Após uma série de negativas, os Estados Unidos apresentaram uma proposta de resolução no Conselho de Segurança da ONU em que pedem cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza.
A afirmação foi feita pelo secretário de Estado Antony Blinken, durante uma entrevista na Arábia Saudita, onde os EUA estão mediando com Egito e o Catar um acordo pelo fim da guerra entre Israel e o Hamas.
O secretário ressaltou, no entanto, que a possibilidade de cessar-fogo foi feita sob a condição de liberação de reféns israelenses presos pelo Hamas.
“Esperamos sinceramente que os países apoiem isso. Penso que isso enviaria uma mensagem forte, um sinal forte. Mas, claro, apoiamos Israel e o seu direito de se defender“, afirmou durante a entrevista.
Vale lembrar que os EUA é aliado de Israel e vetaram resoluções anteriores apresentadas por outros países sobre o conflito. Um dos textos vetados foi apresentado pelo Brasil, em outubro de 2023.
Nas últimas semanas, após mais de 30 mil mortos na Faixa de Gaza, o governo estadunidense tem mudado o tom em relação ao conflito.
Os EUA se manifestaram contra a operação de Israel na cidade de Rafah, no sul de Gaza, onde mais de 1 milhão de palestinos estão alojados.
Na última terça-feira (19), inclusive, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, rejeitou um pedido do presidente americano Joe Biden para cancelar os planos de um ataque terrestre em Rafah.
Com informações do G1.
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Jicxjo
21 de março de 2024 12:38 pmAnthony Barrichello já já vai pedir também coordenação internacional para frear a pandemia de COVID-19. Gozado que os americanos defendem a tal sociedade internacional baseada em “regras”, mas avacalham a ONU sempre que seus interesses não são atendidos. Suas “regras”, claro. O episódio OPAQ/Bustani é outro que rasga a roupa do rei para quem quiser ver sua hipocrisia exuberante.
ed.
21 de março de 2024 6:58 pmSim, o “Ocidente” quando quer, com ONU ou sem ONU, não apenas impõe sanções e resoluções condenatórias, mas também junta suas forças armadas, porta-aviões, caças, mísseis, artilharias e que tais para invadir países até em nome da democracia, catar armas de destruição em massa ou qualquer outra conveniência da hora. Por que não o fazem em Gaza e na Cisjordânia, né? Poderia ser até uma ocupação pacífica e ainda bem vinda pelas respectivas populações. Aí OU teríamos um cessar fogo IMEDIATO OU a alternativa “interessante” das forças de “defesa” israelenses terem que atacar forças militares ocidentais (americanas, britânicas, francesas, canadenses, alemãs, etc.). Será que atacariam? Digam-me lá! É ou não é uma SOLUÇÃO imediata para quem QUER RESOLVER o massacre, digo conflito, de VERDADE. E digo mais: não me indiquem para o Nobel da Paz, porque sou apenas um reles comentarista…