Enviado por JNS
Destruição de Templos e Pilhagem de Antiguidades
Diante das manifestações da natureza nesta magnitude é compreensível permanecermos prostrados sem resistir à força brutal desencadeada alí.

Antiga cidade de Palmyra patrulhada por combatentes das forças da Síria
O que nos deixa abalados – como as vítimas de um terremoto – são as insanidades cometidas contra os sítios arqueológicos e as monumentais obras dos povos antigos que são destruidos por drones operado por controle remoto a partir de Washington ou pelos animais tresloucados do Estado Islâmico do Iraque e do Levante, que estão encaminhando tesouros históricos para as casa de leilões.

O que fizeram com as fabulosas edificações erguidas pelos habitantes da região entre os rios Tigres e Eufrates?
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É pra chorar…
O Mar da Silva
29 de abril de 2015 1:17 pmOs ‘ civilizados’ e sua
Os ‘ civilizados’ e sua eterna cruzada contra os destituídos de alma. Onde estão os tesouros que os europeus encontraram na América?
O Tio San precisa de shoppings centeres. E só aumenta o número dos adoradores desses centros de esvaziamento humano.
Cultura? Só se tiver uma etiqueta. É essa a toada dos cruzados comandados por Obama sob os aplausos da OTAN.
O Mar da Silva
29 de abril de 2015 1:19 pm“Animais tresloucados’ que
“Animais tresloucados’ que organizam o ataque de Washington. O autor esqueceu isso no texto.
CARLOS VELOSO LEITÃO DE FIGUEIREDO
29 de abril de 2015 1:25 pmSei não, mas parece coisa
Sei não, mas parece coisa instrumentalizada…. sempre desconfiei que os poderes fáticos que dominam o mundo têm um interesse muito grande em borrar as culturas antigas do mundo….
Fábio de Oliveira Ribeiro
29 de abril de 2015 1:35 pmQuem tem cultura constrói e
Quem tem cultura constrói e preserva o que foi construído, quem teve sua cultura destruída só pode fazer uma coisa: destruir em razão do fanatismo. O que estamos vendo é o resultado de dois séculos de colonialismo ocidental no Oriente Médio. Mas é óbvio que é mais fácil culpar as vítimas e deixar os arquitetos dos impérios britânico, francês e americano dormirem em seus sonhos esplendidos.
evandro condé de lima
29 de abril de 2015 2:07 pmSéculos de pilhagem
Até porque estão com algumas preciosidades em seus museus. Mas fica a pergunta: Vale a pena devolver?
Fábio de Oliveira Ribeiro
29 de abril de 2015 3:54 pmInteressente o seu ponto de
Interessante o seu ponto de vista.
Você aceita pacificamente o imperialismo europeu e norte-americano. Todos estes monumentos que estão sendo agora destruídos são anteriores à ascensão do islamismo (século V). Os califas omiadas e abassidas souberam preservá-los, os turcos que os sucederam também preservaram estes monumentos. Então os franceses e ingleses chegaram (e pilharam aquilo que podiam pilhar, inclusive estátuas, obeliscos e etc…), depois deles chegaram os norte-americanos com seu fundamentalismo cristão e seu desrespeito absoluto por povos que consideram inferiores.
O resultado prático foi exatamente este que você está vendo. Mas você prefere culpar as vítimas dos imperialistas que, em razão de sua ganância por petróleo e controle, destruíram as culturas que existiam naquela região. Mano, na boa… o que é que você sabe sobre História, Cultura e Preservação de Monumentos?
evandro condé de lima
29 de abril de 2015 7:13 pmEm absoluto
Sempre considerei um absurdo as pilhagens feitas por Europeus ( a bem da verdade por qualquer um) por ocasião de domínio desta ou daquela região. Até acredito que alguns monumentos ficaram pela simples impossibilidade de se transportar pela ausência de tecnologia apropriada – depois que os alemães fizeram por ocasião da Represa de Assuã, acredito em qualquer coisa. Diga-se de passagem que destruir o que existe (terra arrasada) já é citado na Bíblia, como ato perfeitamente normal – até mesmo por determinação divina (viu, conheço um pouquinho do que tal do fundamentalismo cristão). Se alguns preservaram foi por opção não acredito, em quase a totalidade dos casos, em bom mocismo ou mesmo sentimento de preservação de bem cultural.
Agora, culpar os americanos simplesmente,, isenta completamente quem comete tais barbaridades. Não digo atrocidades pois, como já citei, é bíblico.
Quanto à sua pergunta, sei um pouco de História e Cultura, mas realmente nada de preservação de Monumentos.
Pode me ilustrar?
