O ativista de Belarus Ales Bialiatski, a organização internacional russa pelos Direitos Humanos Memorial e a organização ucraniana Centro para as Liberdades Civis venceram o Nobel da Paz de 2022, conforme anúncio feito nesta sexta-feira (7).
Tanto o ativista quanto às entidades civis, que são de três países vizinhos, fazem oposição à repressão do governo russo de Vladimir Putin e ganham o Prêmio em um dos momentos de maior escalada de tensões na guerra na Ucrânia.
Ales Bialiatski, inclusive, está preso desde 2020, após manifestações contra o regime atual do presidente de Belarus, Aleksandr Lukashenko, aliado de Putin.
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“O comitê do Prêmio Nobel quis honrar três campeões dos Direitos Humanos, da democracia e da co-existência pacífica nos países vizinhos Belarus, Rússia e Ucrânia. Eles honram a visão de Alfred Nobel (criador do prêmio) sobre paz e convivência, uma visão tão necessária no mundo hoje”, declarou o comitê do Prêmio.
O anúncio do Nobel da Paz também foi feito no dia do aniversário de Putin. A organização, no entanto, negou que a premiação tenha sido um recado ao líder russo.
“Este prêmio não é endereçado ao presidente Putin, nem pelo seu aniversário nem em qualquer outro sentido, exceto pelo de que seu governo, assim como o de Belarus, representa um governo autoritário que suprime ativistas de Direitos Humanos”, declarou.
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Celso P. Pimenta
7 de outubro de 2022 11:00 am“Regime de Putin”? Pelo que sei o Presidente da Rússia foi eleito pelo voto democrático da maioria da nação.
José de Almeida Bispo
7 de outubro de 2022 11:54 amKkkkkkkkkkkkkkkk
Cadê o brasileiro? Ou de outra nação que não seja da corriola anglo-americana?
Esse Prêmio Nobel é mais mermado que loteria de Carrasco, um saudoso da minha cidade que vivia sorteando o relógio da matriz.
Mário Mendonça
7 de outubro de 2022 11:58 amA melhor definição desse prêmio foi dado por Bob Dilan
Jicxjo
8 de outubro de 2022 12:43 am“Aguardando” os prêmios para Julian Assange, Edward Snowden, Lula, Sérgio Vieira de Melo, além do cancelamento do Nobel dado ao Obama. O prêmio se revelou mais uma ferramenta a serviço dos interesses geopolíticos do Ocidente. Deveriam logo mudar o nome para prêmio Dinamite da Paz (dos cemitérios).