Jornal GGN – Em entrevista à GloboNews na quarta (20), o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta revelou que presenciou um encontro de Jair Bolsonaro com dois médicos assessores do presidente, em que a pauta em discussão era um esboço de decreto para alterar a bula da cloroquina e inserir a informação “indicado para covid-19”.
“E eu me lembro de quando, no final de um dia de reunião de conselho ministerial, me pediram para entrar numa sala e estavam lá um médico anestesista e uma médica imunologista, que estavam com a redação de um provável ou futuro, ou alguma coisa do gênero, um decreto presidencial. E a ideia que eles tinham era de alterar a bula do medicamento na Anvisa, colocando na bula indicação para covid-19”, afirmou Mandetta, ao canal.
Segundo o ex-ministro da Saúde, o presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, também estava no encontro, mas discordou da iniciativa.
Não há estudos científicos comprovando que a cloroquina tem efeitos benéficos contra o coronavírus. Ao contrário disso, especialistas chamam atenção para possíveis efeitos colaterais que podem ser fatais, como arritmia.
HCCOELHO
21 de maio de 2020 10:33 amTemos um senhor na presidência que tenta alterar bula de remédio.
Não é possível de tenhamos chegado tão baixo!
Que desgraça!
Definitivamente ele não tem auxiliares e aliados, ele tem cúmplices. Cúmplices nojentos. Tá cheio deles no palácio.
peregrino
21 de maio de 2020 12:29 pmpior é que, pelo andar da reação institucional e dos processos, eles vão poder contar com muito tempo para fazer coisas muito piores, tipo separar os que não terão direito ao tratamento por nunca terem contribuído para o INSS……………………….
triagem já deve estar pedindo o CPF para conferir
peregrino
21 de maio de 2020 11:13 amE assim vamos abrindo a cabeça de um genocida…
se vivo fosse, este crime hediondo de se alterar a bula de um remédio estaria causando muita inveja em Hitler
até quando, TSE!? Até Bolsonaro conseguir matar os 30 mil brasileiros, conforme prometido em campanha?
peregrino
21 de maio de 2020 11:13 amE assim vamos abrindo a cabeça de um genocida…
se vivo fosse, este crime hediondo de se alterar a bula de um remédio estaria causando muita inveja em Hitler
até quando, TSE!? Até Bolsonaro conseguir matar os 30 mil brasileiros, conforme prometido em campanha?
Carlos Elisio
21 de maio de 2020 11:19 amPorra, o canalha quer mesmo desovar o produto e para isso qualquer bandalha está sendo válida.
Até quando este sujeito, que trafega na contramão da ética e da responsabilidade, continuará à frente do país?
Este insano conseguiu inverter até a lógica do filme “O Medico e o Monstro”. No caso de Bozo, o monstro é que virá médico.
Rui Ribeiro
21 de maio de 2020 11:51 amMandetta, porque você não denunciou o Bolsonaro tempestivamente?
Porque só agora você o denuncia?
Antes, tal tentativa não tinha gravidade?
jcordeiro
21 de maio de 2020 2:26 pmNassif: essa tô te contando em off. Não espalhe, agora que tão pra oficializar a DemocraciaDaBaioneta e o treco pode feder pro meu lado, com risco de ser hóspede no “PalaceteDePretrópolis” ou ser convidado ao DOI-CODE. Há antecedentes. Disseram que na tal Bula Bananinha ia mandar grafar em vermelho um trecho dizendo “se o paciente chegar a óbito a culpa pode ser judicialmente reclamada dos Kummunistas e Esquerdopatas”. Mas acho que é fake. Porém, tratando-se do Planalto e da Caserna até o “DeusPecar” fica possível, com o aval de CaifasDoBras e do ProfetaMaldito. Portanto, essa do ÍndioVice não é novidade. Bem antes da Campanha (até mesmo antes daquela teatral facada) essa alternativa já havia esgotado o debate na banda verde da Bala, que tem sempre razão.