29 de junho de 2026

Desenhos de artistas de todo o mundo lamentam a morte do menino sírio

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Do Buzzfeed

 
“Seu nome era Aylan”. ATENÇÃO: Esta publicação contém imagens fortes.

Um menino de 3 anos de idade chamado Aylan Kurdi e seu irmão de 5 anos, Rihan, foram fotografados com o rosto virado para baixo na praia, nesta quarta-feira de manhã (2). Eles foram supostamente mortos depois que o barco que os levava à ilha de Kos, na Grécia, virou. Os irmãos estavam tentando chegar ao Canadá, onde suas tias moram.

Artistas de todo o mundo agora estão compartilhando tributos maravilhosos feitos à foto amplamente vista de Aylan sob a hashtag em turco #KiyiyaVuranInsanlik ou#HumanidadeLevadaPelaÁgua.

ATENÇÃO: Algumas fotos são bastante sensíveis.

1.
 
Khaled Yeslam | خالد @kyeslam
Hell is the reality we living in..
 
#KiyiyaVuranInsanlik 
 

 

“O inferno é a realidade em que a gente vive”

The #Syria -n Child on Turkey’s shores emerging as a symbol for crisis. Photo via @AdiKhair :

 

 

“O menino da Síria na costa da Turkia emerge como um símbolo da crise.”

#Khartoon – I Hope Humanity Finds a Cure for Visas #Syria #refugeeswelcome #refugeecrisis #Germany #Italy #Greece

 

 

“Espero que a humanidade encontre a cura para os vistos”

4.Mahnaz yazdani adicionou uma nova foto ao álbum:looking for a safe land.
 
 
 

One of Ummah’s greatest political problems r rulers in Muslim world caring not for her affairs.

 

“Um dos maiores problemas políticos da comunidade muçulmana são os governantes do mundo muçulmano que não se importam com a própria comunidade”

“We are losing ourselves as humans,and the people will die around the borders.” #SyrianRefugees #DrownedSyrianBoy

“Nós estamos perdendo nossa humanidade e as pessoas vão morrer nas fronteiras”

 
 
 

How his story should have ended…

 

“Como essa história deveria ter terminado”

Kiyametin gerekçesini çizebilir misin Abidin #KiyiyaVuranİnsanlik

 

“É possível desenhar a ressurreição”

10.

“A Síria tem o suficiente para contabilizar sua morte”

 
 
 

A picture paints a thousand words , and this came from a real image (humanity washed ashore).

 

“Uma imagem fala mais do que mil palavras e isso vem de uma imagem real”

We put him to sleep, and it’s about time for us to wake up #HumanityWashedAshore

Link permanente da imagem incorporada
 

“Nós o colocamos para dormir e é a hora da gente acordar”

 
 
 
 

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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28 Comentários
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  1. Cunha

    4 de setembro de 2015 1:30 pm

    Morre gente toda hora desse

    Morre gente toda hora desse jeito ou tão inocentemente quanto,  e ninguém fica assim.

    É oportunismo, hipocrisia e sensacionalismo.

    É superficial e fugaz.

    É infantil.

    Será que vai dar algum resultado positivo concreto?

    1. O Estrangeiro

      4 de setembro de 2015 2:12 pm

      Será que você, “CUNHA”, não

      Será que você, “CUNHA”, não consegue entender que a sua percepção simplista de “isso acontece todo dia, e daí?”, só reforça a convicção de que nada merece ser feito? Isso somente “irresponsabiliza” os responsáveis.  

      Isso é TUDO… menos “oportunismo, hipocrisia e sensacionalismo” pq meus sentimentos estão bem longe disso que vc descreveu.

      Somente teremos “resultado positivo concreto” se essa comoção não termine, e produza ações nesse sentido. Mas manifestações “infelizes” (sou educado) como a sua, tenho certeza, não auxiliará para que ocorra esse resultado, “CUNHA”.

