Jornal GGN – A presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), senadora Ana Rita (PT-ES), pediu investigação e providências em relação à jornalista Rachel Sheherazade, do jornal SBT Brasil, por violação aos direitos humanos e incitação à violência. O pedido foi encaminhado à Procuradoria Geral de Justiça de São Paulo.
Rachel Sheherazade se envolveu em polêmica na última terça (4), ao comentar sobre um rapaz que foi espancado e depois preso pelo pescoço, sem roupa, a um poste, com trava de bicicleta. Ele teria sido preso ao poste por suposta prática de roubos e furtos.
Os autores da agressão ainda filmaram a cena e divulgaram na internet. O jovem foi libertado depois que uma moradora chamou os bombeiros.
No comentário feito ao programa SBT Brasil, Sheherazade disse que o “marginalzinho era tão inocente que, ao invés de prestar queixa contra seus agressores, preferiu fugir antes que ele mesmo acabasse preso. É que a ficha do sujeito está mais suja do que pau de galinheiro”.
Ela ainda completou que, sendo o “Estado é omisso, a polícia é desmoralizada, a Justiça é falha”, a defesa é legítima: “O que resta ao cidadão de bem que, ainda por cima, foi desarmado? Se defender, é claro”.
A apresentadora justificou a reação dos criminosos: “No país que ostenta incríveis 26 assassinatos a cada 100 mil habitantes, que arquiva mais de 80% de inquéritos de homicídio e sofre de violência endêmica, a atitude dos vingadores é até compreensível”, afirmou.
Por esse motivo, Ana Rita tomou a iniciativa da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, violando “os direitos humanos, o Estatuto da Criança e do Adolescente e fez apologia à violência”, disse a presidente no ofício.
No documento, ela anexou a nota de repúdio publicada pelo Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro, que afirmou haver “grave violação de direitos humanos e ao Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros” nas declarações da âncora. Ainda de acordo com a nota, “o desrespeito aos direitos humanos tem sido prática recorrente da comunicadora”.
http://www.youtube.com/watch?v=at89CynMNIg
Com informações de Agência Senado.
Zanchetta
7 de fevereiro de 2014 6:10 pmAinda bem que os “Direitos
Ainda bem que os “Direitos Humanos” não tem mais nada com que se preocupar…
nosde
7 de fevereiro de 2014 6:20 pmA FICHA DO CARA É MAIS SUJA
A FICHA DO CARA É MAIS SUJA DO QUE PAU DE GALINHEIRO, PORQUE SABEMOS DE ONDE A MESMA FOI TIRADA, NÃO CARA JORNALISTA??!!!!!!! . . . . . DEMENTE.
IVan de Union
7 de fevereiro de 2014 6:26 pmAgora sim, aquela nota de
Agora sim, aquela nota de “desculpas” esta explicada.
Alguem diga a Ana Rita que o telefone dela ta grampeado.
morallis
7 de fevereiro de 2014 6:30 pmvAI DANÇAR !
vAI DANÇAR !
Luciano Prado
7 de fevereiro de 2014 6:32 pmE São Paulo tem esse negócio aí?
“O pedido foi encaminhado à Procuradoria Geral de Justiça de São Paulo.”
Artaud
7 de fevereiro de 2014 7:07 pmTer tem… mas tá em falta.
Está falta aqui em SP, aí no Recife, em Catolé do Rocha, no Oiaqpoque, no Chuí, no Brasilzão todo.
Por isso que chamam de “Procuradoria”: todos procuram mas ninguém acha.
antonio francisco
7 de fevereiro de 2014 7:23 pmprocurador que procurava, mas não achava
Artaud, você me fez lembrar de uma cena hilária do Casseta e Planeta: um deles era o procurador em Brasília que procurava, procurava, mas não encontrava nada.
antonio francisco
7 de fevereiro de 2014 7:13 pmserá?
A sede do SBT sendo em São Paulo, o pedido deveria mesmo ser encaminhado à procuradoria de lá, não é?
