O autoengano da esquerda diante das revelações da #VazaJato, por William Nozaki

As reportagens da #VazaJato, ao menos tal como publicizadas até o presente momento, só serão capazes de mudar a correlação de forças política se mobilizarem a população, pois todos os demais atores de algum modo foram protagonistas do desarranjo institucional que nos trouxe até aqui.

O autoengano da esquerda diante das revelações da #VazaJato

por William Nozaki

Nos últimos anos o direito brasileiro caminhou por inúmeras penumbras e atalhos. Sob o pretexto de combater a corrupção, uma casta jurídico-política se apresentou à população como detentora de um monopólio moral cuja missão seria higienizar o Estado e a política no país.

A Operação Lava Jato foi saudada por muitos como um fato excepcional, e, como tal, não tardou em normalizar procedimentos jurídicos de um verdadeiro estado de exceção. Em sua cruzada messiânica a República de Curitiba se pôs acima da lei, e quem age acima da lei corre o risco de atuar como um “fora da lei”.

Desde então tornou-se corriqueiro assistir no Brasil a vazamentos seletivos com apoio da grande imprensa, conduções coercitivas com anuência do Ministério Público, delações premiadas com o respaldo do STF, falsos crimes de responsabilidade com cumplicidade do Congresso, injustas condenações sem provas com o endosso de lideranças e partidos políticos, além da substituição da presunção de inocência pela tese do domínio do fato com o resguardo das Forças Armadas.

Em nome de Deus, da família e da propriedade figuras dantescas promoveram o impeachment de Dilma, a prisão de Lula, a absolvição do sádico Aécio Neves e a ascensão do cínico Michel Temer. O ódio, a intolerância, a vingança e o ressentimento assumiram o lugar do bom senso e da razoabilidade em um tecido social já marcado pelo individualismo hedonista e pelo darwinismo social, parteiros do ultraneoliberalismo, tudo bem temperado pelo avanço de movimentos sociais conservadores.

Por meio de métodos jurídico-políticos no mínimo heterodoxos, para não dizer heréticos, as normas e as instituições brasileiras foram derretidas e se converteram em uma geleia geral. Dessa lama e desse limbo emergiram, de um lado, desencanto e apatia, e, de outro lado, violência e polarização. Em suma: o caos permanente, a ração perfeita para a assunção de Bolsonaro. Nunca é demais ressaltar: em certa medida, o lavajatismo é uma das causas do bolsonarismo, e não o contrário.

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Esse processo feriu de morte a rotina democrática do país, prova disso foi a realização de um momento político e eleitoral marcado pela interdição do principal candidato, por assassinatos, atentados, violências simbólicas perpetradas por fake news nas redes sociais e violências materiais reiteradas por milicianos nas ruas.

O sequestro das jornadas de junho em 2013, a criminalização do projeto social-desenvolvimentista em 2014, as manifestações pró-impeachment em 2015, o início do desmonte dos direitos sociais e trabalhistas em 2016 e a ofensiva contra direitos civis e liberdades individuais em 2017 culminaram no resultado eleitoral de 2018, em tudo adverso à democracia e ao campo progressista brasileiro. Ao negar ou negligenciar essa contundente experiência histórica dos últimos anos, a esquerda brasileira segue praticando uma espécie de auto-ilusão contra si mesma.

Para, legitimamente, se defender do autoritarismo sem perder o espírito democrático, a esquerda brasileira acaba cometendo o equívoco de tentar se defender da crise da Nova República tentando se valer, paradoxalmente, dos instrumentos da Nova República em crise.

As recentes e importantes revelações trazidas à tona pelo bom jornalismo investigativo do site The Intercept Brasil tem criado um ambiente de euforia entre certas hostes do campo progressista. Na contramão de todos os acontecimentos acima descritos, alguns voltam a contar com uma suposta boa ação da mídia, do judiciário e de frações das classes médias que já demonstraram seu profundo desapego por valores democráticos e republicanos. Os iludidos que ontem contavam votos parlamentares contra o impechment hoje voltam a fazer contas hipotéticas acerca de possíveis votos do STF contra a Lava Jato e/ou a favor da liberdade de Lula. Erraram ontem, errarão hoje.

A presente análise não busca praticar o pessimismo como passatempo e nem tampouco o determinismo estático como hobby. É evidente que o cenário sofre transformações e pode em algum momento ser alterado. Mas a conjuntura impõe a necessidade de análises realistas e pragmáticas, mesmo que as vezes soem como banho de água fria.