Luiz Antonio Antunes Machado
29 de abril de 2015 1:41 pmCrime
Crimes contra a nossa história, contra a cultura do mundo, contra tudo o que acumulamos em milênios. Muitos são culpados, explodindo estátuas, bombardeando de forma indiscriminada, pilhando. É quase impossível calcular o total do prejuízo, pois este não é expresso facilmente em números.
Alan Souza
29 de abril de 2015 2:30 pmRepito
Se os EUA tivessem ficado quietinhos no canto deles, sem apoiar Israel e sem tentar impor ua democracia no Oriente Médio, aquela região hoje estaria muuuuuito melhor do que é, e os EUA teriam milhares de problemas a menos – inclusive os atentados de 11 de setembro…
DeBarros
29 de abril de 2015 3:01 pmInfelizmente, esse não eh o
Infelizmente, esse não eh o desejo da industria bélica Americana. Para esta, quanto mais o mundo estiver conturbado, melhor para eles. Fazem rios de dinheiro em cima de conflitos e sao mercadores da morte. Por isso nao tem o menor interesse pela paz.
marco aurélio barroso
29 de abril de 2015 4:16 pmAlan
… inclusive o quê? … os atentados de 11 de setembro!…. vc. precisa se informar melhor. Cordialmente.
Alan Souza
30 de abril de 2015 6:56 pmVocê é que precisa
Mandar fazer alinhamento e cambagem no seu cérebro – ele está desviando para a direita o tempo inteiro…
Ou você nunca leu a razão do bin Laden ter mandado aqueles aviões nas Torres Gêmeas? E nem leu quem foi o “criador” do bin Laden?
jns
29 de abril de 2015 2:37 pmÉ pra chorar
OS ESCOMBROS DE KATMANDU
( Este post é o comentário postado
em resposta à análise da Anna Dutra
sobre a finitude das coisas,
na abordagem que fiz ao terremoto no Nepal )
Um drone registrou a devastação deixada em Katmandu pelo abalo de magnitude 7,8 na escala de Richter que atingiu o Nepal no sábado. Templos e estátuas construídas entre os séculos XII e XVIII foram reduzidos a cascalho. Nas imagens, captadas por um drone, pode ver-se o que apenas escombros restaram da histórica torre de Dharhara, uma das principais atracções turísticas na praça Durbar. Teme-se que o imenso patrimônio cultural nepalês não consiga se recuperar deste sismo.
[video:https://youtu.be/t1Y-szv7KkM width:600]
O OCIDENTE ESTÁ FINANCIANDO A PILHAGEM TERRORISTA?
Mais imagens chocantes e revoltantes da insana e aloprada ação do ISIS
Os saqueadores estão destruindo antigos locais históricos no Oriente Médio, em alguns casos, canalizando os lucros para as milícias terroristas.
Quem está comprando os objetos saqueados?
Vixe
29 de abril de 2015 3:09 pm“Palmas para a RELIGIÃO”.
Taí
“Palmas para a RELIGIÃO”.
Taí o resultado…
#PARTIUNOVAIDADEDASTREVAS
Anna Dutra
29 de abril de 2015 6:18 pmUm pouquinho de análise histórica
Vale uma passada d’olhos; o Ocidente tem uma parcela de responsabilidade enorme neste esgarçamento cultural e na barbárie que vem avançando.
Os bárbaros são os outros ?
http://www.bresserpereira.org.br/terceiros/2014/agosto/14.08.Fragmenta%C3%A7%C3%A3o-Oriente-M%C3%A9dio.pdf
Caso não seja possível acessar o link; destaco informações e trechos para localização do artigo:
Referência:
A fragmentação do Oriente Médio
Por Shlomo Avineri
Valor Econômico, 26.8.2014
O autor: Shlomo Avineri é professor de Ciência Política na Universidade Hebraica de Jerusalém e membro da Academia Israelense de Ciências e Humanidades. Seu livro mais recente é Theodor Herzl and the Foundation of the Jewish State (Theodor Herzl e a fundação do estado judeu).
“…
Quase 100 anos depois da Primeira Guerra Mundial, o sistema regional de Estados estabelecido após a dissolução do Império Otomano está se esgarçando.
O mapa contemporâneo do Oriente Médio foi elaborado pelas potências ocidentais imperiais vitoriosas, Reino Unido e França, durante e após a Primeira Guerra Mundial. Enquanto ainda grassava a guerra, eles assinaram um acordo elaborado pelos diplomatas Sir Mark Sykes e François George Picot, que delineava suas respectivas esferas de influência em todo o Levante um acordo que desconsiderou inteiramente a história, tradições e filiações étnicas e religiosas da região, e a vontade das populações locais.
Os modernos Estados do Iraque, Síria e Líbano, surgiram, assim, como entidades separadas e independentes. Suas fronteiras eram arbitrárias e artificiais e nenhum jamais tinha existido em tal forma.
