Jornal GGN – A bolsa brasileira fechou o dia em queda, com o índice voltando ao patamar dos 58 mil pontos mediante as expectativas de divulgação de novas pesquisas eleitorais. O Ibovespa (índice da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo) fechou as operações de quinta-feira em queda de 1,24%, aos 58.374 pontos e com um volume negociado de R$ 8,522 bilhões.
As negociações do dia foram caracterizadas pelos ajustes de posições pelos investidores e também por conta do mercado internacional, uma vez que diversos mercados emergentes foram afetados pelas incertezas que envolvem o Reino Unido, diante do plebiscito que pode decidir pela independência da Escócia.
Segundo informações da agência de notícias Reuters, profissionais do mercado também atrelaram a piora da bolsa às especulações envolvendo anova pesquisa elaborada pelo Datafolha – rumores indicavam que a pesquisa mostraria um cenário mais acirrado entre a presidente Dilma Rousseff (PT), que tenta a reeleição, e Marina Silva (PSB) na simulação de segundo turno.
Entre outros fatores citados, estão os ajustes dados pelo Federal Reserve, banco central norte-americano, na reunião realizada nesta quarta-feira, quanto ao início do processo de normalização das taxas de juros na maior economia do mundo. Embora a decisão – de reduzir os estímulos em US$ 10 bilhões sem ajustar os juros em um primeiro momento – tenha sido recebida com alívio pelo mercado, o aumento da preocupação quanto ao cenário econômco faz com que a sinalização de que o ciclo de ajustes seja iniciado em 2015 tenha sido mantida.
Quanto ao dólar, a cotação comercial subiu pelo segundo dia consecutivo, terminando as operações com valorização de de 0,31%, cotado a R$ 2,365 na venda – o maior valor de fechamento desde 11 de março. As operações com a moeda também foram afetadas pelas sinalizações do Federal Reserve, uma vez que o início do ciclo de alta dos juros norte-americanos poderia levar a um ciclo de retirada de capital atualmente investido em mercados emergentes, como o Brasil.
Por outro lado, os agentes receberam bem as declarações do diretor de fiscalização do Banco Central, Anthero Meirelles, que afirmou que o câmbio brasileiro é “flutuante”, e que existe um programa para absorver choques mais fortes de instabilidade no mercado ao mesmo em que, do ponto de vista da estabilidade do sistema financeiro, a taxa de câmbio pode ir de um extremo ao outro sem gerar problema.
Além disso, o BC manteve seu programa de intervenções diárias, com a venda de 4 mil contratos de swap cambial (equivalentes à venda futura de dólares), sendo 1,5 mil com vencimento em 1º de junho de 2015 e 2,5 mil para 1º de setembro do próximo ano, em operação que movimentou o equivalente a U$ 197,8 milhões. A autoridade monetária também realizou mais um leilão para rolar os contratos de swap que vencem em 1º de outubro. Foram vendidos 6 mil swaps, sendo 2 mil contratos com vencimento em 3 de agosto de 2015 e 4 mil para 1º de outubro de 2015, em operação que movimentou o equivalente a US$ 295,9 milhões.
Para sexta-feira, os agentes aguardam a publicação da segunda prévia do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) e o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15) e os indicadores antecedentes dos Estados Unidos, além do índice de preços ao produtor na Alemanha e os dados de atividade industrial do Japão.
(Com Reuters)
meu deus
19 de setembro de 2014 10:26 amcomo ninguém dessa turma joga
como ninguém dessa turma joga dinheiro fora, estão sabendo que a queridinha do mercado não ganha, pois o mercado destesta possiblidade de todos ganhar bem, quer mesmo é competição e quem for pobre que se quebre