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As reportagens da #VazaJato, ao menos tal como publicizadas até o presente momento, só serão capazes de mudar a correlação de forças política se mobilizarem a população, pois todos os demais atores de algum modo foram protagonistas do desarranjo institucional que nos trouxe até aqui.

Isso significa que a #VazaJato só surtirá um efeito estruturalmente favorável se, no conteúdo, explicitar algo maior do que o que foi revelado até aqui, como um relação explícita com a Globo, com os EUA, conversas sobre o que fazer com os valores recuperados pela Operação, moralismos que assustem o “cidadão de bem”, ou, se, na forma, surgirem com áudios ou vídeos que deem voz e vida aos atores envolvidos a ponto de mobilizar paixões e indignações.

Do modo como estão, confirmam e aprofundam as denúncias sobre os ilícitos da Lava Jato, mas o que significa esse arrepio das leis para uma opinião pública que já passou por todas as ilegalidades dos últimos anos, inclusive apoiando alguma delas?

Isso significa que a #VazaJato seja desimportante? É claro que não, mas as suas consequências precisam ser avaliadas sem delírios. Há efeitos bastante positivos, ela desmoraliza o juiz-investigador Sérgio Moro internacionalmente, fere sua unanimidade hegemônica nacionalmente, interdita seu pacote anti-crime regressista e atrapalha suas pretensões de ser alçado ao STF. Sua queda de popularidade o retira do Olimpo e o coloca na vala comum da política da polarização, o obrigando a estreitar laços com a extrema-direita bolsonarista, de quem deixa de ser fiador para se tornar devedor.

E isso nos leva a observar efeitos colaterais que também podem ser problemáticos. A Operação Lava Jato desmoralizou os partidos e os políticos, já as revelações da #VazaJato podem deslegitimar o conjunto do Judiciário, do MP e do STF. Nesse cenário que forças restarão para arbitrar a contenda? Um bolsonarismo cada vez mais próximo de sua extrema-direita orgânica, um parlamentarismo de ocasião cada vez mais avizinhado das reformas neoliberais ou as fardas das alas das Forças Armadas que podem ficar incomodadas com alguns gestos do presidente. Nenhuma dessas hipóteses deixará o campo progressista mais próximo da reorganização da democracia plena ou da liberdade de Lula. Pelo contrário.

A euforia que tem tomado conta da esquerda diante dos capítulos da #VazaJato parece muito mais vizinha do desespero e do “riso-pânico” do que de alguma estratégia capaz de tirar o país do abismo em que se encontra. A satisfação com a revelação de esquemas e escândalos pode alimentar a catarse cotidiana de grupos de WhatsApp, mas não oferecerá soluções capazes de mudar o roteiro da trajetória trilhada até aqui. Quem participou do golpe não recuará diante desse acontecimento, por mais relevante que ele seja.

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A sucessão de derrotas dos últimos anos deveria ter efeito pedagógico. A gramática política brasileira, infelizmente, não é mais aquela pactuada durante a feitura da Carta Cidadã de 1988. Não se vence um golpe político dessa magnitude pela tentativa nostálgica de retorno ao passado, não se enfrenta as contradições da conciliação de classe e a emergência de um protofascismo apostando no retorno voluntário de garantismos jurídicos e adjacências.

William Nozaki – Professor de ciência política e economia da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP).

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26 comentários

  1. Sobre o poder dos conglomerados investigadas, os instrumentos da espionagem empresarial e a possível “fonte” da vaza-jato.

    Conforme já se alertava há anos, a LJ tratava de interesses na ordem de bilhões de dólares, capazes de repercutir na economia do país, quebrar mega empresas, alterar leis e a conformação política do país, derrubar presidentes (Dilma caiu, temer balançou), impedir candidaturas, eleger presidentes e governadores, como de fato aconteceu. Com tantos interesses e poder envolvidos, chega a ser pueril imaginar que atos de bastidores, arapongagens, atentados, seriam frutos de meras teorias conspiratórias, que tudo correria placidamente nos bastidores, que agora começam a se revelar mais claramente, dessa “operação” de cunho midiático-político-judicial.

