
O ministro do Turismo, Celso Sabino, pretende continuar no cargo e enfrentar o processo de expulsão a ser movido pelo seu partido, o União Brasil, que determinou em setembro a saída de seus filiados de todos os cargos no governo federal.
Fontes ouvidas pelo jornal Folha de São Paulo dizem que Sabino deve manter-se leal ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e oficializar sua decisão na próxima terça-feira (07/10).
Além de argumentar que não pode deixar a pasta a um mês da COP 30, que ocorre na cidade de Belém do Pará, ele pretende disputar uma vaga no Senado pelo Pará nas eleições de 2026. Na segunda-feira (06/10), será apresentada uma pesquisa a respeito da percepção popular sobre a COP30.
Sabino justificou sua decisão a diversos gestos de prestígio que tem recebido do presidente, a começar pela sua presença em diversas agendas no Pará ao lado de Lula.
O presidente conta com Sabino para abrir uma dissidência dentro do União Brasil, cuja direção nacional não apenas pediu a saída de seus militantes de todos os cargos ocupados no governo como considera apoiar um candidato de oposição nas eleições, de preferência o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos).
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