       

    2. Hooger

      4 de setembro de 2015 2:14 pm

      Vai se tratar que ainda dá tempo

      Vá se tratar, ecuidar de sua alma que ainda dá tempo de recobrar sua humanidade. Nem tudo é hipocrisia, se você perdeu a capacidade de compreender o sofrimento das pessoas, entender a dor da perda de um ser humano inocente, e passou a acreditar na banalização da violência e crueldade, não recrimine quem ainda conserva o dom de se emocionar e apiedar-se com o sofrimento alheio.

    3. Hooger

      4 de setembro de 2015 2:15 pm

      Vai se tratar que ainda dá tempo

      Vá se tratar, ecuidar de sua alma que ainda dá tempo de recobrar sua humanidade. Nem tudo é hipocrisia, se você perdeu a capacidade de compreender o sofrimento das pessoas, entender a dor da perda de um ser humano inocente, e passou a acreditar na banalização da violência e crueldade, não recrimine quem ainda conserva o dom de se emocionar e apiedar-se com o sofrimento alheio.

    4. Marcos Costa

      4 de setembro de 2015 2:18 pm

      Discordo

      Oportunista, hipócrita e sensacional é a lógica implacável que permite esta barbárie.

      É uma questão que atinge os fundamentos de nossa sociedade, de forma perene.

      Tudo feito com muita maturidade e bons argumentos.

      Ao final do processo uma criança de três anos com a cara enterrada na areia, corpo frio, retesado.

      Concordo que ela está longe de ser a única, mas não pode ser mais uma.

      Penso ser a foto mais reveladora deste horroroso início de século XXI.

    5. sergio ribeiro

      4 de setembro de 2015 2:45 pm

      A editora de política internacional comenta isso na Folha

      Não é a única, nem de crianças, nem de pessoas, nem naquele país, mas é uma das que melhor demonstra aquele drama, que precisa de uma solução. Os editores que a publicaram tentavam ao mesmo tempo evitar o sensacionalismo (meio impossível), mas também que fosse uma exigência para que providências fossem tomadas pelos líderes mundiais.

    6. Adriano Martins

      4 de setembro de 2015 3:08 pm

      Cunha….. morre gente demais

      Cunha….. morre gente demais todos os dias, pelas causas mais estúpidas… e até então nenhuma comoção. Será que o menino acordou as pessoas do torpor? Só o tempo dirá….

      Um abraço!

    7. Renato Lazzari

      4 de setembro de 2015 3:39 pm

      “Será que vai dar algum resultado positivo concreto?”

      Com certeza. O sentimento que a foto nos causa certamente vai nos levar a alguma mobilização. Os que sentem “Que bobagem, isso acontece toda hora” mobilizar-se-ão no sentido de manter as coisas como são. Ou que sentem “Inadmissível! Revoltante!” mobilizar-se-ão para mudar as coisas e acabar com o problema desde a sua raiz.

      1. Renato Lazzari

        4 de setembro de 2015 3:42 pm

        Os que sentem “Não é problema

        Os que sentem “Não é problema meu, aquele não é meu filho”, trabalharão para manter as coisas como estão. Os que sentem “É um irmão na grande família humanidade”, trabalharão para que as coisas mudem.

        Sem sombra de dúvida, algum resultado os sentimentos que a foto causa trarão.

    8. Nira

      4 de setembro de 2015 7:10 pm

      Ao menos alguma coisa se

      Ao menos alguma coisa se salva em seu comentário . É infantil, sim, e como .

    9. lenita

      4 de setembro de 2015 7:49 pm

      Será efeito do nome ?

      Será efeito do nome ?