    A LJ começou a investigar, há mais de 5 anos, operações bilionárias envolvendo empresas gigantes, com expertise mundial em espionagem empresarial em seus negócios e obras espalhadas pelo globo, incluindo arapongagem para licitações, subornos, chantagens, sabotagens, etc. Em seus negócios bilionários gastam-se milhões de dólares nisso e outro tanto em advogados e especialistas para tira-las de encrenca ou colocar em encrenca quem as atrapalha. Segundo ficou claro em mensagem de DD, membros da LJ usavam seus PCs de gabinete com o aplicativo do telegram aberto… Com tanto dinheiro envolvido, não seria de se estranhar a existência de interessados em cooptar pessoas de apoio ou do entorno da LJ, ou mesmo plantar alguém lá, mais ainda em tempos de terceirização de trabalho-meio. Aliás, quem conhece o bastidor de arrojos, arroubos e políticas agressivas das mega empresas envolvidas sabe que a candura e passividade durante este tipo de investigação, isso sim, é o que seria de se estranhar…
    Outro “detalhe” só pra lembrar: o ex-procurador do MPF, Marcelo Miller, auxiluar próximo, dito até “braço direito” de Janot. Ele foi pego, segundo notícias, em suposto jogo duplo, já trabalhando para iniciativa privada. Terminou por se exonerar do MPF. Ele – ou alguem que estivesse na mesma “vibe” dele – não poderia muito bem ter, por si ou por terceiros, acesso às msgs do grupo da LJ?

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  2. O autor parece querer mandar as pessoas irem pras ruas, em vez de informar e pedir.
    É normal que milhões de pessoas do centro esperem ver se a justiça vai ser correta ou injusta. Sem verem injustiça, não vão se indignar e ir pras ruas.

    Ao ver o “bolsonarista” passar recibo as 11:25 de 23.06.19 que promotor/juiz ilegalmente lhe passara dados do processo, tenho dúvidas se não virá qualquer dado textual “frio” capaz de fazer os apoiadores pontuais do Bolsonaro mudar de opinião.

  3. Ótimo artigo. Mas a esquerda erra também ao desdenhar a corrupção realmente existente no país além das ilegalidades da Lava Jato, da guerra híbrida e da Globo. O bunker do Gedel e as malas de dinheiro são ignoradas nas análises dos intelectuais, como se fossem inexistentes. E mais, o governo do PT rasgou o ideário do partido em nome do poder pelo poder e afundou o pé na realpolitik. O Bolsonarismo também é fruto disto.

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  4. A globo em doses cavalares durante muitíssimos anos conseguiu moldar a opinião pública.
    Penso que as doses homeopáticas da Vazajato podem fazer o povo desconfiar que foi manipulado.
    Além do que obriga os atores a mentir a cada nova publicação.
    Todos estão contidos no universo do material em poder da Intercept. Vai sobrar para os operadores da justiça, militares, mídias partidárias, políticos e toda raça de golpistas que destroem o Brasil.
    Fosse tudo divulgado de uma vez, logo apareceria uma “teoria de tudo” para com propaganda maciça no plimplim para negar e desclassificar as evidências.
    Melhor que eles tomem uma dose do veneno a cada dia.

  5. Não sei o que o autor chama de esquerda e nem quais são suas fontes para afirmar este autoengano.
    Não vi nenhuma manifestação da esquerda nesse sentido.
    As revelações das mensagens trocadas pelo camisa preta do Paraná e seus filhotes amestrados simplesmente esclarecem aquilo que já era de conhecimento público daqueles que não se zumbizaram e,possibilita retirar uma parte desses zumbis para um debate mais civilizado e racional em torno da retomada da democracia. Só isso. Ninguém está sonhando que o fantoche golpista será derrubado por isso. Sequer,imagino,pensem que o descarado do camisa preta do Paraná deixará seu posto.
    Apenas uma peça a mais do xadrez foi movimentada e,depois de muitas peças movimentadas,parece que desta vez no sentido da acumulação de forças defensoras da democracia para.

  6. Lamento muito que você, assim como outros intelectuais do campo da esquerda, usem a palavra ANARQUIA de forma preconceituosa como se fosse “bagunça” ou ausência de projetos. Lamento mesmo. Você deve saber, não é possível que nunca tenha ouvido falar, que o anarquismo tem uma história de conhecimento, de produção teórica até hoje e de práticas que buscaram aplicar, de forma consciente (como na Espanha dos anos 30 principalmente) ou de forma que não tem necessidade de se autodenominar, como em práticas não estatais, anti-autoritárias, comunitárias, cooperativas, de autogestão etc. como em tantas sociedades, tribos, organizações, movimentos etc. na história, inclusive HOJE pelo mundo. Por favor, não reproduza esse preconceito que tem custado caro à esquerda (que o o digam os comunistas!).

