
Jornal GGN – A indústria registrou queda no faturamento e nas horas trabalhadas no primeiro semestre de 2014 na comparação com o mesmo período de 2013. De acordo com indicadores industriais divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o faturamento real do setor caiu 5,7% e as horas trabalhadas na produção tiveram queda de 3% em junho na comparação com maio. Na análise dos dados no primeiro semestre, o faturamento real caiu 1% e as horas trabalhadas na produção tiveram queda de 2,2%, frente a igual período do ano passado.
Este foi o quarto mês consecutivo de retração no emprego e nos salários, confirmando que a baixa atividade começa a ter impacto sobre o mercado de trabalho. “Dentre as explicações para o agravamento do quadro, estão as interrupções de jornada e a queda nas vendas, ambas devido à Copa do Mundo”, analisa a CNI. A entidade pontua que a recuperação da atividade industrial depende da retomanda dos investimentos.
Segundo o levantamento, o nível de utilização da capacidade instalada recuou 0,5 ponto percentual em junho frente a maio, e ficou em 80,1%, na série de dados dessazonalizados. No mesmo período e na mesma base de comparação, o emprego diminuiu 0,5% e a massa salarial real teve queda de 0,8%.
A pior queda foi no indicador de horas trabalhadas na produção: 2,2% nos primeiros seis meses de 2014, na comparação com o primeiro semestre do ano passado. O resultado relaciona-se com as quatro quedas consecutivas do indicador, que se intensificou na passagem de maio para junho ao recuar 3%.
Perfeita
5 de agosto de 2014 7:24 pmQuando se diz que Lula zerou
Quando se diz que Lula zerou a história do mundo e fez nascer uma nova, estamoa e, 2014 = 12 EL, tem gente que acha que é piada. O que a manchete diz é o mais importante: Lula criou uma nova mentalidade empresarial que mesmo ganhando menos emprega mais
jcordeiro
5 de agosto de 2014 10:02 pm“sabe de nada, inocente”
Nassif: um sabio frances disse quando num determinado lugar tem uma pessoa com duas galinhas e a outra sem enhuma vem a estatística e declara que naquela região há uma galinha para cada habitante. Isto é estatística, verdadeiramente. A manipulação de dados torna o que seria uma ferramente de utilidade publica em propaganda enganadora do povo sobre os dados que dão por verdadeiros e honestoa. Por esta e tais, especialmente em se tratando do “empresario nacional” (refiro-me aos peixes graudos), sempre cheira a “coisa encomendada”, para dar suporte a alguma reclamação de mais verbas ou de alavancar seu candidato, em preríodo eleitoral. Com a empresa a todo vapor eles têm relutância em contratar, imagine com faturamento baixo. Só faz lebrar o bordão do momento — “sabe nada, inocente!”.