    10. Sérgio Luis Br

      5 de setembro de 2015 12:46 am

      Entendo seu
      Entendo seu questionamento.
      Pouquíssimo tempo atrás pipocaram na internet imagens de crianças destroçadas por bombas israelenses enderaçadas exatamente para elas. Não foi erro de pontaria.
      As vezes penso que essas conversas de internet de que judeus dominam a economia mundial e proprietarios dos maiores grupos de mídia do mundo tamanha a complascência com as barbaridades cometidas com homens, mulheres e crianças. Artistas como o do Pink Floyd que tentam alguma ação caem no esquecimento enquanto outros faturam com os bárbaros.

      Esse chororô é modinha. Enquanto com uma mão compartilham desenhinhos no facebook, com a outra atiram com chumbinho em haitianos que estão aqui no país e os acusam de querer ” roubar seu emprego e bem estar social trazendo criminalidade” (basicamente, guardadas as proporções, é o mesmo problema: Gente querendo escapar, sobreviver à alguma calamidade em sua terra natal)

      Talvez eu esteja errado e não seja hipocrisia o que estou vendo. Talvez o fato do cadaver do garotinho estar fresco, de ser uma criança e estar arrumadinho torne mais fácil o ato de compartilhar. Talvez um dessa forma choque mais que 500, 600…1000 estraçalhados por bombas e no ano que vem isso nao vai estar mais acontecendo. Talvez.

  2. Luiz FS

    4 de setembro de 2015 1:50 pm

    Aylan Kurdi

  3. Luiz FS

    4 de setembro de 2015 1:51 pm

    Aylan Kurdi

  4. Luiz FS

    4 de setembro de 2015 1:53 pm

    Aylan Kurdi

  5. Célia Maria Alves Ribas

    4 de setembro de 2015 2:00 pm

    Menino Sírio

    Uma das imagens mais chocantes dos últimos tempos. Sempre me entristeceu as notícias destes refugiados. Verdadeiros navios negreiros em pleno século XXI. Mas a foto do menino representa a morte da humanidade. A humanidade matou este anjinho.

  6. Aline C Pavia

    4 de setembro de 2015 2:14 pm

    Haitianos

    Uma criança na praia vira comoção no facebook.

    Haitianos são apedrejados e agredidos em São Paulo.

    O Buzzfeed tinha um link “6 maneiras para ajudar refugiados no Brasil e no mundo”

    Mr. Obama e CIA com certeza não derramaram uma lágrima sequer pelo menininho.

    “O senhor da guerra não gosta de crianças” (Renato Russo)

  7. dflopes

    4 de setembro de 2015 2:18 pm

    sem palavras…

    Por mais gente que morra aos montes em guerras, assaltos, violência urbana, migrações de refugiados, não devemos esquecer de nossa humanidade: Uma criança morreu, e temos o direito de chorar sua morte.

    Seja você de esquerda, centro ou direita; vermelho, amarelo ou azul; cristão, mussulmano, ateu ou gnóstico; ainda somos humanos.

    Trabalho com hidrologia (chuvas e rios), muito em parceria com os bombeiros, e certra vez um soldado me deu uma lição:

    Pergunto, – Quantos morreram no ano retrasado por causa de cheias e deslizamentos? Recebo a resposta que foram 13 fatalidades.

    – E quantos no ano passado? 01…

    Parabenizo – Que bom, foi uma redução acentuada.

    E levo um soco no estomago, – Não, infelizmente ainda morreu um, falhamos em nossa missão!

    Que nenhum outro precise morrer pra percebemos que humanos são importantes, não apenas nosso conforto de ir ao supermercado sem migrantes e refugiados “enfeiando” nossa paisagem.

  8. Célia Maria Alves Ribas

    4 de setembro de 2015 2:31 pm

    ´´E uma foto das mais


    ´´E uma foto das mais chocantes dos últimos tempos. Sempre me entristeceu ver os refugiados fugindo naqueles barcos. Verdadeiros navios negreiros em pleno século XXI. Esta foto mostra a morte da humanidade toda.

