o meu verso é um estrago
na linha do meu pescoço
o meu dente, só um bago
o meu corpo, puro osso
minha boca de ariranha
minha mão atropelada
minha ferida medonha
a minha pele rasgada
renasço. a cara lamenta
pelo buraco em que vim
e a minha vida nojenta
explode dentro de mim.
romério rômulo

ana s.
7 de junho de 2017 5:53 pmGostei…
Principalmente do título.
romério rômulo
7 de junho de 2017 10:53 pmo título é de um autor que
o título é de um autor que não me veio à memória, ana s.
romério
Éder Oliveira
19 de janeiro de 2021 9:10 pmLeonid Andreiev