
Jornal GGN – Nurit Peled-Elhanan é uma militante pacifista israelense. É professora de Literatura Comparada da Universidade de Jerusalém e uma das fundadoras da associação Bereaved Families for Peace. É filha de um general do Exército de Israel que, após atuar na Guerra dos Seis dias, tornou-se acadêmico, chefe do Departamento de Língua e Literatura Árabe da Universidade de Tel Aviv. Seu pai, Mattityahu Peled, foi um duro crítico da colonização israelense dos territórios palestino, pacifista e um dos grandes defensores do diálogo entre Israel e a OLP, bem como da devolução dos territórios ocupados.
Em 1997, a filha de Nurit foi morta em um atentado suicida palestino. A criança tinha 13 anos. A partir daí Nurit posicionou-se e começou a criticar publicamente a ocupação da Cisjordânia e da Faixa de Gaza por Israel. Segundo ela, o país adota “uma política míope que recusa o reconhecimento dos direitos do outro e fomenta o ódio e os conflitos”.
Recebeu o Prêmio Sakharov para a Liberdade de Pensamento em 2001, atribuído pelo Parlamento Europeu, “como representante de todos os israelenses que preconizam uma solução negociada do conflito e reivindicam claramente o direito à existência dos dois povos e dos dois estados com direitos iguais”.
Na mesma ocasião, o escritor e crítico literário palestino, Izzat Ghazzawi, também um militante pacifista e que perdeu, como ela, um filho no conflito, recebeu o prêmio.
Apresentações feitas, localizando Nurit no tempo e espaço, eis um documentário em que ela é o fio condutor. Publicado em 2012, no Youtube, neste documentário Nurit Peled-Elhanan fala de uma pesquisa feita por ela com o conteúdo de livros didáticos de Israel. Segundo ela, os livros são elaborados com o objetivo de desumanizar o povo palestino e abrir caminho no íntimo desses jovens para o preconceito, que os ajudará a atuar de forma cruel e insensível no período do serviço militar.
A acadêmica explica que as construções de mundo feitas a partir dos livros didáticos, que formam a base em mentes infantis, são difíceis de serem erradicadas. Israel, agindo desta forma, perpetua o condenável, tornando-o certo. Nos livros, os palestinos não são tidos como seres humanos, não aparecem em condições consideradas normais. Segundo ela, não há nesses livros uma só fotografia que apresente um palestino com rosto, sempre tratados como uma ameaça para os judeus.
https://www.youtube.com/watch?v=GCcV7AtYgwo width:700 height:395
Raí
27 de julho de 2014 11:10 pmSemitismo exacerbado, ou o que ?
Entendo que uma nação, que passou por tantas dificuldades enquanto não tinha um Estado legal e legítimo, e cuja população, foi por muitas décadas, andarija, até “invadir” e ter esta invasão geográfica, aprovada pelas Nações Unidas, com o voto de Minerva do brasileiro Oswaldo Aranha, e que criou o Estado de Israel,em 1947, e que desde esta data, defende-se “armado até os dentes” contra visinhos belicosos e insatisfeitos com este visinho intruso e valente, deva preservar a memória dos seus antepassados, que sofreram barbaridade, para Israel hoje existir, porem fazer apologia á violencia contra os visinhos árabes, e não aceitar os palestinos, como pessoas humanas, e que não merecem viver, é uma verdadeira afronta à humanidade, e às pessoas, que antes deles(judeus) eram os verdadeiros proprietários daquelas terras, ora sob a submissão israelenses, que quase nada lhes permite, e com quem não aceitam conversar, em favor de uma paz negociada, que seja duradoura.
altamiro souza
27 de julho de 2014 11:46 pmassustador, como disse a
assustador, como disse a professora.
horror” horror!!! – conrado,coração das trevas
leonidas
27 de julho de 2014 11:54 pmUma ativista pode e deve
Uma ativista pode e deve defender seus pontos de vistas , inclusive vale citar que se fosse ela uma palestina que fizesse algo assim a partir da faixa de gaza ja teria sido morta pelo Hamas
Israel como todas as naçoes tem pros e contras, mas apesar disto representa uma forma de sociedade que esta anos luz à frente do que existe naquela região.
O problema todo é que os palestinos são usados e reutilizados toda hora pelos paises vizinhos que nao estao nem ai com seu destino pois isso os ajuda a desviar a atenção do povo para seus proprios governos, são usados pelo Hamas que nunca pensou em palestino nenhum , são usados pelos antisemitas que aproveitam esse estado de coisas para falarem coisas ABOMINAVEIS e ainda posar de moderninho e humanista e sao usados pelos estelionatarios da esquerda que condenam Israel pelo simples fato dela representar o estilo de vida ocidental e ser aliada dos EUA.
