4 de junho de 2026

Destruição de templos e pilhagem de antiguidades

Enviado por JNS

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Destruição de Templos e Pilhagem de Antiguidades

Diante das manifestações da natureza nesta magnitude é compreensível permanecermos prostrados sem resistir à força brutal desencadeada alí.

 National Geographic

Antiga cidade de Palmyra patrulhada por combatentes das forças da Síria

O que nos deixa abalados – como as vítimas de um terremoto – são as insanidades cometidas contra os sítios arqueológicos e as monumentais obras dos povos antigos que são destruidos por drones operado por controle remoto a partir de Washington ou pelos animais tresloucados do Estado Islâmico do Iraque e do Levante, que estão encaminhando tesouros históricos para as casa de leilões.

 

O que fizeram com as fabulosas edificações erguidas pelos habitantes da região entre os rios Tigres e Eufrates?

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 via Hyperallergic.

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É pra chorar…

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17 Comentários
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  1. O Mar da Silva

    29 de abril de 2015 1:17 pm

    Os ‘ civilizados’ e sua

    Os ‘ civilizados’ e sua eterna cruzada contra os destituídos de alma. Onde estão os tesouros que os europeus encontraram na América?

    O Tio San precisa de shoppings centeres. E só aumenta o número dos adoradores desses centros de esvaziamento humano.

    Cultura? Só se tiver uma etiqueta. É essa a toada dos cruzados comandados por Obama sob os aplausos da OTAN.

     

  2. O Mar da Silva

    29 de abril de 2015 1:19 pm

    “Animais tresloucados’ que

    “Animais tresloucados’ que organizam o ataque de Washington. O autor esqueceu isso no texto.

  3. CARLOS VELOSO LEITÃO DE FIGUEIREDO

    29 de abril de 2015 1:25 pm

    Sei não, mas parece coisa

    Sei não, mas parece coisa instrumentalizada…. sempre desconfiei que os poderes fáticos que dominam o mundo têm um interesse muito grande em borrar as culturas antigas do mundo…. 

     

  4. Fábio de Oliveira Ribeiro

    29 de abril de 2015 1:35 pm

    Quem tem cultura constrói e

    Quem tem cultura constrói e preserva o que foi construído, quem teve sua cultura destruída só pode fazer uma coisa: destruir em razão do fanatismo. O que estamos vendo é o resultado de dois séculos de colonialismo ocidental no Oriente Médio. Mas é óbvio que é mais fácil culpar as vítimas e deixar os arquitetos dos impérios britânico, francês e americano dormirem em seus sonhos esplendidos. 

    1. evandro condé de lima

      29 de abril de 2015 2:07 pm

      Séculos de pilhagem

      Até porque estão com algumas preciosidades em seus museus. Mas fica a pergunta: Vale a pena devolver?

      1. Fábio de Oliveira Ribeiro

        29 de abril de 2015 3:54 pm

        Interessente o seu ponto de

        Interessante o seu ponto de vista.

        Você aceita pacificamente o imperialismo europeu e norte-americano. Todos estes monumentos que estão sendo agora destruídos são anteriores à ascensão do islamismo (século V). Os califas omiadas e abassidas souberam preservá-los, os turcos que os sucederam também preservaram estes monumentos. Então os franceses e ingleses chegaram (e pilharam aquilo que podiam pilhar, inclusive estátuas, obeliscos e etc…), depois deles chegaram os norte-americanos com seu fundamentalismo cristão e seu desrespeito absoluto por povos que consideram inferiores. 

        O resultado prático foi exatamente este que você está vendo. Mas você prefere culpar as vítimas dos imperialistas que, em razão de sua ganância por petróleo e controle, destruíram as culturas que existiam naquela região. Mano, na boa… o que é que você sabe sobre História, Cultura e Preservação de Monumentos? 

