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Urariano Mota

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Escritor, jornalista. Autor de "A mais longa duração da juventude", "O filho renegado de Deus" e "Soledad no Recife". Também publicou o "Dicionário Amoroso do Recife".

Ditadura, ficção e memória, por Urariano Mota

Nesta semana pude ver a crítica do mestre Helder Santos Rocha a meu romance. Na sua fala, vi confirmadas, de um ponto de vista erudito, as linhas da minha intuição.

A bandeira do Brasil, por Urariano Mota

Da infância, lembro que o dia da bandeira se transformava em um desenho nos cadernos. As melhores cópias do modelo estampado nos livros ganhava nota 10.

Marília Mendonça e o ideal de beleza feminina, por Urariano Mota

Ainda não chegamos à compreensão de que valorizar um certo ideal de beleza física para as mulheres é um desprezo à sua pessoa.

Marighella, o filme, por Urariano Mota

Para este artigo, pesquisei as notícias sobre o impacto do filme. Elas oscilavam entre o elogio sem ver a produção nas telas e o mais brutal reacionarismo.

Doença mental sob o desgoverno Bolsonaro, por Urariano Mota

Mas há uma clara relação entre doença, desgraça e governo fascista, que se espalha até mesmo por territórios antes sagrados dos indígenas brasileiros.

Fome per capita do Brasil e Swift, por Urariano Mota

O título no alto se refere ao imortal escritor Jonathan Swift, que tem sofrido, à semelhança de outros grandes autores satíricos, um amaciamento, uma domesticação póstuma como escritor para crianças.

Aos mestres, no seu dia, por Urariano Mota

Mas não podemos perder a oportunidade do gancho do calendário, que nos pendura à excelência esquecida. Então do meu canto de aprendiz envio para os mestres.

José Carlos Ruy, um clássico, por Urariano Mota

Muitos talvez não acreditem nesta realidade: como podem pessoas, que nunca se viram antes, terem um encontro fraterno, rico, só possível entre velhos amigos? É que os comunistas têm isso, e quem não é, não sabe o que está perdendo.

Eric Hobsbawm – A história em uma vida, por Urariano Mota

É uma pena, é lastimável, que em alguns estudos acadêmicos ele seja posto de lado, porque possuiu até o fim da vida uma filiação marxista. A direita e seus liberais não o suportam.

Um tsunami no Recife, por Urariano Mota

Ela se enganou, é certo, pois não fugi para o Alto. Mas a sua preocupação era real, alimentada pelas manchetes da imprensa on-line do Recife. Procurando pelo tsunami que viria, pude ver no Diário de Pernambuco

Paulo Freire, educador do mundo, por Urariano Mota

Perdoem por favor o tom de discurso à beira do túmulo. Desculpem a exaltação, que até parece exagero. Mas é que Paulo Freire sofre um segundo exílio post-mortem neste governo Bolsonaro.

Torcer ou Não Torcer pela seleção brasileira, por Urariano Mota

Assim como no tempo da ditadura Médici, estamos perdendo o distanciamento entre futebol e política. E perdendo a distância também daquele tempo. Então volta para mim a Copa do Mundo de 1970, jogo Brasil x Itália no Bar Savoy, no Recife.

Acender uma vela pelo Brasil, por Urariano Mota

Se a chama do voto pudesse tudo fazer, de voto no sentido de urna eletrônica, e neste caso, de oferenda aos santos do Brasil, uma grande fogueira deveria subir até os céus brasileiros

A escravidão brasileira na Holanda e em Pernambuco, por Urariano Mota

Para a nossa própria história, a realidade de escravos assassinados, enquanto a rotina do engenho seguia, tudo isso é tão Brasil, amigos

Nelson Rodrigues, o reacionário da boca pra fora, por Urariano Mota

O recifense Nelson Rodrigues, desde o nascimento em uma sexta-feira 23 de agosto de 1912, atravessou muitas vidas e rostos. E contradições das mais diversas

Por que tantas mortes do nosso lado? Por Urariano Mota

À primeira vista, na esquerda falecem mais os guerreiros porque são pessoas sensíveis à dor social da tragédia sob o governo Bolsonaro. Mas consideremos: se as desgraças são razões de matar, mais ainda são razões de viver

Caetano Veloso aos 79 anos, por Urariano Mota

E para dar mais sustança a este artigo ligeiro, copio um reflexo da importância fundamental de Cateano em uma página do romance “A mais longa duração da juventude”. No tempo da ditadura no Recife era assim

Para o escritor Peter Lownds nos seus 77 anos, por Urariano Mota

Se no mundo socialista houvesse um seguro lugar para as crenças astrológicas, eu diria que Peter Lownds está sob o destino do astronauta Neil Armstrong, pois nasceram no mesmo dia.

A mais longa duração da juventude, por Urariano Mota

Enquanto Francêsca acionava o seu celular, eu falava pra eles: “Vocês são a resistência permanente. Talvez não saibam, mas vocês estão em páginas do meu romance ‘A mais longa duração da juventude’”.

Paulo Coelho merece um Nobel, por Urariano Mota

Viva! A questão, a felicidade que dá na gente o seu gesto, não é só da grana, dos 145 mil reais transferidos. Pelo que se sabe de Paulo Coelho, ele seria capaz de oferecer até mais.