
“Equipe de Haddad conversou com traficantes para agir na cracolândia”, acusa a Folha de S. Paulo
Por Flavio Lobo
E o que a reportagem apresenta como evidência dessa negociação entre traficantes e Prefeitura?
Relatos de pessoas não identificadas que dizem, segundo os repórteres, que entre os frequentadores da Cracolândia que conversaram com representantes da prefeitura havia quem, por não ser “zumbi”, não podia ser “viciado” e, portanto, só podia ser traficante.
Não é piada nem pegadinha.
Assim escrevem os repórteres da Folha:
“Segundo alguns dos envolvidos nessas conversas prévias com traficantes, foi possível identificá-los porque tinham características diferentes dos viciados -geralmente debilitados fisicamente e sem condições de diálogo.
‘Não eram como zumbis’, disse um dos responsáveis pela operação da prefeitura”.
Concluímos, portanto, que, pelos critérios desse tipo de jornalismo, políticas públicas que impliquem diálogo com grupos marginalizados devem ser liminarmente criminalizadas por promover interlocução com possíveis marginais.
(E, de quebra, percebemos que expressões carregadas de preconceito, estigma e ignorância são validadas por repórteres e editores de veículos que se pretendem sérios, modernos e democráticos. Sendo assim, não devemos nos assustar se termos como “pederasta”, “aidético”, “leproso” e “crioulo” forem admitidos no vocabulário das grandes – ainda que cada vez menores – redações brasileiras).
Com base nesta “grave denúncia jornalística”, o glorioso Andrea Matarazzo, líder do PSDB na Câmara, já acusa diretamente o prefeito de negociar com traficantes.
E não será surpresa se, em breve, o Ministério Público paulista, sempre atento a certos noticiários, entrar nesse barco também.
O momento político, social e midiático que estamos atravessando exige, realmente, um estômago de aço.
rinaldo
2 de maio de 2015 11:01 ame pensar que esse mesmo
e pensar que esse mesmo governo estadual foi pedir penico pro Marcola pra parar com os ataques em São Paulo. Em seguida a corajosa pm assassinou uma série de pessoas que nada tinham a ver com os ataques e ficou por isso mesmo.
Ugo
2 de maio de 2015 11:14 amfolhão eu sou a mosca que vive na m….
As derradeiras folas de papel e de tinta, está no fim.
BomdeBola
2 de maio de 2015 11:27 amFolha de São Paulo: um jornal
Folha de São Paulo: um jornal a serviço da mentira. Até onde vai tanta infâmia?
alexis
2 de maio de 2015 11:50 amenquanto isso!
Andre Araujo
2 de maio de 2015 12:14 pmE quem devia investigar é do
E quem devia investigar é do PT, como fica?
Renato Lazzari
2 de maio de 2015 12:48 pmVocê acha que o PT, agora no
Você acha que o PT, agora no Executivo, deveria manipular e aparelhar o Judiciário, como fez o PSDB, André?
Andre Araujo
2 de maio de 2015 1:07 pmNADA A VER com o Judiciario.
NADA A VER com o Judiciario. O Inquerito, peça chave para a acusação, está a cargo da Policia Federal subordinada ao Ministro da Justiça, que é do PT. Essa é a linha de comando.
Juliano Santos
2 de maio de 2015 1:16 pmMinistro da Justiça? Onde?
Ministro da Justiça? Onde? Cadê? Voce viu por aí, AA?
Renato Lazzari
2 de maio de 2015 1:27 pmA PF fez a apreensão e até
A PF fez a apreensão e até gravou em vídeo. O MP, que deveria apresentar a denúncia e exigir investigação não fez nada. É como se tivesse dado o perdão aos Perrela de brinde, como se fosse um reles brindeiro.
Adma Andrade Viegas
2 de maio de 2015 4:13 pm“É como se tivesse dado o
“É como se tivesse dado o perdão aos Perrela de brinde, como se fosse um reles brindeiro.”
