5 de junho de 2026

O inacreditável trabalho de um Ministro que se fez na defesa dos direitos humanos

Jornal GGN – A estranha atuação do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, no caso envolvendo conflito entre índios e agricultores do norte gaúcho, chama a atenção pelo que parece ser uma trama: em recente entrevista coletiva, em que trataria da questão, Cardozo chamou a atenção para a ausência das lideranças indígenas que, na avaliação do ministro, “perderam a oportunidade de fazer um diálogo”.

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O que Cardozo não mencionou na coletiva, no entanto, é que seis das lideranças da comunidade não compareceram porque estão presos desde o dia 28 de abril em uma operação da PF deflagrada em uma reunião com representantes do governo federal. Críticos da atuação do ministro afirmam que o caso foi uma “armadilha” aos índios, que permanecem sob as ameaças de agricultores da região.

Do Estadão

 
Conflito entre agricultores e índios acampados à beira de trilhos no norte gaúcho foi mediado pelo Ministro da Justiça mediou, José Eduardo Cardozo
 
Leonencio Nossa
 
Brasília – Diante do conflito entre índios e agricultores do norte gaúcho, o ministro José Eduardo Cardozo forçou nesta quinta-feira, 22, um acordo para reduzir o território dos guaranis da comunidade de Mato Preto, no município de Getúlio Vargas. Cardozo pretende diminuir de 4,2 mil para 600 hectares a área definida por uma portaria que assinou há dois anos.

Desde 2003, 17 famílias aguardam o cumprimento da norma em barracas às margens dos trilhos da Estrada de Ferro São Paulo-Rio Grade do Sul. “A melhor forma para resolver o conflito é a mediação”, afirmou o ministro.

A proposta foi discutida no final da tarde com os guaranis e os agricultores. Os índios, no entanto, não foram convidados para a entrevista coletiva. Com a exclusividade do microfone, o ministro disse que tinha reservado parte do dia para discutir uma série de conflitos no Rio Grande do Sul. Ele lamentou que lideranças indígenas do município de Faxinalzinho não apareceram para negociar. “É uma pena que os índios não vieram. Eles perderam a oportunidade de fazer um diálogo”, afirmou.

Um detalhe: o cacique de Faxinalzinho, Deoclides de Paula, e outras quatro lideranças da comunidade não compareceram ao Ministério da Justiça porque estão presos desde o dia 28 de abril. Numa operação polêmica, a Polícia Federal prendeu os índios numa reunião com representantes do governo federal. Eles são acusados de matar os agricultores Alcemar e Anderson de Souza. Para entidades de defesa dos índios, o governo ajudou a montar uma armadilha.

Localizado pelo Estado, o cacique de Mato Preto, Joel Kuaray, que esteve com o ministro, disse que as 75 pessoas da comunidade acampadas não “aguentam” mais ameaças verbais e tiros para o alto disparados por agricultores. “A gente aceita diminuir nossa terra porque hoje estamos na beira da linha do trem”, disse. “A gente tem o sentimento de que as ameaças vão diminuir, porque a redução da terra vai exigir a retirada de um número menor de agricultores da área.”

Na entrevista, Cardozo negou que o governo esteja descumprindo artigos da Constituição que garantem a demarcação de terras consideradas indígenas. Ele defendeu o que chamou de “ajuste de direitos” e jogou a responsabilidade pelos conflitos no campo à lentidão do Judiciário em resolver os impasses.

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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30 Comentários
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  1. Assis Ribeiro

    23 de maio de 2014 12:58 pm

    Há dois dias escrevi aqui no blog;

    Em todo o trabalho de José Eduardo Cardoso é impossível se observar uma ação contra o lado mais forte em qualquer  pendências.

    Foi assim com a Telexfree, com o problema dos índios, foi assim que endossou a ação da polícia de Alckmin nas manifestações de junho onde não teve força para deixar claro qual a função de um Ministério da Justiça.

    O Ministério da Justiça, com Zé Cardoso, deveria se chamar Ministério da Polícia.

    Ele deve estar na lista dos que alguns jornalistas chamam de neopeemedebistas, e que prefiro chamar dos pragmaticos do PT, aqueles que não nunca questionam o lado mais forte de uma disputa.

    1. Daytona

      23 de maio de 2014 2:15 pm

      Eu acho de Banda Podre do PT,

      Eu acho de Banda Podre do PT, que inclui figuras como Aloisio “Grupo Abril Boy” Mercadante, Paulo Globeleza Bernardo, Vaccarezza e outros. Infelizxmente, a banda podre assumiu o comando no governo Dilma, que representa um forte retrocesso em relação ao governo Lula.