Francy Lisboa
7 de fevereiro de 2014 7:44 pmMas em São Paulo…
só
Mas em São Paulo…
só funciona o Ministério Público Suiço
morallis
7 de fevereiro de 2014 8:47 pm(Sem título)
Geraldo Costa
7 de fevereiro de 2014 6:58 pmSe eu fosse o “Patrão”
Silvio Santo o “Patrão” deve estar fulo da vida…logo logo ele dispensa a moça e ela que se vire…
MThereza
7 de fevereiro de 2014 7:04 pmTá todo mundo tão corajoso
Tá todo mundo tão corajoso com a infeliz desconhecida, que ganhou mais do que os regulamentares 15 minutos de fama e logo será esquecida. Até a Comissão de Ética do sindicato dos jornalistas se manifestou. E quanto a tantos outros colegas que assassinam o tal código a cada edição de jornal ou revistas? Ninguém se manifesta? O caso dessa moça é para a polícia resolver. Afinal, ela cometeu um crime. E chega de dar visibilidade a quem não merece.
Itamar Branco
7 de fevereiro de 2014 7:04 pmFrescura e hipocrisia
A jornalista do SBT costuma carregar nas tintas. Faz tipo. Mas, pensando bem, não falou nenhuma inverdade. Quem está se doendo…….bem…….devia se lembrar de um personagem do Chico Anísio……….”tá cum dó?…leva pra casa”.
LEONARDO FERREIRA SOARES
7 de fevereiro de 2014 7:20 pmRachel Sheherazade
DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA NO DIA A DIA
Artigo de contemporânea de Rachel Sheherazade na UFPB, vale a pena ler. Leonardo Soares
Share on facebookShare on twitterShare on emailShare on prinZezé Béchade as 15:10 h
Meu repúdio à Sheherazade
Zezé Béchade
Jornalista Rachel Sheherazade (Crédito: Internet)
Enquanto cidadã, jornalista e defensora dos Direitos Humanos, não poderia deixar de repudiar os posicionamentos que a minha ex-colega de turma de Jornalismo na UFPB, Rachel Sheherazade, vem adotando desde que assumiu a bancada do Jornal do SBT. Apesar de não concordar com tudo o que ela havia escrito sobre o carnaval, o que lhe fez um fenômeno das redes sociais até chegar onde chegou, vibrei e me senti representada quando obteve o reconhecimento profissional a nível nacional. No entanto, a sequencia de posicionamentos ultraconservadores, despejando ódios, incitando violência e desqualificando os valores que vêm sendo construídos ao longo desses poucos anos de democracia em nosso país, me faz refletir sobre o que significa os pensamentos daquela moça calada e que nunca cumprimentava os colegas em sala de aula.
Chego à conclusão de que ela representa uma parcela da população que não aceita as mudanças ocorridas na pauta das prioridades políticas de nosso país, onde as questões sociais e o respeito aos direitos humanos vêm sendo ampliado a cada dia e sendo aceitas por uma grande fatia da população (podemos nos espelhar pela repercussão positiva do beijo gay na novela global e pelos posicionamentos de repúdio contra quem é “politicamente incorreto”, a exemplo da própria Sheherazade). E vejam só, ela própria declarou na Veja/São Paulo que fala o que pensa e não para “ser politicamente correta”.
O que a jornalista e as pessoas que ainda sustentam esse tipo de pensamento conservador e eu diria de instintos não racionais, que já não condiz com a sociedade contemporânea, é que a população brasileira está amadurecendo e não aceita mais violações à democracia, aos pobres, aos negros, às minorias… Sabemos, pois, cara Rachel, que o sistema prisional, assim como o judiciário precisam ser melhorados no país, mas isso não lhe cabe o direito de incitar a violência, a barbárie e atacar quem luta por uma cultura de paz e não violência, a exemplo dos defensores dos Direitos Humanos. Imagine você se a cada esquina que passássemos nos deparasse com alguém fazendo justiça com as próprias mãos! Que cenário seria esse, senão a volta da barbárie, do ser humano irracional?
É por esse tipo de jornalismo, que “rasga” a Constituição Federal, que desrespeita a dignidade e o direito das pessoas, que não leva em conta os preceitos dos Direitos Humanos e não se baseia nem mesmo em seu próprio Código de Ética, que a sociedade brasileira deveria lutar e exigir o controle social dos meios de comunicação. Não para cercear a liberdade de expressão, mas para evitar excessos como este de Rachel e de muitos outros jornalistas que estão à disposição dos grupos conservadores e manipuladores da mídia bem como para disciplinar as empresas de comunicação, que são concessões públicas e não cumprem seu papel social de informar, educar e respeitar o debate e a diversidade cultural e de opinião sem violar os direitos fundamentais da pessoa humana. Lembrando o “homem do baú”, não podemos topar tudo por dinheiro, caros e caras colegas!
