4 de junho de 2026

TSE não esclarece se Temer estava presente quando Odebrecht falou em R$ 10 milhões

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Jornal GGN – A acareação entre Marcelo Odebrecht e Cláudio Melo Filho não esclareceu ao ministro Herman Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral, se Michel Temer estava ou não presente à mesa de um jantar em que o herdeiro do grupo prometeu doar R$ 10 milhões ao PMDB, sendo R$ 6 milhões a Paulo Skaf e o restante distribuído a aliados.

Segundo relatos da Folha, “Marcelo reafirmou que Temer não estava à mesa, no jantar no Palácio do Jaburu em 2014, quando mencionou que a empreiteira repassaria R$ 10 milhões ao PMDB para as eleições daquele ano. Já Cláudio Melo Filho repetiu sua versão de que Temer estava sim presente nesta parte da conversa.”

O segundo ponto que motivou a acareação foi a fala de Odebrecht, de que, ao todo, teria doado R$ 150 milhões entre caixa oficial e caixa 2 às campanhas de 2014. Folha não revelou se ele esclareceu quem foram os benefíciários desse montante. 

Outros delatores, entre eles Benedito Junior, falaram em R$ 200 milhões. Eles esclareceram que, no caso, Marcelo Odebrecht não teria acrescentado os recursos destinados a campanhas que não eram presidenciais.

Ainda segundo o jornal, o conflito de informações envolvendo Temer acabou virando irrelevante para o TSE. “(…) o ministro Herman Benjamin, relator do processo, decidiu não insistir na contradição porque avaliou que os recursos seriam destinados a campanhas do PMDB, sem relação com a chapa presidencial.”

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

2 Comentários
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  1. Luiz Mattos1

    11 de março de 2017 1:27 pm

    ENTÃO TURCO,NEM UMA PALAVRA

    ENTÃO TURCO,NEM UMA PALAVRA SUA SOBRE O CONVESCOTE DE KARNAL O KARNALHA COM O NAZI DE CURITIBA E SEUS PROJETOS FUTUROS?QUEM SABE SOBRE A LINEARIDADE DO CARÁTER?

  2. Wilson Ramos

    11 de março de 2017 6:37 pm

    a chave no último parágrafo

    o que acho que deve ser mais enfatizado é o final do texto, onde o juiz diz ser irrelevante de Temer estava ou não presente ao se falar de valores uma vez que ficou patente que as contribuições eram para o PMDB e não para a chapa presidencial. Ele deverá inocentar Dilma e Temer, pois não se provou que a campanha presidencial tenha usado recursos ilícitos. E do outro lado da investigação as gráficas acusadas pelo Gilmar Beiçola de serem de faixada estão todas demonstrando a entrega dos trabalhos.

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