Alô Nassif
Parabéns pelo post, acho que este tema é central para que o país supere a fase de radicalismo tacanho a que foi empurrado, pela criminalização da política e pelo baixo nível do debate.
Escrevi algumas vezes sobre isto no meu blog, a quem se interessar, aqui vai:
“É da qualidade do debate político que virá o aperfeiçoamento da nossa democracia. Acho que esta qualidade, por sua vez, virá do bom senso da mediação de editores, jornalistas que assinam seus jornais, revistas, sites e blogs, selecionam comentários e se responsabilizam pelo que nele é publicado. Não dá para deixar uma máquina fazer este serviço, nem esperar que um enorme coletivo de leitores tenha o bom senso exigido para – quando e se lhe der na telha – editar e publicar textos jornalísticos. A tendência é que os radicais, os mais agressivos e com mais tempo livre, acabem dominando o debate, e passem a mandar “calar a boca” quem não concorda com eles.”
http://www.casacinepoa.com.br/o-blog/jorge-furtado/qualidade-do-debate
“Se quer reconquistar o respeito de seus leitores, a antiga imprensa precisa eliminar de suas páginas – de papel ou digitais – a calúnia, a difamação, ofensas, grosserias e xingamentos. A pluralidade de opiniões é vital para o aperfeiçoamento da democracia, mas estas opiniões precisam ser expressas racionalmente, respeitando a lei e a civilidade. Por falar nisso, pediria ao editores que eliminassem também os palavrões, que andam frequentando inclusive suas edições impressas, alguns leitores tem crianças em casa. Se o problema é o volume de opiniões, que tal formar um conselho editorial de mensagens dos leitores? Estudantes universitários de direito, letras, ciências políticas, filosofia, sociologia, poderiam ler e filtrar todas as mensagens e só publicar o que tem algum interesse público, não ofende o bom senso e a boa educação, enfim, o que é publicável.”
http://www.casacinepoa.com.br/o-blog/jorge-furtado/al%C3%B4-elite-preconceito-%C3%A9-com-c%C3%AA
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