Pontos em Pauta:
. Da Constituição Federal do Brasil
– O Artigo 1º da Constituição Federal proclama: “A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito” e tem como um de seus fundamentos “a dignidade da pessoa humana”, como pontua o inciso III deste artigo.
– O Artigo 5º da nossa Carta Magna afirma que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”. E o inciso III prega: “ninguém será submetido à tortura nem a tratamento desumano ou degradante”.
. Da Declaração Universal dos Direitos Humanos
– Artigo V: “Ninguém será submetido à tortura, nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante”.
– Artigo VI: “Toda pessoa tem o direito de ser, em todos os lugares, reconhecida como pessoa perante a lei”.
– Artigo VII: “Todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Todos têm direito a igual proteção contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação”.
. Do Código de Ética dos Jornalistas
– Art. 6º É dever do jornalista:
I – opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios
expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos;
XI – defender os direitos do cidadão, contribuindo para a promoção das garantias
individuais e coletivas, em especial as das crianças, adolescentes, mulheres, idosos,
negros e minorias;
XIV – combater a prática de perseguição ou discriminação por motivos sociais,
econômicos, políticos, religiosos, de gênero, raciais, de orientação sexual, condição física
ou mental, ou de qualquer outra natureza.
– Art. 7º O jornalista não pode:
V – usar o jornalismo para incitar a violência, a intolerância, o arbítrio e o crime;
Também atuando no sentido pedagógico que acreditamos que deva ser uma das principais intervenções do sindicato e da Comissão de Ética, realizaremos um debate sobre o tema em nosso auditório com o objetivo de refletir sobre o papel do jornalista como defensor dos direitos humanos e da democratização da comunicação”.
janes salete
7 de fevereiro de 2014 7:28 pmJustiça de sp? Aquela que
Justiça de sp? Aquela que livra todos que pertençam a sua “classe”, a cheirosa(?)? Senti que a senhora ai vai dar risada e debochar mais ainda.
sergior
7 de fevereiro de 2014 7:32 pmSe os matadores permanecem impunes, novos Rubens Paiva serão ass
Blog do Mario Magalhaes
Se os matadores permanecem impunes, novos Rubens Paiva serão assassinados
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Mário Magalhães
07/02/2014 12:20 Comunicar erro Imprimir
Ex-deputado federal Rubens Paiva, cassado em 1964 e assassinado em 1971
( O blog agora está no Facebook e no Twitter )
As viúvas da ditadura sofrem com uma nova peça, dessas que a senhora implacável chamada história costuma pregar: já não podem dizer que a afirmação de que o cidadão brasileiro Rubens Beyrodt Paiva foi assassinado e desaparecido em 1971 constitui intriga de revanchistas ensandecidos, esses ingratos incapazes de reconhecer alegados méritos da ditadura parida quase meio século atrás.
Agora, quem confirma a farsa do relato oficial sobre o sumiço de Rubens Paiva é um dos atores da encenação, o coronel reformado Raymundo Ronaldo Campos. Seu depoimento foi feito à Comissão da Verdade, em sua versão estadual no Rio (leia aqui).
O ex-deputado federal Rubens Paiva, cassado em 1964, foi preso em janeiro de 1971 e assassinado na tortura em dependências do Exército. Tinha cinco filhos, entre eles meu querido colega Marcelo.
Como se sabia que o militante oposicionista estava sob custódia do Estado, as autoridades inventaram a versão de que ele havia sido resgatado cinematograficamente por guerrilheiros urbanos. Um dos militares que o acompanhavam, conforme a mentiralhada, era Raymundo Ronaldo Campos, que na época participou da fraude e hoje se curva aos fatos: o relatório da Força não passa de obra de ficção.
A União já havia reconhecido o assassinato de Rubens Paiva. A novidade é um dos atores da trama confirmar: como em tantos episódios, o governo da época mentiu, para encobrir o extermínio, ilegal até para a legislação da ditadura.