E por fim são usados pela direita Israelense para assumir o poder vendendo para o publico interno a ideia que ela é a unica que poderia lidar com esse problema atraves de coisas irreais como manter colonias e achar que possa haver um caminho para o estado de Israel que nao esteja vinculado a co-existencia entre esses dois povos.
No fim é um bando de sem vergonhas que para variar falam em nome de palestinos, mas os palestinos sao apenas arguemntaçao para objetivos completamente diferentes.
O problema desse corja nao é a questao humanitaria, nunca foi.
O problema é usar os palestinos para alcancerem seus planos de poder seja sectario , secular , etc etc etc
Pouquissimas pessoas estao realmente preocupadas com a causa humanitaria na região, a crise na Siria deixa isso claro como agua, ninguem fala dos mortos na Siria que ja passam de 100 000 pessoas , pois a mortandade é patrocinada pelo governo Sirio ou por outros grupos sectarios que para a esquerda pelega é indiferente pois ambos partilham da mesma visão politica no tocante a ser antiyankees, rs
Má fé no trato de algo sério é que torna esse problema insoluvel…
alfie
28 de julho de 2014 6:07 pmConcordo
Concordo. Há em nosa mídia e neste espaço uma valorização midiática do Hamas e um desprezo ou esquecimento pelas inúmeras mortes na Síria. Como disse alguém aqui, pedem racionalidade para Israel , mas não para o Hamas. Por que ? Dois pesos e duas medidas. E nesse favorecimento ao Hamas, o gesto desastroso do Brasil chamar o embaxiador em Israel foi grave, Na diplomacia, chamar um embaixador é uma atitude radical, extrema, quando já existe tendência a cortar relações com a nação. No caso, Israel. Não houve por parte do nosso ministro uma preeocupação em ser equanime. Isso, sim, é desproporcionalidade no trato de uma questão, uma guerra.
wendel
28 de julho de 2014 12:14 amComo defender o indefensável!!!!!!!!!!!!!!
Esta ficando cada vez mais insustentável defender Israel diante desta carnificina!! Os proprios israelenses, muitas vezes vitimas das atrocidades tambem, sabem que o melhor é buscarem o convivio com os palestinos, talvez até pela sua propria sobrevivencia. Pelo que sei, vários jovens estão abandonando Israel em busca de outra oportunidade que não seja a do medo de uma hora para outra algum suicida portando bombas se exploda!
Sabemos que todo pais deva ser defendido por seus nacionais, o quenão podemos aceitar, e isto jamais aceitaremos é esta luta desigual, onde prevalece somente a aniquilação de um povo sem exército,que tenta defender o que é seu apenas com estilingues e alguns foguetes rudimentar!!!
Basta de matarem inocentes civis!!! Sejam homens e procurem um adversário à altura, pois do contrário o que irão angariar é somente o desprezo da humanidade!
joe
28 de julho de 2014 12:45 amMais uma Pilar Rahola.
Mais uma Pilar Rahola. Perfeita!
Por Pilar Rahola*
Os mineiros tinham, até bem adiantado o século XX, uma técnica infalível para se protegerem nas profundidades da rocha: os canários.
A pequena ave, mais sensível que o homem à falta de oxigênio e aos gases tóxicos, morreria primeiro que estes se nas minas houvessem gases venenosos ou demasiado monóxido de carbono. Se os mineiros vissem os canários morrerem ou asfixiarem-se, sabiam que deviam abandonar a mina a toda velocidade. O canário era o primeiro que sofria por um mal que acabaria por matar a todos.
Em Skopje, na ex-Iugoslávia, encontrei certa vez um ancião que havia sobrevivido à história eriçada de guerras de seu país. Contou-me o segredo de sua sobrevivência: “Quando os judeus são perseguidos ou escapam – disse com sua boca desdentada – é hora de fazer as malas”.
O ancião iugoslavo tinha razão: na história moderna os judeus foram os “canários” do mundo. Elementos minoritários e vulneráveis da sociedade, os judeus sempre foram o primeiro alvo dos movimentos de destruição e desumanização.
Na Inglaterra do “apaziguamento”, Winston Churchill denunciava o verdadeiro caráter da Alemanha nazista. Um regime que começa perseguindo os judeus – dizia Churchill – cedo ou tarde ameçaria a liberdade e a vida de todos.
A temperança moral do mundo é posta à prova. Se os judeus podem ser perseguidos ou assassinados impunemente – raciocinam os tiranos – então se pode passar para o próximo passo. Todas as grandes ditaduras de nossa época – nazismo, stalinismo, esquerda, direita – tiveram os judeus como o alvo predileto e como coelhinhos da Índia de sua violência assassina. Todas terminaram por causar milhões de mortos de todas as nações.
