Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Andre Araujo
10 de maio de 2017 3:38 amBNDES DORMINDO EM BERÇO
BNDES DORMINDO EM BERÇO ESPLENDIDO – A midia reporta pressões do empresariado para troca de comando no BNDES, alegando paralisia nas operações do banco que está sentado em uma enorme liquidez parada sem emprestar.
O erro foi na indicação da atual presidente, cujo perfil é de cuidar muito de detalhes e não dos grandes alvos. Na sua gestão de um ano a frente do banco foram mudadas regrinhas, tabelas, taxas de juros, serviço chamado nas administrações de “manicure”, um mundo de coisas pequenas nas atividades meio e nada nas atividades fins, que exigem visão, ousadia, jogo de cintura. É muito mais seguro para o administrador fazer serviços de ajuste interno e nõo se arriscar da porta para fora.
Novas linhas de credito de pequeno volume foram criadas mas são linhas virgens, ninguem consegue fechar uma operação tal o nivel de exigencias do banco, que sompre foram altas mas agora parece que subiram, de modo que na pratica ninguem ve o dinheiro do BNDES. O objetivo geral é manter o emprego não correndo riscos, na cupula cinco mulheres do mesmo perfil, nenhuma com grande experiencia de operações em volumes substanciais para infra estrutura.
Este é um momento da economia onde o BNDES seria fundamental para ajudar o Pais sair da recessão mas para isso o Banco precisa operar, não adiante mudar taxa de juros ou criar linhas teoricas de financiamento dificeis de acessar.
Para complicar a cupula do banco é formada por nomes batizados na “era das privatizações” de FHC, de ideologia privatista
carimbada, quando o BNDES é um banco que é ou deveria ser de ideologia desenvolvimentista para executar a parte que cabe ao Estado no processo economico. Mesmo nos paises de economia de mercado pura, como nos EUA, há grande numero de
agencias de financiamento com dinheiro publico para operar a parte que cabe ao Estado na economia, como o EximBank, a Commodity Credity Corp., a Small Business Administration, a Fannie Mae (hipotecas para casa propria), a Maritime Commission, a Defense Sales Agency (banco do Pentagono), a Farm Loan e varias outras para creditos especificos.
O Brasil tem bancos publicos porque é parte do modelo economico historico do Pais onde ainda há muita coisa para fazer.
Mesmo as concssões privadas de estradas, linhas de transmissão, portos, aeroportos, ferrovias DEPENDEM do financiamento do BNDES para funcionar. Aliás são os que compraram concessões de rodovias os maiores criticos da não atuação do BNDES, eles assumiram suas concessões com a promessa de que o BNDES financiaria 70% de seus novos
investimentos e até agora, nada, não sai financiamento e o banco empilha mais de R$100 bilhões no caixa, depois de ter devolvido R$100 bilhões ao Tesouro, quer dizer R$200 bilhões que não entraram na economia, para que o BNDES?
Até agora parece que é para garantir bons empregos a economistas charmosas da Gavea.
wilson yoshio.blogspot
10 de maio de 2017 4:40 amNassif, NaMarianews precisa de Ajuda
VENHA COMIGO FAZER O BEM, AJUDE MARIA – POR GERSON CARNEIRO
SOBRE
Financiamento coletivo
Sobre
por Conceição Lemes
Em 10 de fevereiro, o tuiteiro e parceiro do Viomundo, Gerson Carneiro, deu a largada em sua página no Facebook à campanha Apoie Maria, para ajudar uma pessoa muito querida.
Imediatamente, nós a divulgamos aqui, lembram-se?
Na ocasião, três questionamentos óbvios me vieram à cabeça. Como ela não pode aparecer por questões judiciais, o principal foi este:
Será que pelo fato de não aparecerem o nome e a foto da Maria alguns seguidores do Gerson e estariam achando que a história não era real e alguém estaria explorando a boa fé dele, em consequência dos demais?
Ao que eu respondi:
Eu e Luiz Carlos Azenha garantimos: a pessoa existe, sim, e a tragédia dela – acreditem! — é bem maior do que o Gerson relatou no texto da campanha.
Vocês, aliás, já leram muita coisa dela aqui no Viomundo, bem como nos blogs de Luís Nassif e Paulo Henrique Amorim, entre outros.
Pois bem, aqui vão duas belas surpresas.
A primeira: A nossa Maria é a fantástica e brilhante NaMaria, do blog NaMariaNews.
Seu grande prazer era investigar a imensa teia de “tramoias oficiais”, que podem ser vistas nas Ligações perigosas — a sua lista de tags.