Os assassinos de Rubens Paiva não foram identificados, muito menos punidos. Há quem sustente, inclusive o Supremo Tribunal Federal, que estariam protegidos pela Lei de Anistia, de 1979. Ocorre que não há nenhuma manifestação explícita daquela norma livrando de julgamento os autores de crimes imprescritíveis contra os direitos humanos, como tortura e desaparecimento forçado.
A Suprema Corte também erra. Não aprovou, em 1936, a entrega da alemã, comunista, judia e grávida Olga Benario para a SS nazista?
Mesmo se houvesse referência a torturadores na Lei de Anistia, o Brasil ainda vivia a ditadura. E ditadura não tem legitimidade e legalidade para se autoanistiar.
Imaginem se os próceres do III Reich tivessem se autoanistiado às vésperas da derrota de 1945. Alguma consciência digna seria contra que eles fossem julgados e condenados?
Até hoje o corpo de Rubens Paiva (1929-71) não apareceu. Como no caso Amarildo, também perpetrado por agentes públicos, embora este tenha sido crime comum, e não político.
Existe uma continuidade histórica entre um acontecimento e outro, separados por 42 anos e meio. A impunidade dos assassinos de Rubens Paiva e centenas de brasileiros durante a ditadura 1964-85 acena para o futuro: podem fazer de novo, que não vai dar em nada.
Os acusados de matar o pedreiro Amarildo estão em cana, mas não se constrangeram em torturá-lo e sumir com ele. No passado não rendeu castigo, por que renderia agora?
Ainda é tempo de responsabilizar os torturadores e matadores da ditadura. Levá-los aos tribunais serviria de advertência às futuras gerações: não reeditem a covardia, porque haverá punição.
Ou seja, deveriam prevalecer os mesmos valores que, justamente, castigaram genocidas da Alemanha, veteranos da Segunda Guerra, do Cambodja, da matança patrocinada pelo Khmer Vermelho, e da Argentina dos generais e seus sócios civis.
Quando crimes contra a humanidade são perdoados, reluz o sinal verde para tudo se repetir.
Não adianta conhecer a verdade se, de posse dela, o Brasil não ensina: quem torturar, executar e sumir com seres humanos vai pagar por isso.
E não basta responsabilizar somente quem sujou as mãos diretamente. É preciso esquadrinhar a cadeia de comando e punir os chefes, até a cúpula.
Muitos repressores já morreram, é verdade. Mas há uma legião deles viva. E impune.
jc.pompeu
7 de fevereiro de 2014 7:58 pma emenda da política moral é
a emenda da política moral é pior que o soneto fascista…
basta a manifestação da opinião pública que gerou flagrante desconforto e constrangimento com prováveis desdobramentos na sua carreira e vida pessoal, pela sua má fama de querer fazer “teatro dos tipos conservadores preconceituosos” ao vivo na tv lumpemproletariado do seu silvio santos, o ídolo televisivo populista do seu maluf… o mais novo aliado político [ com direitos humanos a gestos político-eleitorais “bem na foto na fita” ] do lulopetismo.
Galvão
7 de fevereiro de 2014 10:58 pmÉ o Leônidas?
Está parecendo comentário do idiota rs… rs… Leônidas. O mesmo estilo, as mesmas bobagens.
HumbertoGuedes
7 de fevereiro de 2014 8:00 pmBasta a seguinte frase para
Basta a seguinte frase para notar o quão ela é arrastada pelo preconceito mais insensato: “o marginalzinho era tão inocente que, ao invés de prestar queixa contra seus agressores, preferiu fugir antes que ele mesmo acabasse preso. É que a ficha do sujeito está mais suja do que pau de galinheiro”
Primeiramente, ninguém é obrigado a comunicar crime, tem-se direito a fazê-lo.
Quem sai de uma enrascada, como aquela, quer mais é sair correndo para lugar seguro, isto é compreensibilíssimo e é de esperar.
Ou quem assiste aos telejornais, não pensa duas vezes antes de chamar a polícia, vê-se, sim, é feliz de livrar-se da adversidade.
Esta senhora é intelectualmente despreparada para concorrer à formação de opinião publica, especialmente, por meio de comunicação tão poderoso como a televisão ou o rádio.
Tenha lá a opinião que quiser, vá, mesmo que em rematado exercício de insensibilidade social, histórica, econômica, enfim, para com o próximo, poderia mesmo dizer ser compreensível a ira manifesta no episódio, todavia, reprová-la conclamando as pessoas a não fazer tais atrocidades, etc., mas… ora, francamente, legitimar a brutalização, animar bestas-feras, ah! isso, no mínimo, sugere incitação ao crime, apologia criminosa.