Se o gás mata o canário, cedo ou tarde matará o mineiro. E isto é o que sucede hoje em dia com o fundamentalismo islâmico. O integrismo é o novo totalitarismo que ameaça as sociedades ocidentais. Sob um verniz de conceitos religiosos, o fundamentalismo é uma doutrina política totalitária e fascista. Israel e os judeus foram o seu primeiro alvo e, graças à indiferença do mundo, agora o flagelo estende-se por qualquer lugar como uma impiedosa epidemia.
Quando israelenses morrem despedaçados pelas bombas terroristas, o mundo se cala. Vozes de condenação se levantam contra Israel e não contra os assassinos. Os algozes e não as vítimas recebem a solidariedade do mundo. O israelense entre as nações ocupa o mesmo lugar que o judeu entre os povos: o eterno culpado, o vilificado, o causador de problemas. Israel é acusado de causar o terrorismo islâmico. Na realidade, o Estado judeu é sua primeira vítima e é um campo de provas para os assassinos.
A covardia e a indiferença do mundo ao lidar com o terrorismo convenceu os assassinos de que poderiam atacar os Estados Unidos, a Europa e a Ásia. Assim, o terrorismo converteu-se num mal em escala mundial.
Houve também outros “canários” na história moderna. Em 1938 o estado pacífico e democrático da Checoslováquia foi a primeira vítima de Hitler. Foi um balão de ensaio do nazismo. Se Praga caísse, cairiam também Varsóvia, Amsterdã, Paris e Londres. No infame tratado de Munique, as potências democráticas claudicaram ante Hitler que, convencido de sua debilidade, sentiu-se confiante para lançar a Segunda Guerra Mundial.
A lógica de Munique continua viva, tanto na Europa quanto nos assassinos. Quando a voracidade de Hitler reclamava a Checoslováquia, França e Inglaterra assinalavam o pequeno país centro-europeu como o culpado de uma tensão que levaria à guerra. “Esse país insolente deve ceder – dizia Chamberlain, referindo-se à Checoslováquia – para salvar a paz”. Praga foi forçada a ceder, a Checoslováquia desapareceu e ainda assim começou a guerra. Hoje em dia a mesma lógica se aplica a Israel. Frente ao terrorismo, Israel deve ceder, para salvar a paz.
A falácia desse argumento é óbvia: o fundamentalismo islâmico não busca a reivindicação territorial, senão a destruição de Israel e do Ocidente em seu conjunto. Frente a esta realidade, o Ocidente e especialmente a Europa são suicidamente cegos.
Se, como a Checoslováquia, Israel cair ante o fundamentalismo, qual será o próximo passo? A França, que tem em seu seio milhões de muçulmanos e onde os grupos fundamentalistas ganham cada vez mais poder? A Inglaterra, onde imãs fundamentalistas queimam bandeiras inglesas?
O que o Ocidente parece não entender é que Israel é o campo de batalha onde está lançado seu próprio futuro. Se Israel cair frente ao terrorismo, então todo o Ocidente estará ameaçado. As mesmas redes de tráfico de armas e dinheiro que os terroristas usam para atacar Israel são utilizadas para atacar os Estados Unidos e outros países ocidentais.
Im’ad Magnia, o assassino do Hezbollah que organizou o atentado à AMIA, foi ativo na rede que promoveu a tragédia do 11 de setembro. Ramzee Yussef, o líder do primeiro atentado às torres gêmeas em 1993 começou no Hamas. O Irã arma o Hezbollah e com as mesmas redes comandou o assassinato de dissidentes nas ruas de Berlim.
Em Istambul, a estratégia dos “judeus primeiro, depois o resto” é ensaiada com sangrenta eficácia: duas sinagogas foram atacadas e só uns poucos dias depois alvos ingleses e turcos também o foram.
Berlim e Jerusalém: Durante a Guerra Fria, o mundo pareceu ter aprendido. O Ocidente se deu conta de que Berlim era o canário que não podiam deixar morrer. Enquanto a ditadura comunista construía o muro de Berlim, John F. Kennedy visitou a cidade sitiada e clamou: “Eu sou um berlinense”. Estava enviando uma mensagem clara e forte: Se Berlim é atacada, todo o Ocidente o é. Se deixamos Berlim cair, isolada e fechada em um mar de forças hostis, então nós seremos os próximos.
Israel – curioso paradoxo – é como Berlim: um oásis democrático e ocidental rodeado de forças hostis e de um mundo árabe em crescente radicalização. Assim como Berlim podia ser deglutida pela “maré” soviética, Israel pode desaparecer sob 20 ditaduras árabes.
Porém, a lucidez do mundo – em especial da Europa – durou pouco. A cegueira judeofóbica não deixa ver o óbvio e empurra a Europa para uma espiral suicida. Ao invés dee olhar o problema de frente, os europeus consideram Israel como “um perigo para a paz”. Igualmente foi ridículo considerar Berlim – e não os que a ameaçavam – como um perigo para a paz. A mesma cegueira que fez com que Chamberlain chamasse Benès (o líder checoslovaco) de insolente e não a Hitler.
