
Jornal GGN – O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, comentou a morte do ex-presidente de Cuba, Fidel Castro, oferecendo condolências à família e dizendo que a história irá julgar o impacto de Fidel no mundo.
“A história vai registrar e julgar o enorme impacto desta figura singular sobre as pessoas e o mundo ao redor dele”, disse. “Neste momento da morte de Fidel Castro, estendemos a mão da amizade ao povo cubano”.
O presidente dos EUA também ressaltou que trabalhou para reatar as relações com Cuba e “colocar o passado atrás de nós”. Obama foi o primeiro presidente norte-americano a fazer uma visita oficial ao país de Castro depois de 88 anos, em março deste ano.
Já o presidente eleito, Donald Trump, inicialmente fez um breve comentário pelo Twitter: “Fidel Castro está morto!”. Depois, ele divulgou comunicado afirmando que sua gestão “fará todo o possível para garantir que o povo cubano finalmente possa começar sua jornada no caminho da prosperidade e liberdade”.
Jaide
26 de novembro de 2016 8:05 pmUma “jornada de prosperidade
Uma “jornada de prosperidade e liberdade” sob o patrocínio do Tio Sam?
Que Deus proteja o povo cubano!
Andre Araujo
26 de novembro de 2016 8:19 pmObama foi humano e generoso
Obama foi humano e generoso nesse discurso sobre Fidel, discurso impossivel por Donald Trump.
Ivan de Union
26 de novembro de 2016 8:57 pmNao existe “humano” em se
Nao existe “humano” em se tratatndo do governo dos Estados Unidos -basta dizer que eles nem em pensamento jamais me deram um “muito obrigado” e a UNICA excessao foi o nao-americano me “agraadecendo” por ter sido tao bom PRA ELE me gigolar aqueles dois anos, como eu relatei aqui.
Quanto a “generosidade” que eles ME mostraram, ele podem enfiar toda ela no olho do cu.
Obama foi so hipocrita.
Antonio Uchoa Neto
27 de novembro de 2016 12:14 amNem humano, nem generoso, foi
Nem humano, nem generoso, foi apenas diplomático.
Castro, para além de todos os seus erros e defeitos, foi um gigante do século XX, talvez o último.
Obama poderia ter se colocado em patamar semelhante.
Preferiu a mediocridade inevitável que a História reserva aos que se fazem passar pelo que não são.
Aliás, mostrou desde o início que não era o que nós pensávamos que podia ser.
Como diz Michael Moore, vai ficar na história pelo que foi, o primeiro presidente negro dos EUA.
E só.
Flavio Aguiar
26 de novembro de 2016 10:43 pmObama foi humano sim, e
Obama foi humano sim, e generoso. Tarde demais, talvez. Trump, pra variar, foi grotesco.
aureliojunior50
27 de novembro de 2016 12:14 amTrump não perdoa
Como ele perdeu para os espanhóis ( Barceló ) e Meliá ( franceses ) , os resorts/hotéis em Varadero e Cayo Coco,ambos com cassino, nos quais americanos podem chegar em charters da American Airlines e pagar com American Express ( no de Santiago ), os Castro estão na lista negra dele.
Quem vai para o dele no Panamá se pode ir, mais em conta, mais diferente, para Varadero, já não bastava a concorrencia da Republica Dominicana ( Punta Cana ).
André Oliveira
27 de novembro de 2016 1:59 amE Trump mais uma vez perde a
E Trump mais uma vez perde a chance de ficar calado. Os chineses, os russos e europeus em geral nao perderão a oportunidade de investir na Ilha caso a América de Trump deixe a chance passar. Obama não estava sendo magnânimo ao se aproximar de Cuba. Ela foi pragmático e pensou economicamente. A Ilha tem muitas oportunidades para quem quiser investir. Se não forem empresas americanas serão as chinesas. Hollande, da França, se antecipou e já fez uma visita de aproximacao trazendo a tiracolo vários empresarios.
AlexPontes
27 de novembro de 2016 3:53 amO óbvio tem que ser sempre
O óbvio tem que ser sempre dito. Liberdade, Igualdade e Fraternidade, três valores que fizeram nascer os estados liberais no ocidente e orientam (ou deveriam) os estados “democráticos” de direito pós-constitucionalistas. Cuba não teve com Fidel liberdade formal democrática (direito ao voto, ou a livre manifestação), mas sempre foi dotada (e exportadora) de Igualdade e Fraternidade, ambos igualmente relevantes para que uma nação possa ser chamada de Democrática segundo o ideal liberal burguês que ainda impera. Cuba sempre foi e será uma Democracia Material, não formal, como o Haiti, ou o Brasil…
Rui Ribeiro
27 de novembro de 2016 1:09 pmQue a prosperidade de Cuba não seja igual à do Iraque e da Líbia
Que o caminho da prosperidade e da liberdade a ser trilhado pelo povo cubano tenha o sentido contrário do caminho de prosperidade e de liberdade trilhado pelos Iraquianos, pelos Líbios e pelos Afegãos, entre outros povos, sob a batuta do nojento Tio Sam. E que tal caminho não leve Cuba a voltar a ser o que era antes do triunfo da Revolução de Guevara, Fidel, Cienfuegos, etc.