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Urariano Mota

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Escritor, jornalista. Autor de "A mais longa duração da juventude", "O filho renegado de Deus" e "Soledad no Recife". Também publicou o "Dicionário Amoroso do Recife".

Uma das mulheres bravas do Brasil, por Urariano Mota

Eu me refiro a Mirtes Semeraro de Alcântara Nogueira, que na altura dos seus 70 anos pode ser vista no documentário Memórias reveladas, da jornalista Marilena Lima.

Uma trabalhadora sob o fascismo no Brasil, por Urariano Mota

Não sei se eu era o primeiro cliente a conversar com ela, porque vivemos numa imitação de sociedade de castas, ou se eu era o primeiro a reclamar do desgoverno enquanto comprava pão.

Carnaval de Bolsonaro, por Urariano Mota

Com que sentimento estamos agora? Antes, estávamos com “Vem, vem fazer parte este cordão. O Recife tem um lugar pra você dentro do coração”

A leitura dos clássicos deve ser obrigatória?, por Urariano Mota

Mas a provocação do youtuber, bem sucedido sem dúvida pelas discussões que desatou, teve o desdobramento de se questionar se os clássicos deveriam ter lugar nas escolas, e de que modo.

Para o camarada José Carlos Ruy, que hoje faleceu, por Urariano Mota

Então só me resta falar do Ruy que eu conheci, a pessoa  a quem tanto devo.

As imagens históricas do Recife, por Urariano Mota

Então eu penso que as fotos históricas do Recife vêm de tudo que toque o nosso coração. Do antes, depois, agora e adiante.

A um livreiro que parte: Tarcísio Pereira, o criador da Livro 7, por Urariano...

Tarcísio da Livro 7 foi pessoa e personagem fundamental da história de nossa brava cidade. Eita tempo desgraçado!

As falas dos bolsominions pobres  contra a vacina, por Urariano Mota

Os bárbaros fazem um movimento de crimes, de assalto à democracia, apesar da sua miséria cultural, apesar da indigência do mundo em que acreditam.  

Viva Elis! Elis Viva!, por Urariano Mota

Elis Regina era a grande atriz da música popular brasileira, porque representava qualquer papel, do dramático ao cômico com igual talento

Molière e o coronavírus, por Urariano Mota

E Tartufo? – Rodrigo Mais se encontra às mil maravilhas, gordo, saudável, curado e de boca fresca.  

Uma noite com Soledad Barrett, por Urariano Mota

Sobre Soledad Barrett escrevi o livro “Soledad no Recife”, do qual retiro o trecho a seguir, uma recriação da sua memória

A falsa dor do pai diante do corpo da esposa morta, por Urariano Mota

Se ele fosse apenas ator, como o filho o acreditava, seria fácil empregar imposturas de  frases para o corpo da mulher debaixo de flores.

Para um novo ano, por Urariano Mota

Hoje, percebo que a reflexão abstrata nada sabia do governo Bolsonaro. Sentia os sinais da serpente, ouvia o chocalho da sua cauda, mas não lhe via a cara no escuro.

Para um cartão de Natal, por Urariano Mota

Pois Natal é isto: a data magna das promessas de humanidades que se traem em uma semana. Então, que fazer?

Reginaldo Rossi, o rei dos sem rei, e Miguel Arraes, por Urariano Mota

Lembro de um comício de Miguel Arraes em 1986, em campanha para governador de Pernambuco. Camisa aberta ao peito, calças justas, cabelo black power, Reginaldo Rossi era uma atração máxima, aquela que chamava o público mais despolitizado.

O carnaval do Recife e Clarice Lispector, por Urariano Mota

Esse era o carnaval do Recife que vi no tempo de menino. Já o carnaval de Clarice é uma festa do mundo que se abre para ela.

O lugar do artista hoje no Brasil, por Urariano Mota

Penso que, pelo contrário, este é o momento mais urgente para a presença de todos artistas, escritores, cineastas.

A empregada Mirtes, a patroa Sari e Miguel, por Urariano Mota

“A justiça do nosso país para os ricos é branda, para nós que somos negros, pobres, periféricos, ela é extremamente pesada”

Maradona imortal, por Urariano Mota

Maradona era, foi um daqueles atletas fora da alienação política. Ele esteve sempre ao lado da esquerda, contra a corrente, contra o conforto da conformação.

Mirtes e Miguel em “Falas Negras”, por Urariano Mota

Aquele crime que revela o horror da injustiça de classes no Brasil, o costume em vigor de morte aos negros entre brasileiros, encontrou a sua intérprete no documentário, no cinema, na fala da atriz Tatiana Tibúrcio.

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