Aos franceses, que por moda ou ódio judeofóbico acusam Israel de ser “o país que mais ameaça a paz mundial”, lhes perguntaria: Se o Hamas vence, como deterão os fundamentalistas da França? Na mente dos fundamentalistas, a queda de Israel aplainará o caminho para futuras conquistas, no coração mesmo da Europa.
Devido à cegueira e à covardia de Munique, a França passou a ser, de primeira potência do mundo a um patético país de terceira, e a Europa perdeu para sempre seu espaço de proeminência. Agora, graças a seu anti-semitismo e à sua hipocrisia, permitirá ao fundamentalismo islâmico reinar sobre o continente.
A Europa pensa “se Israel não existisse, o mundo seria um lugar mais seguro” da mesma maneira que pensava “se a Checoslováquia não existisse, a Europa estaria mais segura”.
É tão ridículo como um mineiro que veja o canário sofrer se enoje com ele, em vez de pensar que ele e seus companheiros correm sério perigo.
A “correção política” e a covardia não deixam atacar o problema na raiz. Experts alemães realizaram, a pedido da União Européia, um estudo sobre os atos de anti-semitismo que assolam o continente. A conclusão foi taxativa: elementos radicais muçulmanos estavam por trás da onda de violência antijudaica e a “nova esquerda” dava legitimação e sustento ideológico aos ataques. A demonização de Israel na mídia, coadjuvava a violência.
A reação das autoridades frente a este estudo mostra porque a Europa vai direto ao desastre: o relatório foi engavetado por considera-lo demasiado “ofensivo”. Em vez de fazer frente ao problema e tomar medidas enérgicas, a comissão encomendou outro relatório “mais balanceado”.
Alguém dirá: “Sim, porém, e os palestinos?” “Eles são os oprimidos e não Israel”. A atitude da Europa não tem nada a ver com os justos reclamos dos palestinos.
Também durante Munique os sudetos de origem alemã (no Oeste da Checoslováquia) foram considerados oprimidos. Eles foram a desculpa de Hitler para reclamar o desmantelamento do pacífico país centro-europeu, mesmo tendo Praga acedido a quase todas as demandas de autonomia dos sudetos.
Israel, tal como os judeus, não é odiado pelo que faz, senão pelo que é. Israel é odiado por ser um oásis democrático e ocidental num mar de ditaduras. Israel é odiado por apoiar-se em valores de humanidade e liberdade cercado de tiranias sangrentas. Israel é odiado porque representa um exemplo nefasto para ditadores e tiranos. Não são os defeitos de Israel que os
terroristas odeiam – os quais existem em abundância -, mas suas virtudes. A Intifada não foi lançada por causa da falta de negociações de paz, mas para fazê-las fracassar. Os atentados suicidas começaram em pleno processo de paz, foram causa e não conseqüência de seu fracasso. Aos olhos da Europa Arafat ganhou popularidade e legitimidade precisamente após rechaçar a paz e lançar uma guerra.
A falácia de que maiores concessões por parte de Israel deterão o terrorismo é tão óbvia quanto perigosa. Os que ainda crêem, como a autora destas linhas, na justiça do reclamo palestino e na necessidade de um Estado palestino ao lado de Israel, devem saber que o terrorismo – e a hostilidade da Europa – têm pouco a ver com essa reivindicação.
A solidariedade com os palestinos é, talvez, uma das maiores hipocrisias do século. A Europa que colonizou o mundo árabe, que oprime suas próprias minorias muçulmanas e que cala complacente frente às tiranias que assolam o mundo muçulmano, se descobre como campeã dos direitos humanos precisamente no tema palestino.
A Europa, que – como a França – interveio dezenas de vezes em suas ex-colônias africanas, lava suas culpas nas costelas de Israel. A Europa que inventou o colonialismo, o genocídio e o totalitarismo, converte as vítimas em culpados. A Europa jamais protestou quando os palestinos eram submetidos pelo Egito, Síria e Jordânia. Tampouco quando o Kuwait expulsou 300 mil palestinos de seu território. Só quando Israel é o suposto “perpetrador”, a solidariedade se faz ver.
Longe de ser solidária, a Europa trata outra vez de “apaziguar” assassinos. Os que pagam, são outra vez os judeus. Se não temos canários – pensaria um mineiro néscio e suicida – então não haverá gás tóxico na mina. Se não existisse Israel – pensam europeus covardes e anti-semitas – então não haveria fundamentalismo islâmico. Os europeus são – nas palavras do grande Milan Kundera – “os engenhosos aliados de seus próprios coveiros”.
Israel, é como disse um jornalista israelense, um país “on probation”. O problema não são os territórios ocupados, nem o conflito palestino. O tema é o direito de Israel existir. Sua legitimidade. Nenhum outro país do mundo tem sua existência questionada.
