5 de junho de 2026

História julgará impacto de Fidel sobre o mundo, afirma Obama

 
Jornal GGN – O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, comentou a morte do ex-presidente de Cuba, Fidel Castro, oferecendo condolências à família e dizendo que a história irá julgar o impacto de Fidel no mundo. 
 
“A história vai registrar e julgar o enorme impacto desta figura singular sobre as pessoas e o mundo ao redor dele”, disse. “Neste momento da morte de Fidel Castro, estendemos a mão da amizade ao povo cubano”.

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O presidente dos EUA também ressaltou que trabalhou para reatar as relações com Cuba e “colocar o passado atrás de nós”. Obama foi o primeiro presidente norte-americano a fazer uma visita oficial ao país de Castro depois de 88 anos, em março deste ano. 
 
Já o presidente eleito, Donald Trump, inicialmente fez um breve comentário pelo Twitter: “Fidel Castro está morto!”. Depois, ele divulgou comunicado afirmando que sua gestão “fará todo o possível para garantir que o povo cubano finalmente possa começar sua jornada no caminho da prosperidade e liberdade”.
 

Redação

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9 Comentários
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  1. Jaide

    26 de novembro de 2016 8:05 pm

    Uma “jornada de prosperidade

    Uma “jornada de prosperidade e liberdade”  sob o patrocínio do Tio Sam?

    Que Deus proteja o povo cubano!

    1. Andre Araujo

      26 de novembro de 2016 8:19 pm

      Obama foi humano e generoso

      Obama foi humano e generoso nesse discurso sobre Fidel, discurso impossivel por Donald Trump.

      1. Ivan de Union

        26 de novembro de 2016 8:57 pm

        Nao existe “humano” em se

        Nao existe “humano” em se tratatndo do governo dos Estados Unidos -basta dizer que eles nem em pensamento jamais me deram um “muito obrigado” e a UNICA excessao foi o nao-americano me “agraadecendo” por ter sido tao bom PRA ELE me gigolar aqueles dois anos, como eu relatei aqui.

        Quanto a “generosidade” que eles ME mostraram, ele podem enfiar toda ela no olho do cu.

        Obama foi so hipocrita.

      2. Antonio Uchoa Neto

        27 de novembro de 2016 12:14 am

        Nem humano, nem generoso, foi

        Nem humano, nem generoso, foi apenas diplomático.

        Castro, para além de todos os seus erros e defeitos, foi um gigante do século XX, talvez o último.

        Obama poderia ter se colocado em patamar semelhante.

        Preferiu a mediocridade inevitável que a História reserva aos que se fazem passar pelo que não são.

        Aliás, mostrou desde o início que não era o que nós pensávamos que podia ser.

        Como diz Michael Moore, vai ficar na história pelo que foi, o primeiro presidente negro dos EUA.

        E só.

  2. Flavio Aguiar

    26 de novembro de 2016 10:43 pm

    Obama foi humano sim, e

    Obama foi humano sim, e generoso. Tarde demais, talvez. Trump, pra variar, foi grotesco.

  3. aureliojunior50

    27 de novembro de 2016 12:14 am

    Trump não perdoa

        Como ele perdeu para os espanhóis ( Barceló ) e Meliá ( franceses ) , os resorts/hotéis em Varadero e Cayo Coco,ambos com cassino, nos quais americanos podem chegar em charters da American Airlines e pagar com American Express ( no de Santiago ), os Castro estão na lista negra dele.

         Quem vai para o dele no Panamá se pode ir, mais em conta, mais diferente, para Varadero, já não bastava a concorrencia da Republica Dominicana ( Punta Cana ).

  4. André Oliveira

    27 de novembro de 2016 1:59 am

    E Trump mais uma vez perde a
    E Trump mais uma vez perde a chance de ficar calado. Os chineses, os russos e europeus em geral nao perderão a oportunidade de investir na Ilha caso a América de Trump deixe a chance passar. Obama não estava sendo magnânimo ao se aproximar de Cuba. Ela foi pragmático e pensou economicamente. A Ilha tem muitas oportunidades para quem quiser investir. Se não forem empresas americanas serão as chinesas. Hollande, da França, se antecipou e já fez uma visita de aproximacao trazendo a tiracolo vários empresarios.

  5. AlexPontes

    27 de novembro de 2016 3:53 am

    O óbvio tem que ser sempre

    O óbvio tem que ser sempre dito. Liberdade, Igualdade e Fraternidade, três valores que fizeram nascer os estados liberais no ocidente e orientam (ou deveriam) os estados “democráticos” de direito pós-constitucionalistas. Cuba não teve com Fidel liberdade formal democrática (direito ao voto, ou a livre manifestação), mas sempre foi dotada (e exportadora) de Igualdade e Fraternidade, ambos igualmente relevantes para que uma nação possa ser chamada de Democrática segundo o ideal liberal burguês que ainda impera. Cuba sempre foi e será uma Democracia Material, não formal, como o Haiti, ou o  Brasil…

  6. Rui Ribeiro

    27 de novembro de 2016 1:09 pm

    Que a prosperidade de Cuba não seja igual à do Iraque e da Líbia
    Que o caminho da prosperidade e da liberdade a ser trilhado pelo povo cubano tenha o sentido contrário do caminho de prosperidade e de liberdade trilhado pelos Iraquianos, pelos Líbios e pelos Afegãos, entre outros povos, sob a batuta do nojento Tio Sam. E que tal caminho não leve Cuba a voltar a ser o que era antes do triunfo da Revolução de Guevara, Fidel, Cienfuegos, etc.

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