Desafeta aos direitos humanos como se mostra habitualmente, talvez não se importasse de ser deixada em terras de escravidão de mulheres brancas, onde, certamente faria grande sucesso. Por incrível que pareça a principiologia é a mesma.
Saudações libertárias e civilizatórias, para todos, para todos.
Leonardo PP
7 de fevereiro de 2014 8:55 pmO caso me lembra em muito…
Sabem…ao ler a trajetória de vida do garoto de apenas 15 anos me lembrou em muito a vida do Sandro Nascimento. As mesmas tragédias de vida (pais mortos quando crinaças), sem estrutura familiar e social chegando a adolescência já viciados em crack. Ambos foram vitimas de uma sociedade que os querem longes das suas vidas (um espancado e amarrado e outro sobrevivente da chacina da Candelária).
Infelizmente vejo neste garoto um futuro tão sombrio e trágico como do Sandro…
RVeiga
7 de fevereiro de 2014 8:57 pmA moça deveria estar
A moça deveria estar pleiteando ser apresentadora de um programa tipo Ratinho, não ser âncora de telejornal.
Gilson AS
7 de fevereiro de 2014 9:45 pmVai acabar sendo contratada
Vai acabar sendo contratada pela Globo, querem apostar ?
Russo Salvatore
8 de fevereiro de 2014 12:50 amOu ser contratada pra posar nua..
Ou ser contratada pra posar nua na Playboy, ele e a editora abril se merecem.
Ricardo Cesar
7 de fevereiro de 2014 10:42 pmO que é sbt?
O que é sbt?
Russo Salvatore
8 de fevereiro de 2014 12:38 amDeve ser uma marca…
Deve ser uma marca de inseticida, não é?
Caetano Greco Junior
8 de fevereiro de 2014 1:27 amSBT
Segundo. José Simäo: Sistema Bozo de Televisäo.
FVX
8 de fevereiro de 2014 3:27 amSobra de Bosta da Tupi.
Sobra de Bosta da Tupi.
edson s.
7 de fevereiro de 2014 11:47 pmO mais engraçado é que há
O mais engraçado é que há algum tempo houve um post elogioso aqui mesmo nesse espaço sobre a moça, que despontava na emissora do Nordeste através de suas opiniões, que se considerava originais à época. A materia elogiosa sobre a moça falava sobre o carnaval cuja crítica girava sobre o comercialismo e o afastamento do povo numa festa tão popular. Sheherazade era uma novidade bem comentada até ser revelada e mostrada em rede nacional pelo sr. Silvio Santos. O que se descobriu que suas críticas – ela impõe um modelo parecido aos âncoras americanos e que foi copiado pelo sr. Boris Casoy – fossem um arremedo de clichês ao gosto de uma classe média arrivista, ressentida e magoada, através de análises rasas, preconceituosas, sempre pelo senso comum da mídia geral. O que ela dizia não era novidade, mas para a maior parte do razoável público do telejornal soasse assim. Sheherazade pertence a nova classe de jornalistas que gostam de caras e bocas, num modo dramático e teatral de impor credibilidade à notícia – puro moralismo enrustido! O problema é que a maior parte dos jornalistas do SBT é de pessoas bem equilibradas, competentes e ponderadas (excetuando José Neumane Pinto) e até o César Filho, dublê de jornalista, mas que faz um jornal limpo. O ocaso da pobre moça é que o jornal, diferente do Cidade Alerta do Marcelo Rezende, seja proposto a um jornal nacional de temas variados como segurança, economia, cotidiano etc. A moça se empolgou e caiu do cavalo.
marcelo
8 de fevereiro de 2014 9:42 amquando certa, elogia-se.
quando certa, elogia-se. quando errada, critica-se.
winchester
8 de fevereiro de 2014 4:16 pmmas é assim que temque ser
mas é assim que temque ser
Ozzy
8 de fevereiro de 2014 2:22 amConcordando ou não com o que
Concordando ou não com o que ela falou (e eu, particularmente, não concordo), o fato é que todo mundo conhece uma penca de gente que faria suas as palavras dela. Inclusive amigos e parentes.
