do Gospel Prime
Feliciano espera decisão de José Serra para se candidatar ao Senado
Se o ex-prefeito da capital paulista não tentar o cargo, o deputado federal tentará se eleger
por Leiliane Roberta Lopes

O deputado federal pastor Marco Feliciano (PSC-SP) pode mudar de ideia a respeito de sua candidatura à reeleição e passar a disputar a única vaga do Senado que estará disponível para o Estado de São Paulo.
Para isso acontecer o deputado espera a decisão do ex-prefeito da capital paulista, José Serra (PSDB). Se Serra não foi concorrer ao cargo, Feliciano tentará disputar a vaga com o senador Eduardo Suplicy (PT-SP).
A decisão do parlamentar evangélico, eleito em 2010 com mais de 210 mil votos, será tomada de acordo com a formação da disputa política dos grandes partidos, como a decisão de Gilberto Kassab (PSD) em tentar o Governo do Estado.
“Caso o Serra não vá para o Senado e Kassab concorra ao governo, eu só encaro Eduardo Suplicy na disputa em São Paulo”, disse Feliciano ao blog Radar On-line, da Veja.
O prazo estipulado pelo deputado do PSC para decidir seu futuro político será a primeira semana após o Carnaval, quando Serra e Kassab terão divulgado suas candidaturas.
Recentemente Feliciano chegou a comentar que tinha interesse em disputar o Senado com o senador petista que está há 24 anos no cargo. A princípio ele tinha receio com a quantidade de votos que será necessária para eleger um senador, 10 milhões, pois as expectativas do partido é que ele alcance, após as polêmicas em torno da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, 1 milhão de votos.
JB Costa
26 de janeiro de 2014 2:37 pmPronto! Esta aí um provável
Pronto! Esta aí um provável senador com o perfil de São Paulo; progressista, visionário, atento às demandas das minorias, sensíveis às causas sociais etc etc e coisa e tal.
nilccemar
26 de janeiro de 2014 2:43 pmJusto. Reconheço-lhe os
Justo. Reconheço-lhe os direitos sucessórios. Ele é o herdeiro legítimo dos votos e prestígio de Serra.
Edsonmarcon
26 de janeiro de 2014 3:07 pmVai se eleger
O pessoal de SP vota muito mal.
O pessoal de SP adora votar no Maluf, vota nele a 50 anos.
Porque não elegeriam o Feliciânus?
alexis
26 de janeiro de 2014 6:49 pmAcho que você tem razão
A mera existência de um partido que apenas representa os interesses de uma igreja evangélica é um péssimo diagnóstico para a qualidade da política nacional. O Pastor Feliciano levaria até o Senado não uma opção política para o bem comum do país, mas apenas os interesses da sua igreja. O que permite tudo isso não é apenas o jogo democrático, mas a fraca formação política dos eleitores. Não é o único caso, lamentavelmente, pois isso acontece também Rio de Janeiro e noutros estados.
Helio J. Rocha-Pinto
26 de janeiro de 2014 5:39 pmEspero que se candidate,
Espero que se candidate, porque não vejo como esse indivíduo possa ser eleito senador. Duvido até das previsões de que ele receba 1 milhão de votos, se fosse candidato a deputado federal.
Gunter Zibell - SP
26 de janeiro de 2014 7:50 pmEu também duvido do sucesso da bancada fundamentalista
Essa expectativa (1 MM de votos) foi aventada com a visibilidade obtida com a CDHM. (Mas teve alguma pesquisa para isso ou foi só chutômetro?)
Só que Feliciano ficou com imagem de vilão, não de mocinho.
E parte de seu público tradicional, do tempo em que ele era mais quietinho, não quer se ver identificado com isso.
Evangélicos (os cidadãos crentes, não os políticos) também querem ser incluídos, não gostam de ouvir a todo momento, quando no trabalho ou escola, ridicularizações a Feliciano. É como pode ocorrer com eleitores da oposição, não gostam que se fique falando de Paulo Preto, Cachoeira, etc.
