O governo de Joe Biden não só deveria ser mais agressivo em seu apoio às instituições democráticas brasileiras como sinalizar “de modo cristalino” ao presidente Jair Bolsonaro que qualquer tentativa de interferência no processo eleitoral será passível de repúdio e de sanções punitivas a todos os envolvidos.
A afirmação é do diplomata aposentado Scott Hamilton, em artigo publicado no jornal O Globo. Contudo, Hamilton diz que os EUA seguem “passivos diante do público” às ameaças sofridas pelas instituições e pelos valores democráticos do país.
Na visão de Hamilton, “seria trágico se (os EUA) compensassem sua errônea e abertamente cômoda identificação anterior com o presidente Jair Bolsonaro escondendo-se agora de modo complacente nas sombras”.
Hamilton lembra que atuou como cônsul-geral no Rio entre 2018 e 2021, e disse ter testemunhado como Bolsonaro e seus apoiadores agem para minar a confiança no processo democrático e em suas instituições como forma de afetar a fé do público e preparar o terreno para não aceitar o resultado eleitoral.
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José de Almeida Bispo
1 de maio de 2022 4:59 pmEsse rapaz.. é cínico ou broco? Ele esqueceu quem foi que geriu o golpe daqui em 2016, a ponto de ameaçar até a Globo com a história da FIFA para que de repente não começasse a mijar pra trás? e porque?
José de Almeida Bispo
1 de maio de 2022 4:59 pmEsse rapaz.. é cínico ou broco? Ele esqueceu quem foi que geriu o golpe daqui em 2016, a ponto de ameaçar até a Globo com a história da FIFA para que de repente não começasse a mijar pra trás? e porque?
Paulo Dantas
1 de maio de 2022 9:55 pmEles já tem encrenca suficiente em casa e na Europa , e meio que estão (@6@₩|)0 para a América do Sul , creio que para eles tanto faz Lula , Bolsonaro , Bigorrilho etc … A China estaria mais preocupada , creio eu.