Inclusive os que crêem na necessidade de entregar territórios em troca da paz, não devem enganar-se. A hostilidade da Europa não tem nada a ver com os territórios.
Em uma notória pesquisa, 19% dos italianos disseram que Israel deveria deixar de existir. Mais revelador que o resultado é propriamente a pergunta: Por que é legítimo para um pesquisador europeu pôr em dúvida o direito de Israel existir e não o da Índia, Síria, França ou Itália?
Israel tem que pedir permissão e perdão pelo mero fato de existir. Quem acompanha atentamente as emissões televisivas européias verá que já não se debate acerca de tal ou qual plano de paz, nem acerca de regras territoriais. O debate centra-se em deslegitimizar a existência do Estado.
A “nova esquerda”, que na realidade tem pouco de nova e muito do ranço stalinista totalitário, converteu em legítimo o anti-semitismo e a deslegitimização de Israel. Os anti-semitas modernos já não são velhos nazistas ou fascistas repulsivos, senão intelectuais progressistas e da moda. Como diz Alain Finkielkraut, “é o tempo dos anti-semitas simpáticos”.
O filósofo judeu-francês – que, diga-se de passagem, é um antigo militante pela causa palestina – queixa-se amargamente: “os debates nos quais participamos não são discussões, senão tribunais”. Aceita-se a terrível irracionalidade de ser anti-semita como condição necessária para ser liberal e anti-racista.
O “direito de solo” que os intelectuais judeus têm que pagar para serem aceitos continua subindo: se antes tinha que ser pró-palestino, agora há que franca e plenamente negar o direito a Israel de existir.
A sociedade e os meios de comunicação colaboram ativamente. “Quando Le Pen – líder da extrema direita francesa – atacava os judeus, era condenado unanimemente; quando Tarik Ramadam – pseudo-intelectual muçulmano de esquerda – lança uma lista de ‘judeus suspeitos’, é convidado a explicar sua posição em ‘tout le monde en parle’ (um programa da atualidade muito em moda na elite artística e intelectual francesa).
Se houvesse objetividade, se poderia lutar com a mesma força pelos direitos dos palestinos e pelo direito de Israel de existir livre e seguro, como um estado judeu e democrático.
Paradoxalmente, as posturas israelenses mais extremas se vêem fortalecidas por esta atitude. Se o que se nega é a existência mesma do Estado, inclusive em suas fronteiras de 1967, – pensa a extrema direita – então, de que serve fazer dolorosas concessões?
Se o que se deslegitimiza é Tel Aviv, então para que renunciar a Hebron? O argumento é logicamente irreprovável. Para que ceder territórios que se tenham no coração da consciência histórica judaica, se esse sacrifício não nos assegurará a paz, o reconhecimento e a segurança?
Frente a isto, a esquerda se vê esvaziada de argumentos e impelida aos extremos, e os que desejam um acordo baseado em concessões mútuas sentem-se como ingênuos que ignoram os verdadeiros motivos de seus adversários.
Quando o presidente francês Deladier voltou de Munique esperava ser linchado por sua claudicação ante Hitler. Em vez disso, foi recebido por uma multidão que o ovacionava por ter salvado a paz. Ninguém queria “morrer pela Checoslováquia”. Fingindo um sorriso, voltou-se para seu ministro das Relações Exteriores e murmurou: “Quels cons!” (Que imbecis!).
As similitudes com a época atual são arrepiantes. Líderes que legitimam ditadores e assassinos são tratados como “heróis da paz”, enquanto asseguram um futuro de mais guerra e terrorismo. Pergunto-me se enquanto desfrutava de sua excitação midiática anti-americana e anti-israelense, Jacques Chirac se havia voltado para Dominique de Villepin para dizer “Quels cons”…
Canários indóceis. Bem, agora suponhamos que em uma mina, os canários digam basta! Basta de morrer para alertar os mineiros de perigos iminentes. Basta de sofrer, porque de todos os modos os mineiros não nos prestam atenção e seguem envenenando-se lentamente com os gases tóxicos da mina.
Basta de morrer gratuitamente, porque a triste verdade é que aos mineiros não importa. Basta de asfixiar-nos por nada, porque a única coisa que recebemos é o ódio e não a solidariedade dos mineiros aos quais salvamos. Basta, porque os mineiros jamais aprenderão a lição e jamais entenderão que se nós morrermos, morrerão eles também. Basta, porque nem sequer cuidam de nós, para cuidarem-se a si mesmos.
Basta. Nos negamos a ser as cobaias da mina; vamos fazer o que fazem todos os demais: defender nossa própria vida antes de tudo.
Esta é a legítima escolha de Israel hoje.* Pilar Rahola foi deputada no Parlamento espanhol pela “Izquierda Republicana Catalana” e vice-prefeita da cidade de Barcelona. Escreve nos jornais El País, El Periódico e Avui (em catalão). Dirige o programa de entrevistas na TV espanhola. Além disso, participa de debates públicos e congressos internacionais sobre a temática da mulher e da infância. Tem vários livros publicados em catalão e castelhano.