Será que deviam ser todos processados por ter essa opinião?
Wilton Santos
8 de fevereiro de 2014 10:12 amCaro Ozzy
Eu conheço uma penca de pessoas que praticam o crime previsto no art. 286 do Código Penal, mas não se manifestam abertamente para não serem processadas. O mesmo deve ocorrer com quem tem um espaço privilegiado na televisão, que é uma concessão pública.
Não se esqueça que apologia ao crime é crime também. A jornalista em questão estimulou milhões de brasileiros a praticar linchamento, tortura, exercício arbitrário das próprias razões dentre outros crimes.
Assim, a própria jornalista se transformou numa “marginalzinha” por também ter cometido crime. dessa forma, ela deve responder por seus crimes, e todos aqueles que reproduzirem sua postura incitando as pessoas a torturarem devem responder criminalmente.
Não se iluda, quando se relativiza a vida humana, tornando-a descartável, é o princípio da barbárie.
Zanchetta
8 de fevereiro de 2014 1:35 pm“Vamos bater nessa gente nas
“Vamos bater nessa gente nas urnas e nas ruas!!!” Pelo menos esse já tá preso!!!
Ozzy
8 de fevereiro de 2014 3:39 pmVocê pode entender a fala
Você pode entender a fala dela como sendo um a incitação para as pessoas ‘fazerem justiça com as próprias mãos’ ou como uma provocação para as autoridades fazerem o seu papel, que no caso em particular seria impedir que o Aterro do Flamengo virasse a selva que virou hoje em dia.
Barbárie mesmo aquilo ali já virou. Por culpa e obra dos bandidos que frequentam a região e do poder público que NÃO frequenta a região. Daí pra surgirem justiceiros e/ou milícias é só dar tempo…
Ozzy
8 de fevereiro de 2014 3:39 pmVocê pode entender a fala
Você pode entender a fala dela como sendo um a incitação para as pessoas ‘fazerem justiça com as próprias mãos’ ou como uma provocação para as autoridades fazerem o seu papel, que no caso em particular seria impedir que o Aterro do Flamengo virasse a selva que virou hoje em dia.
Barbárie mesmo aquilo ali já virou. Por culpa e obra dos bandidos que frequentam a região e do poder público que NÃO frequenta a região. Daí pra surgirem justiceiros e/ou milícias é só dar tempo…
Zé Mané
9 de fevereiro de 2014 2:24 amTente ir a a Alemanha e dizer
Tente ir a a Alemanha e dizer que as pessoas podem fazer apologia do Nazismo na TV…
maria rodrigues
8 de fevereiro de 2014 12:31 pmQuando teve a oportunidade de
Quando teve a oportunidade de se defender das acusações, ou de tentar se salvar da gafe, fez pior a emenda que o soneto. O colega, apresentador do jornal, deu o prefácio para a mulher fazer suas colocações, que não deu certo, reitero. Mas, o homem não terminou sua fala sem dizer que ele tem sua opinião, e ela tem a dela. Ou seja, disse, de forma subliminar que ele mesmo não tem nenhuma responsabilidade com as baboseiras ditas por sua colega. Êta jornalzinho mal-conduzido.
HGPrado
8 de fevereiro de 2014 1:59 pmAdote um Bandido você também
Em primeiro lugar, os dados que ela exibiu não são mentira: são fatos.
Em segundo, sua opinião de que a sociedade tem o Legítimo Direito a reagir, é fato jurídico. Quando o Estado é omisso, o cidadão tem o legítimo direito de anular o mandato que deu pra que agissem em seu nome e agir diretamente.
O que alguns hipócritas de plantão têm medo é que a população saiba e use esse direito.
Vou divulgar essa campanha
winchester
8 de fevereiro de 2014 4:18 pmnão fale besteira.. não é
não fale besteira.. não é direito do povo..