Vale a pena revisitá-las. Afinal, certas figuras, condutas, esquemas não saem de moda.
Publicamos muitas matérias de NaMaria. Abaixo os links de algumas investigações antológicas:
NaMariaNews: Tucanos desovam R$ 155 mi na Abril, Folha, Estadão, IstoÉ, Época e Panini
NaMaria: Desde 2004, PSDB paulista gastou R$ 250 milhões com a mídia (quase tudo sem licitação)
NaMaria: Veja dirigiu a educação brasileira nos governos tucanos
Viomundo e NaMariaNews perguntam ao Kassab: O que você mais sabe?
NaMariaNews: Alckmin gasta 9 milhões pela fidelidade da PIG
NaMariaNews: E agora Alckmin como fica FDE?
NaMariaNews: Por que a FDE só compra Veja, Época e IstoÉ?
NaMaria: O toma-lá-da-cá da Educação de SP, a imprensa e Aloysio
Segunda surpresa: em agradecimento às mais 250 pessoas que aderiram à campanha sem conhecê-la, NaMaria decidiu falar diretamente com elas. É um tributo de coração.
Minhas queridas e queridos da campanha “Apoie a Maria”.
Antes de qualquer coisa, meu profundo agradecimento pela ajuda a uma “desconhecida” da imensa maioria de vocês.
Como o Gerson Carneiro, amigo ímpar, havia prometido quando decidiu lançar no Facebook a campanha Apoie Maria para angariar fundos com seus seguidores, chegou o momento de divulgar minha identidade.
Eu sou a NaMaria, do blog NaMariaNews, que era acompanhado por milhares de pessoas.
Ali, mostrava as falcatruas e mistérios feitos com os bilhões da Secretaria de Educação de São Paulo.
Tudo comprovado com informações do Diário Oficial.
Sou a mesma NaMaria que contribuiu inicialmente com o CloacaNews, festejou por demais no Luis Nassif, passeou pelo Conversa Afiada e deslanchou com o Viomundo, com muitas matérias e entrevistas.
Comecei o blog NaMariaNews quando adoeci pela quarta vez, em 2009. Parei em 2015 por total incapacidade de trabalhar, já que o tratamento era brutal.
Lamento, claro. Mas sinto que cumpri grande parte de uma missão: mostrar que não é por falta de dinheiro que estamos inteiramente desfalcados no sistema educacional público.
Há falta de vontade e comando governamental. Pior: completa impunidade daqueles que constam nos links das “Relações Perigosas” do blog. Aquilo tudo é só um ponto de partida, um guia.
Dizem que dinheiro não é tudo na vida, mas posso garantir que, no meu caso, ele é o que pode tentar me salvar diante da Justiça dos homens.
Não posso entrar em detalhes maiores sobre mim e o caso todo, já que a mesma Justiça assim me proíbe.
A mesma Justiça absurda que não protege as companheiras, mas as famílias dos falecidos companheiros em todo país.
Que prefere lhes dar a maior porcentagem de tudo aquilo que juntos nós dois juntos construímos do nada, durante 40 anos, às custas de muito trabalho, suor e lágrimas. Que lhes garante regalias com as quais não posso sequer sonhar.
E que agora exige que eu pague uma enormidade caso eu “queira ter onde cair morta” ou simplesmente “ir para debaixo de alguma ponte”.
Muitas mulheres estão na mesma situação pavorosa e nada podem fazer devido a brechas na tal Lei da União Estável e acabam desistindo dos seus direitos. Essa lei precisa urgentemente ser discutida e revista para garantir às companheiras legítimas os direitos totais sobre o que o casal construiu do nada.
A luz no final do túnel, uma luzinha pequena, porém poderosa, veio com o Gerson Carneiro e sua campanha na internet.
Foi ainda mais alicerçada, abraçada pela jornalista Conceição Lemes (do Viomundo), que trouxe mais amigos conhecidos nossos para tentar me ajudar, como a doce Lúcia Rodrigues (e seu Costelinha).
Depois veio a incrível e generosíssima Heloisa Villela, que gravou palavras tão justas e lindas que eu mesma não conseguiria dizer melhor.
Em seguida, a professora mineira Luana Tolentino, arrasando de vez com essa situação machista, misógina, torturante. Não há como agradecer.
Infelizmente, minha pensão por doença é irrisória e mal dá para contas, que vivem no vermelho. Estou em tratamento pesado na rede pública, não posso trabalhar como fiz desde os meus 14 anos. Com a destruição do SUS, a maioria dos remédios que recebia (caríssimos), desapareceu.
O que me dá alguma esperança nesta barbaridade toda é ação de vocês que se engajaram nessa corrente de solidariedade e doaram.