      1. Frederico69

        23 de maio de 2014 5:22 pm

        e tem uns tipos incapazes de

        e tem uns tipos incapazes de fazer uma autocrítica e tentam defender o indefensável.

        ministro incompetente. já devia ter sido defenestrado a muito tempo.

      2. Diogo Costa

        23 de maio de 2014 5:41 pm

        “Banda Podre”? Hum…

        Aloísio Mercadante, Paulo Bernardo, Candido Vaccarezza e outros, dentro do PT, fazem parte do grupo político de Luiz Inácio Lula da Silva. O único que não faz parte do grupo político de Lula, dentro do PT, é exatamente o Ministro José Eduardo Cardozo.

         

        “Banda Podre”? Hum…

        1. Daytona

          23 de maio de 2014 6:22 pm

          Mercadante não fez parte do

          Mercadante não fez parte do governo Lula, ganhou força no governo Dilma, no qual, como ministro, distribuia milhões sem licitação para seus amigos do Grupo Abril, e tecia elogios à participação da Folha de SP durante a ditadura. É uma das figuras mais nefastas do PT. 

  2. Fernando Grassi

    23 de maio de 2014 1:34 pm

    Zé Dantas

    A Polícia Federal prende os índios e o Ministro da Justiça censura a ausência destes índios na reunião. Seja por desinformação ou canalhice, este dândi não tem a mínima condição de ocupar a importante função que ocupa.

     

     

  3. RGodinho

    23 de maio de 2014 1:50 pm

    Esse José Cardoso não merece

    Esse José Cardoso não merece minha confiança.

  4. Daytona

    23 de maio de 2014 2:12 pm

    Por que os índios não montam

    Por que os índios não montam uma pirâmide financeira ou outro esquema fraudulento?

    Assim o ministro Cardozo não os pertubará mais.

    Enfim, esse é o governo Dilma, atuações como a do ministro Cardozo deveriam ser questionadas por setores mais progressistas(que sempre merecem a indiferença, senão o escárnio, da presidente Dilma).)

    1. alfredo machado

      23 de maio de 2014 3:27 pm

      Ministro diferente

      Daytona,

      O deesempenho deste réptil beira o inacreditável.

      Que ele queira reduzir a área indígena, é postura que pode ser negociada, mas deixar apenas 15% da área já determinada, sei lá – nunca me imaginei defendendo área prá índios, mas o ministro mostra ser capaz de muita coisa.

      Quanto ao pesar pela ausência das lideranças indígena, é falta de caráterr mesmo,

      O fato é que, quanto mais o blogueiro chacoalha aquele cidadão que está ministro, mais inseguro ele fica. Daqui, ficamos aguardando uma iniciativa correta até que enfim, compatível com a função que ele ocupa.

  5. Márcio Rodrigues

    23 de maio de 2014 3:22 pm

    O poder da PF

    Nassif, uma boa tarde.

    Passou desapercebido na semana passada, ou melhor teve pouca repercussão, a prisão do Gov. de Mato Grosso.

    A tal prisão se deu por porte ilegal de arma. A PF tem todos os dados das armas e de seus proprietários que as registraram, então pode prender a todos , quando quiser,  pois quase a totalidade não renovou o registro, o que é quase impossível.

  6. Diogo Costa

    23 de maio de 2014 3:28 pm

    Alhos e bugalhos. É preciso colocar alguns pingos nestes is.

    Com absolutamente todo o respeito da face da Terra, do mundo e do universo, digo que o grande jornalista Luis Nassif está ampla, geral e irrestritamente equivocado ao dizer que a referida reunião (onde lideranças indígenas foram presas) contou com a participação de representantes do governo federal. 

     

    Isto NÃO É VERDADE!

     

    O grande jornalista Luis Nassif deve saber que a Polícia Federal NÃO PRENDE absolutamente ninguém, salvo em caso de flagrante delito (o que não é o caso), sem uma ORDEM JUDICIAL! As lideranças indígenas estão presas porque o PODER JUDICIÁRIO, no caso a Justiça Federal do Rio Grande do Sul, assim determinou.

     

    A reunião que houve no Rio Grande do Sul, e que acabou com a prisão de alguns indígenas, NÃO TEM ABSOLUTAMENTE NADA A VER com o Ministério da Justiça. E esta reunião não tem ABSOLUTAMENTE NADA A VER com uma audiência de conciliação.

     

    A referida reunião não era de modo algum, e nem poderia sê-lo, uma “audiência de conciliação”, mas sim uma reunião marcada pelo governo do Estado do Rio Grande, de onde sairiam alguns pontos de consenso para a verdadeira audiência de conciliação, marcada pelo Ministério da Justiça.