Clap! Clap! Clap! Genial!!!!
Renato Lazzari
2 de maio de 2015 1:38 pm“A gente prende mas a Justiça manda soltar”
https://www.youtube.com/watch?v=dj7RqW3NYD4
Marly
2 de maio de 2015 9:25 pmHelicoca
Tente assistir ao vídeo ” helicoca”, no DCM. E veja quem deixou de investigar.
Roberto Locatelli
2 de maio de 2015 11:57 amEles não engolem
Eles (a elite e sua mídia) não engolem NADA que beneficie a população mais pobre. Não engolem Minha Casa Minha Vida, Bolsa Família, ProUni, transposição do São Francisco. E, aqui em São Paulo, não engolem ciclovias, corredores de ônibus, assim como não aceitam o sucesso do program Braços Abertos, que está retirando pessoas das ruas. Eles preferem aquela tortura que a Polícia Militar fez com eles um ano atrás.
Nossa elite se diz “cristã”, mas de cristãos eles não tem nada. Eles odeiam o próximo.
Marly
2 de maio de 2015 9:27 pmPois é Roberto!
Mas há ” viciados” que a elile venera…
Vladimir
2 de maio de 2015 12:16 pmO problema é o que o jornal
O problema é o que o jornal do rato chama de traficantes. Para eles,assim como seus protegidos emplumados e bicudos,a conversa tem de ser na base do cassetete ou brucutu ou,dependo do traficante,sentado em um helipóptero,ou ,quem sabe,falando diretamente com chefe dele,num convite destes para almoçor no “jornal”.
Juliano Santos
2 de maio de 2015 1:25 pmÉ uma mistura de ignorância
É uma mistura de ignorância com má-fé. O viciado não fica como um Zumbi 24 horas por dia, como no seriada “Walking Dead”, viu cara reporter da Falha? E também existem os que são viciados e que traficam também, geralmente para sustentar o vício.
Os traficantes mesmo, os que chefiam o tráfico de crack não ficam na Cracolândia, só os chamados “aviões”, que são pé de chinelo e geralmente viciados.
A Folha é o fim da picada. Ler o pig é pior que usar crack. Esse sim, o leitor que acredita nessas bobagens é que um zumbi, do tipo seriado americano
Bruno Cabral
2 de maio de 2015 1:39 pmRouba mas não faz
O Maluf tinha aquele slogan “rouba mas faz”. O PSDB devia lançar outro, “roubo mas nao faço, e se alguem fizer eu choro”.
Cunha
2 de maio de 2015 1:53 pmOs caras da Cracolândia fumam
Os caras da Cracolândia fumam crack, mas a insanidade mental do jornalismo da Folha é muito maior.
Renato Lazzari
2 de maio de 2015 2:03 pmJornais, ruim com eles, pior
Jornais, ruim com eles, pior sem eles… bem que os jornais podiam aproveitar a oportunidade que têm de influenciar a opinião pública e promover, não brigas e sim debates, estimular inteligência em vez de burrices, civismo em vez de barbárie.
“Ah, mas daí ninguém vai falar de mim, o que o povo quer é sangue.”
Quer? Quem disse?
Ou ainda “Jornalismo é oposição, o resto é armazém de secos e molhados”. Opor-se à renovação é realmente oposição? Ou apenas ser reacionário?
Jornalistas e publicitários são comunicadores sociais. Publicitários, aos seus clientes, juram de pé juntos que têm o poder de modificar hábitos das pessoas. Mas quando são acusado de promover malefícios – obesidade infantil, por exemplo -, fazem cara de paisagem e dizem que apenas refletem os costumes que própria sociedade já carrega em si. Ok, profissioalmente a responsabilidade de vendedores é vender. Mas e jornalistas?
Falta responsabilidade. Não responsabilidade profissional mas responsabilidade cidadã.
Fabio SP
2 de maio de 2015 2:11 pmO que importa é a
O que importa é a sinalização: