Com projetos fracassados, Mário Frias ataca PT, Lei Rouanet e classe artística

Frias foi contemplado pela Lei Rouanet duas vezes. Na primeira, só conseguiu arrecadar cerca de um quarto do que precisava. Na segunda, não arrecadou nada e o projeto foi arquivado

Jornal GGN – O secretário especial de Cultura Mário Frias decidiu compartilhar em suas redes uma mensagem de Eduardo Bolsonaro que acusa o PT de usar a Lei Rouanet para comprar a classe artística. Por trás da crítica estão dois projetos de Frias que até foram autorizados pelo programa, mas fracassaram na missão de arrecadar dinheiro.

Frias foi contemplado pela Lei Rouanet duas vezes. Na primeira, em 2003, sua produtora, a Mercúrio Produções, foi autorizada a captar R$ 284 mil, mas só conseguiu reunir R$ 59 mil para a peça “Dê uma chance ao Amor”.

Já na montagem do espetáculo teatral “O rei dos urubus”, Frias teve autorização para captar R$ 700 mil, mas não conseguiu arrecadar nada. O projeto foi arquivado em 2007.

Frias exonerou o servidor de carreira Odecir Luiz Prata do comando do Departamento de Fomento Indireto, da Secretaria Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic), responsável pela aplicação da Lei Rouanet.

“O servidor é apontado por funcionários da secretaria e por produtores culturais como um dos mais competentes quadros técnicos na Cultura”, apontou o jornal O Globo desta sexta (17).

“Maior especialista em Lei Rouanet? É notório que essa lei foi usada para o PT comprar a classe artística e aquela parte da grande imprensa sempre ignorou esse fato. Por que nossa maravilhosa imprensa agora se importa? Estranho seria manter esse tipo de pessoa num governo honesto”, republicou Frias.

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