Pelo menos três dos 52 suspeitos de ajudar a financiar os atos que culminaram com a invasão às sedes dos Três Poderes em janeiro possuem registro de acesso ao chamado “cercadinho” do palácio do Alvorada entre os anos de 2020 e 2021.
Segundo o site Metropoles, Márcia Regina Rodrigues teve o nome computado nos portões do Alvorada nos dias 20/2/2021 e 10/7/2021, no período da tarde, enquanto o empresário João Carlos Baldan tem registro de acesso em 31/3/2021 e Pablo Henrique da Silva Santos, em 2/5/2020, ambos na parte da manhã.
Nessa época, o então presidente Jair Bolsonaro (PL) recebia grupos de apoiadores na parte da manhã e na parte da tarde, quando saía do Alvorada e voltava à residência oficial.
Os dados foram fornecidos pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), órgão responsável pela revista e cadastro dos apoiadores que iam à área reserva para os eleitores bolsonaristas, e também passavam por um raio-X antes de ingressar no chamado “cercadinho”.
Rui
5 de fevereiro de 2023 2:08 pmO problema não é receber uma minuta golpista, o problema é não triturá-la. Nassiff, tu trituraste todas as minutas que te entregaram?
Se me derem o produto de um furto, eu ajo licitamente se eu o receber e destruir?
Então o Waldemar da Costa Neto não agiu de forma ilícita ao receber minutas golpistas, ao contrário, ele agiu dentro das 4 linhas constitucionais ao triturá-las. Em suma, o problema não é receber algo ilegal, o problema é não triturá-lo. Será que o $upremo Ministro Mendonça triturou todas as minutas golpistas que recebeu? A Damares fez a mesma coisa?
Maria Carvalho
7 de fevereiro de 2023 12:30 amEntendo que o ilícito se configura ao não denunciar quem enviou, no caso, uma minuta golpista.