     

    Quem convocou a reunião foi o GOVERNO DO ESTADO do Rio Grande do Sul. Participaram desta referida reunião alguns representantes do Governo do Estado, do Ministério Público Federal, da Prefeitura de Faxinalzinho e algumas lideranças indígenas. Deste encontro sairia uma carta base para o encontro de conciliação, agora sim, MARCADO PELO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, em Brasília, no dia 22 de maio.

     

    O Ministro José Eduardo Cardozo NÃO PODE impedir a Polícia Federal de cumprir ORDENS JUDICIAIS. Ele não tem o poder de impedir a Polícia Federal de cumprir MANDADOS JUDICIAIS. A prisão dos indígenas ocorreu na reunião articulada pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul em função do cumprimento, pela Polícia Federal, de um MANDADO JUDICIAL.

     

    Foi o PODER JUDICIÁRIO que emitiu uma ORDEM DE PRISÃO para os índios. A Polícia Federal, bem como o Ministro da Justiça, até onde eu sei, não podem DESCUMPRIR uma ordem judicial. E se descumprirem podem sofrer as consequências jurídicas do crime de PREVARICAÇÃO.

     

    A conciliação está sendo adotada em outros estados para evitar a JUDICIALIZAÇÃO nas demarcações de terras indígenas.

     

    O Ministério da Justiça pode fazer quantas portarias de demarcação quiser, no outro dia os interessados entram com uma liminar na justiça e o processo fica se arrastando durante anos ou décadas. A conciliação entre as partes, corretíssima, surgiu exatamente para impedir essa judicialização e agilizar os processos de demarcação de terras indígenas.

    1. alfredo machado

      23 de maio de 2014 3:59 pm

      Ministro desastrado

      Diogo, 

      De qualquer forma, JECardozo não poderia lamentar a ausência das tais lideranças à reuniçao, pois, por mais alienado que o ministro possa ser, não pode exisir dúvida quanto ao conhecimento dele sobre as prisões, sabia que os indígenas áinda estavam presos. Foi uma frase cínica e desnecessária.

    2. Maria Luisa

      23 de maio de 2014 6:59 pm

      O ministro não impediu porque quis assim

      Diogo,

      Não é possivel que o Ministro Cardozo não estivesse a par do mandado de prisões naquele momento. A PF, a gente ja sabe, virou uma guerra, mas esse tipo de ação, o Ministro deve saber. A ordem de prisão foi emitda nesse momento com o proposito de pega-los na tal reunião, o que configura uma armação do governo do RS, do Ministério da Justiça, da PF e da Justiça/RS para prender os indios. Se o Ministro não pode impedir o trabalho da PF, ele pode articular para que as coisas não derivem e que não cheguem ao ponto que chegaram. Se houve assassinato é porque deixaram as coisas irem longe demais. O ministro também é responsavel por esses assassinatos. 

      Quando indios são assassinados, raramente os fazendeiros são presos.

  7. Mogisenio

    23 de maio de 2014 3:45 pm

    Redução de território?

    Não conheço o caso de perto.

    De qualquer forma, é no mínimo curiosa essa proposta de redução de tamanho do  território indígena. Principalmente, pelo poder executivo numa aparente espécie de “negociação”.

    Pergunto a quem está sabendo dos mais detalhes:

    Baseando-se em que estão tentando reduzir o tamanho dessas terras indígenas?

    E caso sejam reduzidas,  a terra vai para quem ? Quem passará a ser o dono destas terras? Como passará a ser o dono?

    Enfim, estou bastante curioso para obter essas respostas. Se alguém souber, puder, e quiser me responder seria ótimo

    Aguardo um retorno e desde já agradeço-lhe pela atenção

  8. zuleica jorgensen

    23 de maio de 2014 3:48 pm

    Acho que se o GGN se pretende

    Acho que se o GGN se pretende um jornal pluralista, deveria buscar saber se o que informa o Diogo Costa em seu comentário é fato ou não, e publicar o resultado da investigação.

    Não gosto do Cardozo, acho o fim da picada Dilma mantê-lo na pasta da Justiça, onde tem feito muito pouco (ou nada!!) do que se espera de um ministro. Mas creio que isso não justifica que se faça a ele uma acusação que pode (estou dizendo que pode!) não ser verdadeira.

    Acho também que, na impossibilidade de uma investigação, o blog deveria subir o comentário do Diogo a post para que todos possam avaliar um outro olhar sobre o fato relatado.

     

    1. Frederico69

      23 de maio de 2014 10:09 pm

      os fatos são simples

      o ministro marcou a reunião e não foi a pf executou a prisão, que virou noticia.

      ele dizer o que diz agora, ou é ignorância ou má fé.

  9. Assis Ribeiro

    23 de maio de 2014 3:59 pm

    (Sem título)

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=t1PWB0mGBLw%5D

  10. Maria Luisa

    23 de maio de 2014 4:06 pm

    Por que o governo Dilma despreza os indios ?

