram a disputa e o governador deverá ser reeleito no primeiro turno. Aliados de Aécio também têm chances de sair vitoriosos já no domingo 5 no Paraná, no Pará, em Goiás e na Bahia. Segundo FHC, é possível que essas lideranças regionais consigam transferir uma grande quantidade de votos para Aécio na reta final da campanha.
No PSB, a proposta é sair da defensiva para procurar estancar a perda de votos verificada nas últimas semanas. Para tanto há um esforço para procurar não contaminar a campanha com a divisão interna que vem ocorrendo no partido. Com fragilidade nos palanques regionais, Marina deverá usar os últimos programas no horário eleitoral e os debates nas tevês para fazer críticas ao governo de Dilma e à polarização PT/PSDB, que pauta as disputas presidenciais desde 1994. No lugar de vítima dos ataques dos adversários, Marina tentará se posicionar como uma real terceira via, repetindo o discurso que o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos entoou no início da campanha.
Apesar de as tendências já estarem postas, de acordo com Ricardo Guedes, não será surpresa se durante esta semana as pesquisas mostrarem movimentos bastante acentuados por parte dos eleitores. Ele avalia que, ao contrário do que ocorreu em eleições anteriores, os eleitores só agora, na reta final, passaram a observar melhor os candidatos e as escolhas não têm seguido uma lógica partidária. “O brasileiro quer mudar, mas não quer embarcar em aventuras”, conclui.
URL:
http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/economia/20140926/pesquisa-istoe-sensus-mostra-empate-reta-final/193632.shtml
Euler Conrado
27 de setembro de 2014 2:01 amNão confio nesta pesquisa da
Não confio nesta pesquisa da Sensus. Precisavam ouvir a entrevista que o diretor da Sensu deu à Rádio Itatiaia, de Minas, no início desta semana. Parecia o coordenador de campanha de Aécio Neves. Citou o nome dele umas 30 vezes, pelo menos, e nem uma única vez falou da presidenta Dilma. Disse que Marina estava caindo nas pesquisas, o que não é novidade, mas que Aécio estaria crescendo e se projetando para disputar o segundo turno. E ainda teve a cara de pau de dizer que nenhum dos três candidatos, naquela altura, estaria garantido no segundo turno, dando a entender que os três estariam embolados com os mesmos índices. Nunca vi ou ouvi tanta cretinice de um diretor de um instituto de pesquisa. Pena que as entrevistas da Itatiaia, rádio totalmente tucana, não são gravadas, senão vocês poderiam conferir o ridículo que foi esta entrevista, numa clara campanha eleitoral em favor do candidato tucano.
Bernardo F Costa
27 de setembro de 2014 12:35 amÉ muito fácil falar o que as
É muito fácil falar o que as pessoas querem ouvir. Quero ver quando os entrevistadores mudarem, como vai ser o tom da coisa. É curioso também a presidente vir dizer que o país está maduro para discutir o tema enquanto que eles mesmos retiraram nessa mesma eleição o tema do plano de governo por considerarem o mesmo passível de crítica.
http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/democratizac-o-da-midia-fica-fora-de-plano-de-governo-de-dilma-1.261074
Euler Conrado
27 de setembro de 2014 12:37 amNo Jornal Nacional de hoje, a
No Jornal Nacional de hoje, a Globo disse que a presidenta “não fez campanha” hoje e apenas deu entrevista para “blogueiros ligados ao PT”. Muita cara de pau desta Globo, que continua em plena campanha anti-Dilma e anti-PT. Precisavam ver como foi a cobertura “jornalística” (aspas) dos três candidatos. Primeiro a Globo falou sobre a contradição entre o baixo crescimento econômico e o pleno emprego, finalizando com a opinião de um economista que ameaçou: se o país não voltar a crescer o desemprego aumentará.
Na sequência, a Globo focalizou a campanha de Aécio, sempre rodeado de muita gente e sorridente, falando adivinhem sobre o quê? Claro, sobre como ele fará o Brasil retomar o crescimento econômico, gerando mais empregos, e blá, blá, blá. Conversa oca, mas ligada à reportagem anterior da Globo. Uma clara campanha eleitoral em favor do candidato tucano.
Já Marina também foi focalizada nos melhores momentos: rodeada por apoiadores, com a fala decorada de costume, aquela retrato de pureza moral e ética que só os bestas acreditam.
Já Dilma, claro, foi focalizada nos piores momentos. O cinegrafista apresentou a presidenta isolada, andando sem ninguém ao seu redor, e depois falando com gestos e palavras que não diziam nada, descompassados.
O que a Globo faz contra Dilma é criminoso e mereceria uma denúncia formal nacional e mundial. Nós, brasileiros, especialmente os de baixo, não podemos continar aceitando isso.
