4 de junho de 2026

Com projetos fracassados, Mário Frias ataca PT, Lei Rouanet e classe artística

Frias foi contemplado pela Lei Rouanet duas vezes. Na primeira, só conseguiu arrecadar cerca de um quarto do que precisava. Na segunda, não arrecadou nada e o projeto foi arquivado

Jornal GGN – O secretário especial de Cultura Mário Frias decidiu compartilhar em suas redes uma mensagem de Eduardo Bolsonaro que acusa o PT de usar a Lei Rouanet para comprar a classe artística. Por trás da crítica estão dois projetos de Frias que até foram autorizados pelo programa, mas fracassaram na missão de arrecadar dinheiro.

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Frias foi contemplado pela Lei Rouanet duas vezes. Na primeira, em 2003, sua produtora, a Mercúrio Produções, foi autorizada a captar R$ 284 mil, mas só conseguiu reunir R$ 59 mil para a peça “Dê uma chance ao Amor”.

Já na montagem do espetáculo teatral “O rei dos urubus”, Frias teve autorização para captar R$ 700 mil, mas não conseguiu arrecadar nada. O projeto foi arquivado em 2007.

Frias exonerou o servidor de carreira Odecir Luiz Prata do comando do Departamento de Fomento Indireto, da Secretaria Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic), responsável pela aplicação da Lei Rouanet.

“O servidor é apontado por funcionários da secretaria e por produtores culturais como um dos mais competentes quadros técnicos na Cultura”, apontou o jornal O Globo desta sexta (17).

“Maior especialista em Lei Rouanet? É notório que essa lei foi usada para o PT comprar a classe artística e aquela parte da grande imprensa sempre ignorou esse fato. Por que nossa maravilhosa imprensa agora se importa? Estranho seria manter esse tipo de pessoa num governo honesto”, republicou Frias.

Redação

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4 Comentários
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  1. Carlos Elisio

    17 de julho de 2020 12:28 pm

    Sempre encontram mais uma bostinha no estoque de estrumes deste desgoverno.

  2. Não é o Capitão Cueca.

    17 de julho de 2020 12:42 pm

    A culpa do fracasso do sub-ator é do PT. Pensei que fosse sua inépcia na área.
    Agora, pra mostrar sua incompetência, basta ir ao óbvio: perguntar sobre seus projetos para a cultura.
    Perguntas óbvias, diretas, sem pestanejar.

    1. Não é o Capitão Cueca

      17 de julho de 2020 1:44 pm

      Em tempo 1: a inépcia é do sub-ator.
      Em tempo 2: não é o primeiro caso em que artista incompetente e fracassado se envolve com governo autoritário, diga-se.

  3. Lúcio Vieira

    17 de julho de 2020 1:03 pm

    O ciclo frustração – ressentimento – vingança, forma este movimento galgado inicialmente pele direita “moderna”. Geralmente, o membro desta direita é frustrado pela realidade dos fatos, ressentido pela falta de apoio majoritário às suas teses e sempre que pode se vinga através de ironias, agressividades e xingamentos. O ódio, geralmente é resultante e alimentador deste ciclo. De fato, esta é a “filosofia” do fracassado e entristecido, que não vê chegar a hora de sair disto, mas carregado de frustrações, só enxerga a opção do ressentimento e do vingancismo, que só levam ao vazio frustrante. Nem há o que comemorar, pois se vê que a esquerda, ao seu modo mais “civilizado”, vem seguindo a repetição deste ciclo. Não é sem motivo que as condições psíquicas mais comuns na humanidade atual e que vem crescendo diariamente, sem importar se o indivíduo é de centro, direita ou esquerda, são a depressão e ansiedade. O descontentamento com o presente (a realidade) e a angustia de livrar-se o quanto antes deste incômodo presencial.

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