Nilva de Souza
28 de julho de 2014 1:03 amEx-membro da inteligência
Ex-membro da inteligência militar de Israel defende estuprar as mulheres palestinas
Postado em 27 de julho de 2014 às 7:59 am
Em entrevista ao programa de rádio Hakol Diburim da Radio Israel Bet, Mordechai Kedar defendeu que estuprar as mulheres palestinas seria uma medida efetiva para amedrontar os inimigos.
Mesmo quando o entrevistador respondeu que tal proposta “pega mal”, Kedar dise que “é a cultura” e “estamos no Oriente Médio”. E insistiu: “Eu estou falando da realidade: a única coisa que vai deter um atacante suicida – se ele souber que, se puxar o gatilho, sua irmã será estuprada”.
Kedar serviu 25 anos na inteligência militar de Israel, se especializando nos grupos islâmicos. Atualmente é investigador do Centro Begin-Sadat para Estudos Estratégicos da Universidad de Bar-Ilan.
Saiba Mais: livre pensamento
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/ex-membro-da-inteligencia-militar-de-israel-defende-estuprar-as-mulheres-palestinas/
Nilva de Souza
28 de julho de 2014 1:05 amO assassinato dos três jovens
O assassinato dos três jovens israelenses foi um crime motivado por razões econômicas
http://www.elciudadano.cl/2014/07/24/109647/el-asesinato-de-los-tres-jovenes-israelies-fue-un-crimen-civil-por-motivos-economicos/
fabio GM
28 de julho de 2014 1:05 amOdio
Ela poderia ter abraçado a tristeza e o odio em resposta ao assassinato de um filho, mais encontrou força para buscar um caminho diferente, de amor e esperança, e acreditar que pode haver uma paz verdadeira entre estes povos.
A perda de um filho é uma dor muito grande para os pais, ela consequiu ter forças dentro de si para ser um pessoa melhor, espero que um dia este esforço seja recompensado.
Mario Blaya Santos
28 de julho de 2014 1:09 amdiferente dos palestinos que
diferente dos palestinos que ensinam suas crianças a amarem os isrelenses!
o engraçado que somente pedem racionalidade para israel, para os palestinos nunca pedem! deve ser porque não é possivel negociar com esses fanaticos!
Patricinho
28 de julho de 2014 8:31 pmPrivilégio do Ódio.
Na verdade, o ódio é patrimônio exclusivo dos israelenses (europeus com nomes semitas).
Seja na sua forma acabada de hoje (nazistas-sionistas), seja na sua forma embrionária (nazista-nazista) da época do holocausto.
peregrino
28 de julho de 2014 1:45 amo que ela evitou dizer…
que não se cria uma monstruosidade dessa, exército, só para matar mulheres e crianças………………
futuramente os próprios israelenses, locais, terão que pagar a conta por terem sido criados, por lavagem cerebral, para serem obedientes
futuramente serão nada mais que habitantes serviçais da maior base militar dos Estados Unidos
luiz claudio pontes
28 de julho de 2014 3:04 amquestão palestina
OS SIONISTAS E OS REACIONÁRIOS QUEREM O PESCOÇO DA DILMA.
O Brasil não é um anão diplomático e Israel sabe muito bem disso. Se fosse, o governo de lá não teria ficado tão irritado quando o Itamaraty pediu o retorno do embaixador brasileiro e nem teria feito aquele papel vexatório de tentar desqualificar o nosso país. Israel sabe que, por ser a sétima economia do mundo, o Brasil tem incomodado bastante os interesses das grandes potências, em particular aos EUA. Se o Brasil fosse um insignificante ator diplomático , Israel também não teria conclamado os judeus e reacionários que aqui residem para detonarem o governo Dilma e com nossa política diplomática independente. A capa da Veja dessa semana e a entrevista “armada” pela Globo com o sub do sub da diplomacia israelense dão bem a ideia do quanto nossa diplomacia incomodou a Israel e a seus aliados.
Fred.KG
28 de julho de 2014 3:34 amDeutsche Welle
Racismo e ultranacionalismo avançam na sociedade israelense
Há anos o centro político em Israel move-se para a direita, enquanto forças pacifistas de esquerda perdem influência. O Parlamento é dominado por conservadores, e discursos contra os árabes estão na ordem do dia.
Jerusalém nestes dias: manifestantes se reúnem no centro da cidade, perto da antiga fronteira entre as regiões leste e oeste. Eles carregam bandeiras de Israel e cartazes, gritam “Morte aos árabes!”, param taxistas para ver se são judeus ou palestinos. Em Jerusalém, há muitos taxistas palestinos da parte oriental, ocupada por Israel. Há uma atmosfera de linchamento. “Um judeu é uma alma; um árabe, um filho da puta”, diz um dos jovens, e um outro grita “dá neles!”.
