
O Banco Central anunciou, nesta sexta-feira (5), novas medidas para reforçar o sistema financeiro, em resposta ao recente escândalo de que fintechs foram usadas pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) para lavagem de dinheiro, a fim de disfarçar transações, além de ocultar patrimônio.
Uma das medidas adotadas pela autarquia foi a redução de limites de transferência via PIX e TED, quando o destinatário for uma instituição de pagamento não autorizada ou que se classificam como Prestadores de Serviços de Tecnologia da Informação (PSTIs). Nestes casos, o novo limite para transferência é de R$ 15 mil.
O BC determinou ainda a obrigatoriedade de aprovação prévia para que novas instituições entrem no sistema financeiro. Para tanto, as regras agora estão mais rígidas e nenhuma empresa poderá atuar antes da autorização.
Por fim, as fintechs precisarão de confirmação de certificação técnica para operar no sistema.
Vítimas
O presidente do BC, Gabriel Galípolo, minimizou a responsabilidade das fintechs no escândalo, divulgado após megaoperação realizada na última semana, quando a Polícia apontou ao menos 40 fundos de investimentos e fintechs envolvidas nas operações da organização criminosa.,
“Faria lima ou ‘fintechs’ são as vítimas do crime organizado. Tanto os bancos incumbentes, quanto os novos entrantes no mercado, foram responsáveis por uma inclusão fantástica no sistema financeiro e facilitação de serviços [à população]. Isso é essencial para que o Brasil tenha uma posição privilegiada que tem hoje no sistema financeiro”, disse o presidente do BC.
Para Galípolo, a confusão foi gerada porque antigamente os assaltos a carros fortes ou agências bancárias eram vistos fisicamente. Mas com a digitalização da criminalidade, os episódios se tornaram mais opacos e geram receio. “O tema da segurança não há margem para ter qualquer tipo de tolerância”, acrescentou.
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Edemilson
5 de setembro de 2025 3:12 pmFaria Lima e Fintechs vítimas? Oh coitados!!!!
Jacob Binsztok
6 de setembro de 2025 3:05 pmTambém concordo,neste negócio não existe santo.
Anônimo
6 de setembro de 2025 11:48 amPara não adjetivar, a postura de Galipolo é INACEITÁVEL, pela importância que tem hoje emm dia como a maior autoridade do Bacem.
E as pessoas, especialmente idosos, que foram e estão sendo vítimas dessa quadrilha organizada entre o “Crime Organizado – PCC) e o BACEN.
Solicito que Galipolo de um nome de um banco e fintech que foi vítima da quadria ? se não foi vítima que informa o LUCRO QUE TIVERAM E QUE CONTINUA TENDO ATÉ HOJE, utilizando-se do sistema financeiro para DAR GOLPE e MAIS GOLPE, principalmente em idosos.
As fintechs fizeram parceria com o crime organizado e assaltaram muitos idosos.
Fora Galípoli, e vá para ser mais um membro da Faria Lima ganhando fortuna com a fama do BACEN.