Dá vontade de ir no estúdio da Globo e colocar fogo naquele prédio. Claro que se trata de uma expressão de indignação apenas, da minha parte, e jamais faria isso, mesmo contra uma emissora que conspira dia e noite contra o povo brasileiro. Vamos derrotá-la nas urnas. Mas, que é revoltante é.
Que a presidenta Dilma, Lula e o PT aprendam a lição sobre o papel dos meios de comunicação no Brasil. Eles, nas mãos de uma máfia midiática, estão matando o nosso povo, as nossas conquistas, os nossos sonhos.
Viva o povo brasileiro! Apesar das manipulações midiáticas, vamos derrotar mais uma vez a direita golpista. Nas urnas e nas ruas, quando necessário.
Francy Lisboa
27 de setembro de 2014 6:38 amHaha. Calma Euler, calma.
Haha. Calma Euler, calma. Acho que a população sabe que a Globo odeia o PT. Aqueles que dizem o contrário é pq estão na fase de negação da doença chamada alienação.
josé adailton
27 de setembro de 2014 12:58 amImprensa opositora?
A presidente e candidata Dilma Rousseff se valeu de dados errados sobre a dívida pública para negar a necessidade de um “choque fiscal”
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/09/1522914-dinheiro-publico–cia-para-negar-choque-fiscal-dilma-usa-dados-errados-sobre-divida-publica.shtml
Fabio Passos
27 de setembro de 2014 1:48 amPrá cima do PiG, Presidenta Dilma!
Estes oligarcas decrépitos são o atraso do Brasil.
ruyacquaviva
27 de setembro de 2014 1:50 amRegulação já
Por diversas vezes neste mesmo blog tivemos a oposrtunidade de debater e constatar com FATOS CONCRETOS o partidarismo e a falta de escrúpulos da grande imprensa em mentir, distorcer e esconder fatos.
O problema não é as empresas da mídia tomarem posição no cenário político partidário. Seria honesto se o fizessem abertamente, como a Carta Capital faz há vários anos e é comum em muitos países democráticos. Ficar mentindo que é imparcial quando tem um lado é desonesto. Mas nem é essed o problema.
O que se reclama é o uso de mentiras como a ficha falsa de Dilma e tantos outros casos amplamente debatidos neste mesmo blog, onde a imprensa simplesmente mentiu e caluniou sem ser responsabilizada por esse crime. Em muitos casos ficou provada a mentira veiculada na mídia e não houve a menor retratação, ficando tudo por isso mesmo e a mentira sobrepujando a verdade, por mais comprovada que estivesse, devido a imposição do poder econômico da grande imprensa.
O direito de resposta tem que ser regulamentado e garantido. A imprensa tem que ser responsabilizada e punida nos termos da lei quando mente e calunia.
Além de propalar mentiras, a mídia se une para esconder informações do grande público como se viu no caso do colapso do sistema Cantareira, onde a desinformação prejudica a sociedade e no caso da corrupção sistêmica no metrô de São
Paulo, protegendo corruptos e perpetuando o assalto aos cofres públicos.
Outro problema é a cartelização da mídia. Nossa mídia e extremamente concentrada, formando um oligopólio que agem em conjunto monopolizando os meios de comunicação de massa, que a exceção dos jornais e revistas impressos, são conceções públicas.
É necesário ter regras claras que impeçam a propriedade cruzada e a excessiva concentração econômica do setor, garantindo a pluralidade e o acesso dos vários setores da sociedade ao espaço representado pelas concessões de rádio e televisão. Os meios de comunicação de massa não podem ser oligopolizados porque isso fará com que atendam a grupos econômicos e não à sociedade.
É necessário ter regras claras, justas e democráticas regendo as concessões de rádio e televisão e aplicar leis contra a monopolização do setor e as práticas comerciais desleais.
A regulamentação que falta já está prevista na Constituição de 1988 e é aplicada em países democráticos como a Inglaterra, França e EUA. Tal legislação é boicotada contínuamente pelos grandes grupos econômicos que dominam a mídia e não raramente a colocam a serviço de interesses escusos e prejudiciais ao País e à sociedade.
Só tem é contra a regulamentação da mídia quem quer que esta seja usada como instrumento de poder através da desinformação e da imposição de mentiras.
Jehoiachim
27 de setembro de 2014 1:59 amJosé Adailton, nos poupem, só alienados acreditam
José Adailton, nos poupem. Com tantos órgãos de credibilidade você vai acreditar logo no UOL e na Folha? O UOL é tão honesto que me cobrou por dez anos uma assinatura de $30,00 por mês, quando instalei na minha casa o Velox. A conta só foi cancelada quando entrei no PROCON e até hoje não tive o meu reembolso, Ou prá vc isto não é roubo?