        1. evandro condé de lima

          29 de abril de 2015 7:13 pm

          Em absoluto

          Sempre considerei um absurdo as pilhagens feitas por Europeus ( a bem da verdade por qualquer um) por ocasião de domínio desta ou daquela região. Até acredito que alguns monumentos ficaram pela simples impossibilidade de se transportar pela ausência de tecnologia apropriada – depois que os alemães fizeram por ocasião da Represa de Assuã, acredito em qualquer coisa. Diga-se de passagem que destruir  o que existe (terra arrasada) já é citado na Bíblia, como ato perfeitamente normal – até mesmo por determinação divina (viu, conheço um pouquinho do que tal do fundamentalismo cristão). Se alguns preservaram foi por opção não acredito, em quase a totalidade dos casos, em bom mocismo ou mesmo sentimento de preservação de bem cultural.

          Agora, culpar os americanos simplesmente,, isenta completamente quem comete tais barbaridades. Não digo atrocidades pois, como já citei, é bíblico.

          Quanto à sua pergunta, sei um pouco de História e Cultura, mas realmente nada de preservação de Monumentos.

          Pode me ilustrar?

  5. Luiz Antonio Antunes Machado

    29 de abril de 2015 1:41 pm

    Crime

    Crimes contra a nossa história, contra a cultura do mundo, contra tudo o que acumulamos em milênios. Muitos são culpados, explodindo estátuas, bombardeando de forma indiscriminada, pilhando. É quase impossível calcular o total do prejuízo, pois este não é expresso facilmente em números. 

  6. Alan Souza

    29 de abril de 2015 2:30 pm

    Repito

    Se os EUA tivessem ficado quietinhos no canto deles, sem apoiar Israel e sem tentar impor ua democracia no Oriente Médio, aquela região hoje estaria muuuuuito melhor do que é, e os EUA teriam milhares de problemas a menos – inclusive os atentados de 11 de setembro…

    1. DeBarros

      29 de abril de 2015 3:01 pm

      Infelizmente, esse não eh o

      Infelizmente, esse não eh o desejo da industria bélica Americana. Para esta, quanto mais o mundo estiver conturbado, melhor para eles. Fazem rios de dinheiro em cima de conflitos e sao mercadores da morte.  Por isso nao tem o menor interesse pela paz.

    2. marco aurélio barroso

      29 de abril de 2015 4:16 pm

      Alan

      … inclusive o quê? … os atentados de 11 de setembro!…. vc. precisa se informar melhor. Cordialmente.

      1. Alan Souza

        30 de abril de 2015 6:56 pm

        Você é que precisa

        Mandar fazer alinhamento e cambagem no seu cérebro – ele está desviando para a direita o tempo inteiro…

        Ou você nunca leu a razão do bin Laden ter mandado aqueles aviões nas Torres Gêmeas? E nem leu quem foi o “criador” do bin Laden?

  7. jns

    29 de abril de 2015 2:37 pm

    É pra chorar

                       OS ESCOMBROS DE KATMANDU

                      ( Este post é o comentário postado

                       em resposta à análise da Anna Dutra

                       sobre a finitude das coisas,

                       na abordagem que fiz ao terremoto no Nepal )

    Um drone registrou a devastação deixada em Katmandu pelo abalo de magnitude 7,8 na escala de Richter que atingiu o Nepal no sábado. Templos e estátuas construídas entre os séculos XII e XVIII foram reduzidos a cascalho. Nas imagens, captadas por um drone, pode ver-se o que apenas escombros restaram da histórica torre de Dharhara, uma das principais atracções turísticas na praça Durbar. Teme-se que o imenso patrimônio cultural nepalês não consiga se recuperar deste sismo.

    [video:https://youtu.be/t1Y-szv7KkM width:600]

                      O OCIDENTE ESTÁ FINANCIANDO A PILHAGEM TERRORISTA?

                     Mais imagens chocantes e revoltantes da insana e aloprada ação do ISIS

    Os saqueadores estão destruindo antigos locais históricos no Oriente Médio, em alguns casos, canalizando os lucros para as milícias terroristas.

    Quem está comprando os objetos saqueados?