A razão do alvoroço é a morte de três alunos de um colégio religioso judeu, que foram sequestrados e assassinados na Cisjordânia. Seus corpos foram achados naquela região no final de junho, enterrados sob uma pilha de pedras, perto de Hebron. Em Israel, a suspeita é que os assassinos tenham ligações com o Hamas.
“Um abismo profundo e largo nos separa de nossos inimigos. Eles santificam a morte; nós, a vida. Eles santificam a crueldade; nós, a misericórdia. Este é o segredo e a base da nossa unidade”, afirmou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, durante o enterro dos três jovens.
Visão de mundo racista
Funerais do adolescente palestino Mohammed Abu Khder
Um dia depois, Mohammed Abu Khder, um jovem palestino de Jerusalém Oriental, de 16 anos, foi sequestrado, torturado e brutalmente assassinado. Os extremistas que assumiram a autoria da morte pertencem à extrema-direita religiosa de Israel. Seus professores e educadores são rabinos que pregam uma visão de mundo racista. Estes apoiam o movimento de ocupação e reclamam para si toda a terra entre o Mar Mediterrâneo e o rio Jordão. Os palestinos não têm lugar em sua visão de mundo.
Um desses rabinos é Dov Lior, uma dos principais do movimento de ocupação. Ele já foi processado por declarações racistas. Lior também foi mestre espiritual de Yigal Amir, o assassino do primeiro-ministro Itzak Rabin. Ele resume seus ensinamentos em poucas frases: “Todos aqueles que acreditam na Torá sabem que esta terra foi prometida somente a este povo. Não há espaço para outra entidade nacional neste lugar. Nunca existiu neste território um Estado de um outro povo. Ele pertence unicamente ao povo judeu.”
Já o rabino David Batzri tem muitos seguidores, especialmente entre judeus orientais. Ele também já foi processado por comentários racistas, tendo sido até mesmo condenado. Batzri lutou em Jerusalém contra a criação de uma escola judaica e palestina. Ele argumenta que “judeus são puros, e os árabes, impuros. Por isso, não devem se misturar”.
O rabino Shlomo Aviner, que pede a pena de morte para terroristas palestinos, é também muito conhecido e popular entre a direita de Israel. Em 2010, ele publicou um apelo para que ninguém alugasse apartamentos para árabes. O texto foi assinado por mais de 50 rabinos. Aviner é rabino do assentamento de Bet El, na Cisjordânia ocupada, e é pago pelo Estado.
Assim como o ex-rabino militar Avichai Rontzki, que cuidou dos soldados durante a guerra de Gaza, no inverno de 2008 e 2009. Naquela época, ele os instruiu a não ter piedade com os palestinos. Ele defendia que até mesmo civis deveriam ser mortos, se fosse para salvar a vida de um judeu.
Sem justificativa para o racismo
Do ponto de vista de Rachel Elior, essas são afirmações perigosas, que devem ser proibidas. Ela é professora da Universidade Hebraica de Jerusalém e especialista em judaismo. “Há, entre nós, círculos que querem negar o fato de que os palestinos são pessoas assim como nós”, disse ela em entrevista de rádio. “Muitos, infelizmente, pensam que somos um povo sagrado, e que os não judeus podem ser definidos como impuros e dignos de morrer.”
Judeus ultraortodoxos em protestos na cidade de Beit Shemesh
“Os rabinos se baseiam em textos judaicos antigos e tradicionais”, observa Elior. “Mas isso não legitima o racismo que eles propagam”. Ela lembrou que o povo judeu tem mais de três mil anos de história, e que sua memória coletiva é influenciada por textos que, em parte, surgiram em épocas em que os judeus viviam como uma minoria perseguida, em meio a outros povos. “Muitas fontes escritas têm três mil anos de existência”, ressalta Elior. “Claro que há nelas muitas crenças que não são mais aceitáveis. Assim como hoje não há mais escravos, embora haja leis religiosas que o permitam, não se deve permitir declarações racistas que se baseiam nessas fontes”, argumenta a especialista.
Clube de futebol de extrema-direita
Mas não apenas nos círculos religiosos as ideias radicais de direita são encontradas. O clube de futebol Beitar Jerusalem é um ponto de encontro extremistas de direita e racistas, que não fazem segredo de suas opiniões anti-islâmicas. Isso ficou claro quando o clube contratou, no ano passado, dois jogadores muçulmanos vindos da Chechênia. Integrantes da torcida organizada ultranacionalista La Familia vaiaram os jogadores. Quando o seu grito de guerra “morte aos árabes” é ouvido no estádio, ninguém reagiu. Os supostos assassinos do jovem Mohammed Abu Khder também pertenceriam a essa torcida.