Maria Rita
27 de setembro de 2014 2:15 amA regulamentação da mídia não
A regulamentação da mídia não tem nada a ver com a imprensa escrita que tem uma tradição empresarial que consolidou-se em meados do século XIX. É invenção burguesa desde muito antes, quando se falava na palavra panfletária. O direito de resposta sim, está atrelado a qualquer meio de comunicação, embora ainda seja visto pela justiça como censura, o que de fato não é. Quando vemos uma lei ser implantada por conta da invasão de privacidade na Internet (caso Carolina Dickman), por que seria diferente uma notícia não fundamentada que acaba por destruir reputações alheias (caso da escola base, o exemplo mais conhecido)? A regulamentação da mídia, na minha visão, refere-se à concessão de canais de TV aberta e a cabo e deveria sim, ter regras como existem nos EUA, na Inglaterra e outros países de ponta.Com concorrência pública, com prazos e regras de renovação. Por que aqui essa regalia a perder de vista a poucas famílias? Não é mais um caso de debate e sim de propostas e estudos para implantação imediata, tudo com prazo de urgência. O conteúdo sim, poderia ser tema de debates, mas com etapas precisas para que não vire novela. Dilma, voto em você de coração e peito aberto, mas a regulamentação da mídia é pra ontem.
Marco Antonio L.
27 de setembro de 2014 2:32 amDiminuiu chance de ter 2º
Diminuiu chance de ter 2º turno, avalia DatafolhaWWW.EM.COM.BR
O resultado da pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira, indica que pode diminuir a chance de a eleição presidencial ser definida no segundo turno. “O resultado…
Diminuiu chance de ter 2º turno, avalia Datafolha
Agência Estado
Publicação: 26/09/2014 20:07 Atualização: 26/09/2014 20:22
O resultado da pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira, indica que pode diminuir a chance de a eleição presidencial ser definida no segundo turno. “O resultado é importante porque indica a diminuição da chance de ter segundo turno”, destacou o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino, em entrevista à TV Folha, após a divulgação dos novos números da pesquisa que indicam Dilma Rousseff (PT) subindo de 37% para 40%, Marina Silva (PSB) caindo de 30% para 27% e Aécio Neves (PSDB) oscilando positivamente de 17% para 21% no primeiro turno. Em termos de votos válidos, Dilma tem 45%, Marina tem 31% e Aécio 21%.
Saiba mais…Segundo o diretor-geral do Datafolha, a pesquisa indica também que a disputa pelo segundo lugar, entre Marina Silva e Aécio Neves, tende a se acirrar nesta reta final para a eleição em primeiro turno. “A questão é saber se o tucano terá fôlego para alcançar Marina.” Apesar da avaliação, Paulino reiterou que se for mantida a média de votos nulos e brancos das eleições anteriores, de 8% e 9%, e se Dilma alcançar entre 45% a 46% dos votos no primeiro turno (hoje ela tem 40% da intenções de voto), tem grande chance de fechar a eleição no primeiro turno e ser reeleita. “Se Dilma subir mais 5 a 6 pontos, liquida a fatura no primeiro turno”, emendou.
Segundo o diretor do Datafolha, o Nordeste foi a região que deu maior vantagem a Dilma e, consequentemente, a perda de intenção de votos para Marina. “No Nordeste, Marina perdeu 9 pontos e Dilma cresceu 6 pontos, o que simboliza o reflexo da propaganda do medo (da campanha petista) e a preocupação dos eleitores de baixa renda dessa região, que tem mais acesso aos benefícios sociais, perderem tais conquistas caso Dilma não vença essas eleições”.
A pesquisa Datafolha ouviu 11.474 eleitores em 402 municípios do Brasil. A margem de erro máxima é de dois pontos porcentuais e o nível de confiança, de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00782/2014.
Motta Araujo
27 de setembro de 2014 3:29 amQue titulo idiota, queriam
Que titulo idiota, queriam que a Presidente fizesse o que? Bater boca com jornais?
Dentro da lei a imprensa tem a opinião que quiser ter.
Gilson AS
27 de setembro de 2014 5:22 amEla sempre disse que preferia
Ela sempre disse que preferia uma imprensa livre do que o silêncio das ruas.
E que o seu único controle era o remoto.
Agora segura presidenta !
Se as eleições hoje estão ruins, 2018 será muito pior.
A direita,PIG,oposição,militares, judiciário, sociedade civil conservadora e afins, virão com tudo para derrubar o PT.
Portanto, crie um contraponto ao PIG, e divulgue melhor o seu governo.