  7. “…Nos últimos anos o direito brasileiro caminhou por inúmeras penumbras e atalhos. Sob o pretexto de combater a corrupção, uma casta jurídico-política se apresentou à população como detentora de um monopólio moral cuja missão seria higienizar o Estado e a política no país…” Em sua cruzada messiânica… se pôs acima da lei, e quem age acima da lei corre o risco de atuar como um “fora da lei”. CONHECEIS A VERDADE. E A VERDADE VOS LIBERTARÁ. Alguém se lembra da estória da filha do Maluf?!! A Luta dos Socialistas AntiCapitalistas HONESTOS contra a corrupção? ‘- Faremos Política de outra forma’. 40 anos de Redemocracia Aloprada Esquerdopata. A Bipolaridade da Redundância é Surreal !!!! 88 anos de Estado Fascista. O que querem colocar no lugar do Estado Varguista, argumenta Nassif ?!!! O que colocar no lugar do Estado Fascista é a pergunta de uma Nação depois de 1 século? E não sabemos a razão desta Latrina Histórica !!!! Ainda bem que a argumentação é de um Professor com viés (ideológico) já definido. Esta tal Operação Lava Jato começa com enorme apoio de forças progressistas, enquanto explora o uso do Capital dos Empresários financiando Campanhas de Políticos. – Precisamos combater o Empresariado que corrompe, diziam os discursos. Pobre país rico. O óbvio ainda continua de difícil compreensão.

    • O AntiCapitalismo de Estado caia como uma luva no início da Lava Jato. Combate ao Capital e ao Empresário Brasileiro (covarde?) a defender a pura, ingênua e honesta Classe Política. Somente a vanguarda desta atuação da Lava Jato mais o Bilionário Financiamento Público de Campanhas poderia obter tal resultado. Está em dezenas de discursos de Haddad e tantos ‘Progressistas’. No País dos Aloprados, o fundo da latrina não chega nunca. Adeus ODEBRECHT e seus 550.000 Empregos. QUEIROZ GALVÃO e outros 220.000 Empregos. Logo será JBS e seus 500.000 Empregos. Quem precisa deles?

  8. Reflexões sem dor.A divulgação da Vaza Jato a conta gotas posta em prática pelo Gringo de Ouro,está corretíssima.Agora,o que o Prof.Nozaki coloca em seu brilhante artigo,especialmente quanto aos efeitos do vazamento em mostrar algo que atinja o cerebelo humano,tipo,você tem poucos dias de vida,está mais correto ainda.

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  9. Vou ser objetivo: essa mudança na opinião pública capaz de produzir reações concretas que derrubem o golpe só ocorrerá se for demonstrado, cabalmente, que Moro e sua turma levaram o seu para destruir a economia nacional em favor de interesses estrangeiros. Somente mostrando que os lavajateiros são tão corruptos quanto os políticos que eles propagam investigar o povo poderá sair do efeito manada a que foi submetido por anos de manipulação midiática.

  10. Excelente análise. Eloqüente mas clara e objetiva.
    Penso que a falha no governo Lula foi não prever a investidada da Direita e a retomada do poder na “mão grande”
    Se Lula não leu “O Príncipe” de Maquiavel deveria ter lido, se leu deveria ter aplicado…

  11. Brilhante artigo, professor! Temos que concordar plenamente, em que pesem todas considerações sobre os diversos fatores que tenham, na origem, valorizado a já, finalmente, reconhecida, “Fraude à Jato”! De fato, até então, as gravações liberadas só atingem, superficialmente, o grupo de Curitiba, na medida em que atendem, apenas, à filigranas da Lei sujeitas à avaliação dos especialistas, ou, até, “convertidos. No entanto, conforme lúcida compreensão do momento político, face todo o esforço narrativo da mídia durante todos estes anos para criminalizar a política e, especialmente, os progressistas, as denúncias “vazadas”, exigem apresentar maior consistência e trazer imagens e diálogos bem mais impactantes do que aqueles liberadas até então…

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  12. Maquiavel não foi lá um teórico da filosofia política do mesmo patamar de um Locke e Hobbes, mas bastante original na questão de conquistar e manter o poder.

    O que são corolários hoje: observar a realidade, observar a História, mas também – importante – declarar que o Príncipe deve ampliar as possibilidades de deliberar livremente e não contar com o acaso e/ ou com circunstâncias não previstas ou vislumbradas.