  9. JoaoMineirim

    4 de setembro de 2015 2:39 pm

    Frutos da primavera árabe na

    Frutos da primavera árabe na Siria.

  10. anarquista sério

    4 de setembro de 2015 2:52 pm

    Morreram mais de 1 200

    Morreram mais de 1 200 crianças, segundo a Onu. E milhares de jovens,

       Nem me reporto aos de meia idade e idosos, porque vcs nem ligam–como se a vida tivesse importância pela idade.

         Acontece que o vídeo acima tornou-se viral–sobre os mortos não filmados,ninguém se comove.

             Até colunistas escreveram sobre o assunto, e é PRIMEIRA CHAMADA DE CAPA da Folha.

                       CÍNICOS.

                    TATI BERNARDI

    O menino morto

    Dava vontade de ajeitar a camiseta tão pequena pra ele não se resfriar. Suas costas estavam descobertas

    Eu estava em casa, comendo uma maçã, pensando se continuava a escrever o livro apesar da dor nos ombros ou se saía um pouco com a minha cachorra, quando vi a imagem mais triste do ano. A imagem que invalidou maçã, rejeitou cachorro, anulou livro e ignorou dor nos ombros. Acabou 2015, pensei. Nunca mais seremos felizes em 2015. O menino sírio, de três anos, com sua camisetinha vermelha, sua bermudinha azul, seus sapatinhos intactos, morto, encerrou qualquer chance de sermos felizes este ano.

    Por que sua vida foi perdida se os sapatinhos continuaram agarrados aos seus pés? Dava vontade de ajeitar a camiseta tão pequena, vermelha, pra ele não se resfriar. Suas costas estavam descobertas. Aquele mar tão gelado, aquela praia tão sem sol, aqueles homens tão sérios e vestidos, aquela vida tão sem mãe e ele com as costas descobertas.

    Vontade de pedir ao policial turco que não demore mais aqueles segundos o observando, um misto de dor com “respeito por uma cena de crime”. Por favor, arrume a camiseta dele agora ou vai dar pneumonia nessa criança! Devaneios, escape, apenas porque a realidade “não adianta mais, acabou” como legenda para uma criança e o mar (duas das melhores coisas do mundo!) é miséria humana demais até para um brasileiro.

    Por que amigos de bom gosto expunham aquele vídeo tão terrível em suas redes sociais, por que mídias tão sérias pareciam sensacionalistas com a repetição exaustiva e bem clara da mais triste imagem do ano? Porque, eu acho, é preciso que doa. Mas se tantas crianças brasileiras morrem, todos os dias, de fome, de bala perdida, de violência doméstica, de saúde precária, por que eu estava tão devastada e impactada como se nunca tivesse visto nada igual?

    Acontece que, na foto, Aylan Kurdi e toda a sua inocência interrompida, toda a sua fofura calada de pequenos bracinhos e mãozinhas, toda a sua esperança arrasada, estava justo na linha entre a areia e o mar, esse lugar tão divertido e seguro para brincar quando se tem a idade dele. Ele estava em uma praia badalada do verão europeu, uma praia em que tantas família já foram felizes, brincaram de construir castelos na areia, enquanto a sua tinha acabado de ser destruída. Vestiram ele tão bonitinho, tão camiseta vermelha com calça azul e sapatinhos com solas um pouco puídas, para uma vida nova. E nem deu tempo de pisar em terra firme.

    Ele não era só uma criança morta e devolvida pelo mar, ele era todas as crianças que sofrem, ele era todas as famílias despedaçadas por extremismos religiosos e xenofobias gananciosas, ele era todas as desgraças do mundo, ele era todos os refugiados que trocam a morte certa por uma morte provável. Sem saber e tão pequeno. Sem ter conseguido e tão entregue àquela areia dura, Aylan Kurdi e seus sapatinhos que não se perderam se tornou, ao lado daquela garotinha síria que levantou suas mãozinhas “para se entregar” ao achar que a câmera fotográfica do jornalista era uma arma, o símbolo maior desse terrível 2015. Comer maçãs, passear com cachorros, ter dores nos ombros, escrever esta coluna, fazer ou furar bonecos do Lula com camiseta de presidiário, tudo isso ficou muito pequeno perto da grandiosidade daqueles sapatinhos.