Mario Alex
27 de setembro de 2014 9:42 amDiga não ao segundo turno.
Diga não ao segundo turno. Dilma 2014.
Marco Antonio L.
27 de setembro de 2014 10:34 amDiminuiu chance de ter 2º
Diminuiu chance de ter 2º turno, avalia Datafolha
Agência Estado
Publicação: 26/09/2014 20:07 Atualização: 26/09/2014 20:22
O resultado da pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira, indica que pode diminuir a chance de a eleição presidencial ser definida no segundo turno. “O resultado é importante porque indica a diminuição da chance de ter segundo turno”, destacou o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino, em entrevista à TV Folha, após a divulgação dos novos números da pesquisa que indicam Dilma Rousseff (PT) subindo de 37% para 40%, Marina Silva (PSB) caindo de 30% para 27% e Aécio Neves (PSDB) oscilando positivamente de 17% para 21% no primeiro turno. Em termos de votos válidos, Dilma tem 45%, Marina tem 31% e Aécio 21%.
Saiba mais…Segundo o diretor-geral do Datafolha, a pesquisa indica também que a disputa pelo segundo lugar, entre Marina Silva e Aécio Neves, tende a se acirrar nesta reta final para a eleição em primeiro turno. “A questão é saber se o tucano terá fôlego para alcançar Marina.” Apesar da avaliação, Paulino reiterou que se for mantida a média de votos nulos e brancos das eleições anteriores, de 8% e 9%, e se Dilma alcançar entre 45% a 46% dos votos no primeiro turno (hoje ela tem 40% da intenções de voto), tem grande chance de fechar a eleição no primeiro turno e ser reeleita. “Se Dilma subir mais 5 a 6 pontos, liquida a fatura no primeiro turno”, emendou.
Segundo o diretor do Datafolha, o Nordeste foi a região que deu maior vantagem a Dilma e, consequentemente, a perda de intenção de votos para Marina. “No Nordeste, Marina perdeu 9 pontos e Dilma cresceu 6 pontos, o que simboliza o reflexo da propaganda do medo (da campanha petista) e a preocupação dos eleitores de baixa renda dessa região, que tem mais acesso aos benefícios sociais, perderem tais conquistas caso Dilma não vença essas eleições”.
A pesquisa Datafolha ouviu 11.474 eleitores em 402 municípios do Brasil. A margem de erro máxima é de dois pontos porcentuais e o nível de confiança, de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00782/2014.
nilo
27 de setembro de 2014 11:26 amCerta vez Dilma disse que a
Certa vez Dilma disse que a questão da mídia se resolvia no BOTÃO de CONTROLE da TV e, com sua teimosia, colocou todo um projeto social de governo voltado ao bem estar, justiça, igualdade, inserção e desenvolvimento social em perigo.
No entanto, é hora de nos unir, de não desanimar MAS de sair à rua em defesa desse projeto de governo social e de Dilma.
Tenho plena convicção que a vitória se dará no 1o. turno.
Vencendo, será a hora de exigir de Dilma não só o cumprimento desse projeto social de governo como também de sua plena e forte defesa.
Leandro Fonseca
27 de setembro de 2014 12:51 pmAcho que os blogueiros
Acho que os blogueiros perderam uma ótima oportunidade de questioná-la sobre o refinanciamento da dívida pública. Por que ela é tão omissa sobre o tema? Será que os sanguessugas que roubam 40% do nosso PIB são os mesmos que financiam sua campanha, assim como a do Aécio e da Marina?
Bispo da Dama
27 de setembro de 2014 4:29 pmIh !!!
Olha aí um eleitor de Levi Fidélix, perdido aqui.
Eduardo Guimarães
27 de setembro de 2014 11:06 pmNassif, acho que se ela se
Nassif, acho que se ela se reeleger as coisas vão mudar… Abração
Maria Silva
29 de setembro de 2014 6:09 pmNão é tão simples assim …
Por muito menos que isso, por nada, Lula foi acusado de “chavismo”. Há alguns anos atras, eu lembro de um comentario de Miriam Leitão, que por nada, acusou Lula de “dividir a nação”, só por causa do potencial que o PT tinha para mobilização popular. Eu disse” poterncial”, por que na verdade essa mobilização popular nunca foi usada durante o governo Lula. Mas mesmo assim, ele ja estava tachado de “chavista”. Voces sabem muito bem o que a midia corporativa é capaz de fazer, caso o governo entre nessa seara. Então é preciso muito tato, muita cautela. A presidente esta certa. Foi preciso 12 anos de patifaria das grandes corporações, para que a população compreendesse a necessidade de desconstruir o monopolio da midia. Esse processo esta só começando.