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Urariano Mota

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Escritor, jornalista. Autor de "A mais longa duração da juventude", "O filho renegado de Deus" e "Soledad no Recife". Também publicou o "Dicionário Amoroso do Recife".

Givaldo/Tarcísio ou Lennon/McCartney no Recife, por Urariano Mota

O certo é que esta é a história do começo do Livro 7, segundo a memória de Givaldo Gualberto. Ele e Tarcísio no papel de Lennon/McCartney, mas sem música.

Zuzu Angel, o filme, 15 anos depois, por Urariano Mota

Agora, por força da heroica Zuzu Angel, e do respeito à obra de um cineasta digno, o filme se tornou belo e com interpretações magistrais. Salve! Mas em 2006 não foi nada assim.

A ditadura brasileira, literatura e denúncia, agora em áudio, por Urariano Mota

O livro , que foi publicado pela Boitempo em 2009, ganhou esta síntese da Tocalivros neste junho de 2021

O Papa Francisco e a perdição do Brasil, por Urariano Mota

O nome do padre paraibano é João Paulo, em homenagem ao Papa João Paulo II. Pois saibam por favor que não exagero nem minto em qualquer coincidência no que conto a seguir.

Aos mestres mais velhos, por Urariano Mota

Não adianta ver a idade em que cientistas, filósofos e escritores revolucionários produziram obras de gênio, porque a questão se dirige ao cerne universal do próprio desenvolvimento do conhecimento.

A bondade negra de uma vagabunda, por Urariano Mota

Ela apenas queria ser nossa irmã naquela hora repleta de angústia. Ela apenas nos cobria como uma negra fugida abrigava os seus negros perseguidos. Enquanto nós, os perseguidos delirantes, procurávamos o popular sublevado.

A CPI da Covid e o mentiroso Queiroga, por Urariano Mota

“Não posso fazer juízo de valor”, falava o ministro, quando lhe perguntavam sobre a cloroquina. Mas o juízo de valor dos homens já está formado. Não notam?

Como não consigo matar a injustiça, escrevo, por Urariano Mota

Mas nem sempre literatura é ficção, naquele sentido que o vulgo e a ignorância confundem sempre com mentira, quando falam que determinada impostura de autoridade ou réu é ficcional.

Dorival Caymmi universal, por Urariano Mota

Na canção de Caymmi existe uma profecia pessoal, uma antecipação do destino só meu e de mais ninguém? Ou seria, mais propriamente, uma antecipação de toda a gente, um fiel a marcar a esperança e desesperança de toda uma humanidade?

Primeiro de abril, por Urariano Mota

O golpe se deu em primeiro de abril de 1964. Mas como essa é a data universal da mentira, a propaganda abusiva das forças armadas deslocou o 1º. de abril para a véspera.

Um amor vermelho como antes, por Urariano Mota

Dedicado a Christiane Brito (1959-2020), que partiu, e a José Carlos Ruy, que muito a amou.

Para o centenário de Antônio Maria, por Urariano Mota

Antônio Maria não é autor só de frevos. Ele compôs sucessos mundiais da música popular brasileira. Vocês já ouviram “Ninguém me ama”? Pois é, Nat King Cole gravou a música e virou sucesso em todo o mundo.

A justiça que permite a celebração do golpe de 1964, por Urariano Mota

Em primeiro lugar, os jornais erram nos títulos. Confundem o Tribunal Regional Federal da 5ª Região com a Justiça. Ainda que fosse o Supremo Tribunal Federal, deveriam sempre, com mais propriedade, nomear o tribunal de onde veio a decisão

Para o aniversário do Recife, por Urariano Mota

São tantos e tantas faces, tantos bairros, tantas calçadas, tantos encontros, como poderia expressar uma síntese da diversidade mais contraditória do Recife?

Uma das mulheres bravas do Brasil, por Urariano Mota

Eu me refiro a Mirtes Semeraro de Alcântara Nogueira, que na altura dos seus 70 anos pode ser vista no documentário Memórias reveladas, da jornalista Marilena Lima.

Uma trabalhadora sob o fascismo no Brasil, por Urariano Mota

Não sei se eu era o primeiro cliente a conversar com ela, porque vivemos numa imitação de sociedade de castas, ou se eu era o primeiro a reclamar do desgoverno enquanto comprava pão.

Carnaval de Bolsonaro, por Urariano Mota

Com que sentimento estamos agora? Antes, estávamos com “Vem, vem fazer parte este cordão. O Recife tem um lugar pra você dentro do coração”

A leitura dos clássicos deve ser obrigatória?, por Urariano Mota

Mas a provocação do youtuber, bem sucedido sem dúvida pelas discussões que desatou, teve o desdobramento de se questionar se os clássicos deveriam ter lugar nas escolas, e de que modo.

Para o camarada José Carlos Ruy, que hoje faleceu, por Urariano Mota

Então só me resta falar do Ruy que eu conheci, a pessoa  a quem tanto devo.

As imagens históricas do Recife, por Urariano Mota

Então eu penso que as fotos históricas do Recife vêm de tudo que toque o nosso coração. Do antes, depois, agora e adiante.

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