  11. Renato Lazzari

    4 de setembro de 2015 3:28 pm

    “Desestabilizar governos”,

    “Desestabilizar governos”, diz Wesley Clark…

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=sCDRWEpz5d8%5D

  12. Marco St.

    4 de setembro de 2015 3:36 pm

    Já dizia Joseph Stalin
    “A

    Já dizia Joseph Stalin

    “A morte de uma pessoa é uma tragédia, a morte de milhões é uma estatística… “

     

  13. Gão

    4 de setembro de 2015 4:50 pm

    Tia culpa Canadá e ‘mundo inteiro’ pela morte do sobrinho

    Tia culpa Canadá e ‘mundo inteiro’ pela morte do sobrinho

    Tima Kurdi afirma que Canadá rejeitou o pedido de refúgio pela falta de “um documento” que a família não tinha acesso

     

    Tima Kurdi, tia de Aylan Kurdi, o menino sírio de três anos que morreu afogado junto com o irmão, de 5 anos, e a mãe, de 35, quando tentavam atravessar o Mediterrâneo fugindo da Síria, declarou nesta quinta-feira (3) que considera o governo canadense “e o mundo inteiro” como responsáveis pela morte de seus familiares.

     

    SAIBA MAIS

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    Abdullah Kurdi foi o único sobrevivente do naufrágio de uma embarcação de refugiados que matou seus dois filhos e esposa Abdullah Kurdi foi o único sobrevivente do naufrágio de uma embarcação de refugiados que matou seus dois filhos e esposaFoto: EFE

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    Kurdi, que chegou ao Canadá em 1992, deu uma emotiva entrevista coletiva em sua casa em Coquitlam, na província da Colúmbia Britânica, e contou que tentou patrocinar a família para que fosse aceita como refugiada pelo governo canadense.

    Porém, segundo Tami Kurdi, o Canadá rejeitou o pedido de refúgio pela falta de “um documento”.

    Perguntada se responsabilizava o governo canadense pela morte dos familiares, Kurdi afirmou que sim.

    “(O governo canadense) me disse que faltava um documento para minha família”, lamentou.

    Tami Kurdi também disse que seu irmão e pai dos meninos, Abdullah Kurdi, contou que não poderia conseguir o documento que o governo canadense exigia porque era um certificado de residência das autoridades turcas.

    Chorando, Kurdi citou várias vezes os dois sobrinhos, que há apenas duas semanas tinham pedido uma bicicleta. “Pobrezinhos, nunca tiveram uma boa vida”, disse.

    “Honestamente, não quero só responsabilizar o Canadá. Estou responsabilizando todo o mundo por não ajudar os refugiados o suficiente e por não parar esta guerra. E sei que podem fazê-lo. Se ninguém financiar os rebeldes, a guerra parará”, criticou.

    A cidadã sírio-canadense também explicou que, pouco antes de seus familiares tentarem abandonar a Turquia em uma embarcação com destino à Grécia, falou por telefone com sua cunhada, que confessou ter dúvidas sobre a viagem.

    “Estou tão assustada com a água. Não sei nadar”, teria desabafado a mãe das crianças.

    http://noticias.terra.com.br/mundo/europa/tia-responsabiliza-canada-e-o-mundo-inteiro-pela-morte-de-menino-sirio,56f9a53f8c727fc57cfd8e1d488ea413xuivRCRD.html

     

     

     

     

  14. Gão

    4 de setembro de 2015 5:13 pm

    “No queremos ir a Europa. Sólo paren la guerra en Siria”

    “No queremos ir a Europa. Sólo paren la guerra en Siria”

    Kinan Masalemehi, un adolescente de trece años, hace un dramático llamamiento para explicar que la comunidad siria no quiere irse de su país, sólo quiere que paren la guerra. “Siria necesita ayuda ahora”, señala en una entrevista para la cadena ‘Al Jazeera’.