Sei bem que são tempos difíceis. Sei que o meu drama é um entre milhares e cada qual tem seus problemas. Mas, como sempre dissemos, “qualquer centavo vale” – ou de grão em grão, a galinha enche o papo.
Para quem tinha zero de esperança e dinheiro, ter hoje (6/maio) 18% dos R$65 mil (cerca de R$12 mil), é um milagre. Com esse dinheiro consigo pagar parte do Tabelião e um único documento dentre uns nove necessários.
Ainda falta muito para completar a quantia de me dará a libertação, a paz de espírito e a melhoria de minha saúde. Porque sem a cabeça no lugar ninguém se recupera, não há remédio que faça efeito.
Estamos na reta final da campanha, o prazo está acabando. Temos de correr contra o tempo.
Se puderem, ajudem, divulguem em suas redes, contatem seus amigos com muitos seguidores, pessoas “famosas” e altruístas.
O tempo da Justiça neste caso e o meu são curtos demais. É areia fina escorrendo pelos dedos no meio de um furacão.
Repito, não sei como agradecer-lhes, mas saibam que estão em meu coração e nos sorrisos que ainda consigo dar ao ver que bondade, misericórdia, compaixão… ainda são possíveis neste mundo tão brutal, neste país golpeado (como eu) de tantas maneiras.
Que a força, a saúde, amor e luz estejam sempre com cada um de vocês. Essa é minha prece. Muito, muito grata de todo coração.
Quem puder, por favor, faça parte dessa corrente do bem URGENTE
Simplesmente, NaMaria.
SergioMedeirosR
10 de maio de 2017 7:10 amTodas as Ditaduras se parecem
Todas as Ditaduras se parecem – ainda que disfarçadas de Republica ou Democracia.
E, nelas, todos poderes, igualmente se curvam a interesses pessoais, moldando uma caricatura de Estado, um arremedo de nação.
…
Em Brasília, o Congresso Nacional, a Casa do Povo, é cercado por grades para que o povo não possa adentrar em seu recinto e, policiais armados, tem ordens expressas para atirar, acaso eventuais transgressores do povo, queiram entrar em sua casa.
Como sói acontecer, nas ditaduras – frutos da força bruta transformada em poder de coerção – estas não prescindem de grades e repressão, único modo de não serem alcançadas pela sua adversária maior, a democracia, que, legítima, somente em nome do povo é passível de ser exercida.
Por isso, as grades e a repressão, o povo, é fundamental mantê-lo longe, para que não ocupe seu lugar de direito, isso em qualquer sociedade que se pretenda minimamente civilizada.
Estes são os fatos, não são diferentes de tantos outros regimes de exceção, e tem a mesma roupagem, sempre violência, sempre arbítrio e força e, completa ausência de povo – tudo isso circundado por um intenso silêncio de toda imprensa, que já não pode ostentar tal denominação, pois esta se define na liberdade e, na ausência desta, revela-se a figura do carrasco, cujas mãos se tingem de sangue a cada vil assassinato.
Enquanto isso, nesse período totalitário, lá dentro, no Congresso Nacional, protegidos pelas armas e pela força bruta, parlamentares, que tomaram o poder através de um golpe jurídico midiático, dedicam-se, incansavelmente, a retirar direitos seculares, direitos imemoriais, civilizatórios, humanizadores, históricos como as lutas que precederam tais conquistas, em suma, prestam-se aos piores papeis, retiram direitos do Povo, de todo o povo, ao qual se impede o acesso, ao qual impedem exerça sua legítima e necessária defesa.
E, assim, atrás de grades e armas, estes parlamentares retiram garantias do povo, uma a uma, suprimem direitos, um a um, como se estes direitos e garantias não fossem o pilar que sustenta todo este ordenamento, cláusulas pétreas, que uma vez suprimidas tem o condão de desfazer o que um dia se chamou nação brasileira.
Agem, em sua sanha destrutiva, como mercadores no templo.
Talvez esqueçam que em outros tempos, outros mercadores foram expulsos, escorraçados por suas vilanias contra a fé popular.
A profanação de lugares sagrados em troca de obscuros desejos, conduz apenas a um desiderato, à perdição da alma, e, depois, nada mais resta senão um longo e amargo caminho, sem redenção, apenas trevas e solidão.
…
Em Curitiba, uma Vara que se pretendia ser um local onde se realiza Justiça, também se encontra cercada por grades, guarnecida por policiais, fortemente armados e com ordens para machucar, para bater, para infligir dor, para impedir que o povo possa, dentro de sua legitimidade, se manifestar contra a barbárie que se avizinha e esta tomando conta dos lugares, de todos lugares, até mesmo onde deveriam estar os guardiões deste pacto de convivência democrática e civilizada, chamado Constituição.