  8. Vixe

    29 de abril de 2015 3:09 pm

    “Palmas para a RELIGIÃO”.
    Taí

    “Palmas para a RELIGIÃO”.

    Taí o resultado…

    #PARTIUNOVAIDADEDASTREVAS

  9. Anna Dutra

    29 de abril de 2015 6:18 pm

    Um pouquinho de análise histórica

    Vale uma passada d’olhos; o Ocidente tem uma parcela de responsabilidade enorme neste esgarçamento cultural e na barbárie que vem avançando.

    Os bárbaros são os outros ?

    http://www.bresserpereira.org.br/terceiros/2014/agosto/14.08.Fragmenta%C3%A7%C3%A3o-Oriente-M%C3%A9dio.pdf

    Caso não seja possível acessar o link; destaco informações e trechos para localização do artigo:

    Referência:

    A fragmentação do  Oriente  Médio

    Por Shlomo Avineri

    Valor Econômico, 26.8.2014

    O autor: Shlomo  Avineri  é  professor  de  Ciência  Política  na Universidade Hebraica  de Jerusalém  e  membro  da  Academia  Israelense  de  Ciências  e  Humanidades.  Seu  livro  mais  recente  é  Theodor  Herzl  and  the  Foundation  of  the  Jewish  State  (Theodor  Herzl  e  a  fundação  do  estado  judeu).

    “…

    Quase 100 anos depois da Primeira Guerra Mundial, o sistema regional de Estados  estabelecido após a dissolução do Império Otomano está se esgarçando.

    O mapa contemporâneo do Oriente Médio foi elaborado pelas potências ocidentais imperiais vitoriosas, Reino Unido e França, durante e após a Primeira Guerra Mundial.  Enquanto ainda grassava a guerra, eles assinaram  um  acordo  elaborado  pelos  diplomatas  Sir  Mark  Sykes  e  François  George Picot,  que  delineava  suas  respectivas  esferas  de  influência  em  todo  o  Levante  um  acordo  que  desconsiderou  inteiramente  a  história,  tradições  e  filiações  étnicas  e  religiosas  da  região,  e  a  vontade  das  populações  locais.

    Os modernos Estados do Iraque,  Síria  e  Líbano,  surgiram,  assim,  como  entidades separadas  e  independentes.  Suas fronteiras eram  arbitrárias  e  artificiais  e nenhum  jamais  tinha  existido  em  tal  forma. 

    Eventualmente, o  Iraque,  a  Síria  e  o  Líbano  tornaram-se  países  independentes,  modelados  na  ideia  westfaliana  do  Estado Nação  moderno.  Seus líderes mantiveram esse  sistema  e  suas  fronteiras como  o  melhor  disponível. 

    Esse  sistema  imposto  pelo  Ocidente  está  agora  se  esgarçando.  Estados Nações não podem  ser  sustentados  quando  não  refletem  os  desejos  de  suas  populações.

    O Iraque  atual  não  é  o  Estado Nação  árabe  unitário  do  passado  e  é  duvidoso  que  esse  Estado  possa  ser  restaurado. 

    Na Síria,  o  que  começou  como  pacíficas  manifestações  pró-democracia  deteriorou  rapidamente  em  insurreição  armada  da  maioria  sunita  contra  a  hegemonia  da  seita  alauíta,  liderada  pela  família  Assad.  Tal como  acontece  com  o  Iraque,  é  difícil  ver  como  a  Síria  poderia  ser  reconstituída  como  Estado Nação  árabe  unitário.

    O  desmembramento  de  fato  das  autoridades  estatais  centrais  de  ambos  os  países  deu  origem  a  um  ator  totalmente  novo, o  Estado  islâmico,  que  anunciou  a  criação  de  um  califado  cobrindo  áreas  do  Iraque  e  da  Síria,  desconsiderando  totalmente  o  antigo  arranjo Sykes-Picot.