Fábio de Oliveira Ribeiro
8 de fevereiro de 2014 9:58 pmNem é preciso muito esforço
Nem é preciso muito esforço para constatar que está ocorrendo uma avalanche de internautas demonstrando o mesmo desprezo que a telejornalista pela legislação brasileira que prescreve o monopólio estatal da persecução penal e a impossibilidade de vingança privada. O que eles querem é se rebaixar ao nível dos criminosos comuns para, sob inspiração irracional, fascista e racista, fazer justiça pelas próprias mãos como se a “guerra de todos contra todos” fosse algo civilizado e desejável. Os comentaristas que tendem a justificar os seus crimes pelos crimes cometidos pelos “outros” estão querendo dividir o Brasil em facções e se puderem constituirão milícias armadas para levar a cabo sua “guerra santa”. Nada os distingue dos fundamentalistas islâmicos e tenho certeza de que em breve eles não só irão amarrar as pessoas suspeitas nuas aos postes. Abusando das proprias razões (que julgam virtuosas apesar de serem evidentemente criminosas) eles mesmos começarão a promover expurgos, limpezas e chacinas em nome de seu deus, da sua justiça e da sua lei. O deus sanguinário e vingativo deles não é e não será o meu deus. Só reconheço no Estado o poder de distribuir justiça e fazer leis, portanto, não me submeterei à barbárie que os tais estão a pregar. O perigo que os apoiadores da telejornalista representam para a paz publica é evidente. É por isto que ela deve ser punida com REDOBRADO RIGOR, caso contrário os seus apoiadores continuarão acreditando que o Brasil aceitará o clima de guerra civil que eles estão criando.
John
8 de fevereiro de 2014 10:52 pmJustiça? Onde encontrar isso no Brasil?
Nossa justiça é movida a grana. Ricos tem justiça. Pobres tem cana, cana bebida para esquecer as desgraças sofridas e cana cadeia para para pagar as desgraças cometidas.
ENQUANTO NÃO FOR APROVADA PELO CONGRESSO A LEI DA PENA DE MORTE PARA BANDIDOS DE TODAS ESPECIES, INCLUSIVE PARA OS PRATICANTES DE CORUPÇÃO (CORRUPTOS E CORRUPTORES), O BRASIL VAI CAMINHAR LENTAMENTE NESSA MESMA LENGA-LENGA SEM FIM, DE AUMENTO DA MISÉRIA E FALTA DE SEGURANÇA CONSTANTE EM TODOS LUGARES.
O que se pode esperar de um país onde a contravenção é liberada (jogo do bicho, bingo, cassino eTc..) e sempre protegida pela policia que é quem deveria lhe dar combate.
SE DUVIDAM, PERGUNTEM EM QUALQUER CASA LOTÉRICA DO PAÍS, QUEM É QUE RECEBE GRANA PARA DEIXAR O JOGO PROIBIDO FUNCIONAR LIVREMENTE, E SEMPRE SOB OS OLHOS DOS FISCAIS DA CEF?
John
8 de fevereiro de 2014 10:52 pmJustiça? Onde encontrar isso no Brasil?
Nossa justiça é movida a grana. Ricos tem justiça. Pobres tem cana, cana bebida para esquecer as desgraças sofridas e cana cadeia para para pagar as desgraças cometidas.
ENQUANTO NÃO FOR APROVADA PELO CONGRESSO A LEI DA PENA DE MORTE PARA BANDIDOS DE TODAS ESPECIES, INCLUSIVE PARA OS PRATICANTES DE CORUPÇÃO (CORRUPTOS E CORRUPTORES), O BRASIL VAI CAMINHAR LENTAMENTE NESSA MESMA LENGA-LENGA SEM FIM, DE AUMENTO DA MISÉRIA E FALTA DE SEGURANÇA CONSTANTE EM TODOS LUGARES.
O que se pode esperar de um país onde a contravenção é liberada (jogo do bicho, bingo, cassino eTc..) e sempre protegida pela policia que é quem deveria lhe dar combate.
SE DUVIDAM, PERGUNTEM EM QUALQUER CASA LOTÉRICA DO PAÍS, QUEM É QUE RECEBE GRANA PARA DEIXAR O JOGO PROIBIDO FUNCIONAR LIVREMENTE, E SEMPRE SOB OS OLHOS DOS FISCAIS DA CEF?
Renato de Souza
9 de fevereiro de 2014 2:50 ampena de morte
A pena de morte é injustificável, mesmo no pior dos cenários. Afinal, basta um erro judicial para matar um inocente sob a chancela do Estado.
Zé Mané
9 de fevereiro de 2014 2:20 amNão é preciso muito para
Não é preciso muito para constatar que o Brasil é um terreno fértil para o fascismo…
Sheherazade brinca com uma Caixa de Pandora.