A trégua entre Israel e o Hamas terminou e o Estado de Israel já voltou às operações de ataque aos palestinos, deixando nas primeiras horas de ataque 32 mortos.
Desde o início da trégua, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deixou claro que não tinha intenções de pausar a guerra definitivamente, mas que a interrupção dos ataques seria temporária.
“Com o reinício dos combates, enfatizamos: o governo israelense está empenhado em alcançar os objetivos da guerra – libertar os nossos reféns, eliminar o Hamas e garantir que Gaza nunca representará uma ameaça para os residentes de Israel”, escreveu Netanyahu.
O cessar-fogo começou na última sexta-feira, foi prorrogado duas vezes, permitindo a troca de reféns detidos e a entrada da ajuda humanitária em Gaza.
O Estado de Israel afirmou que o Hamas não teria cumprido com partes do acordo de trégua, ao manter como réfens algumas mulheres e começar a disparar foguetes uma hora antes do fim do cessar-fogo, às 7h desta sexta.
Após o comunicado do primeiro-ministro do Estado de Israel, um membro da cúpula do Hamas afirmou que “o os israelenses não conseguiram durante os cinquenta dias antes da trégua, não conseguirão continuando a sua agressão após a trégua.”
O dia amanheceu, assim, do retorno da guerra, já voltando a deixar feridos e mortos.
Com agências internacionais.
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