Racismo no Parlamento
No Knesset, o poder da direita vem crescendo
Comentários racistas e de extrema direita também fazem parte do cotidiano do Parlamento israelense, o Knesset. A deputada Miri Regev, de 49 anos, pertencente ao Likud, diz abertamente ser adepta do fascismo. Sua marca registrada é tentar humilhar com gritos pessoas que têm uma opinião diferente da dela. Ex-porta-voz do Exército, ela quer excluir do Knesset os partidos árabes, que chama de “quinta coluna”.
E ela não está sozinha. Seu companheiro de partido Danny Danon chamou os deputados árabes de “terroristas mascarados”, e outro colega de partido, Ofir Akunis, declarou que a Cisjordânia deve pertencer somente ao povo judeu e que os palestinos não têm direito algum àquele lugar.
A deputada Ayelet Shaked, do partido Ha Bayit Hajehudi, que significa casa judaica, não fica atrás de seus colegas no Likud. Recentemente, ela escreveu em sua página no Facebook que Israel não está travando uma guerra contra terroristas, mas uma guerra contra o povo palestino. Segundo ela, os palestinos devem ser considerados, na sua totalidade, como “um inimigo cujo sangue deve ser derramado”.
Tais pontos de vista há muito tempo não são ditos pela minoria em Israel e se tornaram aceitáveis socialmente. A margem direita de Israel avançou para o meio do Knesset e para o centro da sociedade.
Diego M.
28 de julho de 2014 7:38 amPró Ativista Marketing – Vaga Aberta!
Acho que um dos problemas no debate do conflito é virou um debate partidário. Ao invés de o Brasil apoiar em criar uma cultura de paz e de convivio é mais fácil incentivar o ódio e a matança de um dos lados e fechar os olhos para o que o outro lado faz. O conflito está virando uma commodite no mundo capitalista onde ser pró-Israel ou pró-Palestina trás apoio político, satisfação pessoal, destaque no meio acadêmico e até dinheiro. Todo mundo quer ter a razão e criticar . O que menos importa são os outros do lado de lá.
Fernando Lopes
28 de julho de 2014 8:21 amO que mais me chamou atenção…
O que mais me chamou atenção é quando ela fala sobre a representação das cores nos livros de geografia.Nos livros as vilas palestinas são apresentadas em suas “cores naturais” (verde oliva, escuro, amarelo) enquanto os assentamentos israelenses são apresentados como “aldeias suiças”(verdes limpas, pintura nova). Na hora me veio a imagem que a gente vê na TV, na publicidade aqui no Brasil. A cidade que aparece nas propagandas do Brasil não é a cidade que nós vemos no dia-a-dia. Não tem as cores reais do cinza, sujo, do sol forte, do verde intenso. É uma cidade de fantasia, sem muros, de belos verdes jardins florescentes e rua asolutamente limpa. Aqui no Brasil também vivemos uma campanha para identificar no pobre, negro, favelado uma ameaça. Isso também está claro na cores da propaganda da TV.
Marcos K
28 de julho de 2014 9:00 amQue dizer? Os nazistas faziam
Que dizer? Os nazistas faziam a mesma coisa quando os “indesejáveis” eram os judeus. Pelo visto não se aprende nada com a história.
DanielQuireza
28 de julho de 2014 11:36 amO grande problema é o aumento
O grande problema é o aumento de colonias israelenses em território palestino. Dessa forma fica dificil não acreditar que os ataques desproporcionais, na verdade, não visem a ir abrindo espaço para novas ocupações.
Na verdade os maiores aliados no conflito são o hamas e os falcões de Israel, ambos ganham força durante a guerra e se retroalimentam.
janes salete
28 de julho de 2014 2:36 pmO terrorista governo de
O terrorista governo de israel é capaz de matar seus próprios cidadãos, se isso for necessário para se colocar como vítima dos palestinos e sabe que tem boizinhos que vão acreditar neles. Alías, eles, os oportunistas, SEMPRE contam com esses boizinhos para disseminar a estória de vítima que israel utiliza desde o holocausto.. Um marketing antigo, mas que funciona como explicativa para as barbáries, para o terrorismo do dueto maléfico, USA-israel..
wendel
28 de julho de 2014 6:56 pmEstado terrorista!!!!!!!!!!!!!
Em diálogo com o apresentador Charlie Rose, da CBS, Meshaaal disse que “não somos fanáticos. Não somos fundamentaliss. Não combatemos os judeus porque são judeus. Não combatemos as outras raças. Combatemos aqueles que ocupam”.
De acordo com ele, quando Israel se comprometer a se retirar de Gaza, quando tiverem Jerusalém como capital e o retorno dos reugiados, ” então teremos paz”.
Leia mais em: htt´://zip.net/bmn8gl
Assim, só não vê quem não quer, ou melhor quem é fanatizado, fundamentalista, ou sofre de lavagem cerebral feita pelo estado ou rabinos!!!!!!