    Bem intencionados sermões  ocidentais  sobre  a  necessidade  de  formar  um  governo  unificado  eleito  democraticamente  soam  totalmente  irrelevantes,  dado  o  grau  de  fragmentação social  e  política.

    Há uma  exceção  a  essas  fraturas  regionais:  o  Egito.  A  despeito  de  todas  as  suas  tribulações  internas,  não  há  dúvida  de  que  o  Egito  é  uma  entidade  coerente,  profundamente  ancorada  na  história  e  na  consciência  da  população.  Apesar  de  todos  os  problemas  enfrentados  pela  comunidade  cristã  copta,  ninguém  duvida  que  eles  são  tão  egípcios  quanto  a  maioria  muçulmana.

    Durante séculos, a  Europa  foi  palco  de  lutas  religiosas  e  nacionais  violentas,  culminando  com  os  horrores  das  duas  Guerras  Mundiais,  antes  de  atingir  o  seu  atual  sistema  estatal  estável.  O  Oriente  Médio,  provavelmente  pagará  menos  em  termos  de  duração  e  violência;  mas  a  ideia  de  que  o  que  emergirá  serão,  necessariamente,  Estados Nações  de  estilo  europeu,  poderá  revelar-se  uma  ilusão  ocidental. 

    (Tradução de  Sergio Blum)

    1. jns

      29 de abril de 2015 7:26 pm

      Khalil Azmi

      Meu irmão tem um amigo que foi goleiro da Seleção do Marrocos na Copa do Mundo de 1994, realizada nos EUA.

      Khalil Azmi conta pra ele que os atentados e os homens bombas jamais acabarão, porque todo dia nasce mais um homem bomba naquela região massacrada pelos ocidentais que são odiados pela população local.

      Azmi também disse que a deposição de Sadam Hussein – uma farsa tamanho do Wolrd Trade Center perpetrada pelos EUA – desestruturou, totalmente, a região que permanecia sem nenhuma efervência de vulto, porque estava subjugada pela tirana imposta por Hussein em favor da sua etnia.

      Khalil Azmi was the goalie for the Moroccan soccer team. He also played for the Charleston Battery and Colorado Rapids.

      Azmi tomou dois gols – o segundo foi um frangaço – da Arábia Saudita no jogo realizado no Giants Stadium (East Rutherford , New Jersy) no dia 25 de junho de 1994.

      [video:https://youtu.be/FePm_uS0j7A width:600]

      Khalil Azmi (born 23 August 1964) is a retired Moroccan football goalkeeper. He played ten seasons in the Moroccan League, two in the USISL, two in the National Professional Soccer League, one in the A-League and one in Major League Soccer. In 1984, Azmi began his career with Wydad Casablanca in the Moroccan League. In 1992, he moved to Raja Casablanca. In 1995, he moved to the United States where he played for the New Hampshire Ramblers in the USISL. In February 1996, the Colorado Rapids selected him in the 14th round (132nd overall) of the 1996 MLS Inaugural Player Draft. He never got off the bench with the Rapids and spent part of the season on loan with the New York Fever in the A-League in 1996. In 1997, he played for the Charleston Battery in the USISL. That fall, he signed with the Baltimore Spirit of the National Professional Soccer League. He spent two winter indoor seasons with the Spirit. In 1998, he played for the Hershey Wildcats in the USISL. He was a member of the Morocco team which played in the 1994 FIFA World Cup, playing in two matches.

      1. Anna Dutra

        29 de abril de 2015 8:00 pm

        Pôxa, quer me quebrar…

        Pôxa, quer me quebrar as pernas??

        Oriente Médio, World Trade, e futebol, tudo junto?  Não tenho competência para isso não, Mestre … 🙂

        Aproveito para te recomendar uma leiturazinha para teus momentos de lazer.  Não acho que responda a todas as questões, mas a pesquisa empreendida é interessante e o livro também.  Aliás, os livros do Ivan tem este traço: pesquisa.

        Não faltam, claro, resenhas por aí…

        Divirtam-se.

         

         

         

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