O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), pretende levar para análise na Segunda Turma da Corte os casos onde derrubou decisões do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em favor de parlamentares bolsonaristas caso existam recursos às decisões.
Nunes Marques suspendeu nesta quinta-feira as cassações de mandatos de dois políticos aliados do presidente Jair Bolsonaro: o deputado estadual Fernando Francischini (União Brasil-PR) e o deputado federal José Valdevan de Jesus, o Valdevan Noventa (PL-SE).
A intenção do ministro é que, na apresentação de tais recursos, eles sejam enviados para análise dos cinco ministros: além de Nunes Marques, o grupo é composto pelos ministros André Mendonça, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Edson Fachin.
Caso existam novos recursos do Ministério Público Federal ou de algum ministro, os casos podem ir ao plenário do STF.
Com informações da Folha de São Paulo
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AMBAR
3 de junho de 2022 7:10 pmEssa é a nova cara do Cássio? Ele fez harmonização facial e plantou umas mudinhas no côco ou é foto velha? Agora que ele ganha bem, pode aplicar filtros na cara. Só que o Xãndão,, que o chamou gentilmente de “obstáculo” e não plantou nenhuma muda na careca, vai isolar ainda mais o bonito. Não demora e tudo o que o Cássio tocar vai para o pleno. Cássio, com essa cara de traíra sonso, mostra a que veio.
Almeid
3 de junho de 2022 7:30 pmNassif e equipe, leitura.
https://www.poder360.com.br/justica/juiz-do-parana-suspende-processo-do-tcu-contra-dallagnol/
Esta é uma pérola, começando pela leitura do cabeçalho. (Será que caiu lá esta última como juiz “prevento”?)
https://epocanegocios.globo.com/Brasil/noticia/2016/04/juiz-manda-intimar-dilma-e-novo-ministro-em-acao-sobre-vazamento.html
Conversem com o Aragão e peçam que envie esta decisão interlocutória do juiz palpiteiro e não julgador.
Almeid
3 de junho de 2022 7:58 pmA dona da cadeira, tendo em vista que é o juiz substituto que assina estas duas decisões, assina embaixo as atitudes do colega:
https://www.conjur.com.br/2019-jun-26/grupo-juizes-defende-dialogos-interistitucionais-moro