     Kinan Masalemehi, el adolescente de 13 años que pide que paren la guerra en Siria./ YOUTUBE

    Kinan Masalemehi, el adolescente de 13 años que pide que paren la guerra en Siria./ YOUTUBE

     MÁS INFORMACIÓNUna docena de refugiados sirios se ahoga intentando llegar a la isla griega de KosCanadá negó el asilo a la familia de Aylan, el niño ahogado en la playa de Turquía 

    PÚBLICO

    MADRID.- “Por favor ayuden a Siria. No queremos ir a Europa. Siria necesita ayuda ya.Paren la guerra en Siria, sólo hagan eso”. Kinan Masalemehi, un niño de trece años, ha hecho un llamamiento al mundo para explicar que la comunidad siria no quiere emigrar de su país hacia Europa. 

    En el vídeo, publicado en Youtube por la cadena Al Jazeera America News, Masalemehi señala que sólo quiere que los países unan fuerzas para parar la guerra en Siria, una ciudad que lleva más de cuatro años siendo el escenario de una batalla campal entre los rebeldes y las tropas fieles del actual presidente sirio Bashar Al Assad. 

    El adolescente está completamente frustrado, pero su mensaje es claro y conciso. Masalemehi pide ayuda y alerta de que la Policía no hace nada para ayudar a los sirios. “A la Policía no le gustan los sirios ni en Serbia, en Hungría, en Macedonia, en Grecia”.

     

    “Sólo paren la guerra en Siria. Siria necesita ayuda ya”, reclama.

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=4eJaYQczYiU%5D

     

    http://www.publico.es/internacional/video-dramatico-llamamiento-nino-sirio.html

  15. Vander

    4 de setembro de 2015 11:18 pm

    Essa barbárie, esse crime

    Essa barbárie, esse crime humanitário logo será romantizado pela mídia global, servil aos interesses dos países assassinos, racistas, imperialistas e colonizadores. Os jornais e televisões tudo farão para que este horror seja esquecido o mais rapidamente possível. É preciso que o mundo inteiro denuncie e não esqueça que, principalmente Estados Unidos, Reino Unido e Israel, mas também Austrália, Canadá, Nova Zelândia e muitos outros países da Europa se esquivam de suas responsabilidades. Todos eles deveriam acolher os milhões de deserdados e famintos que tiveram a família destruída, perderam suas casas, sua pátria, em razão unicamente de quem cria guerras para vender armas, destitui governos para roubar as riquezas de seus países, espiona nações (mesmo as que dizem ser amigas!) e desrespeita soberanias para subjugar e dominar. Os Estados Unidos, país que está por trás de todos esses crimes, não se manifesta ou, cinicamente, publica clichês oficiais de falsa condolência, quando na verdade, é quem deveria ser cobrado pela Europa e pelo mundo no sentido de assumir sua parte de culpa, modificando sua política externa destabilizadora de nações, recolhendo suas bases militares em território estrangeiro. Como isso está longe de acontecer, que pelo menos acolhesse algumas das centenas de milhares de famílias que contribuiu para destroçar.

  16. rita scaramuzzi

    4 de setembro de 2015 11:54 pm

    luto. minha solidriedade a

    luto.

  17. Alan Pablo

    12 de junho de 2019 5:55 pm

    Morrem pessoas todos os dias? OK!
    mas não se comover com uma cena forte dessa, é raiz de um grande problema.
    Não devemos deixar a perversidade do cotidiano, virar algo que possamos acostumar.
    Onde foi a compaixão e empatia?Ai está o grande erro!

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