    Em resumo, o Príncipe não deve contar com a fortuna.

    Esse conselho serve para a esquerda. Em vez de fazer trabalho de base, de formiguinha (isso vale para os sindicatos também), preferem os atos de massa. Ou ainda se apoiando nas declarações do The Intercept que em nada dependem de qualquer ação da esquerda; inclusive, poderiam nem ter aparecido estas informações. O que a esquerda faria, então?

    Não me surpreende que sindicatos ligados à esquerda não saibam o que fazer em relação aos sindicatos pelegos que são contra a reforma da Previdência, por exemplo.

    Também vai no mesmo tacho aqueles que se dizem progressistas mas têm práticas sociais conservadoras, até mesmo reacionárias (já viu gente “progressista” puxando o saco de chefe, dedurando colegas, dentre outras ignomínias?).

    Cansado dessas estereotipias de (parte da) esquerda, sem dialética, nem nada.

  13. Professor Willian, ✍️ escreveu, tão somente, o entendimento da Realidade da nossa rerepublica

  14. PQP,se envia um comentário para logo em seguida enviar um outro,explicando o comentário do comentário.A la Tio Rei,que depois do grampo de que foi vítima no detrito sólido de maré baixa tá virado no estopô:Vamos lá.Eu afirmei peremptoriamente que o procedimento adotado pelo Gringo de Ouro em divulgar seu arsenal de hidrogênio a gota-gotas é um procedimento corretissimo,certo?Todavia,porém,não obstante,se no curso da Operação Conta-Gotas não aparecer algo como o tsunami tailandês,as placas tectonicas dificilmente se moverãoAcho que agora vai.

  15. O autor esqueceu que, mesmo diante de tantas derrotas nos últimos anos, o campo progressista foi para o segundo turno e perdeu por uma diferença de pouco mais de 10 milhões de votos em 2018. Se a vaza jato tivesse acontecido antes da eleição, possivelmente o Haddad venceria o pleito. Quero dizer que o campo progressista não está mais tão distante da reorganização da democracia quanto já esteve entre 2015 e 2017. Por outro lado, concordo que a euforia não faz bem nesse momento.

  16. William, não sou cientista político,sim um vendedor ambulante preocupado com destino do Brasil!Analiso a atualidade política,remetendo a “opção preferencial pelos pobres” – igreja católica= popular =PT depois populista. Assumiu o poder , mobilizou, avançou e estagnou porquê se contagiou com poder!Mais , atiçou uma cobiça ;os evangélicos,com pastores fundamentalistas com motes comuns ;povo de Deus,prosperidade individual, salvação não para todos, demonização da política. Carência de justiça ! Surge, evangélicos na política : bancadas das várias denominações; assembleia,reino universal,etc . Sem formar um partido! Os

  17. William, não sou cientista político,sim um vendedor ambulante preocupado com destino do Brasil!Analiso a atualidade política,remetendo a “opção preferencial pelos pobres” – igreja católica= popular =PT depois populista. Assumiu o poder , mobilizou, avançou e estagnou porquê se contagiou com poder!Mais , atiçou uma cobiça ;os evangélicos,com pastores fundamentalistas com motes comuns ;povo de Deus,prosperidade individual, salvação não para todos, demonização da política. Carência de justiça ! Surge, evangélicos na política : bancadas das várias denominações; assembleia,reino universal,etc . Sem formar um partido! Discurso e prática dos partidos progressistas não atingem massa crescente de evangélicos fundamentalistas com olhar para Israel; berço do cristianismo , não-cristao . Irônico… Se entender e atuar ,junto com a população evangélica , há possibilidade de mudar!…. .,….lava-jato(político-economico+religioso). Projeto (partido justicialista brasileiro)Moro- Guedes + 3 instâncias da justiça!respondendo ânsia nacional: justiça, ;externo; econômico,Eua-Israel!

  18. Para o bem da Democracia, que venha o tsunami… não tem como suportar uma justiça “fora da lei” …. ou o Moro e Deltan se esborracham no chão, pela altitude em que se encontram, ou o país vai desembocar em outro golpe, só não sei de quem.. militar?? 😧
    Sustentar uma mentira de eterno que não vai ser, só por guela abaixo com um golpe

  19. Boa avaliação. Porém, peca no mesmo ponto de outras avaliações similares, ou seja, não aponta, não mostra, que forma de luta deve ser implementada. A avaliação no fim das contas é vazia. Faz o diagnóstico, mas não prescreve o remédio.

  20. + comentários

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