Para se livrar disso, melhor que defender Feliciano (o que é impossível) é não reelegê-lo (ou votar menos em quem faz esse tipo de discurso)…
E, afinal de contas, essa bancada não conseguiu aprovar nada de bom para a comunidade evangélica, só atrapalhou a vida de terceiros e passou a ser demonizada em redes sociais e usada como bode expiatório. Para tudo se fala: é a bancada fundamentalista que não deixa…. (sim, isso é uma falácia, mas é usada pelo governo.)
Não podemos esquecer que o Tea Party (dos EUA, não o PSC rsrs) recuou de 2010 para 2012 e que pode perder ainda mais deputados em 2014.
Eu acho que é um tremendo erro do PT ficar se associando com o retrocesso fundamentalista.
Mas se é vontade de Lindbergh…
alexis
26 de janeiro de 2014 6:12 pmEstá definida a candidatura do Suplicy?
Suplicy foi um ótimo Senador, principalmente nos dois primeiros mandatos, até que aposentou politicamente (aparentemente, sem ele desconfiar) quase no final do cumprimento do segundo. O terceiro mandato foi muito fraco. Guardaremos anedotas memoráveis e até piadas da sua extensa passagem pelo Congresso. Mas, numa hora destas, voltar a ser candidato pela quarta vez, acho demais. Suplicy quase perdeu para o Afif Domingos na eleição passada e tem muitas chances de perder no próximo pleito. O PT não está em condições de entregar esta vaga de senador por SP de bandeja para outro partido.Quem coloca o cascavel no gato?
Zanchetta
26 de janeiro de 2014 6:49 pmAlguém pode me dizer porque o
Alguém pode me dizer porque o Eduardo Campos é traíra e o Lindenbergh Farias só está exercendo seu direito e do Partido de disputar as eleições?!?!?!
Gilson Raslan
27 de janeiro de 2014 3:03 amTRAÍRA, SIM
Zanchetta, Educardo Campos é chamado de traíra, não porque é candidato, mas porque está cospindo no prato que comeu, ou seja, esta espinafrando o governo que lhe deu a mão e o projetou nacionalmente.
alexis
27 de janeiro de 2014 9:31 amExiste apenas um Governo a ser traído
Eduardo Campos saiu do Governo e, através da sua candidatura a Presidente, está propondo outro programa nacional para o país (embora com programa pouco claro) e, ainda, em nível federal, acenando apoio aos tucanos. Hoje, a sua saída, embora legítima como partido, constitui uma traição ao Governo e ao programa que lhe deu amparo durante muito tempo.
O Lindenberg Farias sempre foi do PT e, por conta de estratégia eleitoral, considera-se hoje que é o melhor candidato para representar o Governo e a Dilma no estado de Rio de Janeiro. Lindenberg não mudará nem trairá o Governo federal, pois nunca saiu dele e, também, não trairá ao Governo local do Rio de Janeiro, considerando que o PT apenas apoiou, temporariamente, o mesmo programa de Governo Federal, aplicado no RJ, representado ocasionalmente pelo Governador de RJ e o PMDB, que já foi o melhor candidato naquele momento passado.
O PT submeteu os legítimos interesses partidários locais, durante algum tempo, em favor de políticos aliados regionais de RJ, no caso, o PMDB. Hoje, por razões políticas, o programa nacional de Governo do PT é colocado como prioritário no Estado. Nem o Estado de Rio de Janeiro nem qualquer município do país possuem um programa diferente do programa nacional do partido pertinente, que possa ser ou não traído, mas apenas “o programa” do Governo federal, onde o PMDB é aliado.
Alexandre Gonçalves
30 de janeiro de 2014 4:19 pmEngano seu
O Lindinho Berg não foi sempre do PT. Ele foi do PC do B e do PSTU. É um oportunista…
agincourt
26 de janeiro de 2014 7:30 pmeleições
Resta saber quem o PT apoiará: Suplicy ou Feliciano?
tiao
26 de janeiro de 2014 8:38 pm” Tá amarrado em nome de
” Tá amarrado em nome de Jesus ! “
Ari Silveira
27 de janeiro de 2014 8:47 pmGostei da TAG
“José Ferra”…