E, eis que a “justiça” não é mais o ultimo refúgio do cidadão, nela também se instala a repressão e o arbítrio, e não mais nos reconhecemos como seus destinatários, objetos de proteção contra a violência suprema.
E, a Constituição, que juraram defender, tornou-se algo a ser conquistado, moldado, reinterpretado, até nada mais restar senão a crueza e o totalitarismo de seus desejos e convicções, sem povo, sem interrogações, apenas obediência e conformidade, num admirável mundo novo, onde o livre arbítrio tem regras e a liberdade fora das estritas normas por eles postas se torna crime hediondo.
…
Em Brasília, tramam-se planos que primam por uma singularidade, dispensam a aprovação da população.
Diz-se, destes planos, que são necessários, e embutem sacrifícios a todos, pois só assim, mediante sacrifícios, muitos de sangue – de crianças, doentes, excluídos de todo gênero – a serem realizados neste altar – é que se haveriam de contentar, não propriamente deuses, mas algo mais prosaico, investidores.
E, assim, patrocinam reformas que reduzirão a maior parte da população à condição similar a escravidão.
Neste espaço, todos os esforços, cargos políticos, benesses, verbas, são usados, como se fossem moeda de uso pessoal.
Somente nas ditaduras, há a livre disposição dos valores recolhidos para o Estado, até mesmo para usá-lo, contra quem deveria ser seu destinatário.
Somente nas ditaduras, as instituições do Estado, são de tal modo limitados em suas ações, que nenhum traço de autonomia subsiste, e , se acaso se manifesta, é imediatamente debelado, extirpado, como algo que atenta contra sua condição de usurpador.
…
Este é o cenário.
Do outro lado, temos um povo que luta, que se organiza, que pensa e age como um todo, e que, neste momento, num formidável gesto de solidariedade, se junta a Lula, para resgatar o país.
Um povo que, mesmo atacado, mesmo cerceado em sua liberdade, em seus atos, carrega em suas mãos, em seus olhos, uma imensa força que o move, e, mesmo sistematicamente atacado, reprimido, diminuído em sua dimensão solidária, persiste, tem algo que o diferencia dos que o atacam, carrega um sentimento genuíno de unidade, de preservação de todo traço humano, trazem em si, um projeto de sociedade, a ser construída fraterna e cidadã.
O povo, nele esta a essência das sociedades, ele é o real soberano, e, ainda que demande algum tempo, fatalmente voltará a assumir seu verdadeiro lugar de direito, no país e, na história.
maria rodrigues
10 de maio de 2017 11:03 amFechar as portas do Instituto
Fechar as portas do Instituto Lula foi somente mais uma maldade, justo no dia que antecedia o encontro de Lula com o infeliz juiz.
Mas, maldade pra valer é vista pelo vídeo que acabei de assistir as imagens no Brasil 247: bombas disparadas na noite escura em direção aos acampamentos de Curitiba, ameaçando as pessoas, intimidando-as na calada da noite, já com prováveis feridos. Uma coisa terrível se considerarmos que no meio de todos se encontram crianças, como ontem mesmo foi mostrado aqui no blogue.
Em outro vídeo, as tropas policiais seguindo as ruas como se estivessem indo pra guerra.
Não vai ser um encontro qualquer, ou um depoimento natural. A maldade desse Moro e de tantos do Magistrado não tem limite; pode ir até mesmo ao assassinato de alguns, se no bojo da fúria também se encontram os manifestantes do MST, de quem a elite, se pudesse, já teria elimnado todos ao mesmo tempo.
Enquanto rolam as maldades dos magistrados, rola do mesmo modo as maldades dos parlamentares pagos por MT para viailizar a qualquer hora, podendo ser pela madrugada, as tais reformas, das quais o povo é o que menos tem direito a opinar.
E, em primeiro plano, se encontram os jornalistas de plantão, não apenas da Globo, mas de quase todas as televisões e rádios, a fomentarem o ódio. São muitas as manobras dessa Globo maldita para refazer o mesmo de ontem, sempre ditando o que deve ser a política brasileira, enquanto vai influenciando as massas quase como por uma lavagem cerebral.
O dia está só começando. Promete ser fatidico pelo que sentimos passar pela cabeça dos miseráveis desejosos de até matar Lula, como citou num vídeo um vereador do sul. Ele diz que se Moro não prender Lula, ou inviabilizar sua candidatura, “só matando”.
Só Deus na causa!