Fábrica de embustes, a farsa midiática do terceiro mandato

Imprensa tentou criar uma verdade, baseada em suposições que Lula tentaria um terceiro mandato em 2010 por temer uma derrota de sua candidata para Serra.  Fato nunca comprovado, mas bastante explorado pela oposição, novamente derrotada nas eleições
 



A imprensa brasileira, especificamente aquela dominada por setores conservadores, costuma não se dar por vencida em suas tarefas, por mais árduas que possam parecer.

Não descansa, trama novos movimentos 24 horas por dia, incessantemente.
Atualmente se percebe todo o esforço que engendram para assumirem o controle do martelo da Justiça brasileira e condenarem, sumariamente, seus desafetos citados no caso do mensalão.
A “cabeça” da opinião pública já vem sendo trabalhada neste sentido há algum tempo.
 
Este tipo de manejo não é algo novo, nem tampouco extemporâneo.
A mídia conservadora já produziu muitos exemplos, infelizes, sobre a sua capacidade de criar ambientes políticos moldados por suas vontades, despejando sobre a sociedade opiniões distorcidas e partidárias, dissimulando intenções inconfessáveis.
Assim fizeram na eleição de Collor, o “caçador de marajás” e FHC “o pai do real”.
Duas manobras inconsistentes, mas disseminadas como verdades absolutas, chanceladas pelo rótulo infalível de que aquilo que a imprensa publica é verdade.
Nem Collor caçava marajás, ou seja, altos funcionários do estado altamente remunerados. Tampouco FHC criou o plano real, obra do governo de Itamar Franco.
 
A “tese do terceiro mandato”
Um exemplo da síndrome da antevisão jornalística que a imprensa brasileira praticou recentemente, baseada talvez em adivinhações de mãe Dinah, em que muitos jornalistas dos maiores grupos de comunicação do país, lançaram uma ofensiva contra a “intenção” de Lula “reivindicar” um terceiro mandato.
Esta ladainha durou quase todo o segundo mandato do ex-presidente.  Alguns mais desvairados e movidos pelo ódio e preconceito, teceram hipóteses em que afirmavam que, ou Lula seria cassado ou daria um golpe branco para buscar outro mandato consecutivo e que este seria o dilema que perseguiria o presidente até 2010…
 

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