…
Eventualmente, o Iraque, a Síria e o Líbano tornaram-se países independentes, modelados na ideia westfaliana do Estado Nação moderno. Seus líderes mantiveram esse sistema e suas fronteiras como o melhor disponível.
…
Esse sistema imposto pelo Ocidente está agora se esgarçando. Estados Nações não podem ser sustentados quando não refletem os desejos de suas populações.
…
O Iraque atual não é o Estado Nação árabe unitário do passado e é duvidoso que esse Estado possa ser restaurado.
…
Na Síria, o que começou como pacíficas manifestações pró-democracia deteriorou rapidamente em insurreição armada da maioria sunita contra a hegemonia da seita alauíta, liderada pela família Assad. Tal como acontece com o Iraque, é difícil ver como a Síria poderia ser reconstituída como Estado Nação árabe unitário.
O desmembramento de fato das autoridades estatais centrais de ambos os países deu origem a um ator totalmente novo, o Estado islâmico, que anunciou a criação de um califado cobrindo áreas do Iraque e da Síria, desconsiderando totalmente o antigo arranjo Sykes-Picot.
…
Bem intencionados sermões ocidentais sobre a necessidade de formar um governo unificado eleito democraticamente soam totalmente irrelevantes, dado o grau de fragmentação social e política.
Há uma exceção a essas fraturas regionais: o Egito. A despeito de todas as suas tribulações internas, não há dúvida de que o Egito é uma entidade coerente, profundamente ancorada na história e na consciência da população. Apesar de todos os problemas enfrentados pela comunidade cristã copta, ninguém duvida que eles são tão egípcios quanto a maioria muçulmana.
…
Durante séculos, a Europa foi palco de lutas religiosas e nacionais violentas, culminando com os horrores das duas Guerras Mundiais, antes de atingir o seu atual sistema estatal estável. O Oriente Médio, provavelmente pagará menos em termos de duração e violência; mas a ideia de que o que emergirá serão, necessariamente, Estados Nações de estilo europeu, poderá revelar-se uma ilusão ocidental.
…
(Tradução de Sergio Blum)
“
jns
29 de abril de 2015 7:26 pmKhalil Azmi
Meu irmão tem um amigo que foi goleiro da Seleção do Marrocos na Copa do Mundo de 1994, realizada nos EUA.
Khalil Azmi conta pra ele que os atentados e os homens bombas jamais acabarão, porque todo dia nasce mais um homem bomba naquela região massacrada pelos ocidentais que são odiados pela população local.
Azmi também disse que a deposição de Sadam Hussein – uma farsa tamanho do Wolrd Trade Center perpetrada pelos EUA – desestruturou, totalmente, a região que permanecia sem nenhuma efervência de vulto, porque estava subjugada pela tirana imposta por Hussein em favor da sua etnia.
Khalil Azmi was the goalie for the Moroccan soccer team. He also played for the Charleston Battery and Colorado Rapids.
Azmi tomou dois gols – o segundo foi um frangaço – da Arábia Saudita no jogo realizado no Giants Stadium (East Rutherford , New Jersy) no dia 25 de junho de 1994.
[video:https://youtu.be/FePm_uS0j7A width:600]
Khalil Azmi (born 23 August 1964) is a retired Moroccan football goalkeeper. He played ten seasons in the Moroccan League, two in the USISL, two in the National Professional Soccer League, one in the A-League and one in Major League Soccer. In 1984, Azmi began his career with Wydad Casablanca in the Moroccan League. In 1992, he moved to Raja Casablanca. In 1995, he moved to the United States where he played for the New Hampshire Ramblers in the USISL. In February 1996, the Colorado Rapids selected him in the 14th round (132nd overall) of the 1996 MLS Inaugural Player Draft. He never got off the bench with the Rapids and spent part of the season on loan with the New York Fever in the A-League in 1996. In 1997, he played for the Charleston Battery in the USISL. That fall, he signed with the Baltimore Spirit of the National Professional Soccer League. He spent two winter indoor seasons with the Spirit. In 1998, he played for the Hershey Wildcats in the USISL. He was a member of the Morocco team which played in the 1994 FIFA World Cup, playing in two matches.
Anna Dutra
29 de abril de 2015 8:00 pmPôxa, quer me quebrar…
Pôxa, quer me quebrar as pernas??
Oriente Médio, World Trade, e futebol, tudo junto? Não tenho competência para isso não, Mestre … 🙂
Aproveito para te recomendar uma leiturazinha para teus momentos de lazer. Não acho que responda a todas as questões, mas a pesquisa empreendida é interessante e o livro também. Aliás, os livros do Ivan tem este traço: pesquisa.
Não faltam, claro, resenhas por aí…
Divirtam-se.