A fila pelo Auxílio Brasil voltou no mês de novembro, quando 128 mil famílias entraram na lista na espera pelo benefício social. Tais famílias já tiveram seu cadastro aceito pelo Ministério da Cidadania, mas ainda não foram atendidas.
Segundo o jornal Folha de São Paulo, isso não ocorria desde o mês de agosto, quando a corrida eleitoral ganhou mais força e o presidente Jair Bolsonaro (PL) buscava sua reeleição.
Bolsonaro não só aumentou o orçamento para o programa social como conseguiu manter as filas zeradas nos meses de agosto, setembro e outubro, quando a campanha eleitoral estava em andamento.
Bolsonaristas chegaram a afirmar que tal medida seria um dos trunfos para a vitória nas eleições, o que acabou não se confirmando – uma vez que o efeito político de tal ação não é visto de forma imediata.
A equipe de transição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) projeta um gasto de R$ 175 bilhões com o Auxílio Brasil, que voltará a se chamar Bolsa Família. O montante inclui o pagamento mínimo de R$ 600 por família, além da concessão de R$ 150 por criança de até seis anos de idade.
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