6 de julho de 2026

Exportações brasileiras crescem 11,8% de janeiro até primeira semana de julho

Balança comercial acumula superávit de US$ 44,63 bi no ano, alta de 39,2%, impulsionada pelo forte crescimento da indústria extrativa e de transformação

Na primeira semana de julho de 2026, exportações brasileiras cresceram 40,6%, somando US$ 5,89 bi, e importações 10,4%.
No acumulado até julho, exportações subiram 11,8% a US$ 190,66 bi e importações 5,4% a US$ 146,03 bi, com superávit de US$ 44,63 bi.
Setores agropecuário, extrativo e de transformação impulsionaram exportações, com carne bovina crescendo 43,9% no período.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

Dados da balança comercial mostram desempenho superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com o superávit (diferença entre exportações e importações) avançando 39,2%.

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Na primeira semana de julho de 2026, na comparação com igual período de 2025, as exportações brasileiras saltaram 40,6%, somando US$ 5,89 bilhões, enquanto as importações subiram 10,4%, totalizando US$ 3,62 bilhões. Com isso, a balança comercial fechou a semana com superávit de US$ 2,27 bilhões, alta de 149,0%, e a corrente de comércio cresceu 27,3%, chegando a US$ 9,51 bilhões.

No acumulado do ano, considerando o período de janeiro até a primeira semana de julho e a comparação com igual intervalo de 2025, as exportações cresceram 11,8%, totalizando US$ 190,66 bilhões, enquanto as importações avançaram 5,4%, somando US$ 146,03 bilhões. O resultado gerou um superávit comercial de US$ 44,63 bilhões, 39,2% maior que no ano anterior, com a corrente de comércio registrando expansão de 8,9%, atingindo US$ 336,70 bilhões.

Por setor, o desempenho acumulado até a primeira semana de julho foi o seguinte: a agropecuária cresceu 1,5%, somando US$ 0,95 bilhão em exportações; a indústria extrativa teve alta de 81,7%, chegando a US$ 1,76 bilhão; e a indústria de transformação avançou 39,4%, alcançando US$ 3,17 bilhões. Na indústria, destaque para as exportações de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada, que cresceram 43,9% no período. A combinação desses resultados setoriais impulsionou o crescimento total das exportações brasileiras.

*Com informações da Agência Gov.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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