    Nossa, o que é isso ?! Parece que estou lendo noticia sobre um secretario de Geraldo Alckmin. No mesmo nivel.

  11. Assis Ribeiro

    23 de maio de 2014 4:17 pm

    05/06/2013
    O Rio Grande do

    05/06/2013

    O Rio Grande do Sul é o Estado que apresenta o maior número de áreas indígenas com problemas no país, conforme um levantamento do Conselho Indigenista Missionário (Cimi).

    O relatório demonstra que 17 dos 96 territórios classificados como em situação de risco ou conflito estão localizados em solo gaúcho, o que representa 17,7% das zonas de preocupação em todo o país.

    16.Votouro/Kandoia Faxinalzinho e Benjamim Constant do Sul – Presença de outras pessoas na terra

    http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2013/06/rs-lidera-ranking-nacional-de-areas-indigenas-sujeitas-a-conflitos-4159627.html

  12. Maria Luisa

    23 de maio de 2014 4:21 pm

    Questão de sensibilidade

    Falem ai crianças:

    [video:http://youtu.be/ZyPYjt_rjjE align:left]

  13. C. Acácio

    23 de maio de 2014 5:18 pm

    O “inacreditável” Zé Cardoso.

    O “inacreditável” Zé Cardoso. Taí um adjetivo bem empregado , não só pelo conteúdo do post , mas pelo conjunto da obra …

  14. Hélio Jorge Cordeiro

    23 de maio de 2014 7:32 pm

    “Clodoaldo, meu chapinha,

    “Clodoaldo, meu chapinha, tomamo essa garrafa toda, fumamo dois maço de cigarro, mas ainda não entedi a tua pergunta: se existe mais de um governo dentro do governo, é isso?” – Astrogildo da Sapataria

    1. Hélio Jorge Cordeiro

      24 de maio de 2014 1:38 am

      ” Astrogildo, meu fio,  a

      ” Astrogildo, meu fio,  a resposta não é  ter gorvenos dentro do goveno. Mas o governo não cuidar dos governos dentro do  governo que o compõe!” – Clodoaldo das Dúvidas da Silva

  15. Sérgio Lamarca

    23 de maio de 2014 9:53 pm

    Conveniência

    Zé Cardoso é um Forrest Gump mal intencionado.

  16. Jair Fonseca

    23 de maio de 2014 10:55 pm

    Vergonhosa a atuação do

    Vergonhosa a atuação do ministro, e vergonhosa a postura do governo federal frente aos direitos indígenas.

  17. [email protected]

    23 de maio de 2014 11:43 pm

    ïndio preso

    Se há índio preso, liderança ou não, é porque algo deve. Todos sabem que ninguém fica preso de graça nesse país hoje em dia, ainda mais com investigação da PF e atuação do MPF e Justiça Federal. Sem teoria da conspiração Nassif, se as lideranças não compareceram e não mais existem é porque algo de muito “certo” andam fazendo….

    1. Armando Divan

      25 de maio de 2014 3:46 am

      Comentário estapafúrdio

      Ninguém fica preso de graça? A história recente prova justamente o contrário, vide a situação do Genoino e demais lideranças do PT, envolvidas no “mentirão”. De mais a mais, no Brasil só vai para a cadeia os famosos “Ps” e agora índio também, porque branco se tiver advogado não fica preso por muito tempo. A verdade é que a PF armou uma armadilha para os índios, com o beneplácito do Zé Cardoso, esse burocrata incompetente que deveria ser chutado do Ministério e do PT, pois é um perfeito idiota.

  18. luiza fitz

    24 de maio de 2014 12:03 am

    Vergonhosa a postura deste

    Vergonhosa a postura deste Ministro. Além de não controlar a PF a area de direitos humanos não existe. Ele traiu os indios.

  19. Pachecão

    24 de maio de 2014 12:49 am

    O PT é refém do

    O PT é refém do agronegócio.

    O Ministro da Justiça é o menos culpado na história. Os índios estão presos por decisão consensual entre o governador Tarso Genro e seus amigos do agronegócio.

    A Gleisi no Paraná é outra, faz de tudo para capturar o agronegócio e que se fodam os índios.

    No Tocantins a senadora que comanda a bancada ruralista, presidenta da CBA, será a candidata de Dilma. 

    Tá tudo dominado.

  20. Bruno A

    24 de maio de 2014 4:44 am

    Telexfree – Até quando o governo brasileiro se omitirá??

    Sites americanos continuam demonstrando perplexidade com a OMISSÃO, DESINTERESSE ou ATRASO do governo brasileiro em tomar medidas enérgicas que o gigantesco golpe da pirâmide financeira Telexfree requer.

    Até quando fingirão que nada sabem??

     

     

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