O caso Lulinha e o joga-pra-ver-se-cola da República do Paraná, por Luis Nassif

É apenas um lance de quem tem uma única estratégia defensiva: explorar politicamente as ações contra Lula, visando se blindar a si próprios.

Reprodução

A ofensiva da Lava Jato contra o filho de Lula, em cima de episódios antigos, já fartamente explorados, significa apenas um lance de quem tem uma única estratégia defensiva: explorar politicamente as ações contra Lula, visando se blindar a si próprios.

Não está fácil a vida da Lava Jato. 

O procurador Roberto Pozzobon, o titular da ação, é personagem central do caso Tacla Duran – que deverá entrar nas analises da correição aberta pela Procuradoria Geral da República.

A juíza Gabriela Hardt se desmoralizou valendo-se do copy-paste em sentenças de ampla repercussão. Em geral recorre-se à cópia em casos recorrentes.

Ao mesmo tempo, o PGR Augusto Aras repõe a ordem natural das coisas, trazendo de volta a capacidade da PGR de indicar assessores. Até então, a República de Curitiba atuava como se fosse um poder à parte e superior à própria PGR, graças à pusilanimidade do ex-PGR Rodrigo Janot e aos receios da sua sucessora Raquel Dodge.

Ao explorar novamente o caso Gamecorp, a República de Curitiba apenas reforça a parcialidade, em um momento em que o Supremo Tribunal Federal irá julgar a suspeição de Sergio Moro – o comandante em chefe da turma.

Tenho a impressão de que essa joga-pra-ver-se-cola não vai colar.

 

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Ainda nos meus verdes anos,no crepúsculo dos anos 60,na Radiola Philips de quatros pés do Papai,predominava os clássicos do Maestro americano Billy Vaughn,as vozes deslumbrantes de Diane Ross & Marvin Gaye,dos românticos brasileiros Dick Farney,Lúcio Alves,Jamelão,Maisa Matarazzo,Dóris Monteiro do sambista Miltinho,do Zimbo Trio,e do fenomenal Wilson Simonal,na avaliação dele,além dos clássicos de Mozart,Beethoven,Chopin e Bach.Ele se deleitava madrugada adentro bebendo sua insubstituivel cerveja Brahma e seu cigarro Holywood de filtro.Ainda bodete,caí na onda daquele momento,e danei a colocar na Radiola o disco de um cantor perneta que sem maiores delongas,mandava todo mundo para o inferno.Papai impaciente que só ele,balançava a cabeça e cunhava a frase registrada dele quando não ia com a cara de alguem:Esse sujeito é uma infelicidade,um ordinário.Corte no tempo.O perneta em toda sua trajetória de cantor,nada mais é do que um enganador de balzaquianas infelizes no amos e na vida.Sempre teve adoração por ditadores sanguinários e genocidas como Augusto Pinochet,que durante 18 anos anos promoveu uma verdadeira carnificina contra o bravo povo chileno.Sua foto ao lado de Pinochet no festival de musica de Vinã del Mar não deixa margens a dúvidas.Defensor contumaz da Ditadura Militar Brasileira,quando foi agraciado como medalhas mil e outros dengos mais.Um alter ego das ditaduras,golpes e arbitrariedades praticadas nos Paises do Cone Sul.Amante da censura,e sempre mancomunado com algum bandido vestido de toga,se insurgia judicialmente para proibir contra qualquer biografia sua que mostrasse os seus podres.O perneta e Moro são faces da mesma moeda.Nazi-fascistas de fraque e cartola,estupradores de leis.Quando o safadão perneta não pertencer mais a este reino,o País tomará conhecimento de quem ele sempre foi e é.

Dermeval Santos Lopes Junior